Livros que saltam aos olhos: histórias de Corinthians, Flamengo, Internacional e Vasco em pop-up.

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Comecei a reparar nesta coleção no final de 2012. São livros pop-up sobre quatro grandes clubes brasileiros. Tiver oportunidade folhear um exemplar e achei muito legal. Imagine a criançada! Ou melhor, a gurizada, no caso de “O Colorado”…
O livro-brinquedo sobre a história do Internacional, mais “O Coringão”, “O Mengão” e “O Vascão” saíram pela editora Belas Letras. Dentro do post, três vídeos que podem dar uma noção melhor dos livros. Continuar lendo “Livros que saltam aos olhos: histórias de Corinthians, Flamengo, Internacional e Vasco em pop-up.”

Ah, é Edmundo!

FOTO Marcelo Sadio / http://www.vasco.com.br

Quarta-feira, 28 de março de 2012. Edmundo, o “animal” (copyright: Osmar Santos), se despediu oficialmente do futebol, num amistoso em que o Vasco -que o revelou e onde parou- goleou o Barcelona de Guayaquil (9×1, 2 gols de Edmundo, fora a reboladinha), num “remake da final da Libertadores de 1998. Não faltaram títulos -e confusões – na carreira do genial e genioso camisa 7, que hoje foi nota 10:

  1. Campeão invicto do estadual do Rio em 1992
  2.  Campeão do Torneio Rio-São Paulo 1993, já pelo Palmeiras
  3. Campeão paulista 1993
  4. Campeão brasileiro 1993
  5. Bicampeão paulista em 1994
  6. Bicampeão brasileiro 1994
  7. Copa América 1997 – pela Seleção Brasileira
  8. Campeão Brasileiro 1997 – pelo Vasco. Edmundo fez 29 gols, recorde do campeonato que só foi batido em 2003 (Dimba, do Goiás, 31 gols)

Todo mundo tem seus defeitos. Dentro do campo -que é o que interessa aqui-, com a bola no pé, no período entre 1992 e 1997, o “animal” foi um dos melhores do mundo. Boa sorte e felicidades para Edmundo, na continuidade de sua vida.

Dentro do post, republico as lembranças de um torcedor do Vasco e do Palmeiras, e consequentemente, um superfã de Edmundo: Luiz Reginaldo Lima, “irmão do blog”. O texto de Reginaldo sobre o “animal” foi publicado no meu blog anterior, em 2008: Continuar lendo “Ah, é Edmundo!”

Faça humor. Não faça guerra.

Roberval Taylor no gol, camisa 1; Jovem (depois Bento Carneiro), Azambuja, Fumaça e Bozó; Divino, Justo Veríssimo, Professor Raimundo (depois Pantaleão) e Alberto Roberto (depois Popó); Gastão e Nazareno.
Com todo o respeito (e todo o bom humor), essa foi a escalação do Clube de Regatas Chico City, digo, do Vasco da Gama, que empatou com o Resende  em 1×1 neste domingo. Nazareno, ou melhor, Alecsandro, marcou o gol vascaíno. E claro, Roberval Taylor era Fernando Prass. Dedé jogou de Azambuja. Juninho Pernambucano deu uma de Professor Raimundo. Diego Souza entrou de Alberto Roberto; Felipe substituiu Professor Raimundo, digo, Juninho, como Pantaleão. Abelairas entrou de Popó, Eder Luis chegou como Bento Carneiro. Bela homenagem do Vasco a um de seus torcedores ilustres, o genial Chico Anysio, que nos deixou estes dias.

FOTO: Marcelo Sadio | Vasco.com.br
FOTO: Marcelo Sadio | http://www.Vasco.com.br
Símbolo institucional dos tempos de Palestra Itália
FONTE Palmeiras.com.br

