Vem aí: botão oficial do Corinthians.

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O Corinthians está com tudo e tem motivos para estar prosa. Campeão simbólico do primeiro turno do Brasileirão 2017, com 47 pontos e invicto, leva pra casa o troféu Osmar Santos, do diário Lance!. Caminha para o hepta. E o torcedor alvinegro que gota de jogar futebol de mesa tem mais motivos para ficar feliz. A Botões Clássicos vai lançar times de futebol de botão oficiais do Corinthians, licenciados pelo clube.

Vão ser quatro modelos. A data de lançamento? Primeiro de setembro, aniversário do Corinthians. Presentão, hein?

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Minuto de silêncio para Waldir Peres

23 de julho de 2017

O goleiro que se notabilizou pelas conquistas na decisão por pênaltis, não defendeu nenhuma cobrança no seu maior título. Mesmo assim, Waldir Peres foi o herói do São Paulo na decisão do Brasileirão de 1977, já em março de 1978, ao usar toda sua experiência e catimba para enervar ainda mais os jogadores do Galo, dono da casa e favorito ao título. Três atleticanos desperdiçaram suas cobranças. Antes de Diego Alves, ótima contratação do Flamengo 2017, de São Victor, de São Marcos, antes de Dida e Taffarel, Waldir Peres ficou famoso por históricas defesas de pênaltis. Na final do Paulistão de 1975, contra a Portuguesa, não sem muita manha, defendeu os chutes de Dicá e de Tatá (Wilsinho mandou para fora). E numa excursão da seleção brasileira à Europa, em 1981, pegou duas vezes o pênalti chutado pelo alemão Breitner (o juiz mandou voltar porque o brasileiro avançou; Waldir defendeu de novo). Boas atuações como a desse amistoso carimbaram o passaporte de Waldir Peres Arruda para a Espanha’82, como titular daquela espetacular seleção de Telê. O moço nascido em Garça, interior de S.Paulo, em 1951, calvície avançando ainda na faixa dos 20, também foi às Copas de 1974 e 1978, como reserva. A única derrota, por 3 a 2 para a Itália, a chamada tragédia do Sarrià (antigo estádio do Espanyol de Barcelona), quando o Brasil poderia empatar,  foi a última das 39 partidas de Waldir com a camisa da Seleção.

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100 anos do Derby paulista em livro e encontro de colecionadores de camisas.

100 anos do Derby paulista em livro e encontro de colecionadores de camisas.

Seis de maio de 1917. O primeiro “derby”. Primeiro Corinthians x Palmeiras – na época, Palestra Itália. E o Palestra venceu o primeiro clássico, 3 a 0, três gols de Caetano. Exatos cem anos depois, o centenário do dérbi é comemorado com uma espécie de “rodada dupla” no Museu do Futebol, localizado no estádio do Pacaembu. Neste sábado, Palmeiras e Corinthians homenageados no encontro de colecionadores de camisas, das 10 às 17h, no foyer do museu. E às 15, no auditório do museu, os jornalistas Celso Unzelte e PVC lançam o livro DERBY Corinthians x Palmeiras: 100 anos de Rivalidade” (editora In Book, 144 páginas). Ademir da Guia, Basílio, Evair e Zé Elias devem participar de um bate-papo. O preço do livro na tarde de lançamento será de 89 reais.

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Muito mais do que uma caneca

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O microempreendedor Carlos Eduardo Oliveira é, antes de mais nada, um alucinado por futebol que desenha camisas de times desde criancinha. Esse torcedor do São Caetano, campeão paulista 2004, vice da Libertadores 2002, resolveu transformar o hobby em negócio. Começou a fazer canecas com o visual de camisas clássicas de times brasileiros, como o seu Azulão, os quatro maiores clubes do futebol paulista, dois gigantes cariocas, dois mineiros e dois do Nordeste, no site Emporium das Canecas. A loja não trabalha só com canequinhas relacionadas com futebol, mas as reproduções de uniformes históricos são a menina dos olhos do empreendedor. Já recebeu encomenda até do querido XV de Jaú!

Por enquanto, ele tem canecas com visuais históricos de São Paulo, Santos, Palmeiras, Corinthians, Flamengo, Vasco, Cruzeiro, Atlético, Bahia e Sport. O próximo foco das “CaneCamisas” de Carlos Eduardo é a dupla Gre-Nal.

Aos poucos, vou lançando canecas com camisas de clubes do Brasil todo. É uma ideia nova, reproduzindo camisas clássicas. Eu atendo praticamente três gerações e estou lançando modelos voltando cada vez mais pra trás”, diz Carlos Eduardo.

Por exemplo, no catálogo de canecas corintianas, na home do Emporium, estão produtos que fazem referência a títulos importantes do clube, como o Brasileiro de 1990, época de Neto, os Paulistas de 1977 (o gol do Basílio) e o bi de 1983 (com a Democracia Corintiana, de Sócrates e cia). E uma lembrança do lateral Zé Maria (o Superzé, ídolo alvinegro) jogando com camisa ensanguentada, na final do Paulistão de 1979, também conquistado pelo Corinthians. Clique em qualquer imagem para abrir a galeria.

