Eduardo Galeano de uma bela entrevista à série “Memórias do Chumbo – O Futebol nos Tempos do Condor”, do Lúcio de Castro.

Fut Pop Clube

Publicado em 5 de julho de 2010

Gostaria de indicar um livro que é (literalmente) um barato. “Futebol ao Sol e à Sombra” (coleção pocket da L&PM Editores), do escritor uruguaio Eduardo Galeano, um apaixonado por futebol. Durante o Mundial 2010, li no caderno ‘Copa 2010’ do Estadão que Diego Maradona incluiu obras de Galeano, autor de “As Veias Abertas da América Latina“, na bagagem da seleção argentina. Então, o repórter Jamil Chade bateu um fio para o autor também de “Futebol ao Sol e à Sombra” – disponível em edição de bolso. Modestamente, Galeano disse ao jornalista do Estadão que “o melhor livro de futebol é o que os jogadores escrevem com os pés”.
Gol de letra!

Pelo sim, pelo não, dá para ler um trechinho de “Futebol ao Sol e à Sombra”, livro do uruguaio no site da L&PM.

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Quadrinhos do Parque (Antarctica): “Alma – A História da Arena Esportiva Mais Antiga do País”

Atualizado em 16/12/12

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No sábado, rolou a segunda noite de autógrafos do livro “Alma – A História da Arena Esportiva Mais Antiga do País“, que conta a história do Parque Antarctica em quadrinhos,  assinados por Custódio (texto) e Fernandes (ilustração). Até o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, torcedor alviverde assumido e autor de Palmeiras x Corinthians 1945- O Jogo Vermelho– , apareceu por lá para prestigiar. Quem foi ganhou dedicatória personalizada, com direito a caricatura!

A página abaixo escrita por Custódio e desenhada por Fernandes mostra os grandes goleiros formados no Palmeiras, que acabou de contratar Fernando Prass (ex-Vasco).
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Dentro do post, mais uma página de “Alma”.
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Paulo Roberto Falcão, “Brasil 82: O Time que Perdeu a Copa e Conquistou o Mundo”

59951d93-ede9-428e-8eab-ccb77a4cfc6fbrasil-82_W127Um dos craques do mágico meio-campo da Seleção de Telê, Paulo Roberto Falcão, hoje treinador, acaba de lançar sua visão sobre o Mundial disputado na Espanha. “Brasil 82: O Time que Perdeu a Copa e Conquistou o Mundo” saiu pela editora AGE. Continuar lendo “Paulo Roberto Falcão, “Brasil 82: O Time que Perdeu a Copa e Conquistou o Mundo””

12 do 12… de 1993!

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Capa do livro “Saga de uma Paixão”

Estádio Nacional de Tóquio, 12 de dezembro de 1993.  O São Paulo de Telê Santana, bicampeão da Libertadores, atravessou o mundo outra vez para ganhar o bi do Mundial de Clubes (ou da Copa Intercontinental, conforme o gosto do freguês), já sem o capitão Raí, vendido para o PSG. O adversário era um multinacional Milan de Fábio Capello, vice-campeão europeu (o Olympique de Marselha, campeão da Europa, estava envolvido em escândalos, e foi punido).
O livro “Saga de uma Paixão”, de Ignácio de Loyola Brandão, ganhou na época uma segunda edição (cuja capa ilustra o post) para contar mais um título.
E foi um jogo maluco maluco, carregado de emoção.

Palhinha abriu o placar. No segundo tempo, Massaro empatou. Toninho Cerezo fez 2×1. O Milan empatou de novo,com o francês Papin.
Nos últimos minutos, Müller fez um gol inacreditável. O lance do “questo gol é per te, buffone”. O “buffone” (palhaço) para o habilidoso e aqui muito sortudo atacante brasileiro era o zagueiro Costacurta.
São Paulo, bicampeão mundial. Telê nas alturas. A ficha técnica dentro do post: Continuar lendo “12 do 12… de 1993!”

“1992 – O Mundo em Três Cores”

Publicado originalmente em dezembro de 2012

Ao mestre, com carinho.

