Publicado após a visita do FutPopClube, em 2012.

O lado rossonero do Museu San Siro faz homenagens a feras como Kaká, Shevchenko, Baresi, Gullit, Van Basten, Ibra e até Beckham. Continuar lendo “Milan no Museu San Siro”
Publicado após a visita do FutPopClube, em 2012.

O lado rossonero do Museu San Siro faz homenagens a feras como Kaká, Shevchenko, Baresi, Gullit, Van Basten, Ibra e até Beckham. Continuar lendo “Milan no Museu San Siro”
Publicado originalmente em 2012

Ronaldo, Ivan Zamorano, Rummenigge, Facchetti… São alguns dos ídolos da Inter de Milão no lado nerazzurri do Museu San Siro. Continuar lendo “Internazionale no Museu San Siro”

Publiquei no post anterior a galeria de títulos oficiais do Barcelona na Era Guardiola. Já são 13, em 16 disputados. Neste post, gostaria de lembrar do maior responsável por um futebol elogiado por Pep Guardiola: Telê Santana. E olha que aqui vão só os títulos da chamada Era Telê no São Paulo Futebol Clube. Entre 14 de outubro de 1990 (primeiro jogo da segunda e mais conhecida passagem do mestre pelo tricolor do Morumbi) e 27 de janeiro de 1996, foram dez grandes conquistas, fora as taças de torneios amistosos e de verão, alguns tradicionalíssimos, como o Teresa Herrera e o Ramón de Carranza.

Pep Guardiola foi o melhor treinador do mundo, na votação da Fifa, referente a 2011, ano em que o técnico do Barça conquistou nada menos do que cinco das treze copa de sua carreira de “mister” (campeonato espanhol 2010/11, Champions 2010/11, Supercopa de Espanha, Supercopa da Europa e Mundial).
Lembra qual foi a primeira taça da Era Guardiola? A Copa do Rei, na temporada 2008/09, com uma virada + goleada sobre o sempre raçudo e lutador Athletic Bilbao. Marcaram para o Barça naquele 13/05/2009 no estádio Mestalla, em Valência: Yaya Touré, Messi, Bojan e Xavi (leia mais sobre esta conquista em post anterior).
(clique nos links para ler o post da época)
Fonte: Site do Barça
Casillas, Daniel Alves, Piqué, Vidić e Sergio Ramos; Xabi Alonso, Xavi e Andrés Iniesta; Cristiano Ronaldo, Wayne Rooney e Lionel Messi. Melhor técnico: Pep Guardiola. Timaço essa seleção mundial, o melhor 11 de 2011 para o colégio eleitoral da Bola de Ouro / Ballon d´Or da Fifa / France Football. Só um brasileiro… Dani Alves, um dos 5 barcelonistas do escrete, fora o “mister” – Guardiola, colecionador de copas. O Real Madrid “emprestou” quatro de seus galáticos. E o Manchester United, dois: o zagueiro sérvio Vidić e Wayne Rooney.
Mas o futebol brasileiro – e o torcedor do Santos, em particular – tem do que se orgulhar.
Joia da Vila Belmiro, Neymar, muito jovem ainda, ganhou o prêmio de gol mais bonito do ano (confira a crônica do jornalista Walace Lara, testemunha ocular da história – do gol que fez história – especial para o blog. Belo depoimento, vale ler).
É o Prêmio Puskas. Leva o nome do húngaro que foi um dos maiores craques da história, um senhor goleador! Olha a responsa, hein, “moleque“? Prêmio Puskas!!!
Os outros prêmios: Continuar lendo “Ballon d´Or | Bola de Ouro 2011”
O DIA EM QUE ENTENDI A EXPRESSÃO: “O ESTÁDIO CALOU”
Por Walace Lara
Era uma quarta-feira. Meio chuvosa. Meio nebulosa. O clima estava a cara de São Paulo. Os meus dias de férias estavam acabando. Já tínhamos viajado com um grupo de amigos para Fortaleza; já tínhamos ido para Poços de Caldas e Alfenas, no Sul de Minas. E como estou passando por uma fase “paulistanês” decidi, junto com a minha família, aproveitar os últimos dias de descanso, nessa fantástica capital, que está se tornando a residência mais fixa de toda a minha vida (são oito anos morando aqui, um recorde para alguém que tem no sangue um DNA nômade).
Naquela quarta, haveria um jogo do Santos na Vila Belmiro. Sabia que não era fácil convencer a minha mulher e o meu filho a descerem até a Baixada (moro num bairro perto da Imigrantes, mas o trânsito sempre desafia qualquer plano em São Paulo). Naquele dia, no entanto, sabe-se lá porque, estávamos muito animados.
Compramos o ingresso pela internet. O jogo era contra o Flamengo de Ronaldinho Gaúcho. Na chegada ao estádio, logo vimos que não éramos os únicos empolgados. A torcida aguardava ansiosa a volta do time – que se não me falha a memória, voltava da histórica conquista do tricampeonato da Taça Libertadores.
A bola rolou. O ataque do Santos estava ligado a 220 por hora. Logo saíram os primeiros dois gols. Um deles, uma jogada muita rápida do artilheiro Borges.
O placar elástico para um começo de partida só animava a torcida. Os lugares que compramos ficavam do lado esquerdo do ataque do Santos. Em frente aquelas enormes “janelas” de vidro, que a diretoria instalou nessa parte do estádio. Você fica muito próximo a qualquer jogada.
De repente a bola cai no pé de Neymar. A torcida se levanta – um ritual que sempre acontece quando o “moleque” pega na bola. Um, dois, lá se vai o zagueiro Angelim. E o “moleque” sai na frente de Felipe, goleiro do Flamengo. Sem chance para a defesa. A bola entra…
Curiosamente, eu não ouço o grito da torcida. O estádio emudece. Durou cinco segundos. Olhei de volta para o campo, à procura de alguma sinalização do árbitro. Será que valeu? Ele não fez nada de irregular? O bandeirinha não marcou um daqueles malditos impedimentos (que no passado, já nos tiraram um título…)?
E finalmente: Goooooooollllll…
Quando comecei a carreira no Mantiqueira, na página de Esportes, sempre algum repórter mais velho comentava comigo que determinado gol do Pelé, por exemplo, havia calado o estádio. Eu sempre achei isso um exagero. Como poderia um estádio ficar calado? Chorando (como no Maracanã na Copa de 50) talvez. Aos berros com o zagueiro, sempre. Ou
xingando o árbitro? Ah, isso é quase natural (não é correto, hein?).
Esse jogo foi tão impressionante, que no final da partida, quando estávamos todos chateados pela maneira que terminou (a partida foi 5 a 4 para o Flamengo com um show de Ronaldinho Gaúcho), eu dizia para a minha mulher e o meu filho, numa tentativa de levantar o moral da tropa: “não esquentem, pensem que hoje nós vimos uma das maiores
partidas do ano”.
E abusando do futebolês (porque hoje tudo é permitido), eu ainda disse: “olha, só o gol do Neymar, valeu o ingresso”.
E como valeu!!!!!
Continuar lendo “Ele viu o golaço de Neymar ao vivo, na Vila.”

