Tostão especial no @CasualF00tball #22.

Tostão especial no @CasualF00tball #22.

Ele foi um dos maiores… numa das maiores seleções de todos os tempos. Brilhou com a camisa celeste 5 estrelas (e também com a branca) do Cruzeiro. Não teve muito tempo no Vasco. Teve que parar. Estudou medicina. Virou doutor. Doutor Eduardo. Voltou ao futebol, como comentarista de TV e depois colunista, parada obrigatória para os olhos. Tostão é o tema do novo programa Casual Football, apresentado pelos parceiros Pedro Tattoo e Clayton Fagundes. Direção de Tattoo e Felipe Duarte. Pauta: Júlio César. Clique abaixo para ver.


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“Geraldinos”, na última rodada da Mostra Cinefoot.

“Geraldinos”, na última rodada da Mostra Cinefoot.

“Geraldinos”, filme vencedor da Taça Cinefoot 2015 nas seleções carioca e paulista do festival de cinema de futebol, encerra a mostra Cinefoot, no Canal Brasil. Nesta sexta-feira, 22h, com reprise na terça-feira, 13h30. Vale a pena ver ou rever o doc, que também está disponível para aluguel no Now.

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“Barba, Cabelo & Bigode”: 24 de janeiro, 13h30, Canal Brasil.

“Barba, Cabelo & Bigode”: 24 de janeiro, 13h30, Canal Brasil.

Afonsinho, Paulo César Caju e Nei Conceição começaram as suas carreiras em meados dos anos 1960, num momento histórico de forte repressão política no país. Originalmente na condição de companheiros de uma consagrada geração de craques do Botafogo, não abriram mão da liberdade, justo quando a ditadura militar decidiu convocar a si própria para também entrar em campo. “Barba, Cabelo & Bigode”, vencedor da Taça CineFoot no Rio, abriu a edição paulista do festival Cinefoot 2016 e passa no Canal Brasil nesta terça, 24 de janeiro, 13h30, no Canal Brasil.

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BARBA, CABELO & BIGODE. O filme de Lucio Branco abre o Cinefoot 2016 em Sampa, nesta terça, 20h, auditório do Museu do Futebol.

Deixa falar! Como pede o clássico samba de Nelson Petersen eternizado por Carmen Miranda, o documentário “Barba, Cabelo & Bigode”, de Lucio Branco, deixa Afonsinho, Paulo César Caju e Nei Conceição falarem à vontade. Deixa o trio falar e também deixa jogar… em preciosas imagens de arquivo, muitas fotos e até batendo uma bola.  Eram anos gloriosos para o Botafogo, embora Afonsinho e Caju nem sempre tenham sido tratados como deveriam pelo clube. Acabaram saindo.

O filme de Lucio Branco é mais uma produção a demonstrar a amorosa relação entre música e futebol. Por exemplo, ficamos sabendo da paixão de Paulo César Caju pela música negra e pelo discos – chegou a ter mais de 2 mil LPs de vinil. Tem Gilberto Gil e sua “Meio de Campo”, em forma de carta a Afonsinho… Bob Marley louco para jogar bola com os craques brasileiros… e os Novos Baianos que jogaram muitas peladas ao lado de Afonsinho e Nei Conceição. Inclusive o Moraes Moreira se define como uma mistura de Dario (Dadá Maravilha, Dadá Peito de Aço) e Roberto Dinamite !!! Veja o trailer:  Continuar lendo ““Barba, Cabelo & Bigode”: 24 de janeiro, 13h30, Canal Brasil.”

Os olímpicos

Eis a boa lista de 18 jogadores convocados por Rogério Micale para tentar a cobiçada medalha de ouro na Olimpíada. Boa sorte a todos!

  • Goleiros
  • Laterais
  • Zagueiros
  • Meio-campistas
  • Atacantes

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“Geraldinos” em São Paulo

Publicado em 29 de abril de 2016


O horário é um só. 18h10. A sala 4 do Caixa Belas Artes não é assim um Maracanã dos cinemas. Mas os torcedores dos times cariocas que moram em São Paulo e todos os ‘futboleros’ interessados nas melhores décadas do futebol brasileiro precisam ver “Geraldinos”. Os diretores Pedro Asbeg e Renato Martins (que já tinham sido premiados por “Democracia em Preto e Branco”) levantaram a taça de melhor longa tanto na edição carioca como na paulista do festival CINEfoot, em 2015, com estes 73 minutos de barulho em homenagem ao Maraca das antigas e seus ricos personagens, os geraldinos.

A equipe do filme registrou os dez últimos jogos do velho Maraca com a geral, em 2005. Uma década depois, reencontrou no estádio lipoaspirado alguns geraldinos como o “Mister M”, “Índio”, Vovó Tricolor e Edgar, um tricolor que invadiu o gramado do Maracanã num Fla-Flu de 1982 em que o time de seu coração perdia por 3×0 e foi pedir pro Zico não marcar gol. Dois anos depois, Edgar batizaria seu filho com o nome do herói tricolor num Fla-Flu decisivo: Assis.

Emoção não falta no documentário “Geraldinos”. Sem falar no riquíssimo material de arquivo, cenas de outros filmes feitos, editados num ritmo brilhante – o som do grupo Bixiga 70 está na trilha sonora. Os depoimentos são muito bons, e o apolinho Washington Rodrigues, comentarista de rádio no Rio, dá a letra: “nem eu sei quem é o dono do Maracanã. Sei que não é meu”.

“Geraldinos” toma partido, escolhe o lado. O lado do povo. Belo doc!
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O Rio de papel e lápis – e futebol- de Cássio Loredano.

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Capa do catálogo da mostra, vendido na loja do IMS: http://lojadoims.com.br/ims/produto.cfm?id=35419

Uma passada para conhecer a sede do Instituto Moreira Salles, numa bela casa projetada por Olavo Redig de Campos e que tem jardins de Burle Marx, na Gávea, na zona sul do Rio, acabou virando uma espécie de rolê do Fut Pop Clube. Tive o prazer de visitar no comecinho de 2016 uma exposição que começou em agosto de 2015, quando a Cidade Maravilhosa fez 450 anos. “Rio, Papel e Lápis” traz o traço do caricaturista Cássio Loredano – que é torcedor do Vasco (na época da final do Brasileirão de 1974, um dos “únicos cruzmaltinos da Zona Sul”). Da sacada de um apartamento em Santa Teresa, viu o Maracanã lotado no dia da final entre Vasco e Cruzeiro (deu Vascão). “Deixamos uma vizinha Vila Isabel comemorando feérica e encontramos no Leblon um silêncio de cemitério”.

É uma exposição recomendada pra quem gosta da arquitetura do Rio – de prédios históricos que foram preservados, no meio dos espigões. São 61 desenhos, feitos por Cássio Loredano entre 2014 e 15 a partir de fotografias, e agora incorporados ao acervo do IMS (veja alguns desenhos aqui). Loredano caprichou nas fachadas das sedes do Fluminense, na rua Álvaro Chaves, do Botafogo (General Severiano), lado da avenida Venceslau Brás, e um tanto mais na do seu Vasco, em São Januário.
Também desenhou a fábrica de tecidos que deu origem ao Bangu Atlético Clube.
O caricaturista lembra que o alvirrubro chegou a usar a mesma marca da fábrica Bangu estampada no peito da camisa. Um pioneiro dos patrocínios nos uniformes.

A exposição foi prorrogada até abril. Vale conhecer!

Dentro do post, as informações do site do Instituto Moreira Salles. Continuar lendo “O Rio de papel e lápis – e futebol- de Cássio Loredano.”