Poderia ser esse o título deste post: o livro de Raí com o jornalista André Plihal, “1992 – O Mundo em Três Cores” (Panda Books), sobre o primeiro dos três mundiais do tricolor paulista (o segundo viria quase exatamente um ano depois, em 12/12/93, já sem Raí -negociado com o PSG -contra o Milan).

Num texto leve e de qualidade muito acima da média dos lançamentos comemorativos, o eterno camisa 10 do Morumbi e o excelente repórter da ESPN contam os bastidores da conquista… os detalhes da relação fraternal Raí- mestre Telê Santana (que às vezes pegava no pé demais do Cafu, mas aliviava pro irmão do doutor)…. falam da importância de cada jogador (são destacados Zetti, Adílson, Ronaldão e Pintado) e enaltecem o trabalho em equipe, o clima de respeito e a união dentro do elenco que foi campeão de tudo.

Já havíamos combinado de dividir o prêmio entre toda a delegação. Gostaria apenas de ter ficar com a chave gigante. Acabei não ficando, não guardando, como não guardo nada desta vida. Pelo menos nada material, que fique entendido. O sorriso do Telê em Tóquio está muito bem guardado” – Raí, em “1992 – O Mundo em Três Cores”.

Sob a maestria de Telê, o capitão Raí marcou 87 dos seus 128 gols pelo São Paulo. O trio “RPM” (Raí, Palhinha, Müller) mais o Cafu eram considerados insubstituíveis pelo técnico.

Tem depoimentos de colegas de Raí e a ficha de todos os jogos do ano glorioso de 1992 pro torcedor tricolor. Uma grande sacada desse lançamento da Panda Books é um flipbook, que reproduz os dois gols de Raí no jogão disputado no estádio Nacional de Tóquio. 13/12/1992, o dia em que o Dream Team do Barça (com um “certo” Pep Guardiola no meio-campo), foi “atropelado por uma Ferrari“, nas palavras do seu técnico Johann Cruyff. Raí não tem 100% certeza que o holandês pronunciou a frase, mesmo. Nesse caso, imprima-se a lenda.

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“Heleno” estreou nos EUA e ‘bombou’ no “Guardian”


Estreou nos EUA e repercutiu no jornal inglês Guardian um grande filme brasileiro sobre futebol, ou mais exatamente sobre a fama e a decadência de Heleno de Freitas, badalado jogador dos anos 40. No Brasil, já está disponível em DVD e Blu-Ray.“Heleno”, dirigid0 por José Henrique Fonseca, é uma cinebiografia livre, inspirada no livro “Nunca Houve um Homem como Heleno“, de Marcos Eduardo Neves – embora com algumas licenças poéticas.
E faz poesia  com o jeito de contar o drama do temperamental craque que “abalou “gramados e noites cariocas, pegou sífilis e foi enlouquecendo, enlouquecendo, até a morte. Rodrigo Santoro – que desde “O Bicho de Sete Cabeças” prova que não é só um galã, mas um excelente ator – acertou novamente num grande papel. Impressionante sua caracterização do Heleno de Freitas doente, em Barbacena. Santoro dá show o filme todo, contracenando com a deslumbrante Alinne Moraes, que faz a mulher; Angie Cepeda, a amante; Othon Bastos, como o cartola botafoguense Carlito Rocha. Veja o trailer.


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A história do Parque Antarctica está no gibi.

/www.almaolivro.com/
http://www.almaolivro.com

Vi no esporte do Estadão.
O livro em quadrinhos “Alma – A História da Arena Esportiva Mais Antiga do País” será lançado hoje, 11/12/12, às 19h, na HQ Mix Livraria, na rua Tinhorão, 124, pertíssimo do estádio do Pacaembu, onde São Marcos se despede.
Com texto de Custódio e ilustrações de Fernandes, a história em quadrinhos do Parque Antarctica tem 64 páginas e custa 35 reais se enviado pelo correio (saiba como comprar aqui ou pelo e-mail contato@almaolivro.com). Outra noite de lançamento: sábado, 15/12/12, às 19h, Pizzaria Prestíssimo, alameda Joaquim Eugênio de Lima, 1135.

