Documentários sobre ídolos da bola, grandes técnicos, torcidas, torcedores, seleções, clubes… da Portuguesa Santista à Chapecoense.

Futebol feminino.

Futebol de várzea.

E até ficção sobre futebol.

Terminou em São Paulo mais uma temporada do Cinefoot. E ao final das cinco rodadas, a Taça Cinefoot de melhor curta foi para “Todos Querem Colo-Colo”, do canal Peleja – uma bela reportagem de Murilo Megale, que foi a Santiago investigar a exploração do time mais popular do Chile pela ditadura Pinochet (1973-1990).
Filme completo aqui (vale muito a pena, são 17 minutos). Estádio Nacional, Carlos Caszely, eliminatórias da Copa de 1974, plebiscito sobre continuação do regime militar são alguns dos temas. Trailer abaixo:


Em segundo lugar na categoria curta, ficou a divertida comédia alemã “Um Bayern Diferente”.

A Taça Cinefoot de melhor longa foi para “Don Diego – Carne, Osso e Coração”, produção da SPFC Tv, canal oficial do tricolor paulista no You Tube. O doc aborda a despedida de Diego Lugano dos gramados. Sua relação com os demais jogadores, especialmente os mais jovens, num ano em que o São Paulo lutou pra não cair. Pode ser visto na íntegra neste link aqui. Trailer abaixo:

Outros premiados dentro do post.

Em segundo lugar na categoria longa, ficou o doc de Helvídio Mattos e Rafael Vaente sobre a curta passagem de Mané Garrincha pelo Corinthians. “Garrincha no Corinthians” passou nos canais ESPN e pode ser visto e revisto no ESPN Watch. Vale a pena.

Em terceiro lugar entre os longas, ficou A Mais Briosa – Um Amor 100 Divisão”, sobre a centenária história da Portuguesa Santista – e de sua apaixonadíssima torcida. Os acessos à primeira divisão estadual, as quedas, as voltas (uma delas com Serginho Chulapa de técnico), a melhor campanha, sob o comando de Pepe. Uma linda camisa que não pode ficar de fora do campeonato paulista.

“Sou Favela” (doc sobre um time de várzea da Zona Leste de São Paulo) ganhou o prêmio João Saldanha.

Gostei de ver o curta espanhol “O Craque”, o documentário sobre Bobby Robson e “Triunfo”, sobre a inédita e dramática classificação da seleção da Albânia para a Euro 2016, com todo contexto político.

Também gostei de ver (fora da mostra competitiva) “Superstição e Futebol”, curta de 1968 de Sylvio Lanna, “Para Sempre Chape”, do uruguaio Luís Ara e “A Primeira” (tocante reportagem de André Gallindo sobre memórias da Copa da Suécia. E de rever “1958 – O Ano em Que o Mundo Descobriu o Brasil”, de José Carlos Asbeg. Os 60 anos do primeiro mundial conquistado pelo Brasil e os 10 anos do Museu do Futebol foram homenageados pelo Cinefoot.

E se o festival só volta aos cinemas e auditórios em 2019, a Mostra Cinefoot recomeçou no Canal Brasil. Toda quinta, às 19h.

 

 

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