Na rede: “Som das Torcidas”, primeira temporada.

O que Tim Maia (torcedor do América-Rio), o vascaíno Martinho da Vila, o flamenguista Ary Barroso, o Jack White do White Stripes e um sucesso de Bonnie Tyler têm a ver com os times da cidade de São Paulo? Músicas de artistas como esses (mais Luiz Gonzaga, Adoniran e até fado etc etc etc) foram adaptadas por torcidas paulistanas. A relação entre música popular e futebol, os hinos, os cantos,os mantras, as batidas das torcidas são assunto da série Som das Torcidas que depois de 70 podcasts chegou ao vídeo. bannermenor_SDT_estreia-730x360Cinco curtas sobre as torcidas de times paulistanos estão na primeira temporada do Som das Torcidas, que teve uma pré-estreia no CINEfoot e desde 1º de dezembro pode ser vista na íntegra no site do programa. O pessoal da Central3 começou a série visitando estádios e conversando com torcedores de Corinthians, Juventus, Palmeiras, Portuguesa e São Paulo para tratar da história, da origem e das referências das músicas cantadas nas arquibancadas. Bem legal o trabalho de pesquisa feito para os curtas por Leando Iamin, Matias Pinto e Paulo Júnior (Leandro e Paulo apresentam a versão em vídeo do Som das Torcidas). A direção dos 5 curtas é de Pedro Asbeg (premiado diretor de “Geraldinos”, “Democracia em Preto e Branco”). Que venham outras temporadas, em outras cidades, estados e, quem sabe, países!


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Rodada paulista do CINEfoot 2015

geraldinos2Saiu a programação completa da edição paulista do CINEfoot – festival de cinema 11036802_866215093413957_5276178551288061191_nde futebol, que vai de 26 de novembro a 1˚de dezembro, primeiro no auditório do Museu do Futebol (quinta a sábado) e depois no Espaço Itaú de Cinema (rua Augusta, sábado à terça) – entrada grátis em todas as sessões. Um pouco antes, no dia 26, o CINEfoot chega a Vitória (confira a programação capixaba aqui).

Chance para ver ou rever um monte de filmes bacanas sobre a história de times, de jogadores, de torcedores – como Geraldinos, vencedor da Taça CINEfoot de longa metragem na edição carioca do festival. Concorre de novo em Sampa: é um dos 15 longas e curtas brasileiros e internacionais que disputam a Taça CINEoot 2015 (veja post anterior).

Nas sessões especiais, tem estreia brasileira do documentário do Décio Lopes sobre o Orlando City e da série “Som das Torcidas”, produção da Central3 com direção de Pedro Asberg (“Democracia em Preto e Branco”; “Geraldinos”) e homenagens à diretora Lina Chamie e aos ex-jogadores Afonsinho e Ivair e ao XV de Piracicaba.

Confira a programação completa do sexto CINEfoot em Sampa dentro do post.

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Máquina de bater faltas

Irado o comercial da Under Armour para lançar a camisa comemorativa dos 25 anos de Rogério Ceni no São Paulo e o novo terceiro uniforme do tricolor. A estreia dos novos kits (que já estão nas lojas) é na partida deste domingo, contra o Vasco, às 16h, no Morumbi, rodada 31 do Brasileirão 2015.

A camisa de goleiro ficou realmente bonita -vai vender bem- e a camisa 3 é diferente de tudo o que o São Paulo já vestiu (mas com o calção da mesma cor, vai ficar bem estranho).

No jogo de despedida de Ceni, os uniformes vão ser invertidos; o goleiro usa a bordô e os jogadores de linha usam o uniforme grafite, dedicado ao goleiro-artilheiro.
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No meio do maior #barraco da história tricolor, começa a pré-venda da terceira camisa do São Paulo.

