“Onde a Moeda Cai em Pé – A História do São Paulo Futebol Clube”.

“Onde a Moeda Cai em Pé – A História do São Paulo Futebol Clube”.

8 de novembro de 2018

A história do São Paulo virou filme: “Onde a Moeda Cai em Pé”. Estreia nesta quinta, 8 de novembro, na rede Cinemark. No roteiro, os grandes títulos (no futebol e em outros esportes), a construção do Morumbi, os anos de ‘vacas magras’, os ídolos, os torcedores famosos. Direção de Alexandre Boechat, André Plihal e Pedro Jorge. Produção: Canal Azul (que já fez uma série de documentários sobre feitos de outros grandes clubes paulistas), Tocha Filmes e ESPN.


O título é uma referência a uma expressão dos anos 40. O São Paulo só seria campeão paulista se a moeda caísse em pé. Não acreditaram no Leônidas, né?

De acordo com o site oficial do clube, “Onde a Moeda Cai em Pé” vai passar em 20 cinemas de 19 cidades, sempre às sete da noite. Torcedor, é bom ficar esperto e correr pra bilheteria logo se quiser ver o doc na tela do cinema. Confira as salas que exibem o filme na semana da estreia: Continuar lendo ““Onde a Moeda Cai em Pé – A História do São Paulo Futebol Clube”.”

Stones!

Poster do primeiro show dos Stones no Morumbi - facebook.com/therollingstones. À venda em http://rollingstones.shop.bravadousa.com/product.aspx?pc=BGAPRS159&cp=150_81120
Poster do primeiro show dos Stones no Morumbi – facebook.com/therollingstones

Os Stones estão na área. Os Rolling – que em S.Paulo já tocaram no Pacaembu e no estádio de atletismo do Ibirapuera – estreiam hoje no Morumbi. Sábado tem um segundo show no estádio do tricolor paulista. Bem que os clubes de futebol e donos de estádios poderiam incluir em seus museus e memoriais iconografia e memorabilia dos concertos de rock que por lá passarem… Nas Laranjeiras, o Fluminense abriu este mês a expo Flu Stones, que fala da relação entre banda e clube. Olha o Ron Wood com a bela camisa tricolor na foto promocional da era Black and Blue, que foi usada na capa de algumas versões do compacto “Fool to Cry”.

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A exposição também destaca:

  • Mick Jagger já gravou dois vídeos nas Laranjeiras. Os clips das músicas “Luck in Love” e “Just Another Night“. Jagger assistiu a um treino e ainda torceu pelo Flu na decisão do Carioca 1984 vencida em cima do Flamengo. Pé frio?
  • o guitarrista Mick Taylor, ex-rolling stone, andou pelo Brasil em 1974 com a camisa do Flu.
  • Charlie Watts, em 1976, comprou a camisa do Flu numa loja dias após assistir um Fla-Flu.
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Dentro do post, o setlist do primeiro show da turnê Olé pelo Brasil, no Maracanã.
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O grand finale de um goleiro rock and roll

O grand finale de um goleiro rock and roll

Eu vi Rogério Ceni jogar.

Eu vi (pela TV) Rogério Ceni marcar seu primeiro gol, numa cobrança de falta, no interior de São Paulo.

Eu vi Rogério Ceni marcar um gol de falta numa decisão de campeonato paulista.

Vi o goleiro-artilheiro marcar dois gols de falta na mesma partida de Libertadores e perder o terceiro, que teoricamente seria mais fácil, de pênalti.

Vi o capitão do São Paulo erguer uma Copa Libertadores, edição em que marcou cinco gols. No fim do mesmo ano, levantou também o Mundial de Clubes, depois de marcar um gol numa semifinal e fazer uma partida memorável contra o Liverpool.

Vi pela TV Rogério pegar um pênalti e marcar dois gols numa mesma partida, no Mineirão,  em outra atuação nota 10, dias depois de uma das atuações mais criticadas debaixo das traves.

Vi o capitão tricolor erguer por três anos seguidos a taça de campeão brasileiro.

