A América de olho na Bombonera

Estádio Alberto J. Armando, La Bombonera, bairro de La Boca, Buenos Aires. É aqui que começa o que pode ser a maior final da Copa Libertadores. Boca Juniors x CorinthiansO time do povo da Argentina recebe o time do povo de São Paulo, com enorme torcida em muitos outros estados. O Corinthians tenta seu primeiro título da copa, justo quando não tem galáticos no time, mas jogadores experientes, com “cancha” de Libertadores, como Danilo e Alex. E logo contra um dos maiores colecionadores de copas. O Boca tem 6 Libertadores (taças que valoriza de montão no seu museu) e quer igualar o número de conquistas do Independiente, de Avellaneda, ao lado de B.Aires (para ter uma ideia da obsessão hermana por essa copa, o estádio do Independiente hoje se chama Libertadores de América).

Republico o post do rolê do blog, do comecinho do torneio Clausura 2012, que o Boca acabaria perdendo para o Arsenal de Sarandí – pela primeira vez campeão argentino (confira o post).

  • Nome oficial: Estádio Alberto J. Armando
  • Capacidade: 49 mil torcedores
  • Inauguração: 25 de maio de 1940. Boca 2 x 0 San Lorenzo.
  • Linhas de ônibus: 10, 20, 22, 24, 25, 29, 33, 39, 46, 53, 54, 64, 70, 74, 86, 93, 102, 129, 130-152-159-168-186

image O blog Fut Pop Clube teve a oportunidade de dar um rolê por um dos estádios mais místicos do mundo, desta vez em dia de jogo. O Boca Juniors – campeão do Apertura 2011- recebeu o Olimpo, de Bahía Blanca, na abertura do Clausura 2012. Há um programa oficial do clube para levar estrangeiros à Bombonera, o Boca Experience, com link no site oficial. Mas embarquei numa tour oferecido num flyer nos hotéis, organizado por “hinchas”(torcedores) – fanáticos, mesmo. Pegam os gringos perto de hotéis, ensinam as músicas da torcida, fazem uma festinha de pizza e cerveja e fornecem os ingressos para uma das arquibancadas atrás dos gols – do outro lado da La 12, a hinchada mais famosa do Boca. Dentro da Bombonera, os guias não se fazem de rogado. Torcem mesmo, o tempo todo. Do outro lado, a banda de La 12 comanda o show musical da torcida boquense: “dale, dale, dale ô”… “Dale ô, dale ô, dale ô, dale Boca…” E por aí vai. Parece que os hinchas guardam cada música para determinado período do jogo. Tem até paradinha… Mas cantam o tempo todo. Nesse ritmo, até que o Olimpo começou bem. . . Parou no ótimo goleiro do Boca, Orion. Guiado por Riquelme, o Boca começou a jogar um futebol por vezes envolvente. E ganhou com um gol em cada tempo. O atacante Mouche foi outro destaque.

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