O Palmeiras, por quem Chico Anysio torcia fervorosamente desde os tempos de Palestra Itália, também usou sua camisa para um tributo aos personagens do humorista. Justamente no dia em que se lembraram os 70 anos da última partida do clube como Palestra Itália, antes de virar Palestra de São Paulo, e enfim, Palmeiras. E foi o Professor Raimundo, digo, Marcos Assunção, que marcou o primeiro gol do grande derby paulistano e paulista deste domingo. Lá de cima, Chico Anysio certamente ficou triste ao ver a rápida virada do Corinthians, no sonolento começo de segundo tempo alviverde. Mas deve ter gostado de ver Deola com a inscrição “Chico Anysio Eterno” no uniforme de goleiro. Cicinho de “Tim Tones”. Henrique, de “Azambuja”, como o zagueiro Dedé, do Vasco. Valdívia, com a 10 de Ademir da Guia, levava na camisa o nome do personagem “Divino”. Maikon Leite, “Sudênio”. Barcos, “Pantaleão”. Ricardo Bueno entrou como “Coalhada” (pena que o Ortigoza não está mais no elenco alviverde…). E por aí vai.
O Palmeiras perdeu o Derby e a invencibilidade de 22 partidas. O Vasco só empatou com o Resende em casa. Mas a iniciativa dos dois times do coração de Chico Anysio foi de arrepiar. Podem não ter ganho os três pontos, mas ganharam a admiração de muita gente. Independentemente de vitórias, a vida não termina – ou não deveria terminar- num domingo, mesmo que seja um domingo de clássico, um domingo de Derby, um domingo de final. Perdeu hoje? Aprende e ganha amanhã, ganha no ano que vem, ou no outro…
E é isso que as torcidas “organizadas” deveriam aprender. Seja em São Paulo,em Campinas, no Rio, em Buenos Aires, na Itália…
A vida não termina num domingo, ou no fim do campeonato. Não deveria.   Continuar lendo “Faça humor. Não faça guerra.”

“Heleno” – 30 de março nos cinemas


O que o Rodrigo Santoro está fazendo num blog de futebol? Para quem ainda não sabe, o eclético ator brasileiro “é” Heleno de Freitas, no esperadíssimo filme “Heleno”, de José Henrique Fonseca. Filme e performance de Santoro no papel do craque de Botafogo, Vasco, Boca etc  foram elogiados nos festivais onde a “pelí” passou. Estreia prevista para 30 de março.

FOTO: ROGERIO FAISSAL
O filme foi inpirado pela biografia do craque que a torcida adversária chamava de “Gilda”: “Nunca Houve um Homem como Heleno”, de Marcos Eduardo Neves (post anterior). Abaixo, imagem do cartaz do filme “Heleno” recentemente divulgada na internet.
Continuar lendo ““Heleno” – 30 de março nos cinemas”

Vale a pena ver de novo: “História do Futebol Carioca”.

Publicado em janeiro de 2011

Foi um gol de placa do pessoal do Globo Esporte Rio ! No meio de um programa esportivo, uma minissérie – de ficção, inspirada em fatos reais, uma espécie de “docudrama”. “História do Futebol Carioca” foi ao ar no começo de 2012, em cinco capítulos:

  1. o capítulo 1 recupera o prímeiro título do Vasco da Gama na primeira divisão do futebol carioca, em 1923, vencendo o racismo e o falso amadorismo. Os comerciantes portugueses davam uma graninha para os atletas negros treinarem. Os grandes da zona sul reclamaram, reclamaram, mas o Vascão levou a melhor em 1923, na então Liga Metropolitana de Desportos Terrestres.
  2. o segundo volta a 1912 para falar do primeiro Fla-Flu, o clássico das multidões que este ano completa seu centenário.
  3. o terceiro episódio conta a história do gol que deu o primeiro tricampeonato carioca do Flamengo (1942/43/44), da então Federação Metropolitana de Futebol.
  4. o capítulo 4 fala sobre o Botafogo campeão em 1948 na Federação Metropolitana de Futebol, depois de 13 anos, seu presidente Carlito Rocha e o amuleto da sorte, o cachorrinho Biriba.
  5. e o quinto capítulo contou a história do Sport Clube Mangueira, que não era verde-e-rosa, mas rubro-negro. E a contrário da Estação Primeira e do rubro-negro mais famoso, era um saco de pancadas…

Veja abaixo o primeiro episódio, sobre a bela história do Vasco da Gama, também retratada no clássico livro “O Negro no Futebol Brasileiro”, de Mario Filho, vulgo Maracanã...

E mais… Continuar lendo “Vale a pena ver de novo: “História do Futebol Carioca”.”

Vascão campeão da Copa do Brasil 2011

vascoboutique.com.br

Galhardete – ops, flâmula do Vasco da Gama, grande campeão da Copa do Brasil 2011. Primeiro brasileiro classificado para a Libertadores 2012.

Conquista merecida, dramática, supervalorizada pela dificuldade imposta pelo vice, o Coritiba, que venceu a segunda partida da decisão, por 3 a 2. De virada. Mas os gols feitos no Couto Pereira deram a copa ao Vasco.

