Teaser: “Eu Sou do Norte”, atração do #Cinefoot11.

DestacadoTeaser: “Eu Sou do Norte”, atração do #Cinefoot11.

O futebol feminino sempre teve espaço no festival Cinefoot. E nesta 11ª edição do festival podemos ver online, na plataforma oficial do Cinefoot 11, o curta “Eu Sou do Norte”, produção Acervo da Bola/A Vitrine do Futebol Feminino, dirigida por Cristiano Fukuyama, Edson de Lima e Luiz Nascimento (mesmo trio de “Eu, Jogadora” e “Nunes FC”, ambos ficaram em 2º lugar na categoria curta-metragem do Cinefoot 2017 e 2019, respectivamente). Fukuyama e Nascimento faturaram a Taça Cinefoot de longa em 2016 com “Ivair, o Príncipe do Futebol”; em 2020, a dupla lançou “Lusitanos”, sobre o centenário da Lusa).

“Eu Sou do Norte” é um doc de 16 minutos (selecionado para a mostra competitiva de curtas do festival) feito no ano da pandemia. E que mostra exatamente como atletas lidaram com mais essa bola quadrada. Estreia no Cinefoot online neste sábado, 21 de novembro, às sete da noite – e fica disponível na plataforma até segunda, 23/11, segunda-feira, também 19h.

Dentro do post, confira o teaser e a sinopse do curta.

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Na rede: Cinefoot 11 passa todo online e começa com “Loteca”.

DestacadoNa rede: Cinefoot 11 passa todo online e começa com “Loteca”.

Campeonato Metropolitano 84, um dos dois principais torneios do futebol argentino na época. Na sexta rodada, 6 de maio de 1984, o jogadores do Club Atlético Racing, de Córdoba (não confundir com o Racing Club, de Avellaneda, que inspirou nome, uniforme e escudo) têm uma motivação a mais contra o Ferro Carril Oeste (campeão do Nacional 1984), no estádio do Instituto de Córdoba: em caso de vitória, podem ganhar um prêmio gordo: quase 2 milhões de dólares. O elenco apostava na Prode (sigla de “concurso de pronósticos deportivos”, uma loteria que durou de 1972 a 2018 na Argentina). O bolão da rapaziada já tinha acertado os outros 12 jogos. Bastava vencer o Ferro pra dividir a dinheirama. O documentário “Loteca” (“Prode”, de Mauro Beccaría) abre a 11ª edição do festival CINEfoot. E em que sala de cinema, hein? Na sala da sua casa. Por causa da pandemia do novo coronavírus, o CINEfoot deste ano vai ser todo online -e de graça. “Loteca” estreia nesta sexta-feira, 20 de novembro deste interminável 2020, às 20h30, na plataforma Innsaei.tv, que vai passar todos os 76 filmes do CINEfoot 11 – um recorde no tradicional festival de cinema de futebol, tocado por Antônio Leal. Bom fazer o cadastro agora e na hora da sessão é só apertar o play. “Loteca” (ou “Prode”) fica disponível na plataforma Innsaei.tv até 17h de 27/11, a outra sexta-feira. Confira o trailer dentro do post. Continuar lendo “Na rede: Cinefoot 11 passa todo online e começa com “Loteca”.”

Na rede: “Irmãos no Futebol – A História dos Dois Corinthians”.

Na rede: “Irmãos no Futebol – A História dos Dois Corinthians”.

Uma dica de um excelente documentário que acabou de estrear no streaming, para todos interessados em história do futebol inglês e brasileiro, especialmente para o lado alvinegro da arquibancada: “Irmãos no Futebol – A História dos dois Corinthians”. Título inglês: “Brothers in Football”.
Qual é o time inglês mais popular no Brasil? United? Liverpool? City? Arsenal? Agora, esta é fácil: qual é o time AMADOR inglês mais popular no Brasil?

Certamente, o Corinthian-Casuals  Football Club, que inspirou o nome do Sport Club Corinthians Paulista, fundado depois da excursão brasileira de 1910 do Corinthian FC.
O doc de Chris Watney, conta essa relação, da origem do time inglês, criado em 1882 por “Pa” Jackson, secretário assistente honorário da FA, Football Association, a federação inglesa, pra fazer frente aos escoceses, ao “bando de loucos” que hoje peregrina até o estádio de Tolworth, no sul de Londres.
As excursões que popularizaram o futebol, influenciando o nome do clube paulista e até o uniforme do Real Madrid, as baixas na Primeira Guerra, as dificuldades, a fusão com o Casuals FC, em 1939, daí o nome atual, Corinthian-Casuals FC.
E mais. Watney conta no filme que, em 1892, Charles Miller, da seleção de Hampshire, reforçou o Corinthian numa partida. Como forma de compensar, o Corinthian deu bolas de futebol pra Charles Miller, que trouxe a #gorduchinha para o Brasil.

