Aqui em São Paulo, “A Bola Rolou” vai ser lançado em 2 de junho de 2015, às 19h30, na Livraria Martins Fones (avenida Paulista, 509. Metrô: Brigadeiro). Antes, às 18h30, Gambeta participa de uma mesa-redonda com os professores da USP José Geraldo Vinci de Moraes e Flávio de Campos.
O Pearl Jam anunciou as datas da sua Latin American Tour, que baixa por aqui em novembro 2015. Os cinco em estádios de futebol – três deles usados no Mundial 2014.
11 de novembro – Porto Alegre – primeiro megashow de rock na Arena do Grêmio.
Atualizado no domingo Neste sábado, o foyer do Museu do Futebol, recebeu um encontro de colecionadores de uniformes alviverdes e alvinegros. E não teve só camisa do Palmeiras e do Corinthians, me explicou o Luiz Romano, um dos expositores.Teve camisa de outros times alvinegros e alviverdes. O próprio seu Luiz é um especialista em uniformes de times centenários, como o América de Minas, o América de Pernambuco ou o São Caetano Esporte Clube (que era alvinegro; não confundir com o azulão, A.D. São Caetano).
A página do curta “I Love Hooligans”no Facebook define o filme como um documentário animado. É uma produção belgo-holandesa de 2013, feita em 2D e 3D, e dura 15 minutos. Fala de um hooligan gay que esconde sua identidade para sobreviver no mundo do futebol.
No Anima Mundi 2014, abre a sessão Curtas 14. Nesta quarta, 6 de agosto, 22h30, sala 3 do Espaço Itaú de Cinema. E quinta, 7 de agosto, 19h, na sala 2. Continuar lendo “Bola na tela do Anima Mundi”→
Ninguém aguenta mais ouvir a melô que começa com “Eu sou brasileiro…” nos estádios. A falta de bons refrões no gogó da torcida brasileira virou quase assunto de estado. Patrocinadores resolveram sugerir algumas letras, como se fossem encartes dos queridos discos de vinil. Talvez as torcidas organizadas dos principais clubes do país poderiam selar a paz e ensaiar algumas musiquinhas para embalar a Seleção. Utopia, eu sei. Na goleada contra Camarões, pelo menos rolou “o campeão voltou”. Calma lá. Confesso que temo o show da torcida do Chile no jogo de sábado no Mineirão… E se o Brasil vai passando e pega a Colômbia ou Uruguai nas quartas e mais pra frente, chega a uma final contra a Argentina? A torcida vai ter que jogar junto. Ok, tem rolado o clássico do Neguinho da Beija-Flor, “Domingo (Eu Vou Maracanã)”. Poderia rolar “Fio Maravilha”, “Umbarauma” (entre tantas do mestre Jorge Ben Jor), “Voa Canarinho”, um trecho do hino (…”pátria amada Brasil!), tantos sambas… Quem sabe, uma passadinha na exposição Música de Chuteiras, que fica até o final da Copa no Sesc Pompeia, zona oeste de São Paulo, possa inspirar o 12º jogador canarinho. É de graça. Vou tratar dessa mostra ainda neste post, mas antes queria comentar uma curiosidade. São tantas músicas brasileiras sobre futebol, pelo menos desde os tempos de Friedenreich – tantas, que há 2 livros sobre a relação música/futebol, o do Assis Angelo e o do Beto Xavier, que aliás, é um dos consultores da mostra do Sesc – mas para esta Copa, não apareceu quase nada. Tem um bom jingle do banco que patrocina a Seleção… recebi também um samba funk do João Damásio, cantor e compositor de Campos (RJ).
Segundo jogo do Mundial 2014 em Sampa. A Arena Corinthians viveu uma tarde de uma espetacular atmosfera de futebol, antes, durante e depois do jogão que foi Uruguai x Inglaterra. Mais de 62 mil presentes.
Milhares de torcedores da Celeste, que ocuparam basicamente a arquibancada norte e também se misturaram com os brasileiros em outros setores, menos no gol sul, onde predominaram os fãs do English Team, presentes em menor número, muitos com figurinos caprichados. Também vi torcedores da Venezuela. Tinha gente de todo o Brasil e de muitos outros países, certamente, Na paz.
Os moradores de Sampa City se dividiram.
