Revirando o meu “centro de documentação” particular, achei o compacto em vinil do primeiro hit do trio que se apresentava como Os Paralamas do Sucesso. Em 1983, era a nova onda do rock brasileiro. No lado A,Vital e Sua Moto (ouça aqui). Vital foi batera dos Paralamas antes de João Barone. Para lado B e contracapa, vire o disco, digo, clique em LEIA MAIS.
Washington guardou três. FOTO: Gaspar Nóbrega/VIPCOMM
Três de Washington, 1 de Borges e 1 de Jorge Wagner. O São Paulo goleou o Mirassol por 5 a 0 e voltou ao 3º lugar do Paulistão, desenhando por enquanto uma semifinal contra o Corinthians, de Ronaldo, o Fenômeno (vamos ter muita discussão sobre locais das partidas, divisão de torcidas, sai de baixo!). Não pude ver o jogo, pois estou a mais de 400 km do Morumbi, nem fui ao bar de Copacabana onde se reúne a turma dos São-Paulinos no Rio. Acompanhei pelo tempo real do globoesporte.com, que é show: além de texto jogada a jogada, dá para ouvir narrações da rádio Globo (quase sempre) e ver vídeos de gols e melhores lances, alguns minutos depois que acontecem.
Não fosse a goleada, a presença da dupla artilheira, Washington batendo no peito, entrosamento de Júnior César etc, o título do post destacaria apenas o pequeno público. Pouco mais de 5 mil pessoas. Num determinado momento, parte da torcida reclamou, como já tinha feito semanas atrás: “Vergonha… vergonha… horário sem vergonha“. Não quero me estender sobre a picuinha entre o São Paulo e a Federação Paulista de Futebol, novela chatíssima que se arrasta há mais de ano, mas… Continuar lendo “Chuva de gols no Morumbi, para apenas 5.047 pagantes”→
O clássico Powerslave (ouça trechinhos aqui) é um álbum fundamental na turnê Somewhere Back in Time, que chegou hoje a Manaus, sábado ao Rio, domingo volta a São Paulo, quarta em BH, sexta em BSB e dia 31 no Recife. Tá na cara, digo, no cenário. Seus dois maiores sucessos são candidatos a abrir o show: Aces High, música de Harris sobre batalha aérea, onde os fãs tentam acompanhar a velocidade turbo que o piloto de avião Bruce Dickinson imprime. E 2 Minutes to Midnight, que com seus 6 minutos invadiu programas de clips em 85. Powerslave, 2º lugar na parada inglesa em 84, é um disco bem conhecido dos brasileiros, até porque a gigantesca World Slavery Tour foi a primeira excursão do Maiden a chegar por aqui. Show único, 11 de janeiro de 1985, Rock in Rio I. 50 minutos do concerto podem ser vistos no lançamento oficial em DVD do music video Live After Death. Também detonam no show Powerslave, clássico de Bruce(fissurado em egiptologia), com seu riff monstruoso, e Rime of the Ancient Mariner, épico de 13 minutos de Harris. Continuar lendo “Iron Maiden V: POWERSLAVE, 03/09/1984”→
Lançamento dia 2 de abril, às 19h, na Fnac da av. Paulista
O jornalista Beto Xavier, que está lançando o livro Futebol no País da Música (pela Panda Books), foi entrevistado no Juca Entrevista, na ESPN (tente ver aqui). Beto afirmou que é o Flamengo é o campeão de menções em músicas: mais de 150 canções. O Corinthians vem depois, com uma centena. E falou muito de Grêmio, claro, seu time de coração. Número que cresceu exatamente nos anos de jejum. Entre os que mais cantaram futebol, Moraes Moreira, Wilson Batista e Jorge Benjor.