Para a atual geração de jogadores e torcedores corintianos dos dois lados do Atlântico, o auge da história é o amistoso entre as duas equipes, disputado poucos meses depois da inauguração da Arena Corinthians, em 2015. Tite era o técnico do Timão.
O doc “Irmãos no Futebol –  A História dos dois Corinthians” está disponível em plataformas que alugam ou vendem filmes, como You Tube, Looke e Now. 📽⚽️📺

O Jamie fez poucos amigos no Brasil? Hahaha!
Distintivo atual do Corinthian-Casuals FC

 

“Samba Futebol Clube”: em cartaz em São Paulo até 1º de dezembro.

“Samba Futebol Clube”: em cartaz em São Paulo até 1º de dezembro.

FOTO: Leo Aversa / divulgação

FOTO: Leo Aversa / divulgação

Alan Rocha, um dos destaques do musical FOTO: Leo Aversa / divulgação

Premiado no Rio (onde estreou para a Copa de 2014), o musical “Samba Futebol Clube’ estreou em S. Paulo bem num fim de semana de dérbi. Palmeiras x Corinthians! A sessão que o blog teve oportunidade de ver começou logo depois do 1×1 construído no finalzinho do clássico, no Pacaembu. Não muito longe do estádio, o Teatro Unimed (alameda Santos) recebe o espetáculo até primeiro de dezembro.

Sim, houve adaptações para público / torcida paulista. Começa com “Um a Zero” (choro de Pixinguinha e Benedito Lacerda com letra de Nelson Angelo), passa por “Um a Um”, forró consagrado por Jackson do Pandeiro e vai até “Jogadeira”, manifesto do futebol feminino. A seleção musical foi muito bem convocada. Claro que algum torcedor pode lembrar de um ou outro craque da MPB não chamado. Mas o roteiro tem o filé da música popular boleira: “E o Juiz Apitou” (Wilson Batista Antonio Almeida), “Na Cadência do Samba” (Luís Bandeira), “Fio Maravilha” e “Ponta de Lança Africano (Umbarauma), golaços do mestre Jorge Ben Jor, o hit “Povo Feliz (Voa Canarinho) (Memeco/ Nonô)”, clássicos dos Novos Baianos, a linda “Aqui é o País do Futebol” (Milton Nascimento/Fernando Brant) e “É uma Partida de Futebol” (Samuel Rosa/Nando Reis) entraram na lista de 42 canções. Bem como as belas marchas de Lamartine Babo para os grandes do Rio.

Tem “Pra Frente Brasil”, bem icônica (pra usar uma palavra da moda) da Copa de 1970, mas a coreogeafia dá o recado claro do musical sobre aqueles anos de chumbo. Tem letras politizadas de Gonzaguinha. Tributos ao Rei Pelé e à Rainha Marta

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Filme: “Meu Mundial – Para Vencer Não Basta Jogar”.

Filme: “Meu Mundial – Para Vencer Não Basta Jogar”.


Estreou em cinemas do Brasil em setembro/2019 o filme: “Meu Mundial – Para Vencer Não Basta Jogar” (Mi Mundial – El Camino És La Recompensa). Dadas as poucas sessões (uma no Belas Artes e duas no Frei Caneca), não deve ficar uma segunda semana em cartaz. Uma pena, porque é uma interessante coprodução Uruguai-Argentina-Brasil. Uma típica matinê, para toda a família, com um recado claro sobre a Educação.

Conta a história de Fernando Torres, o Tito, jovem uruguaio com nome de jogador, que se destaca nos times de Nogales, no Uruguai. Muito bom de bola  – e um problema na escola -, atrai a atenção de um ganancioso empresário brasileiro, que promete contrato no Brasil. A família simples da jovem promessa – “o novo Neymar”, nas palavras do empresário – vai morar num belo apartamento de Montevidéu, de frente para a orla do rio da Prata, que banha a belíssima capital uruguaia. Mas… sempre tem um mas. E chega de spoiler. Família, amizade, o primeiro amor em cartaz.

O filme de Carlos Andrés Morelli é muito bem feito, cenas de futebol filmadas plasticamente, e tem atuações muito boas, especialmente a do menino Tito, interpretado por Facundo Campelo, e do pai, Ruben (Néstor Guzzini, premiado em Gramado).

“Meu Mundial” é baseado no livro “Mi Mundial”, de Daniel Baldi, ex-jogador, hoje escritor, levando as suas experiências nos gramados para a literatura, escrevendo especialmente para jovens.

