Este era mesmo um Escrete do Rádio

rádio globo
Anúncio publicado em 1978

Meus amigos… começaria João Saldanha, o comentarista que o Brasil inteiro consagrou…
… como seria um gol transmitido por diferentes gerações da equipe de esportes da rádio Globo do Rio?

O saudoso Jorge Curi poderia narrar, com seu vozeirão, bem de família.

Anotem… tempo e placar no maior do mundooooo!

Seu colega Waldir Amaral anunciaria um bordão clássico.

Bololô na área…

… enquanto o garotinho José Carlos Araújo poderia acrescentar

Preparou, apontou, entrou! Golão, golão, golão!

Mário Vianna, sempre com dois “N”, aprovaria.

Goool legal!

Voltaria Waldir…

Tem peixe na rede do … Indivíduo competente…

Minha homenagem às grandes equipes esportivas da Rádio Globo, que comemorou 70 anos.

O site da emissora publicou uma infográfico em forma de história em quadrinhos multimídia, maneiríssima, com áudios.

E muitos áudios históricos, como a final do Mundial de Clubes de 1981, que o Flamengo faturou em cima do Liverpool, e narrações do pai da matéria, Osmar Santos, da Rádio Globo São Paulo. Clique aqui para ouvir tudo isso. Continuar lendo “Este era mesmo um Escrete do Rádio”

Loureeeiro Neeeto!

Manoel Fernandes Loureiro, o Loureiro Neto, o português mais brasileiro do rádio (DIVULGAÇÃO Rádio Globo)
Manoel Fernandes Loureiro, Loureiro Neto, o português mais carioca do rádio (FOTO: DIVULGAÇÃO Rádio Globo)

Duas grandes perdas nesta quarta-feira.
Na música espanhola e mundial, Paco de Lucia (mais na Coluna).
No rádio brasileiro, o comunicador Loureiro Neto. Português de Palmeira, Manoel Fernandes Loureiro – nome de batismo – chegou com 5 anos ao Brasil. Trabalhou no programa “Resenha Esportiva” da TV Rio, foi repórter da Rádio Vera Cruz, do grupo Bloch. No Sistema Globo de Rádio, estreou no programa “Globo Esportivo”.

No  final dos anos 70, Loureiro Neto – nome artístico – fez parte de uma formação histórica do rádio esportivo brasileiro (até porque a rádio Globo do Rio era e é ouvida em todo o país): ao lado dos dos clássicos locutores Jorge Cury (um dos favoritos do blogueiro), Waldir Amaral (“bololô na área”), João Saldanha (“o comentarista que o Brasil inteiro consagrou”) e o ex-juiz Mario Vianna (“com dois “Ns”). Os repórteres de campo eram Kléber Leite e Loureiro Neto.

rádio globo
Anúncio publicado em 1978

Que equipe! Uma seleção! Uma espécie de Real Madrid do rádio esportivo brasileiro.

Kléber Leite depois virou empresário e foi presidente do Flamengo. Como bom português radicado no Rio, Loureiro era Vasco. Continuar lendo “Loureeeiro Neeeto!”

Sala de Troféus do Fluminense

Sala de Troféus do Fluminense

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A Sala de Troféus do Fluminense, inaugurada em junho de 2012, tem que ser mesmo motivo de orgulho do tricolor de coração. É um belo memorial à rica história do clube, de suas camisas, de seu simpático estádio, seus ídolos e suas conquistas – como os quatro títulos nacionais de ponta. O blog Fut Pop Clube teve a honra de conhecer a Sala de Troféus na véspera da consagração desse quarto título, o do Brasileirão 2012. Êta blog pé quente, hein? O Sérgio Duarte, torcedor tricolor, um dos produtores e apresentadores do programa Rock Flu, foi o cicerone deste Rolê do Fut Pop Clube. Ao Serginho, muito obrigado. Continuar lendo “Sala de Troféus do Fluminense”

50 anos do Rio-São Paulo de 1962. “Botafogo, um grande campeão”.

lojabotafogo.com.br

Em 18 de março, fez meio século que o Botafogo ganhou seu primeiro Torneio Rio-São Paulo. Em 1962, o Fogão tinha Garrincha, Nílton Santos, Didi, Zagallo, Quarentinha, Amarildo, etc… Na última rodada, bateu o Palmeiras – de virada – por 3×1 no Maracanã e ficou com a taça. Gols de Quarentinha, Valdemar contra e Amarildo para os campeões. Zequinha marcou o do alviverde. Continuar lendo “50 anos do Rio-São Paulo de 1962. “Botafogo, um grande campeão”.”

