E a Taça Cinefoot 2018 foi para …

DestacadoE a Taça Cinefoot 2018 foi para …

Documentários sobre ídolos da bola, grandes técnicos, torcidas, torcedores, seleções, clubes… da Portuguesa Santista à Chapecoense.

Futebol feminino.

Futebol de várzea.

E até ficção sobre futebol.

Terminou em São Paulo mais uma temporada do Cinefoot. E ao final das cinco rodadas, a Taça Cinefoot de melhor curta foi para “Todos Querem Colo-Colo”, do canal Peleja – uma bela reportagem de Murilo Megale, que foi a Santiago investigar a exploração do time mais popular do Chile pela ditadura Pinochet (1973-1990).
Filme completo aqui (vale muito a pena, são 17 minutos). Estádio Nacional, Carlos Caszely, eliminatórias da Copa de 1974, plebiscito sobre continuação do regime militar são alguns dos temas. Trailer abaixo:


Em segundo lugar na categoria curta, ficou a divertida comédia alemã “Um Bayern Diferente”.

A Taça Cinefoot de melhor longa foi para “Don Diego – Carne, Osso e Coração”, produção da SPFC Tv, canal oficial do tricolor paulista no You Tube. O doc aborda a despedida de Diego Lugano dos gramados. Sua relação com os demais jogadores, especialmente os mais jovens, num ano em que o São Paulo lutou pra não cair. Pode ser visto na íntegra neste link aqui. Trailer abaixo:

Outros premiados dentro do post. Continuar lendo “E a Taça Cinefoot 2018 foi para …”

O novo escudo do Barça – se os sócios aprovarem…

DestacadoO novo escudo do Barça – se os sócios aprovarem…

Vinte de outubro. Em três semanas, uma assembleia de sócios do FC Barcelona pode aprovar (ou não) o novo escudo proposto pela diretoria blaugrana. A mudança mais drástica do projeto feito pela empresa catalã Summa é o sumiço das iniciais FCB, presentes no distintivo do Barça desde os anos 1910, com exceção dos anos de chumbo do regime de Francisco Franco – o ditador obrigou o clube a usar de 1941 a 1974 as iniciais CFB, de Club de Fútbol Barcelona, forma em castelhano.

O escudo é assim desde 2002:

Escudo do Barça desde 2002… e até 2019?
O novo escudo?

Note que o escudo fica mais blaugrana. O número de listras nessas duas cores cai de sete para cinco. Sai a linha preta separando os elementos (a cruz de São Jorge, padroeiro da região, a senyera, bandeira catalã, as listras azul e grená e a bola clássica. De acordo com o projeto, a sigla FCB sumiria da comunicação visual, que usaria apenas as marcas FC Barcelona e Barça (essa, pela primeira vez de modo oficial). Isso foi uma boa. Evitar confusão com o FCB do Bayern também.

Ok, o visual é muito característico e nenhum torcedor vai deixar de identificar o escudo dos culés. Mas por que não incluir Barça ou FC Barcelona no interior do distintivo? Ah, a ideia é simplificar? Cuidado para não facilitar demais para a pirataria…

Clubes europeus que mudaram de escudo nos últimos anos:

Dentro do post, a evolução do escudo do Barça, de 1899 até o que é usado desde 2002. Continuar lendo “O novo escudo do Barça – se os sócios aprovarem…”

Destacado

Blanquivioleta fenomenal

Tem time da primeira divisão espanhola que pertence a brasileiro. O ex-goleador Ronaldo Fenômeno (que jogou tanto no Barça como no Real Madrid) virou o acionista majoritário do Real Valladolid, tradicional clube espanhol que voltou à La Liga nesta temporada 18-19.

facebook.com/RealValladolid

O blanquivioleta tem apenas um título, uma Copa da Liga espanhola (competição hoje extinta), em 1983-84, contra o Atleti. O torneio só teve quatro edições, nos anos 80, mas o Valladolid ficou bem na fita, porque os outros clubes que ganharam a Copa da Liga foram o Barça (duas vezes) e o Real Madrid.

