Mas como é a vida de goleiro…

Atlético e Palmeiras fizeram um jogão, mesmo… Mineirão com mais um público acima de 50 mil pessoas. Galo líder das médias de comparecimento. Gol quase relâmpago de Éder Luís, num chute de longe que pegou de calça curta o Marcos, eterno camisa 12 palmeirense. O alviverde logo empatou, com o craque coalhada, o raçudo Ortigoza. Ortigol, de cabeça. Jogo veloz, o visitante teve chances claras de virar, Marcos começou a fazer das suas. E veja como são as coisas… O goleiro que falhou no começo da sua partida de número 450 pelo Palmeiras se adiantou e se agigantou na cobrança de pênalti que poderia mudar os rumos do turno. E lembra porque é chamado de SÃO Marcos. 450 jogos pelo Palmeiras e uns 35 pênaltis defendidos…

E tem gente que fala mal do nível do futebol brasileiro. Olha, sinceramente,  o jogaço que completou a 18ª rodada do Brasileirão não fica atrás de uma partida de Champions League em qualidade e emoção, não. Concorda?

3 comentários sobre “Mas como é a vida de goleiro…

  1. Verde mostrou belo futebol e dominou o jogo todo. A defesa do penal por Marcos salvou o jogo e uma grande injustiça.

  2. Vamos dizer que foi um jogão para os padrões do futebol brasileiro na atualidade. Talvez falte a você referências de grandes times. E não estou me refirindo aos times europeus. O São Paulo de Telê, Raí, Cerezo, Leonardo, Muller e Palhinha, o Flamengo de Zico, Andrade, Adílio, Tita, Mozer e Júnior, o Inter de Falcão, Caçapava, Capergianni, Figueroa, Lula e Marinho Perez, o Fluminense, de Rivelino, Pintinho, Paulo Cesar Caju, Dirceu, Gil e Dorval, o Cruzeiro de Jairzinho, Palhinha, Dirceu Lopes, Joãozinho, Zé Carlos e Raul. Poderia citar vários outros times contemporâneos destes, todos com cinco ou mais jogadores que botariam um Kaká, um Robinho, um Diego Souza, um Lúcio, um Ronaldinho Gaúcho para engraxar suas chuteiras. É ruim chegar a esta conclusão, mas o nível de nosso futebol cai a cada temporada.

  3. Caro Pedro Thomaz, obrigado pela visita. Realmente, os times de Telê Santana deram show, mesmo quando não ganharam títulos. Você se lembra do Palmeiras de 79? Que enfiou 4 a 1 no Mengão no Maraca? O Cruzeiro maravilhoso de 76, a máquina do Flu, o Inter de Falcão, o Mengo campeão de tudo nos anos 80 e, especialmente, o tricolor do Telê Santana campeão e bicampeão de tudo foram e vão continuar sendo temas deste blog. Lembro-me dos jogaços que foram as finais do Paulistão 92, entre o São Paulo do mestre e o Palmeiras já vitaminado pela Parmalat. Em especial, o primeiro jogo, aquele do 4×2, show de Cafu e Raí. E a primeira partida da final da Libertadores 93, contra a Universidad?
    Só acho que Telê, como um grande treinador e adepto do futebol ofensivo, adoraria o futebol do Kaká e tentaria arrumar um lugarzinho pra ele até entre as feras de 1982.
    Abraços

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