Gols Históricos do Fluminense

Publicado em dezembro de 2010
Um CD que não contém solos de guitarra ou refrões. Mas um monte de gol, golaço, aço, aço, aço, golão, golão, golão. Que lindo! Goool legalll! Marcados por ídolos como Rivellino, Conca, Romerito, Romário, Edinho, Doval, Renato Gaúcho, Fred, Washington Coração Valente, Assis, Mickey, Thiago Neves… Narrados por Waldir Amaral, Jorge Curi, Edson Mauro, Evaldo José, José Carlos Araújo – e referendados por Mário Vianna, comentarista de arbitragem. Com este post sobre o CD 30 Gols Históricos do Tricolor, fecho a série sobre a coleção lançada em bancas pela rádio Globo do Rio no 1º trimestre de 2010, com narrações de gols dos 4 maiores do futebol carioca. Portanto, antes da vitoriosa campanha do Fluminense no Brasileirão.
Mas o CD do tricolor tem as narrações de outras três conquistas nacionais. Se o argentino Conca foi o grande craque de 2010, no Brasileirão de 1984 o ídolo era o paraguaio Romerito (ex-Cosmos) – autor do gol do título (narração: Edson Mauro), no primeiro jogo da final contra o Vasco, Maracanã tomado por mais de 63 mil pagantes. Na segunda e última partida, 0x0, diante de 130 mil no Maraca. Romerito e o técnico Parreira chegaram durante o certame. Para o treinador, no entanto, o jogo mais perfeito taticamente do Flu 84 foi a vitória sobre o forte Corinthians de Sócrates, Zenon, Wladimir e Casagrande: 2×0 na partida de ida da semifinal, no Morumbi. “A exibição do Fluminense foi um primor” (Parreira ao Estadão, 5/12/2010 ). Os gols são narrados por Jorge Curi (o de Assis) e Edson Mauro (o de Tato). Continuar lendo “Gols Históricos do Fluminense”

Mario Filho, o Criador das Multidões

Estreou no Festival do Rio 2010 e está no CineFoot 2011 o documentário Mario Filho, o Criador das Multidões, de Oscar Maron. Dá para ver o trailer no YouTube. … O Criador das Multidões, o filme, fala do grande cronistas esportivo, entusiasta da construção do Maracanã- que depois receberia seu nome. O diretor Oscar Maron (Canal 100 e Atlântida no C.V. ) usa crônicas do jornalista, cenas de arquivo que só pelo trailer já fico babando e depoimentos de Nelson Rodrigues (irmão do Maracanã, digo, de Mario Filho), Cony, João Máximo etc.

A exibição no CineFoot é neste sábado,28 de maio de 2011, no Unibanco Arteplex, Botafogo. Pena que este não vai passar em São Paulo.

Continuar lendo “Mario Filho, o Criador das Multidões”

30 Gols Históricos do Gigante da Colina

Andrada, Fidélis, Moacir, Renê e Eberval (Batista); Alcir e Bougleaux [o Buglê]; Ferreira, Valfrido, Silva (Kosilek) e Gílson Nunes. Time-base do Vasco da Gama, que se sagrou campeão carioca de 1970 num 17 de setembro. A fonte é o livraço História dos Campeonatos Cariocas de Futebol 1906/2010 (Maquinária Editora), de Roberto Assaf e Clovis Martins – lançado esta semana no Rio. Por sinal, a coluna Baú do Assaf no jornal Lance! e Lancenet alertou este que vos bloga para a efeméride. O Vasco não ganhava o título carioca desde o super-supercampeonato de 1958 (super-super porque teve dois triangulares finais entre Vasco, Fla e Bota). Lembra Assaf que o campeonato de 1970 foi o último Carioca de pontos corridos (regulamento sem previsão de final entre vencedores de turnos). O título vascaíno, com uma rodada de antecipação, veio com a vitória no clássico contra o Botafogo de Jairzinho e Paulo César Caju, por 2 a 1. Gílson Nunes e Valfrido marcaram os tentos cruzmaltinos.
O gol de Valfrido, o “espanador da lua”, narrado por Waldir Amaral, está no CD 30 Gols Históricos do Gigante da Colina, de uma coleção lançada em 2010 em bancas pela rádio Globo Rio. “Gool legal”, atestou Mário Vianna, “com dois Ns”. Entre os outros 29 gols do CD, estão o  de Roberto Dinamite – de lençol – em outro clássico contra o Fogão, no Carioca 76; os gols dos quatro títulos brasileiros do Vasco: 74,  89, 97 e 2000; os quatro gols da histórica virada sobre o Palmeiras, na final da Mercosul de 2000, em pleno Palestra; e na vitoriosa campanha na Libertadores de 98, o golaço de Juninho Pernambucano contra o River Plate e o de Luizão contra o Barcelona de Guayaquil, Equador. As vozes no CD são de Jorge Cury, Antonio Porto, José Carlos Araújo, Edson Mauro, Gilson Ricardo e Edson Mauro, além da de Waldir Amaral (“a camisa que tem cheiro de gol”, “indivíduo competente” etc). Vascaíno, vale a pena dar uma fuçada por aí.
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