O festival de filmes de futebol, que desde 2010 leva as torcidas aos cinemas, escala novidades para a temporada. No IV CINEfoot, a bola rola em telas do Rio de Janeiro de 23 a 28 de maio. E de São Paulo, entre 6 e 11 de junho. Tem até troféu em jogo: a Taça CINEfoot para os melhores filmes.
O feriadão que começou com o aniversário da capital paulista é um bom motivo para dar um rolê pelos “cartões postais” do futebol em Sampa.
A começar pelo querido estádio do Pacaembu, setentão que recebeu as últimas duas finais da Libertadores. No Pacaembu, está o bem montado Museu do Futebol, com exposições fixas e temporárias.
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Só fique ligado na agenda do Museu e na tabela dos jogos. Neste domingo, tem Palmeiras x Penapolense.
No maior estádio da cidade, o Morumbi, sábado tem time reserva do São Paulo, com Ganso e Aloísio, contra o Atlético Sorocaba. No domingo, quem ainda não conhece o Memorial do São Paulo pode fazer o Morumbi Tour.
Antes, na manhã de sábado, tem jogo no estádio da rua Comendador Sousa: o Audax (ex-PAEC) tem mandados suas partidas no estádio Nicolau Alayon, do Nacional AC, e às 10h recebe o Rio Claro, pela série A2, a segundona paulista. Acesso principal pela Marquês de São Vicente, bem em frente aos CTs do Palmeiras e do São Paulo.
No domingo também cedinho, a Portuguesa tenta se recuperar do tropeço na estreia: às 10h, enfrenta o Santo André no Canindé.
Grêmio e Bahia disputaram uma das quartas da Copa São Paulo de Futebol Júnior, no começo da tarde deste domingo, no estádio do Nacional Atlético Clube, um dos clubes fundadores da Federação Paulista (quando o NAC -ou Naça – ainda se chamava São Paulo Railway). Os torcedores dos dois tricolores deram show e o jogo pela Copinha foi disputado – os tricolores baianos saíram na frente. Os gaúchos empataram, mas acabaram perdendo de goleada. “Mais um Bahia, mais um Bahia”, pede o hino popular. Terminou 4×1 para os júniores do Bahia, semifinalista da Copinha. Porém, o foco principal deste post é o simpático estádio Nicolau Alayon, também conhecido pelo nome da rua próxima, Comendador Sousa. O Nacional é dono do estádio, onde o Audax (leia-se Pão de Açúcar) tem mandado seus jogos. Já há algumas marcas desse compartilhamento: escudo do Audax numa tribuna e no colete de vendedores ambulantes. É neste simpático estádio da rua Comendador Sousa que o Audax vai receber em breve o Juventus e a Portuguesa, em … digamos… clássicos municipais pela segundona paulista (série A2 estadual). O Naça está na quarta divisão do futebol paulista.
O “Mundial” de 1942 tem até cartaz oficial, no filme italiano
Novas chances para ver A Copa Perdida (ou A Copa Esquecida, Il Mundial Dimenticato), que ganhou um dos prêmios de público da Mostra de SP, passou na Semana Pirelli de Cinema Italiano, e foi convocado para a mostra competitiva / longa-metragem do CINEfoot no Rio de Janeiro. A edição carioca do festival de cinema de futebol será entre 23 e 28 de maio.
A película de Lorenzo Garzella e Filippo Macelloni buscou inspiração no conto “El Hijo de Butch Cassidy”, do escritor e jornalista argentino Osvaldo Soriano (*1943/+1997), torcedor do Ciclón, o San Lorenzo. Trata-se de um “mockumentário”, um falso documentário sobre a suposta Copa do Mundo disputada na Patagônia, em 1942, em plena Segunda Guerra Mundial. E o resultado é muitas vezes hilário… como as cenas que mostram as criativas câmeras usadas para “documentar” o “Mundial”… os gols impossíveis… o jeito com que os “juízes” expulsam jogadores de campo… e a figura roliça de certos “jogadores”. Aspas são uma boa mesmo para definir “Uma Copa Esquecida” (como fez o “Estadão”): um “documentário” entre aspas. E não é indicado apenas pra quem gosta de futebol e de filmes de futebol, não. Basta entender o humor das cenas. Tinha gente se esbaldando de dar gargalhada na sessão que eu vi.
Sessão no CINEfoot: segunda 27 de junho, a partir das 21h15, no Espaço Itaú de Cinema – Praia de Botafogo.
Veja o trailer do premiado “documentário” italiano.
Os cartazes oficiais das doze cidades-sede do Mundial 2014 foram divulgados pelo Portal da Copa, do governo federal. Clique em qualquer ícone para abrir a galeria.
