http://www.worldstadiums.com
Bem lembrado pelo BeatlesTweets: há 45 anos, os quatro rapazes de Liverpool tocaram para 56 mil pessoas no Shea Stadium, o clássico estádio de beisebol do NY Mets, demolido em 2009. Era o pontapé inicial para a era dos megashows em estádios e arenas esportivas. Rendeu o documentárioThe Beatles At Shea Stadium (confira vídeos e imagens no site oficial da banda). Também tocaram no mítico estádio nomões do rock como Grand Funk Railroad, The Who, The Clash, The Police, Bruce Springsteen, Rolling Stones, Elton John & Clapton e, enfim, Billy Joel – há um documentário sobre esse último show, Last Play at Shea (já exibido no Tribeca Fim Festival). O Shea deu lugar ao CitiField Stadium, nova casa do Mets. Onde em julho de 2009 Paul McCartney lembrou do 15 de agosto de 1965, tocando em três noites de lotação esgotada. Depois, virou CD e DVD: Good Evening New York City (o vídeo já passou no canal TNT).
Galhardete (flâmula) do Benfica, que neste 31 de maio lembra os 50 anos da conquista de sua primeira copa europeia, com vitória na final sobre o Barcelona. O bicampeonato da Copa dos Campeões da Europa viria na época (temporada) seguinte, mais uma vez derrotando uma equipa da Espanha: o Real Madrid.
Leia post anterior sobre visita guiada ao Benfica e seu imenso Estádio da Luz – aliás, que teve a impressionante média de 50.033adeptosnos jogos da equipa encarnada na época 2009/2010.
Zecão, Cardoso, Pescuma, Calegari e Isidoro; Badeco e Basílio; Xaxá, Enéas Camargo (depois Tatá), Cabinho e Wilsinho. Tive um time de botão com boa parte dessa equipe da Portuguesa, campeã paulista de 1973, junto com o Santos. Cada time ganhou um turno. A finalíssima levou mais de 116 mil pessoas ao Morumbi! Santos jogou todo de branco. A Lusa, de camisa vermelha, calção e meião brancos. Depois do 0x0 no tempo normal e na prorrogação, decisão na marca do cal. O Santos desperdiçou uma cobrança (Zé Carlos) e acertou duas (Edu e Carlos Alberto Torres). Cejas, o goleiro argentino do Santos, defendeu as cobranças de Isidoro e Calegari. Wilsinho mandou no travessão. Armando Marques errou na contagem e apontou o fim do certame: Santos campeão. Depois que o trio de arbitragem e a Federação se tocaram do erro, Armando Marques foi ao vestiário da Lusa buscar o time de volta. Mas a delegação já tinha se mandado e os dois times foram declarados campeões. Terceiro e até agora o último título estadual da Lusa (os anteriores: 1935 e 1936).
Fonte: O Caminho da Bola – História da FPF II Volume 1953-1982, de Rubens Ribeiro. Neste sábado, a Portuguesa de Desportos completou 90 anos. Pena que com derrota. 0x1, para o Náutico, no Recife. Mas a Lusa tem ainda 24 rodadas para garantir um lugar entre os quatro que sobem para a série A do Brasileirão. Queria aproveitar o aniversário da Portuguesa para lembrar do craque Enéas Camargo, que morreu com apenas 34 anos, depois de um acidente de carro e meses no hospital – Denner, outro craque revelado pela Lusa, também morreu por causa de acidente. Há uma biografia, Rei Enéas – Um Gênio Esquecido, de Luciano Ubiraja Nassar. Enéas teve passagens ainda pelo Bologna, Udinese e Palmeiras.
