A história do Parque Antarctica está no gibi.

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Vi no esporte do Estadão.
O livro em quadrinhos “Alma – A História da Arena Esportiva Mais Antiga do País” será lançado hoje, 11/12/12, às 19h, na HQ Mix Livraria, na rua Tinhorão, 124, pertíssimo do estádio do Pacaembu, onde São Marcos se despede.
Com texto de Custódio e ilustrações de Fernandes, a história em quadrinhos do Parque Antarctica tem 64 páginas e custa 35 reais se enviado pelo correio (saiba como comprar aqui ou pelo e-mail contato@almaolivro.com). Outra noite de lançamento: sábado, 15/12/12, às 19h, Pizzaria Prestíssimo, alameda Joaquim Eugênio de Lima, 1135.

Imperdível!
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Amém, Marcos

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Uniforme criado pela Adidas especialmente para o amistoso de despedida, ou melhor, a “canonização” de um santo para a torcida do Palmeiras.

Sem Marcos, o futebol ‘falado’ vai ficar bem menos espontâneo. Na semana passada, ouvi a entrevista coletiva do goleiro do penta da seleção em 2002 e da Libertadores alviverde de 1999.  Que figura! Vai fazer fazer muita falta – como já fez para o Verdão, neste 2012. Continuar lendo “Amém, Marcos”

Curta “Baghdad Messi”. Esse é pra ganhar prêmio.

Baghad Messi
Baghad Messi

Vi no site do diário Sport, de Barcelona. No curta-metragem “Baghdad Messi”, o diretor Sahim Omar Kalifa conta a história de Hamoudi, um menino de 10 anos que não tem uma perna, mas não desiste de jogar futebol. É goleiro. As muletas servem de traves. A garotada está na expectativa na final da Champions de 2009, entre Barça e Man United,  ansiosa para ver o duelo Messi x Cristiano Ronaldo. Filme de guerra com criança mutilada lutando pelos seus sonhos tem tudo para chamar a atenção, ainda mais envolvendo uma marca poderosa como a do Barcelona. O curta tem 19 minutos já passou num festival belga e é uma das atrações do Dubai International Film Festival. Vamos torcer para chegar logo por aqui. Enquanto isso, veja o trailer.

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A Copa Perdida | Il Mundial Dimenticato

O “Mundial” de 1942 tem até cartaz oficial, no filme italiano

Novas chances para ver A Copa Perdida (ou A Copa Esquecida, Il Mundial Dimenticato), que ganhou um dos prêmios de público da Mostra de SP, passou na Semana Pirelli de Cinema Italiano, e foi convocado para a mostra competitiva / longa-metragem do CINEfoot no Rio de Janeiro. A edição carioca do festival de cinema de futebol será entre 23 e 28 de maio.
A película de Lorenzo Garzella e Filippo Macelloni buscou inspiração no conto “El Hijo de Butch Cassidy”, do escritor e jornalista argentino Osvaldo Soriano (*1943/+1997), torcedor do Ciclón, o San Lorenzo. Trata-se de um “mockumentário”, um falso documentário sobre a suposta Copa do Mundo disputada na Patagônia, em 1942, em plena Segunda Guerra Mundial. E o resultado é muitas vezes hilário… como as cenas que mostram as criativas câmeras usadas para “documentar” o “Mundial”… os gols impossíveis… o jeito com que os “juízes” expulsam jogadores de campo… e a figura roliça de certos “jogadores”. Aspas são uma boa mesmo para definir “Uma Copa Esquecida” (como fez o “Estadão”): um “documentário” entre aspas.  E não é indicado apenas pra quem gosta de futebol e de filmes de futebol, não. Basta entender o humor das cenas. Tinha gente se esbaldando de dar gargalhada na sessão que eu vi.
Sessão no CINEfoot: segunda 27 de junho, a partir das 21h15, no Espaço Itaú de Cinema – Praia de Botafogo.
Veja o trailer do premiado “documentário” italiano.

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Sócrates, Brasileiro

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Capa do livro “Sócrates, Brasileiro”. Lançamento nesta terça.

“… O jogador de futebol é fundamental para o país, muitas vezes é mais ouvido do que o Presidente da República. Tem um compromisso social embutido nele e não sabe, desconhece. É um cara que poderia transformar o país mais rapidamente, até porque normalmente vem de uma condição social deprimente, porém se acomoda. Ninguém afronta o status quo. O sistema continua igual, paternalista, depressivo, minimiza o humanismo, não só do indivíduo, mas da própria sociedade”. Sócrates, em entrevista a Henrique Rodrigues, publicada na revista “Invicto”, nº 14, em 2010.

