Episódio 3 do #RotasDaBola mostra La Bombonera em noite de Libertadores.

Episódio 3 do #RotasDaBola mostra La Bombonera em noite de Libertadores.

Quem tem medo do La Bombonera? Os bastidores de um jogo decisivo num dos estádios mais temidos do Mundo!
O episodio três do Rotas da Bola mostra a histórica partida entre o Boca e o Nacional do Uruguai, pelas quartas de final da Libertadores 2016.
É só dar play e viajar conosco! Que tal?
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Caixa postal: La Bombonera

Coisa linda esta campanha do aniversário do Boca Juniors, 111 anos completados no fim de semana. Na era das redes sociais, o azul y oro convidou os boquenses a declarar sua paixão ao clube … por carta!


Na semana do aniversário, o Boca e a Nike apresentaram a terceira camisa, predominantemente preta.

 

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Clique em qualquer imagem abaixo para abrir a galeria (fotos: facebook.com/BocaJuniors).

Não nos esqueçamos que o primeiro uniforme do Boca era … preto e branco, como mostra este especial aqui, no site do clube.

BOCA
bocajuniors.com.ar

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Já imaginou uma mesa de pebolim (totó) no formato do seu estádio preferido?

Carlitos Tévez deixou o futebol europeu pra jogar de novo pelo time de coração. Não só voltou pro Boca, como agora tem uma Bombonera em casa. Em formato de metegol, nome do pebolim na Argentina (matraquilhos em Portugal, futbolín na Espanha, onde o jogo foi inventado). A Metegol Superclásico, da Argentina, faz há quatro anos as mesas de pebolim (ou totó, pros cariocas) com o visual das canchas do Independiente, do Huracán e do Boca Juniors- estádio Libertadores de América, Palácio Tomas Adolfo Ducó e La Bombonera, claro.

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As mesas de metegol da Superclásico estão disponíveis em dois tamanhos. A maior tem 165 x 126 cm com 130 cm de altura. O Metegol chico mede 70 x 70 cm com 90 cm de altura. E mais: para jogos noturnos, tem iluminação de led. Tem som: dá pra ouvir as músicas das hinchadas enquanto rola o jogo. Os “jogadores” são estilizados, de alumínio. Contato pelo e-mail martin.setula@gmail.com, pelo Twitter ou Facebook. Veja mais imagens dentro do post.

Craques de alumínio do Huracán
Craques de alumínio do Huracán

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“Paysandú, 100 Anos de #Payxão”


O Espaço Itaú de Cinema da rua Augusta, no coração de Sampa, teve uma noite de estádio Olímpico Mangueirão nesta terça-feira.

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Cartaz do filme

O filme “Paysandu, 100 Anos de Payxão” foi exibido no CINEfoot, fora de concurso, na sessão de encerramento da edição paulistana do festival de cinema de futebol. Festa no saguão, gritos de bicolor… Papão… e na sessão, os gols de ídolos como Vélber, Robgol e Iarley foram comemorados quase que como se a galera estivesse na Curuzú ou no Mangueirão. O documentário de Gustavo Godinho e Marco André levou mais de 15 mil pessoas aos cinemas no Pará e Amapá, excelente número para um doc.

Outro filme sobre torcida apaixonada, na rodada dupla do CINEfoot, que na preliminar, digo, na sessão das 19h, exibiu o argentino Locura que Enamora MI Ciudad” sobre outro time azul e branco, o Talleres, de Córdoba. E se as torcidas dão show no interior da Argentina, o mesmo se pode dizer do Nordeste e no Norte do Brasil, que é o caso do Paysandu. Já é um filme que tem mais zoação – e põe gozação nisso -, afinal a rivalidade com o Remo é imensa, e o clássico Re-Pa, um dos mais tradicionais do Brasil. Mas também passa uma sensação de muito orgulho de Belém, do Pará e do Norte. E se este blogueiro aqui já considerava injusta a exclusão do Pará do Mundial 2014, vendo as cenas da torcida bicolor no Mangueirão lotado (o trailer já dá um belo aperitivo), a sensação é que foi uma enorme burrice deixar Belém fora da Copa do Mundo. Uma capital com um belo estádio e duas torcidas fanáticas!

Falemos aqui de coisas boas, a dramaticidade e explosão de alegria dos acessos celebrados pelo Papão da Amazônia… a histórica conquista em 2002 da Copa dos Campeões (torneio disputado por vencedores de torneios regionais como Copa Norte, Rio-São Paulo e a Copa Sul-Minas, embrião da futura Primeira Liga, que classificava para a Libertadores)… que jogo maluco foi a decisão contra o Cruzeiro em Fortaleza… a linda campanha na Libertadores 2003, com direito a vitória sobre o Boca em plena Bombonera. Iarley, super festejado. Aparição guardada pro momento certo.  Filme esperto, bem roteirizado, com ótimo arquivo, entrevistas bem escolhidas. Este pessoal tem mesmo muita história pra contar. Valeu! Continuar lendo ““Paysandú, 100 Anos de #Payxão””

Boca 2014-15

  • Camiseta_BOCA_-_Titular_(8)_large>IN>: Mariano Echeverría (ex-Arsenal), José Fuenzalida (ex-Colo Colo), Jonhatan Calleri (ex-All Boys)
  • <OUT<: Juan Román Riquelme (Argentinos Juniors), Claudio Riaño (Independiente), Sebastián Palacios (emprestado ao
  • Estrelas da companhia: Agustín Orión, Fernando Gago, Burdisso
  • Técnico: Rodolgo Arruabarrena,  El Vasco, substituiu Carlos Bianchi com bola rolando.
  • Uniformes: já apresentados pela Nike.

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La Doce. Livro conta a “explosiva história da torcida organizada mais temida do mundo”.

Publicado em 21/11/2012

PandaBooks.com.br

La Bombonera tem uma atmosfera inacreditável para ver futebol, sem dúvida, a torcida dá show, canta sem parar.
Infelizmente, nem tudo é alegria.
O excelente livro-reportagem do jornalista argentino Gustavo Grabia, “La Doce – A Explosiva História da Torcida Organizada Mais Temida do Mundo” foi lançado pela Panda Books no Brasil. Em julho, tive a oportunidade de assistir a uma  palestra do autor Gustavo Grabia aqui em São Paulo e pude saber ainda mais sobre a organização mafiosa dessa e de outras “barras bravas” – como elas ameaçam jogadores e dirigentes que não aceitam fazer parte do esquema, lavam dinheiro, movimentam grandes orçamentos mensais e contam com a complacência de autoridades. O Grabia contou que La 12 tem até contrato com fornecedora de uniforme! Não é só torcida de um time contra a “barra” do clube rival. Tem briga – de morte – de facção contra facção – da mesma organizada!!!  Continuar lendo “La Doce. Livro conta a “explosiva história da torcida organizada mais temida do mundo”.”

A 1ª vez da Seleção Brasileira na Bombonera

Eis que na partida de volta do tumultuado Superclássico das Américas (novo nome da antiga Copa Roca), o Brasil finalmente estreia numa das “arenas” mais míticas do mundo, o estádio Alberto J.Armando, a temida “cancha” do Boca Juniors, a vibrante La Bombonera! Engraçado, não? Quase 100 partidas na história do maior clássico do futebol mundial entre seleções… e não tinha rolado ainda na Bombonera.

WorldStadiums.com

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