Jogadores que querem derrubar técnico. Treinador que dá entrevistas polêmicas e entra em rota de colisão com a diretoria. Você nunca viu esse filme? Pois está nas locadorasMaldito Futebol Clube – The Damned United[classificação 12 anos], produção de 2009 da BBC Films e Columbia Pictures, adaptação do livro The Damned United, de David Peace. Que eu me lembre, não passou nos cinema brasileiros, foi lançado direto em vídeo. Uma pena. Michael Sheen, ótimo ator que fez Tony Blair em “A Rainha” e David Frost em “Frost/Nixon”interpreta mais um papel de personalidade da vida real: o treinador Brian “Prestigiado”: Brian Clough durou 44 dias no Leeds United
Clough, que depois de jogar no Middlesbrough, Sunderland e seleção inglesa, começou a carreira de técnico no Hartlepool United, hoje na terceirona inglesa. Maldito Futebol Clube trata especialmente dos conturbados 44 dias em que Clough treinou o Leeds United, entrecortados em flashbacks constantes com a passagem gloriosa pelo Derby County – que Clough e seu braço direito, Peter Taylor, tiraram da segundona, levaram ao primeiro título inglês de primeira divisão (temporada 71/72) e às semifinais da Copa dos Campeões da Europa, hoje Champions (caiu diante da Juventus). Sem
Clough e Taylor levaram o Derby da segundona às semifinais da Europa
Peter Taylor, sua cara metade futebolística, o linguarudo Clough se deu mal no Leeds, que vinha de título (73/74). Você se lembra do Nottingham Forest, time de camisas vermelhas que ganhou quase tudo na Inglaterra e Europa no final dos anos 70 (campeão inglês na temporada 1977/78, bicampeão europeu em 1978-79 e 1979-80)? Era Brian Clough o técnico! Hoje o Forest está na segundona inglesa, a Football League Championship, como Leeds e o Derby County. Será uma maldição contra os principais clubes treinados por Brian Clough? Hahaha! Misturando algum arquivo com trechos de jogos encenados especialmente para o filme, Maldito Futebol Clube/The Damned United se concentra mais na explosiva personalidade do técnico, vaidades, amizade, traição, rivalidades com outro treinador -Don Revie-e seus pupilos no Leeds. Taí um bom apertivo para a Premier League, elite da bola inglesa, que recomeça neste fim de semana. Mais um bom filme de futebol para “nossa coleção”. Continuar lendo ““Maldito Futebol Clube” | “The Damned United”.”→
Nos últimos dias, os line-ups dos festivais SWU (outubro) e Planeta Terra (novembro) ganharam reforços de peso! O reformado Rage Against the Machine é a atração internacional da primeira das três noites do SWU Music and Arts Festival, numa arena erguida na fazenda Maeda, em Itu, a 70 km de São Paulo. Então, no sábado 9 de outubro, não bobeie para sair de São Paulo porque tem show dos viajandões barra pesadões goianos Black Drawing Chalks, Mutantes com Bia Mendes nos vocais, The Mars Volta, Infectious Grooves (lembra do clip Violent & Funky? era por aí)e, enfim, RATM ! Continuar lendo “Shows pra ir (2010)”→
Flâmula da Ponte Preta, que neste 11 de agosto completa 110 anos! O clube já revelou jogadores como Waldir Peres, Carlos, Nelsinho Baptista, Oscar, Juninho Fonseca, Polozzi, Jair Picerni, Fábio Luciano, Dicá (como jogava!), Luís Fabiano etc… Pela Macaca, passaram ainda Chicão (valente volante de Piracicaba que depois jogaria no São Paulo, Santos, Galo, Seleção de 78), Dadá Maravilha, Jorge Mendonça, Tuta, W9, Mineiro.
O site Minhas Camisas chama atenção para a camisa comemorativa dos 110s anos da Ponte. Maneira!