Vi o capitão deixar o jovem Lucas, que se despedia do futebol brasileiro rumo a Paris, levantar a Copa Sul-Americana, depois de uma violentíssima decisão, dentro e fora dos gramados.

Vi Rogério ficar decepcionado com derrotas e eliminações. Como um torcedor.

Também vi que o #M1T0 precisava pendurar as luvas e as chuteiras, infelizmente.

Também li e ouvi declarações de Ceni com as quais não necessariamente concordo. Não era de ficar em cima do muro. Há que se respeitar a opinião diferente. Algum torcedor do Santos vai deixar de idolatrar os feitos de Pelé por causa de suas opiniões e omissões?

O último dos 131 gols de Rogério Ceni como profissional foi longe do Morumbi. Foi no Castelão, de pênalti, contra o Ceará, na única competição que não conquistou, a Copa do Brasil, que ironicamente seria decidida por um gol de goleiro. Fernando Prass vai continuar batendo pênalti, vai tentar uma falta pelo Palmeiras? Tomara! O sucessor de Rogério no São Paulo, Denis, vai fazer seus golzinhos? Quem sabe? Ambos treinam bastante.

No Morumbi, em 11 de dezembro de 2015, eu vi Rogério Ceni subir e descer pela última vez o túnel do vestiário do time da casa como jogador profissional, numa noite de rock (Rogério deu uma canja no show dos são-paulinos da banda Ira!) emoção e homenagens – por coincidência na mesma semana da morte do ex-presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio. Que legal ver de novo em campo Raí (que infelizmente não teve uma partida de despedida), Cafu, Cerezo, Juninho Paulista, Müller, Amoroso, Josué, Mineiro, Aloísio Chulapa (rei de “assistências” pra Rogério), Lugano, Zetti batendo (e muito bem) um pênalti.

Adaptando a frase de Di Stéfano que virou título de biografia do artilheiro, agradeço a você, Rogério.

Gracias, viejo.  Continuar lendo “O grand finale de um goleiro rock and roll”

Na rede: “Som das Torcidas”, primeira temporada.

O que Tim Maia (torcedor do América-Rio), o vascaíno Martinho da Vila, o flamenguista Ary Barroso, o Jack White do White Stripes e um sucesso de Bonnie Tyler têm a ver com os times da cidade de São Paulo? Músicas de artistas como esses (mais Luiz Gonzaga, Adoniran e até fado etc etc etc) foram adaptadas por torcidas paulistanas. A relação entre música popular e futebol, os hinos, os cantos,os mantras, as batidas das torcidas são assunto da série Som das Torcidas que depois de 70 podcasts chegou ao vídeo. bannermenor_SDT_estreia-730x360Cinco curtas sobre as torcidas de times paulistanos estão na primeira temporada do Som das Torcidas, que teve uma pré-estreia no CINEfoot e desde 1º de dezembro pode ser vista na íntegra no site do programa. O pessoal da Central3 começou a série visitando estádios e conversando com torcedores de Corinthians, Juventus, Palmeiras, Portuguesa e São Paulo para tratar da história, da origem e das referências das músicas cantadas nas arquibancadas. Bem legal o trabalho de pesquisa feito para os curtas por Leando Iamin, Matias Pinto e Paulo Júnior (Leandro e Paulo apresentam a versão em vídeo do Som das Torcidas). A direção dos 5 curtas é de Pedro Asbeg (premiado diretor de “Geraldinos”, “Democracia em Preto e Branco”). Que venham outras temporadas, em outras cidades, estados e, quem sabe, países!


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Olé! Os Rolling Stones vão tocar em 8 estádios da América do Sul em 2016.

Olé! Os Rolling Stones vão tocar em 8 estádios da América do Sul em 2016.
Mosaico com o cartaz da turnê latino-americana. na conta dos Stones no Instagram.
Mosaico com o cartaz da turnê latino-americana. na conta dos Stones no Instagram.

