As camisas 2017 do Vasco e os 90 anos do caldeirão de São Januário.

As camisas 2017 do Vasco e os 90 anos do caldeirão de São Januário.

Neste 21 de abril em que o estádio de São Januário completou 90 anos, a Umbro apresentou os novos uniformes 1 e 2 do Vasco da Gama. Ambos contém homenagens ao aniversário do caldeirão cruzmaltino.
Em 2017, o novo primeiro uniforme do Vasco, preto, com a tradicional faixa diagonal branca na frente e nas costas, tem gola polo preta com detalhe em branco e chega às lojas com duas modelagens: game, igual à que os jogadores usam, e fan, mais confortável para os torcedores.

Dentro do post, os detalhes do segundo uniforme. Continuar lendo “As camisas 2017 do Vasco e os 90 anos do caldeirão de São Januário.”

“Geraldinos”, na última rodada da Mostra Cinefoot.

“Geraldinos”, na última rodada da Mostra Cinefoot.

“Geraldinos”, filme vencedor da Taça Cinefoot 2015 nas seleções carioca e paulista do festival de cinema de futebol, encerra a mostra Cinefoot, no Canal Brasil. Nesta sexta-feira, 22h, com reprise na terça-feira, 13h30. Vale a pena ver ou rever o doc, que também está disponível para aluguel no Now.

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Camisas de times do interior

Camisas de times do interior

É neste sábado, das 10h às 17h, no vão central do Pacaembu! O vigésimo-primeiro Encontro de Colecionadores de Camisas  tem como tema os mantos sagrados de clubes do interior.
Vai ter varal e estandes exibindo umas 3.000 camisas,  segundo o Museu do Futebol, que promove o encontro em parceria com os sites Minhas Camisas e Colecionadores FC. Trocas são liberadas.

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As camisas do flyer: São Caetano, São Bento, União São João, São José, Grêmio Novorizontino, Ituano e Internacional de Limeira – todos clubes paulistas.

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As estrelas da Chapecoense

O novo distintivo da Chape: chapecoense.com/2016/noticias/365
O novo distintivo da Chape: chapecoense.com/2016/noticias/365

Dez dias depois da tragédia com o avião da Lamia, a Chapecoense anunciou pequenas, mas justíssimas modificações no escudo do clube. Duas novas estrelas.

A mais evidente, acima do distintivo, se refere à conquista da Copa Sul-Americana 2016, título confirmado pela Conmebol esta semana. É uma estrela branca, em sinal de paz.

A segunda estrela está no interior da letra F – de ACF, Associação Chapecoense de Futebol – segundo a Chape, uma forma sutil, mas impactante, de eternizar os que dedicavam suas vidas ao Furacão, o Verdão do Oeste.

É isso. As vítimas deram suas vidas pelo time, pela cidade de Chapecó, pelo jornalismo, pelo rádio, pela TV. Pelo amor ao futebol, ao esporte.

Vários times vão entrar em campo na rodada de domingo com diferentes formas de homenagem. Veja as camisas divulgadas até agora, neste álbum aqui, na página do Fut Pop Clube no Facebook. Continuar lendo “As estrelas da Chapecoense”

Tanti auguri!

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Flâmula do Palmeiras

Saudamos o Palmeiras, grande campeão brasileiro de 2016, depois de 22 anos do último título do campeonato nacional. Foram 29 rodadas com o time de Cuca na liderança. O palmeirense pode saborear o gostinho de ir ganhando o campeonato rodada a rodada pela primeira vez desde que foi implantado o sistema de pontos corridos no Brasileirão (2003). Segunda grande conquista no Allianz Parque, em dois anos de casa nova (a primeira foi a Copa do Brasil 2015).  O parque está sempre cheião!

O Verdão tem nove títulos do Campeonato Brasileiro, e pode se considerar eneacampeão, de acordo com a unificação de Taça Brasil, Robertão e Brasileirão feita pela CBF, para alegria de palmeirenses e santistas: Continuar lendo “Tanti auguri!”

Rogério Ceni no banco

Ao som de “Hell’s Bells”, clássico do AC/DC (a música com que o São Paulo entrava em campo no Morumbi puxado pelo camisa 01), o tricolor paulista anunciou hoje seu novo técnico.


Até as máquinas rotativas dos jornais já sabiam. Rogério Ceni vai ser o técnico do São Paulo em 2017. Não fez nem um ano que o goleiro-artilheiro pendurou luvas e chuteiras, numa bela festa no Morumbi (11 de dezembro de 2015).fb_img_1449869451880-1

Quando o jovem Ceni chegou ao clube, em setembro de 1990, o mestre Telê Santana era o treinador do São Paulo. Ao longo de seus 25 anos no tricolor, Rogério trabalhou com treinadores como (entre outros) Muricy, Paulo Autuori, Levir Culpi, Juan Carlos Osorio, Bauza – na seleção, esteve com Felipão e Luxemburgo.  Algo deve ter aprendido, somando a sua experiência como goleiro tricampeão brasileiro, campeão da Libertadores e Mundial de Clubes. Suas entrevistas antes e depois dos jogos continham análises realistas de sua equipe e do adversário. Em 2016, pouco se ouviu falar dele, quase nenhum pitaco sobre a campanha do semifinalista na Libertadores, nem a péssima trajetória no Brasileirão. Ceni estava em outra, se preparando para assumir o cargo almejado mesmo antes da aposentadoria como atleta. Fez curso, visitas importantes.

O argentino Jorge Sampaoli, que levou o Chile ao título de Copa América, o alemão Jürgen Klopp (hoje no Liverpool), e o ex-chefe, o colombiano Osório (técnico do México), são citados como referências. Leio aqui e ali sobre o estilo de jogo desejado, ofensivo, com muita posse de bola, marcação desde o atacante. Resta saber os recursos humanos que Ceni terá. Hoje o elenco do São Paulo é fraco.

É cedo? Talvez. Mas futebol brasileiro está mesmo precisando de ideias novas, de novos nomes. Toda vez que um grande clube fica sem técnico, os nomes ventilados são quase sempre os mesmos. Abel, Luxa, Autuori, Levir, Marcelo Oliveira, Carpegiani, Oswaldo, Dunga, até Joel.  Continuar lendo “Rogério Ceni no banco”

Terceira camisa do Cruzeiro 2016, em homenagem aos campeões de 1966.

Terceira camisa do Cruzeiro 2016, em homenagem aos campeões de 1966.

Chega às lojas oficiais do Cruzeiro nesta segunda-feira, 21/11/2016 (e em outras lojas de material esportivo dia 26) o novo uniforme 3 da Raposa, lançado neste domingo no empate em 2×2 contra o Santos.

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Uniforme 3 do Cruzeiro 2016 (Umbro)

Os uniformes feitos pela Umbro em estilo retrô (até nos logotipos dos patrocinadores) representam uma homenagem à conquista da Taça Brasil de 1966 (nas finais, o Cruzeiro goleou o então pentacampeão Santos por 6 a 2 no Mineirão e voltou a vencer no Pacaembu, por 3×2). Em 2010, a CBF unificou os títulos da Taça Brasil e Robertão de 1959 a 1970 com o Brasileirão. E passou a considerar o Cruzeiro campeão brasileiro em 1966.fb_img_1480013206681
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