Belo Horizonte
Brasília
Cuiabá
Curitiba
Fortaleza
Manaus
Natal
Porto Alegre
Recife
Poster oficial do Rio de Janeiro como cidade-sede
Poster oficial de Salvador, cidade-sede da Copa 2014
Poster oficial da cidade de São Paulo como sede da Copa 2014
Publicado em 24/11/2012
Um rolê pelos principais pontos de futebol de São Paulo é a proposta de um roteiro temático sugerido pela empresa de turismo da cidade, que fiquei conhecendo hoje na reunião mensal do Memofut, grupo que discute memória e literatura da bola, numa apresentação de Sergio Paz e Gabriel Rostey. A saber:
Memorial Charles Miller, no SPAC, em homenagem ao artilheiro Miller, que nasceu num 24 de outubro como hoje, e foi pelo menos um dos maiores responsáveis pela introdução do futebol no Brasíl
Monumento à excursão do Paulistano à Europa, em 1925
Mackenzie, que tinha time no começo do futebol em São Paulo
Há menções às futuras arenas modernas, a do Palmeiras e a do Corinthians.
E dicas de bares e cafés: o tradicional São Cristóvão, mais José Menino, Pelé Arena Café & Futebol (centro, West Plaza e Faria Lima), bar O Torcedor no Pacamebu e Elídio Bar, na Mooca.
Publicado em outubro de 2012
O MemoFut, grupo que discute literatura e memória do futebol, costuma fazer reuniões fechadas no Museu do Futebol. Mas a deste sábado é aberta ao público e interessa à maior torcida do país, com grande representação em São Paulo. A partir de 9h da manhã, historiadores, jornalistas, pesquisadores e um ex-goleiro, hoje empresário, vão fazer apresentações sobre a história do Flamengo, a entrada do clube no futebol, há 100 anos, o centenário de Domingos da Guia, a torcida, as grandes conquistas rubro-negras. Chegue cedo, porque a entrada é de graça mas limitada à capacidade do auditório do Museu do Futebol (180 pessoas).
Confira a programação atualizada:
8h30 – Memorabilia Futebolística Especial: os participantes poderão trazer qualquer livro, artigo ou objeto antigo ligado ao futebol do Flamengo
9h – Abertura e Comunicações da Coordenação
9h15 – O Futebol no Flamengo – por Bruno Lucena, Coordenador de Pesquisa e Estatística do Departamento de Patrimônio Histórico do Flamengo.
9h30 – A Maior Torcida do Mundo – Bruno Lucena
9h45 – 100 anos do nascimento de Domingos da Guia – por Marcos Eduardo Neves, jornalista, autor dos livros ‘Nunca Houve um Homem como Heleno’ e ‘Anjo ou Demônio/A trajetória de Renato Gaúcho’ e Curador do Museu Flamengo.
10 h – O Torneio Rio-São Paulo de 1940 – Rhuan Carvalho, Historiador do Departamento de Patrimônio Histórico do Flamengo.
10h15 – A Saga de 1981 – Antonio Carlos Meninéa, autor dos livros “1981 – O Ano mais feliz de nossa vida rubro-negra” e “Romeiro-O Sputnik Brasileiro”.
… todos devem concordar que criança brincando é igual em qualquer lugar, seja na frente da televisão com o joystick na mão, seja no campinho de terra com a bola no pé. O que conta é aquele momento de imaginação e fantasia, quando o mundo está de boca aberta assistindo o mais forte dos lutadores vencer o inimigo intergalático ou gritando o nome do maior craque de todos os tempos (VOCÊ)…
O blog Fut Pop Clube teve o prazer de participar de um bate-papo promovido pelo MemoFut (grupo que discute literatura e memória do futebol), no último sábado, com o multicampeão Rubens Minelli, treinador com passagens pelo Palmeiras, Lusa, Internacional, São Paulo, Al-Hilal, Atlético Mineiro, Grêmio, Corinthians, Paraná, Santos, Coritiba e muitos outros. Minelli ganhou quatro grandes títulos nacionais (três consecutivos), outros seis estaduais de primeira divisão, mas espera “até hoje” (83 anos) um convite para treinar a seleção brasileira… No encontro mensal do MemoFut, realizado no auditório Armando Nogueira do Museu do Futebol, no Pacaembu, o ex-ponta-esquerda do Ypiranga, do Nacional da Barra Funda, do Taubaté e do São Bento contou casos e causos de sua curta carreira de jogador profissional e da longa e vitoriosa passagem como técnico.
A flâmula acima é do América de São José do Rio Preto, onde Minelli começou pra valer na profissão de técnico de futebol, treinando a equipe principal, que sob seu comando foi campeã da segunda divisão paulista em 1963 e campeã do interior em 1964. Depois de passagens pelo Botafogo de Ribeirão, de novo América, Sport Recife, Francana e Guarani, Minelli voltou ao Palmeiras, onde tinha treinado equipes de base antes do convite de Rio Preto. Continuar lendo “Minelli Futebol Clube”→