Em fevereiro… em fevereiro, tem Carnaval… e vai ter Rolling Stones também. A banda de Mick Jagger, Keith Richards, Ron Wood e Charlie Watts confirmou hoje a volta à América Latina em 2016, 10 anos depois do megashow na praia de Copacabana. Aleluia! Vai ser uma turnê quase toda em estádios de futebol – com exceção da Cidade do México – para Copa Libertadores nenhuma botar defeito. E em algumas cidades, os cinquentones vão tocar pela primeira vez. Como Porto Alegre, Montevidéu, Lima e Bogotá.

  • Confira as datas da Olé Tour 2016:
  1. Chile – 3 de fevereiro de 2016 – Estádio Nacional Julio Martínez Prádanos
  2. Argentina – 7 de fevereiro – Estádio Único Ciudad de La Plata
  3. Argentina – 10 de fevereiro – Estádio Único Ciudad de La Plata
  4. Argentina – 13 de fevereiro – Estádio Único Ciudad de La Plata
  5. Uruguai – 16 de fevereiro – Estádio Centenario
  6. Rio de Janeiro – 20 de fevereiro, um sábado – Maracanã
  7. São Paulo – 24 de fevereiro, uma quarta-feira  – Morumbi
  8. São Paulo – 27 de fevereiro, um sábado – Morumbi
  9. Porto Alegre – 2 de março, uma quarta-feira – Beira-Rio
  10. Peru – 6 de março – Estádio Monumental
  11. Colômbia – 10 de março – El Campín
  12. México – 14 de março – Foro Sol, Cidade do México

As vendas começam a partir de 9 de novembro. Prepare o $$$ e fique de olho no site: http://www.rollingstones.com/tickets/

Veja o vídeo promocional da Olé Tour 2016.

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25 anos de casa

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O São Paulo publicou um anúncio de página inteira, com uma versão um pouco maior da arte acima, no jornal Lance! em homenagem aos 25 anos de Rogério Ceni no clube do Morumbi. O site e as redes sociais do tricolor paulista publicaram um Top 25 dos jogos mais importantes de Ceni, num trabalho de Michael Serra, do arquivo histórico do São Paulo FC, que também preparou um e-book.

Na imprensa internacional, destaque para esta publicação no site do diário esportivo madrilenho “Marca. Continuar lendo “25 anos de casa”

Vilanova Artigas, o arquiteto do Morumbi

Vilanova Artigas, o arquiteto do Morumbi

Arquivo Histórico do São Paulo FC : sãopaulofc.net
Arquivo Histórico do São Paulo FC : sãopaulofc.net

Este 23 de junho de 2015 marcou o centenário de nascimento do arquiteto modernista João Batista Vilanova Artigas, que fez o primeiro projeto do estádio do Morumbi. Vilanova Artigas foi um dos fundadores da chamada Escola Paulista de Arquitetura e adepto do brutalismo – onde a estrutura, o concreto fica bem aparente. Antes da instalação de cadeiras, de inúmeros camarotes, esse estilo era mais visível no Morumbi, mas inda é possível percebê-lo quando você anda debaixo das arquibancadas do estádio do tricolor paulista.

Segundo o site do São Paulo, o escritório de Vilanova Artigas, Gastão Rachou Jr, José Carlos Pinto, Carlos Cascaldi e David Ottoni derrotou outras duas propostas porque previa uma capacidade maior, 120 mil pessoas, tinha menor custo e manutenção mais barata. O projeto original previa a divisão das arquibancadas em quatro níveis e não trẽs como hoje. Em 1954, Vilanova Artigas doou ao clube os direitos do projeto, que foi sendo modificado. Uma parte do estádio foi inaugurada em 1960, na vitória de 1×0 sobre o Sporting – gol histórico de Peixinho (também teve um amistoso contra o Nacional do Uruguai). Em 1970, a segunda inauguração, novamente contra um time português: São Paulo 1 x1 Porto. O estádio poderia receber então 150 mil pessoas – e o 2º jogo da final do campeonato paulista de 1977, entre Corinthians e Ponte Preta, chegou bem perto disso.

Depois, o estádio foi “encolhendo”, encolhendo, para maior conforto e segurança. Hoje a capacidade é de 67 mil pessoas. 

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