Nacional, campeão uruguaio! Campeão, mesmo?

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O Nacional ganhou o torneio Apertura do futebol uruguaio. Na semana passada, o Peñarol, faturou o Clausura. Então, os dois rivais se classificaram para disputar o título de campeão uruguaio. O clássico deste domingo no centenário era considerado “semifinal” para o Peñarol, porque os carboneros precisavam verncer hoje para forçar mais dois jogos, já que os bolsilludos, tinham também a melhor campanha (além do título do Apertura). Mas para o pessoal dos bolsos no lado esquerdo da camisa teve gosto de final. Dramática!

O tricolor uruguaio saiu na frente. Sebastián Fernandez, Iván Alonso. O time aurinegro – com um a menos – conseguiu empatar no finalzinho do segundo tempo. Duas vezes Luis Aguiar. Prorrogação. O veterano Recoba entrou em campo. Bateu falta com perigo. Deu assistência para o terceiro gol do Nacional. Perdeu o pênalti que seria o quarto gol. Mas o juiz botou na súmula que a partida foi interrompida faltando sete minutos pra acabar a prorrogação.

O Nacional levantou taça e botou medalhas no peito. O Peñarol quer jogar os sete minutos finais. O Tapetão decide: Nacional campeão ou o clássico continua?

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Novo uniforme 2 do Nacional lembra a primeira camiseta do #Decano do futebol uruguaio.

Novo uniforme 2 do Nacional lembra a primeira camiseta do #Decano do futebol uruguaio.

No finzinho de outubro de 2014, o Nacional de Montevidéu e a Umbro apresentaram o novo uniforme 2 do Decano do futebol uruguaio, o “away kit”, usado fora de casa . E como explica o texto no site do tricolor uruguaio, era vermelha a primeira camisa do Club Nacional de Football, entre 1899, ano da fundação, e 1902.

Veja neste link aqui a evolução da camisa do Nacional.

Só em 1902, apareceu a camisa branca, com um bolso, que rendeu um dos apelidos do clube: bolso, bolsillo, bolsilludo. E passou a ser a camisa titular. Esse uniforme com o #bolsillo já tinha sido resgatado na temporada 2014 pela empresa fabricante, que veste o Nacional pela terceira vez desde meados dos anos 1990 (veja no post anterior).

Mas talvez a camiseta mais bonita e curiosa, especialmente para os fãs da Celeste Olímpica como eu, foi a primeira da trilogia, lançada pela Umbro em setembro de 2013, que fez uma homenagem aos 110 anos da primeira vitória da seleção uruguaia. Em 1903, uma Celeste formada por jogadores do Nacional. Esse uniforme retrô em homenagem à primeira vitória do Uruguai tem uma faixa branca diagonal sobre o azul celeste. E entrou num top 10 das mais oriiginais do continente numa lista dos site argentino Marca de Gol.

http://www.nacional.com.uy/
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Nacional do Uruguai promete um Gran Parque Central “padrão Fifa”.

Um dos primeiros estádios usados na história dos Mundiais vai ser ampliado. O Nacional, um dos grandes do Uruguai, da América do Sul e do mundo, anunciou a nova etapa do Gran Parque Central, que existe desde 1900, foi usado na Copa de 1930 e – passando por algumas reformas, é claro – é até hoje o alçapão, “el templo tricolor”, usado inclusive na Libertadores. Os clássicos com o Peñarol são no não menos histórico Centenário

O estádio dos #bolsos vai ser ampliado de 26.500 para 40 mil espectadores. E poderia ser usado na Copa de 2030, se a candidatura conjunta Uruguai + Argentina emplacar. Vamos torcer para que a Copa volte logo à América do Sul.

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Umbro 90

Uma festa com breja e boas covers de rock and roll, no pub All Black, em Sampa, marcou os 90 anos da Umbro. A marca fundada em Manchester, em 1924, que recententemente pertenceu à Nike, desde 2012 é da empresa americana Iconix Brand Group. No Brasil, o grupo Dass tem a licença da Umbro, que veste cinco equipes (por enquanto): Atlético Paranaense, Chapecoense, Náutico, Joinville e Remo. Recentemente, fez camisas lindas para o Juventus da Mooca e para Portuguesa Santista (se encontrar e gostar, não hesite, porque vão virar raridades). Veja as camisas atuais na galeria abaixo.

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O Vasco da Gama deve ser o próximo.
Atualmente, a Umbro fornece material para seleções como Sérvia, Irlanda, Canadá e Peru (vi torcedores peruanos com a camisa de sua seleção, durante a Copa, e realmente é muito maneira).


Na terra natal da empresa, a Inglaterra, a Umbro voltou a fornecer material para o Everton (confira aqui). E também tem contrato com o Derby County

e com o Hull City

Ficou massa a volta do “bolsillo” à camisa do Nacional, de Montevidéu. Chique no último!

 

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A 2 do Nacional
A 2 do Nacional

A LDU (Liga de Quito) e o Once Caldas (Manizales, Colômbia) também vestem Umbro atualmente.