Daniel Baldi chegou a jogar com Diego Lugano, ex-capitão da Celeste. Lugano (mencionado uma vez no filme) escreveu o prefácio do livro de Baldi e esteve na pré-estreia da película em São Paulo, no começo de setembro de 2019.  O ídolo são-paulino publicou no Twitter:

 

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Mendonça (1956-2019)

Mendonça (1956-2019)

Dias de perdas.

João Gilberto, gênio da bossa nova, torcedor do Vasco da Gama. Influência assumida de nomes como os Novos Baianos e de um A a Z da música brasileira.

Mendonça, herói botafoguense.

Arte de #Tadeunak em homenagem a Mendonça no mural de ídolos em frente à sede do clube da estrela solitária em General Severiano, na zona sul do Rio. “Não sou jogador do Botafogo, sou torcedor do Botafogo”. Mendonça partiu esta semana, entristecendo os corações botafoguenses, especialmente os que viram Milton da Cunha #Mendonça usar bem a camisa 8 do alvinegro, durante parte dos 21 anos de jejum. Filho do zagueiro Mendonça, do Bangu, o armador jogou muita bola no Bota entre 1976 e 83.

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Flâmula do dia: Manchester City

Flâmula do dia: Manchester City

Flâmula com o escudo que o City usou entre 1997 e 2016.

Weaver, Crooks, Edghill, Wiekens, Morrison, Horlock, Brown, Whitley, Dickov, Goater, Cooke. Sob o comando do técnico Joe Royle, este foi o time do Manchester City há quase vinte anos, numa partida decisiva para sair do inferno da terceira divisão na temporada 1998-99 – a Division Two inglesa (a Premier League já era o topo da pirâmide lá, seguida pela First Division). Média de público dos sky blues ainda no velho estádio de Maine Road, na terceirona: 30 mil pessoas, segundo o site The Citizens Brasil. Ficou em terceiro… e chegou à final do play-off de acesso em Wembley contra o Gillingham, em 30 de maio de 1999. O Man City tomou dois gols depois dos 80 minutos. Diminuiu com Kevin Horlock a um minuto do fim,  empatou nos acréscimos com Paul Dickov e ganhou nos pênaltis, muito graças ao goleiro Nicky Weaver.
“Superbia in proelio” diz o mote em latim, no escudo usado entre 1997 e 2016 pelo City. Algo como “orgulho na batalha”.
Os anos 90 foram de sobe-e-desce pro lado azul de “Madchester”, enquanto o lado vermelho ganhava tudo.
O hoje bilionário City subiria de vez à Premier no final da temporada 2001/02.
Depois de dar a volta por cima, os blues de Manchester, que já tinham dois títulos ingleses de elite (1936/37 e 1967/68), ganhariam mais quatro: 2012, 2014, 2018 e agora em 2019. Esses dois últimos com o homem das oito ligas nacionais, Pep Guardiola, e compania bela.
Repare como a camisa dessa final de Wembley influenciou a camisa que o City usou ontem, na goleada sobre o Brighton, embora no away kit usado nesta campanha do bi o amarelo apareça em listras mais finas.

Segunda camisa do bicampeãọ: Man City Away Kit 18/19, via Nike.

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Galeria de ídolos aurinegros, na frente do estádio Campeón del Siglo.

Galeria de ídolos aurinegros, na frente do estádio Campeón del Siglo.

O respeito à memória de um clube é algo a ser admirado. Outro exemplo que vem do exterior.

Do lado de fora da cancha do Peñarol, inaugurada em 2016, há um espaço com totens informativos sobre ídolos aurinegros. Alguns heróis da conquista da Copa do Mundo de 1950: o goleiro Máspoli, o capitão Obdulio Varela, Schiaffino, que marcou o gol de empate contra o Brasil, e Ghigghia – como alguns outros, existem pegadas do atacante, que definiu o Mundial de 1950, no Maracanã.

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Maradona em Cannes

Maradona em Cannes

“Diego Maradona”, o filme, vai estrear no festival de Cannes 2019, no mês de maio. Na metade de junho, o documentário de Asif Kapadia tem lançamento mundial.

Os produtores são os mesmos dos docs ‘Senna‘ e ‘Amy’. O diretor Kapadia nem queria mais saber de documentários esportivos, mas mudou de ideia depois de se deparar com 500 horas de material inédito sobre Maradona.
Já saiu o primeiro clip: o dia da apresentação de Diego ao Napoli, em 1984, quando a Serie A italiana dava as cartas no mundo. Confira:

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Racing campeón

Racing campeón

Com uma rodada de antecipação, o Racing Club de Avellaneda se tornou campeão argentino pela décima-oitava vez (terceiro título no novo milênio: 2001, 2014 e agora, 2019).
A Academia treinada por Eduardo Coudet liderou a Superliga argentina desde a quarta rodada.
A flâmula – de dois anos atrás – é comemorativa do primeiro título mundial de um clube da Argentina.