Imagina o sucesso que a caneca abaixo deve fazer entre os palmeirenses, especialmente aqueles que sofreram com o jejum e vibraram com o timaço de 1993 e 94.

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O torcedor do São Paulo pode lembrar dos tempos em que não parava de ver o capitão Raí levantando taças, fazendo um brinde à Libertadores 1992…


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Estreia: “Preto no Branco – O Clássico do Século”.

Cartaz do filme de Kim Teixeira, “Preto no Branco – O Clássico do Século”.

Lá se vão 104 anos (a serem completados em 22 de junho) de clássico entre os dois maiores alvinegros do futebol paulista. “Preto no Branco – O Clássico do Século”, doc de Kim Teixeira, fala dessa rivalidade em ritmo de rap.  Ice Dee, Xis, Criminal D e Fernandinho Beat Box dão a letra para a história do clássico Corinthians vs Santos.
Está em cartaz no Museu Pelé, em Santos. Passa nesta quarta-feira (5 de abril), às 15h. Entre quinta-feira e domingo, vão ser duas sessões, ao meio-dia e às 15h. A entrada no Museu Pelé custa R$ 10. Trailer dentro do post. Continuar lendo “Estreia: “Preto no Branco – O Clássico do Século”.”

1976. O ano em que um bando de loucos invadiu o Maracanã.

Publicado em setembro de 2016

Poster do filme “1976 – O Ano da Invasão Corinthiana”

Dezembro de 1976. Fluminense e Corinthians decidiram uma vaga na final do Campeonato Brasileiro no Maracanã. De avião, de ônibus, de moto, de kombis, de tudo quanto é jeito… milhares de corintianos foram ao Rio para ver a semifinal. Diz a lenda que 70.000 fiéis estavam no Maracanã, que recebeu 146 mil pessoas naquela tarde de domingo. O Flu (bicampeão carioca) tinha um timaço, apelidado de Máquina Tricolor. Era uma seleção… Renato, Edinho, Carlos Alberto Torres, Rodrigues Neto, Carlos Alberto Pintinho, Gil, Dirceu e o camisa 10, justamente o ex-corintiano Rivellino – e o treinador Mário Travaglini contava também com o argentino Doval. O Corinthians do técnico Duque tinha um time de guerreiros (Tobias, Superzé, o xerife Moisés, Zé Eduardo, Wladimir, Ruço, Givanildo – Basílio entrou no decorrer-, Vaguinho, Neca, Geraldão, Romeu). Tricolores e alvinegros empataram no tempo normal: 1 a 1 (gols de Pintinho e Ruço). A vaga para a grande final foi decidida nos pênaltis. E aí, deu 4 a 1 para o Corinthians. Na decisão, no Beira-Rio, o mosqueteiro não segurou o Inter de Minelli e Falcão, que se tornou bicampeão brasileiro. Mas o fim do jejum estava próximo.

Quarenta anos depois, a saga do bando de loucos que invadiu o Rio e o Maraca virou documentário: “1976 – O Ano da Invasão Corinthiana, dirigido por Ricardo Aidar e Alexandre Boechat, para a Canal Azul Filmes, que tem lançado e (vai lançar mais) filmes sobre futebol. Estreia nesta quarta, 29 de setembro, em Sampa, Campinas e São José do Rio Preto. Veja o trailer, cinemas e horários dentro do post. Continuar lendo “1976. O ano em que um bando de loucos invadiu o Maracanã.”

“Miller & Fried – As Origens do País do Futebol”

wp-1468888470167.jpg Para quem se interessa pelo futebol brasileiro, em especial o paulista, o filme “Miller & Fried – As Origens do País do Futebol”, de Luiz Ferraz, chega a ser emocionante. O 7 a 1 na Copa de 2014 está muito fresco na memória. Ver um precioso arquivo da goleada de 7 a 2 do Paulistano comandado pelo artilheiro Friedenreich sobre a seleção francesa, durante uma bem sucedida excursão à Europa, em 1925, é de encher os olhos! Fried também estava na seleção que conquistou o primeiro grande título, o Sul-Americano de 1919, num lotadíssimo estádio das Laranjeiras (é a imagem de capa do teaser abaixo).

O gol desse título, na segunda prorrogação, teve participação de um corintiano, de um palmeirense e do craque do Paulistano (que depois jogaria no chamado São Paulo da Floresta, precursor do atual tricolor paulista). O material iconográfico da decisão já valeria o ingresso do cinema.

Se Fried foi o primeiro grande ídolo da seleção, Charles Miller também foi artilheiro. O garoto da elite paulista que trouxe bola e as regras da Inglaterra para Sampa do final do século XIX cansou de ganhar títulos estaduais com o SPAC (São Paulo Athletic).

Os depoimentos do neto de Charles Miller, Carlos Miller Neto e dos biógrafos de Miller (John Mills) e de Friedenreich (Luiz Carlos Duarte e as intervenções dos tresloucados PVC, Celso Unzelte e Marcelo Duarte garantem o interesse do futbolero pelo filme de Luiz Ferraz, que tem cerca de uma hora de duração, uma boa trilha sonora e bem filmadas cenas de futebol de várzea.

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