E o seu Domingos D´Angelo, do MemoFut, sempre ligado nos lançamentos, avisa do livro Ponte Preta: A Torcida que Tem um Time, de André Pécora e Stephan Campineiro (Pontes Editores). Noite de autógrafos: quarta-feira que vem, 18 de agosto, a partir das 19h30, no Giovannetti Cambuí, à rua Padre Vieira, 1277, em Campinas. Clique para ver o convite. Continuar lendo “Ponte Preta, 110 anos!”→
Ele é um dos principais personagens do filme Uma Noite em 67, excelente documentário já lançado em DVD. O time de coração de Chico Buarque está na ponta do Brasileirão, contratou Deco, Belletti, trouxe Washington de volta, manteve Conca e Fred – e ainda contou com o Dia do Fico de Muricy Ramalho. No oitavo DVD da série retrospectiva dirigida por Roberto de Oliveira, o cantor, compositor (e peladeiro nas horas vagas) Chico Buarque mostra sua paixão não só pelo tricolor, mas pelo futebol de modo geral. O nome do DVD é uma referência ao samba dedicado a Mané, Didi, Pagão, Pelé e Canhoteiro: O Futebol, de Chico Buarque, um dos camisas 10 da paquera futebol e música no Brasil. Ou melhor, camisa 9, de Pagão, ex-jogador do Santos, ídolo de Chico – que o encontra num dos capítulos do DVD (ele também vê Pelé, Ronaldinho Gaúcho e os veteranos do Santos – que ganham do Politheama em amistoso na Vila Belmiro. Politheama é o time de pelada de Chico, que herdou o nome de seu jogo de botão. Manda seus jogos no campo Vinicius de Moraes. E como diz o hino, o Politheama cultiva a fama de jamais perder – fora amistosos. “Alguns empates”. Fala sério, Chico!
E ele fala de uma maneira bem divertida de futebol, ao lembrar do Maracanazo de 1950 (tem áudio de gol narrado por Edson Leite), das idas ao Pacaembu… E ainda tem uma pá de músicas que de alguma maneira citam futebol, como Conversa de Botequim (Noel Rosa/Vadico), E o Juiz Apitou (Antonio Almeida/Wilson Batista) Doze Anos (com Moreira da Silva), Pelas Tabelas, Bom Tempo (com Toquinho) etc. Para estufar o filó, mesmo.
Outra dica:a letra de O Futebol, esse clássico boleiro de Chico, é analisada quase verso por verso, na edição de julho da revista Língua Com sorte ainda por ser encontrada nas bancas. O artigo do professor João Jonas Veiga Sobral está na seção Obra Aberta da revista e também pode ser lido aqui.
A música estreou no disco de 1989 do cantor e compositor tricolor. Dois anos depois, ganharia uma excelente versão do Quarteto em Cy, CD Chico em Cy.
Novidade nas bancas. O jornal Campeão, que era publicado só no Rio, virou Marca Campeão e tem edições voltadas para torcedores paulistas e cariocas agora. O título pertence ao grupo que publica o diário Brasil Econômico e comprou há meses o tradicional O Dia e o tablóide Meia Hora. Formato e visual lembram imediatamente o diário Lance!, já estabelecido no mercado. Mas pode fazer diferença o anunciado conteúdo exclusivo do diário espanhol Marca – que certamente foi uma das referências do Lance!. O leitor deve sair ganhando com a concorrência.
Ainda que tardio, vale o alô para o segundo número da revista Football, que pode ser conferido aqui. Um pouco difícil de achar. Só encontrei em seções de revista da Livraria Cultura. Mas para quem gosta de histórias do futebol boas e bem contadas, vale a pena procurar ou navegar. Boa sorte e longa vida a todas essas publicações!
Aqui ainda não chegou. Mas é uma boa ideia. O campeão da liga nacional contra o campeão da copa nacional- ou se o mesmo time venceu as duas, pega o vice da liga. Vale taça! E serve de aperitivo para o começo das temporadas, nas maiores ligas europeias. Além do Porto, que venceu a Supertaça de Portugal (post anterior), também começaram a temporada levantando taças o Bayern de Munique, supercampeão alemão pela quarta vez (2×0 no Schalke 04 – gols de Klose e Müller, lembram-se deles?), e o Manchester United, supercampeão inglês (3×1 no Chelsea, em Wembley). No site da federação inglesa, a F.A., há a lista de todos os vencedores da Supercopa da Inglaterra desde 1908. O Manchester faturou pela 18ª vez.