O diagnóstico do doutor Sócrates continua atual, dois anos depois da entrevista à revista “Invicto” (que também deixou saudade) e um ano após a perda desse grande Brasileiro.

Pensatas sobre futebol e política – dois assuntos que jamais se separam, infelizmente – estão no livro “Sócrates, Brasileiro”. É uma coletânea de 87 crônicas do camisa 8 que era 10 mas também arrasava como 9, na revista “Carta Capital”. O pré-lançamento será na terça-feira que vem, 11 de dezembro, às 19h30, na loja ao lado do Museu do Futebol, no estádio do Pacaembu, onde o doutor brilhou tantas tardes e noites.  O jornalista Juca Kfouri, autor do prefácio, e  o ex-lateral Wladimir, colega de democracia corintiana, vão participar de um bate-papo. O livro chegará primeiro às bancas de Sampa, Rio, Recife, Salvador, BH, Brasília, Ribeirão Preto e Campinas. Preço: R$ 19,90.

O apito final no estádio Olímpico Monumental (1954/2012)

O apito final no estádio Olímpico Monumental (1954/2012)
A retirada das goleiras - como os gaúchos chamam as metas defendidas pelos goleiros - do Olímpico, 03/12/12. FOTO : Lucas Uebel | Grêmio FBPA http://www.flickr.com/photos/gremiooficial/
A retirada das goleiras – como os gaúchos chamam as metas defendidas pelos goleiros – do Olímpico, 03/12/12. FOTO : Lucas Uebel | Grêmio FBPA http://www.flickr.com/photos/gremiooficial/
  • Primeiro jogo:

19/09/1954 – Grêmio 2×1 Nacional

  • Último jogo:

02/12/2012 – Grêmio 0x0 Internacional

É desse último Gre-Nal no Olímpico a galeria de fotos abaixo, com cliques de Lucaes Uebel, fotógrafo do Grêmio.

Fomte: página do Grêmio no Flickr

Foto: LUCAS UEBEL | Grêmio FBPA
Foto: LUCAS UEBEL | Grêmio FBPA

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Pedro Rocha 70

Pedro Rocha 70
FOTO Rubens Chiri | saopaulofc.net
FOTO Rubens Chiri | saopaulofc.net

O São Paulo fez um tributo a um deus da raça antes do clássico Majestoso, neste domingo, no Pacaembu. Todos os jogadores entraram com camisas com o nome do ídolo uruguaio Pedro Rocha e o número 70. El Verdugo completa 70 anos nesta segunda-feira, 3 de dezembro, e luta contra uma doença incurável.

Natural que os jovens torcedores tricolores tenham como ídolos Rogério Ceni, Lucas, Luís Fabiano. Mas também é legal conhecer a importância deste conterrâneo de Lugano.

saopaulofc.net
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Rocha chegou ao São Paulo com 28 anos, já campeão de tudo pelo Peñarol (8 títulos uruguaios, 3 Libertadores, 2 Mundiais). Foi comprado por 280 mil dólares (muita grana na época, mas os patamares eram outros, não?) logo depois da Copa de 70 (a terceira das quatro que disputou com a camisa celeste). Estreou em 27 de setembro de 1970 (num São Paulo 0x2 Flamengo, válido pelo Robertão/Taça de Prata, no Morumbi), primeiro com a 8 – o São Paulo já tinha Gerson. Marcava muitos, muitos gols para um meia. De falta, de pênalti, de cabeça, em chutes fortes de fora da área. Foram 119 pelo tricolor, segundo o site do São Paulo. Foi artilheiro do Brasileirão de 72, ao lado de Dadá Maravilha, um centroavante nato, com 19 gols. Com o São Paulo, foi campeão paulista em 1971 e em 1975. no belo time comandado por outro ídolo estrangeiro, o técnico José Poy. Na Libertadores de 1974, bateu na trave. Perdeu a final para o copeiro Independiente.

Pedro Rocha é um dos “Dez Mais do São Paulo”, no livro de Arnaldo Ribeiro. É figurinha do Álbum Histórico do clube. Com seus conterrâneos Pablo Forlán (que veio um pouco antes), Darío Pereyra e Diego Lugano, é personagem do livro “Tricolor Celeste”, do Menon – e da coleção de camisas “Deuses da Raça”, lançada pelo São Paulo e pela Reebok este ano. Aliás, Menon – que acompanha a doença do craque em seu blog – informou que a Penalty (nova fornecedora do tricoloe) deve lançar uma nova camisa em homenagem a Pedro Rocha em 2013.

