Tostão especial no @CasualF00tball #22.

Tostão especial no @CasualF00tball #22.

Ele foi um dos maiores… numa das maiores seleções de todos os tempos. Brilhou com a camisa celeste 5 estrelas (e também com a branca) do Cruzeiro. Não teve muito tempo no Vasco. Teve que parar. Estudou medicina. Virou doutor. Doutor Eduardo. Voltou ao futebol, como comentarista de TV e depois colunista, parada obrigatória para os olhos. Tostão é o tema do novo programa Casual Football, apresentado pelos parceiros Pedro Tattoo e Clayton Fagundes. Direção de Tattoo e Felipe Duarte. Pauta: Júlio César. Clique abaixo para ver.


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Terceira camisa do Cruzeiro 2016, em homenagem aos campeões de 1966.

Terceira camisa do Cruzeiro 2016, em homenagem aos campeões de 1966.

Chega às lojas oficiais do Cruzeiro nesta segunda-feira, 21/11/2016 (e em outras lojas de material esportivo dia 26) o novo uniforme 3 da Raposa, lançado neste domingo no empate em 2×2 contra o Santos.

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Uniforme 3 do Cruzeiro 2016 (Umbro)

Os uniformes feitos pela Umbro em estilo retrô (até nos logotipos dos patrocinadores) representam uma homenagem à conquista da Taça Brasil de 1966 (nas finais, o Cruzeiro goleou o então pentacampeão Santos por 6 a 2 no Mineirão e voltou a vencer no Pacaembu, por 3×2). Em 2010, a CBF unificou os títulos da Taça Brasil e Robertão de 1959 a 1970 com o Brasileirão. E passou a considerar o Cruzeiro campeão brasileiro em 1966.fb_img_1480013206681
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Saiu “Corner” #2

Dica amiga do programa Casual Football.

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Foi com grande satisfação que pude ler o segundo número da  “Corner“, ótima revista brasileira de futebol, viabilizada pelo sistema de crowdfunding. Tem muita coisa boa pra ler – e como não tem anúncios, o preço de capa é um pouco alto para uma revista (R$ 29,90). Mas vale a pena conhecer. Principalmente se você se interessar pelo futebol argentino, principal tema deste número 2. Tem entrevista com o Sorín, com o Federico Peretti, diretor do filme Otro Fútbol e da série Outro Futebol, Menotti x Bilardo, a polêmica do Fútbol para todos, campeonato de 30 times, os infográficos do Paladar Negro etc. “Corner” #2 também fala de rádio, especialmente rádio esportivo carioca – eles conversaram com o garotinho José Carlos Araújo.  E mais: merece destaque especial outra entrevista, com o jornalista Tim Vickery, que mora no Brasil.

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Roberto Perfumo, ‘El Mariscal’ (1942-2016)

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Cruzeiro, Racing Club, seleção argentina e River Plate manifestaram luto pela morte do seu ex-zagueiro Roberto Perfumo – os millonarios jogaram com tarja preta na manga da camisa no empate (1-1) contra o São Paulo, no Monumental de Nuñez. O Mariscal morreu hoje, aos 73, depois de cair de uma escada, num restaurante de Puerto Madero!

Quando chegou ao Cruzeiro, em 1971, Perfumo já tinha sido campeão de tudo pelo Racing, como lembrou o jornalista Mauro Cezar. Campeão argentino (1966), da Libertadores 67 e do primeiro mundial do futebol argentino. É o terceiro da esquerda pra direita entre os da Academia campeã do mundo na foto abaixo.

Os campeões mundiais de 1967 IMAGEM Página do Racing Club no Facebook

Na Raposa, jogou ao lado de gente como Raul, Nelinho, Procópio, Wilson Piazza, Darci Menezes, Zé Carlos, Eduardo, Roberto Batata, Dirceu Lopes, Palhinha, Joãozinho. Foi tricampeão mineiro (72, 73 e 74). Antes de pendurar as chuteiras, em 1978, Perfumo também foi tri pelo River (Metropolitano 1975, Nacional 75 e Metropolitano 77). Vestiu a camisa albiceleste da Argentina 37 vezes, atuando em duas Copas del Mundo (1966 e 1974). Nas finais da Libertadores de 1976, contra seu ex-time (Cruzeiro 4×1, 1×2 e 3×2 River), o zagueiro argentino usou de toda a sua malícia pra tirar o furacão Jairzinho do 3º e decisivo jogo. Perfumo já não ia jogar mesmo em Santiago, por causa de uma lesão. Na malandragem, provocou o furacão da Copa de 70 e conseguiu a expulsão do cruzeirense. Mas no fim das 3 partidas aquele Cruzeiro espetacular levou a melhor…
O marechal também foi técnico e comentarista. O arquirrival do Racing, o Independiente, também rendeu homenagem ao Mariscal Perfumo. Continuar lendo “Roberto Perfumo, ‘El Mariscal’ (1942-2016)”

Lançamento: “Alex, a Biografia”.

Nesta terça-feira, o Alex que brilhou com as camisas do Coxa, do Palmeiras, Cruzeiro e Fenerbahçe ganha uma biografia, escrita por Marcos Eduardo Neves (biógrafo de Heleno de Freitas, Renato Gaúcho, Roberto Medina e Francisco Horta).

facebook.com/PlanetadeLivrosBrasil/
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A tarde/noite de autógrafos em São Paulo é nesta terça, dia 10, a partir de 17h, na livraria Cultura do Conjunto Nacional. Continuar lendo “Lançamento: “Alex, a Biografia”.”

Matheus guerreiro

O atual bicampeão brasileiro não tem chance de lutar por mais um título nacional, mas para uma família de cruzeirenses o domingo foi especial.

O filho de seis anos foi pela primeira vez ao Mineirão e entrou no gramado com seu belo uniforme celeste ao lado das ‘raposas’, ‘mascotes’ do Cruzeiro, e do atacante Willian, que ontem jogou de branco, por causa do calor do “sessão das 11” (foi a última rodada do Brasileirão 2015 com jogo matinal).

O nome do menino é Matheus Teodoro de Oliveira, mas pode chamar de Matheus “Guerreiro”. O jovem cruzeirense luta contra uma doença rara no intestino, que vem lhe tirando a visão desde os três anos. No mês passado, teve alta do hospital. Continua o tratamento em casa. Agora, Matheus precisa de um transplante, a ser feitos nos Estados Unidos.

A vontade de Matheus viver, a alegria desse menino, sua criatividade são assim uma coisa comovente. Que fazem a gente parar pra pensar. A gente reclama de tudo, de todos, o tempo todo. E esse pequeno grande cruzeirense está aí, dando uma aula de vida, mostrando sua garra, assim como outros “matheus” planeta bola afora.

Não tem como não se emocionar ao ver Matheus no colo de Willian na hora do hino nacional. O ídolo também não resistiu.

Força nenhuma impediria o Cruzeiro de ganhar a partida de ontem contra o Fluminense. Não tinha como Willian não se inspirar. O “bigode” marcou os dois gols da vitória do clube celeste. Três pontos dedicados a Matheus.

Ainda bem que futebol não é só violência, não é só roubalheira, corrupção e cartolagem (pra usar uma expressão do pai de dois fanáticos torcedores, entre eles este que vos digita).

Futebol ainda é o amor de uma criança por uma camisa com um distintivo de um clube no lado esquerdo do peito – assim como os mascotinhos que entram orgulhosos com seu time mesmo depois de uma sonora goleada.

Obrigado, Matheus! Continuar lendo “Matheus guerreiro”