Finalmente, parceiros da Fifa que são gigantes em suas áreas, como a Coca-Cola e a Visa, acordaram e fizeram pressão por reformas na gestão do futebol mundial. Do jeito que está, não dá para ficar. E isso deveria valer pra um clube que virou um barril de pólvora como o São Paulo. Empresas que investem seu dinheiro no tricolor não devem gostar nem um pouco de ver o nome do clube em notícias que estão quase saindo das páginas esportivas para as policiais. Quase todo dia, surge uma notícia negativa pro clube do Morumbi.

Num momento em que os holofotes deveriam estar nos últimos jogos do capitão Rogério Ceni com a camisa 01 do São Paulo, o foco são as brigas internas (não mais restritas ao velho jogo da situação vs oposição), a dança das cadeiras na diretoria, o toma-lá-dá-cá de cargos, negócios questionados e a troca de técnico na reta final do Brasileirão e às vésperas de um complicadíssimo clássico San-São na semifinal da Copa do Brasil.

A saída de Juan Carlos Osorio pro México representa o fim de um dos poucos pontos elogiados pela crônica esportiva na atual gestão tricolor. Um técnico de ideias novas (no futebol do Brasil), muitas delas polêmicas (como o rodízio de jogadores), que teve a coragem de assumir que barrou a volta do ídolo Lugano. Osorio não tinha o apoio de Carlos Miguel Aidar, que antes também não apoiava Muricy. Aliás, será mesmo que Carlos Miguel Aidar realmente gosta de futebol ou só gosta do poder?

Nem parece, mas faltam de 9 a no máximo 13 jogos oficiais para a despedida do goleiro-artilheiro, o maior ídolo da história recente do São Paulo. Não se ouve falar de nenhuma ação para lotar o Morumbi nessa despedida anunciada. Por enquanto, a única homenagem parte do lançamento pela Under Armour de uma rara camisa 3, bordô para os jogadores de linha e grafite para o arqueiro tricolor. A estreia é no jogo do dia 18, contra o Vasco, no Morumbi, 16h. Este terceiro uniforme será usado em mais algumas partidas este ano e no começo de 2016. Confira.
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25 anos de casa

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O São Paulo publicou um anúncio de página inteira, com uma versão um pouco maior da arte acima, no jornal Lance! em homenagem aos 25 anos de Rogério Ceni no clube do Morumbi. O site e as redes sociais do tricolor paulista publicaram um Top 25 dos jogos mais importantes de Ceni, num trabalho de Michael Serra, do arquivo histórico do São Paulo FC, que também preparou um e-book.

Na imprensa internacional, destaque para esta publicação no site do diário esportivo madrilenho “Marca. Continuar lendo “25 anos de casa”

Vilanova Artigas, o arquiteto do Morumbi

Vilanova Artigas, o arquiteto do Morumbi

Arquivo Histórico do São Paulo FC : sãopaulofc.net
Arquivo Histórico do São Paulo FC : sãopaulofc.net

Este 23 de junho de 2015 marcou o centenário de nascimento do arquiteto modernista João Batista Vilanova Artigas, que fez o primeiro projeto do estádio do Morumbi. Vilanova Artigas foi um dos fundadores da chamada Escola Paulista de Arquitetura e adepto do brutalismo – onde a estrutura, o concreto fica bem aparente. Antes da instalação de cadeiras, de inúmeros camarotes, esse estilo era mais visível no Morumbi, mas inda é possível percebê-lo quando você anda debaixo das arquibancadas do estádio do tricolor paulista.

Segundo o site do São Paulo, o escritório de Vilanova Artigas, Gastão Rachou Jr, José Carlos Pinto, Carlos Cascaldi e David Ottoni derrotou outras duas propostas porque previa uma capacidade maior, 120 mil pessoas, tinha menor custo e manutenção mais barata. O projeto original previa a divisão das arquibancadas em quatro níveis e não trẽs como hoje. Em 1954, Vilanova Artigas doou ao clube os direitos do projeto, que foi sendo modificado. Uma parte do estádio foi inaugurada em 1960, na vitória de 1×0 sobre o Sporting – gol histórico de Peixinho (também teve um amistoso contra o Nacional do Uruguai). Em 1970, a segunda inauguração, novamente contra um time português: São Paulo 1 x1 Porto. O estádio poderia receber então 150 mil pessoas – e o 2º jogo da final do campeonato paulista de 1977, entre Corinthians e Ponte Preta, chegou bem perto disso.