Banderín (flâmula) vendida em Barcelona que tem a foto de Messi, de uma lado, e o distintivo do Barça, do outro.
“La Pulga” acaba de ganhar a Bola de Ouro pela terceira vez seguida.
Lionel Messi caminha a passos largos para se tornar o maior goleador da história do Barcelona, logo logo. Continuar lendo “Messi. Três vezes Messi.”

Oriente (é o nome da cidade do) rapaz (não tão mais rapaz assim).
Ele está no poster da seleção brasileira pentacampeã do mundo na Copa de 2002, do outro lado do planeta da redondinha.
Ele está no poster do Palmeiras campeão da Libertadores de 1999 e de muitas outros títulos (veja dentro do post).
Breve, terá um busto no novo Palestra.
[530] Jogos com Ele. Por uma só camisa, aquela que tem um “P” no distintivo. Que defendeu até em momentos difíceis, pouco depois do penta, no Japão
Marcos, “São” Marcos para a torcida do Palmeiras, com toda a razão.
Ele defendeu 33 pênaltis.
E mesmo que algumas dessas defesas tenham impedido o Corinthians de alcançar a Libertadores, Marcos recebeu homenagem do arquirrival: “… Fora as rivalidades cotidianas, o Corinthians ressalta que sempre teve esse brilhante atleta como um rival respeitoso, desafiador e muito difícil de ser batido” (veja a íntegra da nota aqui). Demonstração de grandeza. De ambos.
Horas depois, o site do São Paulo publicou uma notícia, com declarações do atacante Luís Fabiano, do vice-presidente de futebol, João Paulo de Jesus Lopes, e de Rogério Ceni: “O Marcos foi um grande companheiro de Seleção e um grande adversário, de tantos clássicos. Ele sempre foi uma referência nos grandes jogos, eles valiam mais, pois contavam com atletas como ele”, disse o goleiro tricolor (veja a íntegra no site do São Paulo)
Obrigado, Marcos. Por fazer do futebol aquele esporte que nós, torcedores de todas as cores, amamos tanto, independentemente de vitórias ou títulos. E que sem caras como você perde um bocado da graça. Obrigado, “São” Marcos.
Continuar lendo ““São” Marcos, camisa 12 eterno do Palmeiras”

Neste domingo, tem dérbi catalão: o Espanyol recebe o Barça no seu estádio, em Cornellà (confira de novo no replay, digo, no post anterior, o rolê do Fut Pop Clube pela moderna arena do Espanyol).
Será que o Espanyol complica e afasta ainda mais o Barça do líder Madrid?
Será que Messi faz seu primeiro gol no novo estádio?
Veremos, no fim deste domingo.

Flâmula da Universidad de Chile, La U, campeã invicta da Copa Sul-Americana 2011, como a gente sabe, e também dos torneios Clausura e Apertura do Chile, no ano passado. Ou seja, dominou o futebol chileno e conquistou sua primeira taça continental.
Pena que já esteja perdendo craques para o futebol da Europa – ou sorte dos adversários na Libertadores. . .