Campions del Món 2011: Barça, bicampeão mundial

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“Banderín” (flâmula) do Fútbol Club Barcelona, que neste domingo conquistou mais uma copa para sua galeria de títulos (confira rolê do blog pelo Museu do Barça). São treze taças na era Guardiola. Com o 4×0 sobre o Santos do jovem Neymar, campeão da Libertadores, os blaugranas, atuais campeões da Europa e tricampeões da Espanha, levantaram o Mundial de Clubes – o segundo do Barça (que já havia vencido em 2009).
Impactante a maneira avassaladora como o Barça começou a final, com seu costumeiro domínio da posse de bola (nos 90 minutos, 71% ! ), velocidade, contundência e vontade de ganhar o Mundial. Resultado: matou o jogo na primeira etapa. Messi, Xavi e Fàbregas praticamente definiram a partida. 3 a 0 nos primeiros 45 minutos.
Quando o Santos acordou, era tarde.
Messi ainda fez mais um. 4×0.

Parabéns à torcida do Santos, que não deixou de apoiar o time. Deu show em Yokohama. Continuar lendo “Campions del Món 2011: Barça, bicampeão mundial”

Seis anos do tri mundial do tricolor

Publicado em 18 de dezembro de 2011
“Pequena” flâmula do São Paulo Futebol Clube, que neste 18/12/2011 lembra o sexto aniversário do Mundial de Clubes de 2005, conquistado num heroico 1×0 contra o Liverpool de Gerrard e da “armada espanhola” de Rafa Benítez. Magnífica atuação do goleiro artilheiro Rogério Ceni, que no jogo mais importante de sua carreira cheia de recordes fez milagres debaixo das traves. E, como capitão, levantou a taça de campeão do mundo. Para tristeza do inglês Gerrard, cracaço de bola.
Mineiro, camisa 7, entrou para a história do São Paulo, ao marcar o gol do título. Continuar lendo “Seis anos do tri mundial do tricolor”

O dia em que uma “Ferrari” vermelha, branca e preta atropelou o Dream Team

Zetti, Vitor, Adílson, Ronaldão e Ronaldo Luiz; Pintado, Toninho Cerezo (Dinho) e Raí; Cafu, Palhinha e Müller. Torcedor são-paulino, dá saudade de ler a escalação desse time, não dá? Em 13 de dezembro de 1992, o tricolor de Telê Santana, campeão da Libertadores, encarou o Dream Team do Barcelona, campeão europeu.
O Barça era treinado pelo seu polêmico ex-craque, Johan Cruyff. No estádio Nacional de Tóquio, de tantas recordações boas também para flamenguistas e gremistas, o campeão da Europa chegou como favorito. Tinha nomes como o goleiro Zubizarreta, de seleção espanhola, Koeman, Guardiola (o hoje técnico campeão de tudo), a joia dinamarquesa Michael Laudrup e o artilheiro búlgaro Stoichkov.
Que abriu o placar, aos 12 do primeiro tempo.
O camisa 10 do São Paulo, o capitão Raí, aproveitou cruzamento de Müller e fez o gol de empate, até hoje não se sabe bem como nem com que parte do corpo. Vai ser virado pra Lua lá assim em Ribeirão Preto, Morumbi, Paris ou Tóquio, Raí!
A 11 minutos do fim do tempo regulamentar, “olha a falta, o São Paulo vem com jogada ensaiada, olha a chance do tricolor, Raí na batida de falta, capricha garotinho, capricha, rolou pra Cafu, pra Raí pro gol, eee queeee goooolllll”. Raí fez de folha seca o gol do título. E a narração do pai da matéria, Osmar Santos, abre o hino do São Paulo num CD lançado por “Placar”.
Cruyff disse: “se é para ser atropelado, melhor que seja por uma Ferrari”.
Às duas da manhã no horário brasileiro, o São Paulo era campeão mundial pela primeira vez.

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Capa do livro “Fio de Esperança – Biografia de Telê Santana” http://www.ciadoslivros.com.br

Esta taça é tua, Raí. Tua e de Zetti, Vitor, Adílson, Ronaldão, santo Ronaldo Luiz, Pintado, Toninho Cerezo, Dinho, Cafu, Palhinha, Müller, e acima de tudo, de Telê Santana.
Por isso, nada melhor para ilustrar este post do que esta foto do saudoso mestre, com este sorriso campeão, na volta ao Brasil com a taça do mundo, que está na capa do emocionante livro de André Ribeiro, “Fio de Esperança – Biografia de Telê Santana” (agora pela editora Cia dos Livros), altamente recomendado para quem gosta pelo futebol-arte. Continuar lendo “O dia em que uma “Ferrari” vermelha, branca e preta atropelou o Dream Team”