No ranking histórico de La Liga, o Valladolid ocupa o 13º lugar, segundo o site oficial do clube. Não disputava a primeira divisão desde 2013-14 – no primeiro semestre de 2018, conquistou seu oitavo acesso à elite.

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#FlashbackFriday: mascotinhos criados por Lais Sobral para seleções, em 2014.

#FlashbackFriday: mascotinhos criados por Lais Sobral para seleções, em 2014.

Antes do Mundial de 2014, disputado no Brasil, o blog Fut Pop Clube encomendou à artista plástica mineira Lais Sobral ilustrações sobre os 32 países classificados para a Copa disputada no Brasil. Nesta #FlashbackFriday, vamos lembrar 20 mascotinhos inventados pela Lais Sobral para seleções que também participam da Copa do Mundo de 2018, na Rússia.

Começando pelo bloco das quatro seleções já garantidas nas oitavas de final, até este nono dia de bola rolando. Rússia, Uruguai, França e Croácia.

Abaixo, uma galeria de mascotinhos bolados pela artista plástica em 2014 para 14 das 23 seleções que estão lutando por vaga nas oitavas em 2018! Começando pela arara azul que a Lais desenhou para homenagear o Brasil. A Colômbia é representada por um tigre – apelido do centroavante Falcao García.

Para terminar a série, mascotinho virtual da Costa Rica, que não tem mais chances de classificação, assim como Egito, Arábia Saudita, Marrocos e Peru.

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48 anos do Tri

48 anos do Tri

Grande achado num sebo ou feira de vinil, este LP traz gol a gol a campanha da seleção brasileira tricampeã do mundo, em vozes como as de Pedro Luiz e Fiori Gigliotti!
Também tem algumas músicas, como “Pra Frente Brasil” e “Camisa 12”, do homem-gol da MPB FC, Jorge Ben Jor. Aliás, sábado o ponta-de-lança do samba-rock toca em Sampa. Bora? Partiu, Espaço das Américas?
Presentão, hein? Rs!

A primeira estrela

A primeira estrela

Oito de junho. Há sessenta anos, a Seleção Brasileira estreava no Mundial de 1958: 3 a 0 na Áustria, 2 de Mazzola e 1 de Nilton Santos, em Uddevalla. A campanha vitoriosa na Suécia é o tema de uma expo temporária do Museu do Futebol, em São Paulo: A Primeira Estrela: o Brasil na Copa de 1958. Fica até 9 de setembro, de terça a domingo.

Manchestes de jornais, fotos, vídeos, depoimentos, curiosidades, linha do tempo, interação…

Mas o gol de placa está debaixo de uma escada, num velho túnel de acesso de jogadores ao gramado do Pacaembu, aberto pela primeira vez para visitantes do Museu do Futebol. As imagens dos 90 minutos da grande final – Brasil 5×2 Suécia, dona da casa- sincronizados com as transmissões de rádio da Nacional do Rio (Jorge Cury, Osvaldo Moreira) e da Bandeirantes de S. Paulo (Edson Leite, Pedro Luiz). Trabalhão do torcedor Carlos Augusto Marconi. Continuar lendo “A primeira estrela”

Amor à camisa: Rayo Vallecano

Amor à camisa: Rayo Vallecano

Camisa desta sexta-feira: retrô que comemorou os 90 anos do Rayo Vallecano, em 2014.
O clube de Vallecas (bairro operário de Madrid) foi fundado em maio de 1924 como Agrupación Deportiva El Rayo. Note o escudo com as iniciais ADR. Hoje o distintivo tem RVM – as iniciais de Rayo Vallecano de Madrid.
E nesta semana de aniversário, agora, em 2018, o Rayito festejou a volta a La Liga.

Quem também subiu foi o Huesca.

Falta uma vaga, a ser definida em play-offs, entre os clubes do terceiro ao sexto lugar na Liga 123.

Caíram para segundona espanhola os tradicionais Dépor e Málaga e o Las Palmas.