Neste 9 de março, o planeta do som perdeu o produtor George Martin, o quinto beatle, segundo ninguém menos que Sir Paul McCartney, e o músico Naná Vasconcelos, um octacampeão mundial da percussão (oito vezes foi eleito o melhor do mundo segundo a revista Down Beat). Pernambucano de Olinda, Naná era torcedor do Santinha. O tricolor do Arruda prestou homenagem ao torcedor ilustre (clique aqui).
Não deixe o futebol perder a dança… nem perca esse sorriso de criança… não deixe o futebol perder…” (“Futebol“, Naná Vasconcelos)
Naná Vasconcelos também cantou sobre o esporte bretão. A música “Futebol” saiu primeiro no disco “Bush Dance” (1986). Depois, Naná regravou a linda canção no CD “Minha Lôa”, de 2002.

O “Futebol” de Naná também foi regravado pelo ótimo conjunto vocal carioca Arranco de Varsóvia, num CD que tem mais dois sambas sobre futebol. Saiba mais dentro do post.

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Forçando um pouco a barra, dá pra dizer que teve futebol no Oscar. Num dos filmes que concorreram ao Oscar de melhor filme estrangeiro, uma personagem é apaixonada por futebol. Estou falando do filme “Cinco Graças” (Mustang), produção francesa falada em turco, comandada por uma diretora turca. Deniz Gamze Ergüven e a roteirista francesa Alice Winocour contam a história de cinco irmãs de uma vila turca, criadas pela avó e pelo tio. E criação rigorosa é apelido para o tratamento dado às meninas. A certa altura do filme, descobrimos que a mais nova, Lale, se amarra em futebol. Quer ir a um estádio ver um jogo importante da Copa da Turquia. A chance é quando Lale fica sabendo de uma daquelas punições dadas aos clubes por causa da violência das torcidas. Em vez de jogo com portões fechados, uma plateia só de crianças e mulheres. Isso aconteceu na vida real, pelo menos uma vez, num 