Por coincidência, um dos times vestidos pela Umbro na América do Sul, o Club Universitario de Deportes, de Lima, também faz 90 anos em 2014. Deixa para uma bela camisa comemorativa. Em volta do escudo de La U peruana,26 estrelas – uma para cada título nacional.

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O Atlético Paranaense também fez 90, em maio. Também ficou show a camisa comemorativa, olha só. Continuar lendo “Umbro 90”

“Vai Pro Gol”

Desde que vi o filme de Felipe D´Andrea no CINEfoot 2012, estava louco para fazer um post sobre “Vai Pro Gol” e o futebol de botão. O post anterior foi o estalo.

“Dizem que tem mais de 100.000 botonistas no Brasil.”

Se a estimativa, citada por um dos entrevistados do documentário “Vai Pro Gol“, pode ter um quê de Nelson Rodrigues – já pensou, um Maracanã superlotado de botonistas brasileiros?- o certo é que todo fim de semana muita gente joga futebol de botão, ou futebol de mesa, esporte levado a sério pelos federados. Clubes de futebol como Corinthians, Nacional, Noroeste, Palmeiras e Santos, sociais como Círculo Militar e o Cisplatina FC ou especializados em botão como o Maria Zélia participam dos campeonatos. Fiquei impressionado com as imagens de inúmeras mesas, num campeonato disputado no belo ginásio do Círculo Militar, em São Paulo (frequentei esse clube na minha infância, mas não sabia que tinha um departamento de futebol de mesa tantas vezes campeão…).

O doc de 22 minutos, em HD, tem ritmo, bons ângulos, bom humor e uma bela trilha – sou todo elogios para o chorinho “Bola de Gude, “das meninas do Choro das 3. Não perca a oportunidade de ver “Vai Pro Gol” nos próximos festivais. Tomara que vire um longa, Felipe! Parabéns.

Veja o trailer abaixo.

  • Veja também:
  1. Meninos de Kichute
  2. Metegol
  3. O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias

Por favor, quem quiser compartilhar suas memórias e histórias de botonistas, pode escrever no espaço de comentários. Eu começo!


Rolê do blog pelo Museo del Fútbol, no estádio Centenario.

http://www.auf.org.uy/ Asociación Uruguaya de Fútbol
Linda vista aérea do mítico estádio, em foto que está no Museo del Fútbol e no site  da Asociación Uruguaya de Fútbol: http://www.auf.org.uy/
Obra de Carlos Páez Vilaró, no Museo del Fútbol, em Montevidéu

Com este belo mural do artista plástico uruguaio Carlos Páez Vilaró, no Museo del Fútbol do estádio Centenario, Fut Pop Clube começa o passeio pelo cenário da primeira Copa do Mundo, a de 1930 – e seu interessantíssimo museu, inaugurado em 1975. O ingresso não custa caro, não. Cerca de 10 reais. Nós brasileiros podemos pagar na nossa moeda, mesmo. Aliás, leve reais, dólares ou pesos uruguayos de sobra, porque a lojinha do museu é tentadora! O senhor que me recebeu, um “carbonero” (torcedor do Peñarol) foi super simpático, mostrou não só interesse como muito conhecimento sobre o futebol brasileiro. Falou com opinião sobre a seleção de 1982, de Telê, falou do goleiro Leão, Libertadores… Enfim, tem história para contar e muito interesse pelo futebol brasileiro, como outros torcedores uruguaios. Continuar lendo “Rolê do blog pelo Museo del Fútbol, no estádio Centenario.”

O dia em que Djalma Santos jogou pelo São Paulo. 9/10/1960, segundo amistoso de inauguração do Morumbi.

Que a primeira parte do hoje cinquentão Morumbi foi inaugurada com um amistoso entre São Paulo e o Sporting Club de Portugal, em 2 de outubro de 1960, todo são-paulino roxo sabe. Um gol de Peixinho deu a vitória ao tricolor: 1×0. Este Álbum Comemorativo – Inauguração Estádio Cícero Pompeu de Toledo me chamou atenção para outro momento histórico. Uma semana depois da partida inaugural contra o Sporting, o São Paulo enfrentou o Nacional de Montevidéu, em outro amistoso, que também fez parte das comemorações pelo ano zero do Morumbi. Marcaram Canhoteiro e Gino Orlando, duas vezes. São Paulo 3×0. Detalhes nada pequenos: o lateral Djalma Santos, o ponta Julinho Botelho (ambos do Palmeiras) e o atacante Almir Pernambuquinho (então do Corinthians) vestiram a camisa tricolor (literalmente: o São Paulo jogou com o uniforme nº 2 contra o Nacional, que vestiu sua camisa nº 1, branca). Algo praticamente inimaginável hoje em dia: craques de times rivais emprestados para amistoso de inauguração. E mais. Pelé, o 10 do Santos, só não vestiu a camisa do São Paulo no amistoso porque sofreu uma distensão.

FONTE http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/historia/2013/7/24/sao-paulo-futebol-clube-lamenta-morte-de-djalma-santos/
Almir, Djalma e Julinho.: são-paulinos por um dia. FONTE http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/historia/2013/7/24/sao-paulo-futebol-clube-lamenta-morte-de-djalma-santos/

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