Outro blog, o Futebol de Campo, publicou em 21/11 que há uma petição para que São Paulo e Penãrol façam um amistoso para Pedro Rocha(clique aqui para saber como assinar a petição). Nada mais justo (atualizando com a dica do seu Domingos: no programa “Mesa Redonda”, diretor de futebol do tricolor, Adalberto Baptista, disse que os clubes conversam pra acertar o amistoso no começo de 2013, com renda revertida para a família).

Dentro do post, mais três dicas: uma revista, um livro e um DVD com mais do Verdugo Pedro Rocha.
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Último capítulo

O Brasileirão 2012 chegou ao fim com o Atlético Mineiro fazendo muita festa pelo vice-campeonato, que garantiu vaga direta para a Libertadores 2013 – como o campeão, Fluminense, o Corinthians (campeão da Libertadores 2012) e o Palmeiras (Copa do Brasil) – os tricolores gaúchos e paulistas vão ter que passar pelo vestibular da pré-Libertadores.

Festa nos Aflitos, tristeza pelos lados da Ilha do Retiro. No Clássico dos Clássicos, o Náutico venceu por 1×0 e rebaixou o rival Sport – apesar do goleiro Saulo ter pego até pênalti. Tinha torcedor do Timbu com cartaz A, B, C – Náutico na primeira, Sport na segunda, Santa na terceira divisão. O Leão se juntará a Palmeiras, Atlético Goianiense e Figueirense na Série B.

Festa no Pacaembu, hoje tricolor. De olha na final da Sul-Americana, que começa no meio da semana contra o Tigre na Bombonera,  o São Paulo poupou os titulares, rodou quem não estava jogando e se deu bem. Venceu o Majestoso por 3×1, embora no final do primeiro tempo o trio de arbitragem tenha prejudicado o Corinthians. Com Ney Franco, o São Paulo voltou a vencer clássicos, voltou à uma final (Sul-Americana) e voltou a disputar a Libertadores depois de dois anos. E – quem diria no primeiro semestre? – acabou como melhor campanha do segundo turno (troféu João Saldanha, do Lance!). E o desabafo do Casemiro, hein? Que situação! Mas se até o capitão Rogério Ceni levou uma dura do treinador, o jovem reserva não ganhará vaga no grito.

No Olímpico Monumental, “mixed emotions”. Com o empate no Gre-Nal, o Grêmio perdeu o vice para o Galo. Mas a torcida se emocionou mesmo após o apito final. Se no post anterior, a torcida do San Lorenzo se emociona ao garantir o direito de voltar ao bairro de origem, hoje vimos os gremistas chorando de emoção ao se despedir do Olímpico Monumental, que foi sua casa por 58 anos. Teve até avalanche – e não só na geral atrás do gol. Em todo a volta do estádio Último capítulo do estádio inaugurado em 19/09/1954, que sucedeu a Baixada e será sucedido pela state-of-the-art Arena do Grêmio.

Fevereiro de 2012: um dos últimos Gre-Nais no Olímpico Monumental, pelo campeonato gaúcho.
Fevereiro de 2012: um dos últimos Gre-Nais no Olímpico Monumental, pelo campeonato gaúcho.

San Lorenzo: em busca de um sonho

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Emocionante o vídeo da campanha do San Lorenzo e torcedores do Ciclón para que as autoridades devolvessem o terreno no bairro Boedo ao clube azulgrana de Buenos Aires. Na época da ditadura militar, o governo pressionou o San Lorenzo, que estava endividado, a vender seu estádio, El Gasómetroque foi um dos maiores “canchas” argentinas. Lamentável. A data do último jogo? 2 de dezembro de 1979. San Lorenzo 0x0 Boca Juniors. O terreno acabou dando lugar a mais uma loja de uma rede de supermercados francesa. O Ciclón perambulou durante anos até conseguir um espaço para erguer mais uma cancha. O nome só poderia ser Nuevo Gasómetro.

A campanha do vídeo acima menciona 22N – 22 de novembro – como a data em que o sonho do San Lorenzo seria votado, seguindo a lei de restituição histórica.  Mas para evitar a aglomeração dos “hinchas” azulgranas, a Legislatura (câmara municipal) de Buenos Aires antecipou a votação para 15 de novembro – 15N. E esse campeonato o clube que anda flertando com o rebaixamento ganhou. O San Lorenzo voltou a Boedo.  Continuar lendo “San Lorenzo: em busca de um sonho”