Depois de uma segunda-feira de Carnaval acompanhando três blocos/bandas em 3 lugares distintos do Rio, nada como passar uma tarde “de molho” – e de olho numa partida digna do nome da competição, a Liga dos Campeões. O bravo Napoli conseguiu uma importante vitória na partida de ida contra o rico Chelsea. 3 a 1, de virada, no vibrante Stadio San Paolo – onde a torcida canta até o hino da Champions League. “The Champions”! Continuar lendo “Napoli x Chelsea”
Mês: fevereiro 2012
La Bombonera pulsa
Nome oficial: Estádio Alberto J. Armando
Capacidade: 49 mil torcedores
Inauguração: 25 de maio de 1940. Boca 2 x 0 San Lorenzo.
Linhas de ônibus:
10, 20, 22, 24, 25, 29, 33, 39, 46, 53, 54, 64, 70, 74, 86, 93, 102, 129,
130-152-159-168-186

O blog Fut Pop Clube teve a oportunidade de dar um rolê por um dos estádios mais místicos do mundo, desta vez em dia de jogo. O Boca Juniors – campeão do último certame argentino, o Apertura 2011- recebeu o Olimpo, de Bahía Blanca, na abertura do Clausura.
Há um programa oficial do clube para levar estrangeiros à Bombonera, o Boca Experience, com link no site oficial. Mas embarquei numa tour oferecido num flyer nos hotéis, organizado por “hinchas”(torcedores) – fanáticos, mesmo. Pegam os gringos perto de hotéis, ensinam as músicas da torcida, fazem uma festinha de pizza e cerveja e fornecem os ingressos para uma das arquibancadas atrás dos gols – do outro lado da La 12, a hinchada mais famosa do Boca.
Clausura 2012

Começa hoje o Clausura 2012 do futebol argentino. O Boca, campeão do Apertura 2011, estreia contra o Olimpo, na Bombonera. FutPopClube estará lá. Depois conto mais (blog atualizado aqui).
Estádio Centenário

Eis que com 82 anos de atraso cheguei ao estádio da final da primeira Copa do Mundo. O Centenário, orgulhosamente conservado em Montevidéu. Aos poucos, atualizo o blog com a visita ao Museo del Fútbol, que fica dentro do palco da final do Mundial de 1930.
Continuar lendo “Estádio Centenário”
Rolê pelo estádio Luis Franzini | Defensor Sporting Club | Montevidéu, Uruguai
Texto publicado durante a Libertadores 2012

- Publicado em 7 de fevereiro de 2012

Imagine um jogo da Libertadores num estádio pouco maior que o da rua Javari.
O Defensor Sporting Club recebeu na sua “cancha” aqui em Montevideo o sempre perigoso Vélez Sarsfield. E não é que a torcida viola lotou as arquibancadas? Fila pra entrar, e lá dentro, torcedores se espremendo.
Com sua bonita camisa roxa, o Defensor tomou um gol após polêmica marcação do juiz.
No segundo tempo, só deu Vélez. 3 a 0. A torcida visitante cantou o tempo todo. A do Defensor batucou o jogo inteiro e cantou mais quando o jogo estava definido.
Ótima atmosfera.
Fila pra entrar no estádio, que fica ao lado de um parque de diversões.
As arquibancadas do estádio do Defensor, pintadas de roxo.

Gre-Nal

Rolê do FutPopClube num dos últimos Gre-Nais da história do estádio Olímpico, que será trocado pela moderna arena do Grêmio (obras mais adiantadas do que muito estádio da Copa 2014).
Uma bola. 22 jogadores. 74 mortos. Centenas de feridos. A tragédia de Port Said.
Port Said, 1º de fevereiro de 2012. O banho de sangue durante o jogo entre o Al-Masry e o Al-Ahly pelo campeonato egípcio tomou conta do noticiário esportivo e internacional neste meio de semana.
Os relatos assustam: facas e bombas dentro do estádio, jogadores espancados, corpos nos vestiários, torcedores esmagados.
Os números arrepiam ainda mais: 74 mortos, quase mil feridos. Desta vez, não dá para jogar toda a conta da lamentável tragédia na bestial violência de torcidas fanáticas por futebol. Mas num país em convulsão política e social, esses grupos organizados têm um lado, uma escolha partidária.
E como as autoridades fizeram vista grossa, um estádio de futebol infelizmente acaba sendo um cenário fácil para uma batalha de ódio como a que vimos no Egito. Pelo jeito, um ano depois da revolta na praça Tahir, o Egito ainda longe da paz.
Uma dica de leitura que não fala dos conflitos no Egito, mas têm capítulos sobre o envolvimento de torcidas organizadas na política partidária, atuando como milícias: Continuar lendo “Uma bola. 22 jogadores. 74 mortos. Centenas de feridos. A tragédia de Port Said.”