Parabéns a todos os amigos vascaínos, ao elenco e ao técnico Ricardo Gomes. Continuar lendo “Vascão campeão da Copa do Brasil 2011”

Livro: “Os Dez Mais do Vasco da Gama”

Mais um toque de letra do colecionador Domingos D´Angelo: saiu o livro “Os Dez Mais do Vasco”, da coleção Ídolos Imortais, da Maquinária Editora. Claudio Nogueira e Rodrigo Taves escrevem sobre os 10 escolhidos: o goleiro Barbosa, o capitão Bellini, Orlando Peçanha, Danilo Alvim, Juninho Pernambucano, Edmundo, Ademir Marques de Menezes (o “Queixada”), Romário, Vavá e Roberto Dinamite. Quantos atacantes! Noite de lançamento: 28 de março, às 19h30, na Saraiva do Botafogo (!) Praia Shopping. Posts sobre outros livros da coleção: Continuar lendo “Livro: “Os Dez Mais do Vasco da Gama””

Carlos Drummond de Andrade, “Quando É Dia de Futebol”

Atualizado em 24 de fevereiro de 2014

“O difícil, o extraordinário, não é fazer mil gols, como Pelé. É fazer um gol como Pelé”.

Carlos Drummond de Andrade, em “Pelé 1.000”, Jornal do Brasil, 28/10/1969

http://www.companhiadasletras.com.br/
companhiadasletras.com.br/

Craques nascidos em outubro  – Garrincha, Pelé e Maradona – são personagens do livro Quando É Dia de Futebol , que reúne poemas, crônicas e até cartas em que o poeta mineiro fala do “esporte bretão” – e agora é relançado pela Companhia das Letras, depois de um tempo fora de catálogo. O livro foi organizado por netos de CDA, Luis Mauricio e Pedro Augusto Graña Drummond. Eles vasculharam os arquivos do avô e bibliotecas para compilar os textos, que revelam um poeta bastante inteirado sobre o dia a dia do futebol. Drummond também era um torcedor apaixonado.
Escolheu o Vasco, porque foi o primeiro grande clube carioca a contratar jogadores negros.  Há textos sobre as Copas de 54, 58, 62, 66 (publicadas no Correio da Manhã). 70, 74, 78, 82 e 86 (publicadas no Jornal do Brasil). Garrincha e Pelé ganham capítulos especiais.  Continuar lendo “Carlos Drummond de Andrade, “Quando É Dia de Futebol””

30 Gols Históricos do Gigante da Colina

Andrada, Fidélis, Moacir, Renê e Eberval (Batista); Alcir e Bougleaux [o Buglê]; Ferreira, Valfrido, Silva (Kosilek) e Gílson Nunes. Time-base do Vasco da Gama, que se sagrou campeão carioca de 1970 num 17 de setembro. A fonte é o livraço História dos Campeonatos Cariocas de Futebol 1906/2010 (Maquinária Editora), de Roberto Assaf e Clovis Martins – lançado esta semana no Rio. Por sinal, a coluna Baú do Assaf no jornal Lance! e Lancenet alertou este que vos bloga para a efeméride. O Vasco não ganhava o título carioca desde o super-supercampeonato de 1958 (super-super porque teve dois triangulares finais entre Vasco, Fla e Bota). Lembra Assaf que o campeonato de 1970 foi o último Carioca de pontos corridos (regulamento sem previsão de final entre vencedores de turnos). O título vascaíno, com uma rodada de antecipação, veio com a vitória no clássico contra o Botafogo de Jairzinho e Paulo César Caju, por 2 a 1. Gílson Nunes e Valfrido marcaram os tentos cruzmaltinos.
O gol de Valfrido, o “espanador da lua”, narrado por Waldir Amaral, está no CD 30 Gols Históricos do Gigante da Colina, de uma coleção lançada em 2010 em bancas pela rádio Globo Rio. “Gool legal”, atestou Mário Vianna, “com dois Ns”. Entre os outros 29 gols do CD, estão o  de Roberto Dinamite – de lençol – em outro clássico contra o Fogão, no Carioca 76; os gols dos quatro títulos brasileiros do Vasco: 74,  89, 97 e 2000; os quatro gols da histórica virada sobre o Palmeiras, na final da Mercosul de 2000, em pleno Palestra; e na vitoriosa campanha na Libertadores de 98, o golaço de Juninho Pernambucano contra o River Plate e o de Luizão contra o Barcelona de Guayaquil, Equador. As vozes no CD são de Jorge Cury, Antonio Porto, José Carlos Araújo, Edson Mauro, Gilson Ricardo e Edson Mauro, além da de Waldir Amaral (“a camisa que tem cheiro de gol”, “indivíduo competente” etc). Vascaíno, vale a pena dar uma fuçada por aí.
Leia também:


Vasco 114

Atualizado em agosto de 2012
Algumas dicas de livros recentes sobre o Vasco, que completou 114 anos esta semana:

  • Jogos Memoráveis do Vasco“, de Alexandre Mesquita, Eugênio Leal e Jefferson Almeida relatam 30 partidas inesquecíveis do Gigante da Colina. Lançamento: iVentura

Continuar lendo “Vasco 114”