Obviamente, os são-paulinos apoiaram o Uruguai, país de origem de ídolos tricolores / celestes como o saudoso Pedro Rocha, o bravo lateral Pablo Forlán, dos zagueiros Darío Pereyra e Diego Lugano e do raçudo ateral Álvaro ‘Palito’ Oliveira – que hoje se recusou a ser substituído, depois de levar uma joelhada na cabeça. Garra charrúa.
Parte dos corintianos, donos da casa nova em folha, apoiou a Inglaterra (pelo menos onde estava). Talvez uma homenagem ao Corinthian Casuals, da Inglaterra, que inspirou o nome do clube.
Tinha gente fantasiada de Fantasma de 50, na boa, com humor, ciente de que se perdesse, o fantasminha pegaria seu lençol azul e se mandaria de volta para o Centenário.
Os torcedores uruguaios, muitos com chapéus celestes e/ou enrolados na bandeira do país, chegaram cantando:
Poster oficial da cidade de São Paulo como sede da Copa 2014
Volveremos, volveremos,, volveremos otra vez, volveremos a salir campeones, como la primera vez“.…
Confiança na estreia do endiabrado Luisito Suárez. Por ironia, artilheiro do Liverpool, tradicional clube inglês que chegou perto do título na última temporada.
Impressionante como o Uruguai foi outro time hoje, em relação à decepcionante estreia, em Fortaleza, contra a Costa Rica (derrota por 3×1). Não mexeria no time que jogou hoje, professor Tabárez.
O show de Suárez também teve ótimas participações de Cavani (cruzamento perfeito para o primeiro gol de Luisito), do goleiro Muslera, que teve muita sorte em alguns lances, fez uma defesaça vital e começou o lance do gol da vitória celeste…
…e pelo lado inglês, Wayne Rooney, que enfim marcou seu primeiro gol em Copas, e Sturridge, colega de Suárez no Liverpool.
Jogo para não esquecer. Nunca mais.
Sou Celeste / Celeste soy yo…” – saíram festejando os #uruguayos.
A seleção de filmes de futebol do CINEfoot se despede do Centro Cultural São Paulo (Metrô: Vergueiro) neste sábado, com uma rodada tripla da Mostra Paixão e Agonia, com filmes sobre o futebol europeu e sul-americano. Já vi o engraçado “documentário” italiano A Copa Perdida (Il Mundial Dimenticato) sobre a Copa de 1942 (ou seja, um mundial que nunca existiu) e vou tentar ver de novo. Confira a rodada.
Publicado em 15 de abril de 2014
Vai só até domingo, 20 de abril, a mostra Futebol de Papel, exposição temporária do Museu do Futebol.
Nessa época de mania de colecionar figurinhas, vale dar uma passada para conferir álbuns, postais, cartazes, selos, carteirinhas de sócio e 40 ingressos de Copas do Mundo. Tem também entrada de partidas históricas, como a cerimônia de inauguração do próprio estádio do Pacaembu (que abriga o Museu do Futebol), em 1940. Em 1961, o estádio recebeu o nome de Paulo Machado de Carvalho, que chefiou a delegação brasileira na Suécia, em 1958. E trouxe o bi, em 1962, do Chile.
O acervo pertence a 12 colecionadores, 5 clubes, à Biblioteca Nacional e ao Instituto Von Martius. Uma parte da mostra é de originais, em vitrines. Algumas coleções foram digitalizadas e são apresentadas num totem multimídia.
Chama muita atenção o trabalho do torcedor João Batista dos Santos, que entre 1962 e 1981, fez à mão o “Nosso Jornal”, com notícias do futebol profissional e as informações do Grêmio Esportivo XXV de Janeiro, time de várzea do bairro paulistano de Perdizes. Impressionante. Lembra os fanzines, que explodiram no movimento punk.
Este é o trailer do filme “Voltaremos”. Um documentário de longa-metragem sobre os 90 anos do Clube Atlético Juventus, tradicionalíssimo clube do bairro da Mooca, completados agora em abril. Começou como um doc de 40 minutos. Mas entrevistas renderam tanto (torcedores, jogadores, ex-jogadores, jornalistas) que a produção achou melhor fazer um filme de uma hora e quarenta minutos. A ideia é lançar o filme num teatro. Continuar lendo “#Voltaremos. Doc sobre o Juve da Mooca, meu.”→
Os Correios lançaram uma série de selos pra Copa do Mundo. São 12, um pra cada cidade que vai receber as partidas. E a arte tem como base os cartazes oficiais de cada cidade-sede. Continuar lendo “Selada”→