Imperdível!
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Sócrates, Brasileiro

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Capa do livro “Sócrates, Brasileiro”. Lançamento nesta terça.

“… O jogador de futebol é fundamental para o país, muitas vezes é mais ouvido do que o Presidente da República. Tem um compromisso social embutido nele e não sabe, desconhece. É um cara que poderia transformar o país mais rapidamente, até porque normalmente vem de uma condição social deprimente, porém se acomoda. Ninguém afronta o status quo. O sistema continua igual, paternalista, depressivo, minimiza o humanismo, não só do indivíduo, mas da própria sociedade”. Sócrates, em entrevista a Henrique Rodrigues, publicada na revista “Invicto”, nº 14, em 2010.

O diagnóstico do doutor Sócrates continua atual, dois anos depois da entrevista à revista “Invicto” (que também deixou saudade) e um ano após a perda desse grande Brasileiro.

Pensatas sobre futebol e política – dois assuntos que jamais se separam, infelizmente – estão no livro “Sócrates, Brasileiro”. É uma coletânea de 87 crônicas do camisa 8 que era 10 mas também arrasava como 9, na revista “Carta Capital”. O pré-lançamento será na terça-feira que vem, 11 de dezembro, às 19h30, na loja ao lado do Museu do Futebol, no estádio do Pacaembu, onde o doutor brilhou tantas tardes e noites.  O jornalista Juca Kfouri, autor do prefácio, e  o ex-lateral Wladimir, colega de democracia corintiana, vão participar de um bate-papo. O livro chegará primeiro às bancas de Sampa, Rio, Recife, Salvador, BH, Brasília, Ribeirão Preto e Campinas. Preço: R$ 19,90.

La Doce. Livro conta a “explosiva história da torcida organizada mais temida do mundo”.

Publicado em 21/11/2012

PandaBooks.com.br

La Bombonera tem uma atmosfera inacreditável para ver futebol, sem dúvida, a torcida dá show, canta sem parar.
Infelizmente, nem tudo é alegria.
O excelente livro-reportagem do jornalista argentino Gustavo Grabia, “La Doce – A Explosiva História da Torcida Organizada Mais Temida do Mundo” foi lançado pela Panda Books no Brasil. Em julho, tive a oportunidade de assistir a uma  palestra do autor Gustavo Grabia aqui em São Paulo e pude saber ainda mais sobre a organização mafiosa dessa e de outras “barras bravas” – como elas ameaçam jogadores e dirigentes que não aceitam fazer parte do esquema, lavam dinheiro, movimentam grandes orçamentos mensais e contam com a complacência de autoridades. O Grabia contou que La 12 tem até contrato com fornecedora de uniforme! Não é só torcida de um time contra a “barra” do clube rival. Tem briga – de morte – de facção contra facção – da mesma organizada!!!  Continuar lendo “La Doce. Livro conta a “explosiva história da torcida organizada mais temida do mundo”.”

Raí e André Plihal lançam “1992 – O Mundo em Três Cores”

O grande ídolo do São Paulo nos anos 90 lançou um livro sobre um ano perfeito para o tricolor. A propósito dos 20 anos da conquista do primeiro mundial de cluves do São Paulo, Raí e o repórter André Plihal escreveam “1992 – O Mundo em Três Cores”. O eterno 10 do Morumbi e o excelente repórter da ESPN contam os detalhes da conquista, fazem um retrato fiel do mestre Telê Santana e a falam da importância de cada jogador, do trabalho em equipe e do clima de respeito dentro do elenco que foi campeão de tudo.

E é bom lembrar que o ponto de vista de Raí era o ponto de vista do capitão, líder e grande craque do time, que levantou três grandes taças em 1992: Libertadores, Mundial e ainda o Paulistão, na volta do Japão, contra um Palmeiras fortalecido pelo leite (e a grana) da Parmalat. Tem ainda a ficha de todos os jogos do ano glorioso pro torcedor tricolor. O livro vem numa caixa especial com um caderno de fotos e um flipbook que mostra os dois gols de Raí contra o Dream Team do Barcelona, na final do Mundial de Clubes de 92, em Tóquio. Dentro do post, veja a capinha e saiba como garantir desde já o seu livro pela internet.

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