O que o capitão do time do heavy metal tem em comum com o homem-gol do samba rock? A paixão pelo futebol. Como Jorge Benjor, que chegou a jogar nas divisões de base do Flamengo, o baixista Steve Harris, do Iron Maiden, atuou nos juvenis do West Ham, clube da ZL de Londres que teve três jogadores na seleção inglesa campeã do mundo, em 66 (o capitão Bobby Moore, o meia Peters e o atacante Hurst). O W.Ham também revelou Lampard (hoje Chelsea) e teve Carlos Tévez por um semestre (antes de repassá-lo ao ManUtd), mas no Brasil é mais conhecido mesmo pela ligação com o ilustre torcedor. Steve Harris queria ser jogador profissional, mas trocou as chuteiras pelo baixo. E hoje, neste 12 de março em que completa 53 anos anos, começa por Manaus a parte brasileira da turnê Somewhere Back in Time. Pelo menos um som que pode aparecer no setlist vem do quarto álbum do Maiden, Piece of Mind, outro discão. Continuar lendo “Steve Harris & West Ham United FC”→
Libertadores: o Grêmiovenceu Boyacá Chicó na Colômbia. Souza, de falta. Tem 4 pontos no grupo. No Paulistão: Ituano 1×1 Palmeiras, ainda líder. Corinthians virou pra cima do São Caetano, com o 1º gol de Ronaldo no Pacaembu. Esse Ronaldo… A Lusa venceu o Guará por 1×0 e tira o São Paulo do G4, pelo menos até amanhã. Gol de falta. No Estadual do Rio, Duque de Caxias 2×4 Fla. Primeiro gol do Mengo: Juan, de falta. Quarto: Léo Moura, de falta. No Maraca, Flu 2×1 Voltaço. Thiago Neves fez o primeiro, sabe como? De falta. Continuar lendo “Nas jogadas de bola parada, quem é melhor?”→
Foto: Robert Ellis (C) Iron Maiden Holdings 1996/38596 Fonte: EMI
A sirene de ataque aéreo – apelido do vocalista Bruce Dickinson -começou a funcionar pra valer no terceiro disco do Iron Maiden, estreia do cantor na banda inglesa. The Number of the Beast (ouça trechos aqui) foi o primeiro álbum nº1 do Iron (nas paradas inglesas). Primeiro Top 40 nos EUA. É aquele disco que mesmo revistas e livros não especializados em rock pauleira elegem para falar do Maiden. Não é à toa que Number mereceu um programa da série Classic Albums, já lançado em DVD no Brasil. Aqui não tem Prodigal Son nem instrumentais. É pau puro, desde a faixa 1, Invaders, até a última, Hallowed Be Thy Name, um clássico de Steve Harris, cheio de mudanças de ritmo e clima, sobre um homem no corredor da morte. Agora, além do apelo da capa (Derek Riggs), teve dois singles fortíssimos. Continuar lendo “Iron Maiden 3.0: The Number of the Beast, 29/03/1982”→
Quatro clubes ingleses, dois espanhóis, um alemão e um português estão classificados para as quartas-de-final da Champions League. Arsenal, Chelsea, Liverpool, Manchester United, Barcelona, Villarreal, Bayern de Munique e Porto. Entre esses oito, está o campeão europeu da temporada 2008/09. O sorteio da nova fase de mata-mata será em 20 de março. Agora, é briga de cachorro grande. Apenas o Villarreal pode ser considerado um peixinho fora d´água, mas é bom lembrar que o submarino amarelo tem chegado, quase sempre.
Por falar em documentários sobre futebol, saiu no Daniel Perrone e outros blogs tricolores o lançamento da pedra fundamental do filmeSoberano – Seis Vezes São Paulo– que vai tratar dos títulos brasileiros de 77, 86, 91, 2006, 07 e 08 pela ótica do torcedor. Na equipe, estão videomaker Carlos Nader, como diretor, Maurício Arruda como roteirista e o ex-titã Nando Reis como diretor musical (será que o nando publicará aquela canção sobre o São Paulo que tocou uma vez no Esporte Espetacular? Tomara!). Atenção, grande nação são-paulina: acorde porque a produção pede para você colaborar com vídeos e depoimentos.
PS atualizando em 23/08/2010. Soberano estreia nos cinemas em 17 de setembro de 2010. Você pode ver o trailer no SPFCPedia.
Paixão por um time levada à telas. Esse é um mercado que só tende a crescer. Já tem filmes sobre o Flamengo (vários, existe até produtora especializada), Inter, Grêmio, Náutico etc. Bom porque não vai faltar assunto aqui pro blog.
Semana Iron Maiden no blog, semana Ronaldo na mídia esportiva brasileira e, por que não dizer, mundial. Um dos “pratos” prediletos aqui do FutPopClube são as películas sobre futebol. Já abordei algumas, que você pode ler/reler nesta tag. Esta semana eu revi um documentário sobre o começo da carreira de Ronaldo, feito em vídeo. Ronaldo: Manual de Vôo (mantive o acento já que se trata do título da obra feita antes da reforma ortográfica). É uma produção hispano-brasileira de 1997, exibida muito tempo atrás pela ESPN Brasil, e que no passado assisti no Canal Brasil, graças a uma dica da coluna do crítico de cinema Amir Labaki, no jornal Valor. Continuar lendo “Fenômenos de mídia”→