Depois, o estádio foi “encolhendo”, encolhendo, para maior conforto e segurança. Hoje a capacidade é de 67 mil pessoas. 

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Outra preciosa dica do seu Domingos D’Angelo, do Memofut, chega ao e-mail do Fut Pop Clube. A Giselda Bellini lança nesta quinta-feira, 18 de junho, seu livro sobre o seu marido, o homem que levantou a primeira Taça Jules Rimet verde-amarela. “Bellini – O Primeiro Capitão Campeão” (Prata Editora) tem 208 páginas e custa R$39,90. A noite de autógrafos desta biografia que já sai com duas estrelas de título mundial no peito começa às 19 h na livraria Saraiva do Shopping Higienópolis (Av. Higienópolis, 618 , São Paulo). Combinado? Nesta quinta, então. Capa Bellini
Dentro do post, a sinopse de “Bellini – O Primeiro Capitão Campeão”.
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Torcedômetro: 04/06/2015

Veja o ranking dos clubes com mais sócios torcedores no Brasil, de acordo com o torcedômetro do Movimento por um Futebol Melhor. Os dados são de 4 de junho de 2015. O Fiel Torcedor passou na frente do Avanti. O programa do colorado continua na liderança isolada.

  1. Internacional 136.980
  2. Corinthians: 110.755
  3. Palmeiras: 108.563
  4. Grêmio: 83.076
  5. Cruzeiro: 71.237
  6. Santos: 57.689
  7. São Paulo7º56.011
  8. Flamengo: 53.496
  9. Atlético Mineiro: 40.833
  10. Fluminense: 25.020
  11. Bahia: 24.021
  12. Sport Recife: 23.277
  13. Vasco da Gama: 16.678
  14. Botafogo: 13.836
  15. Ponte Preta: 10.662
  16. Joinville: 10.537
  17. Grêmio Osasco: 10.134
  18. Ceará: 10.053
  19. Brasil de Pelotas: 8.881
  20. Avaí: 8.300
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Torcedor de carteirinha: os programas de sócio-torcedor e os uniformes do Brasileirão 2015!

O Brasileirão 2015 começa sem pompa, nem circunstância, infelizmente, uma semana depois da emoção das finais estaduais, espremido entre jogos decisivos das oitavas da Libertadores e as semifinais da Liga dos Campeões (difícil competir com a Champions…). Clubes sem muita grana pra investir, nenhum grande reforço novo por enquanto. Atletas vão sair na janela, outros vão chegar. Neste post, veja como pode ajudar o seu time, aderindo aos programas de fidelidade tipo sócio-torcedor e aproveitar descontos e até isenção nos ingressos. Na boa, na paz, ok?

Também confira que fábrica veste cada time e os últimos uniformes lançados (atualizo assim que forem surgindo novidades).

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Novos uniformes do São Paulo, os primeiros da Under Armour no Brasil.

O tricolor paulista e a Under Armour, fabricante de origem americana, apresentaram no Morumbi os uniformes que o São Paulo vai usar a partir de agora. As imagens são dos perfis do São Paulo e da Under Armour nas redes sociais.

O volante Souza, a modelo são-paulina Nivea Kalmar e o meia Paulo Henrique Ganso mostraram o uniforme nº 1, que estreia na partidaça de quarta-feira, contra o Cruzeiro, bicampeão brasileiro, pelas oitavas da Libertadores. Casa cheia. A camisa vestida pelo Ganso é  versão jogador, em que as listras horizontais vermelha e preta não dão a volta completa. Essa versão vai custar inacreditáveis R$ 349.,90. A versão torcedor é um pouco mais em conta – R$ 229,90 – e as listras são contínuas.

Detalhe do uniforme I do São Paulo: https://www.facebook.com/UnderArmourBrasil
Detalhe do uniforme I do São Paulo: https://www.facebook.com/UnderArmourBrasil

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