Rolê do Fut Pop Clube pelo Camp Nou e Museu do Barcelona

Atualizado em fevereiro de 2012

Verso de flâmula comemorativa dos 50 anos do Camp Nou, em 2007
Bilheteria na temporada 2009/2010

Aproveito o aniversário do FC Barcelona (112 anos em 2011) para um post sugerido por Domingos D´Angelo, amigo do blog, sobre o estádio Camp Nou. Campo novo, em catalão.
O estádio – desenhado pelos arquitetos Francesc Mitjans Miró e Josep Soteras Mauri, com colaboração de Lorenzo García – para substituir o velho campo de Les Corts, erguido em 1922 e sucessivamente ampliado, mas que ficou pequeno na era Kubala. O novo campo começou a ser construído em 1954 e ficou pronto em 1957. Foi inaugurado em 24 de setembro de 1957, num amistoso entre o Barça e uma seleção de jogadores de Varsóvia. Os donos da casa ganharam por 4 a 2 e o brasileiro Evaristo de Macedo fez um dos gols. A arena era oficialmente chamada de Estadi del FC Barcelona até a temporada 2000/2001 – quando, enfim, o nome mais querido pela torcida foi oficializado. É Camp Nou e pronto, ponto.
A capacidade atual do estádio é de 99.354 pessoas, segundo a página sobre o Camp Nou no site do Barça. Do total de sócios (mais de 173.000), mais de 86 mil são “abonados”, ou seja, contam com carnê para toda a temporada. Comprar ingresso para jogos decisivos não é nada fácil!
O Camp Nou recebeu a abertura da Copa do Mundo de 1982 (veja post sobre o Mundial), a final do futebol nos Jogos Olímpicos de 1992, as finais da Copa?liga dos Campeões da Europa em 89 e 99, da Recopa 72 e 82, Copa de Feiras de 64 e das Copas do Rei de 1963, 70 e 2010 (deu Sevilla). Dentro do post, republico o Rolê do Fut Pop Clube pelo Camp Nou e Museu do Barça, que está dentro do maior estádio europeu.  Continuar lendo “Rolê do Fut Pop Clube pelo Camp Nou e Museu do Barcelona”

Agueeenta coração!

… diria Fiori Gigliotti, saudoso locutor esportivo do rádio paulista.
Ninguém pode reclamar de falta de emoção no nono Brasileirão disputado por pontos corridos.
Não tem uma final.
Tem duas “finais”, simultâneas, isso só falando da última rodada (o que houve em Floripa e no Engenhão, se não foram “finais”?). E da briga pelo título.
Pois a 38ª rodada do Brasileirão 2011, tão lotada de clássicos que dois deles vão ser disputados fora de suas cidades originais, nos reserva:

  • um Derby paulista valendo título, de um lado, e salvar a temporada, do outro, no Pacaembu
  • um Clássico dos Milhões no Engenhão que vale título para o lado cruzmaltino e vaga na Libertadores para os rubro-negros
  • um AtleTiba de arrepiar na Arena da Baixada, onde está em disputa uma vaga na Libertadores e a fuga do rebaixamento
  • um GreNal no Beira-Rio que pode valer vaga na Libertadores para os colorados
  • um Avaí x Figueirense na Ressacada em que os visitantes tentam a Libertadores
  • um San-São esvaziado  em Mogi Mirim, em que o tricolor joga suas derradeiras chances de Libertadores
  • um Clássico Vovô em Volta Redonda, onde o Fogão também joga suas últimas fichas para tentar a principal Copa do continente, e o tricolor entrar direto na fase de grupos da cobiçada taça
  • e por último, mas não menos importante, um Cruzeiro x Atlético de arrepiar em Sete Lagoas, onde o Galo já salvo, pode rebaixar o arquirrival Continuar lendo “Agueeenta coração!”

Rossoneri 2 x 3 Blaugranas



A Champions League é um espetáculo. A musiquinha, os estádios cheios, o show das torcidas, as rivalidades, as estrelas, os grandes jogos, quase sempre muito disputados. Pois agora até no Brasil a Liga dos Campeões é um evento.

No cinema do shopping paulistano, vi espectadores-torcedores com camisas rossoneri do Milan. E torcedores-espectadores com a não menos tradicional camisa blaugrana do Barça. Pude acompanhar a transmissão em 3D do jogaço desta tarde, que valeu ao Barcelona o primeiro lugar do grupo. Sim, pênalti pra lá de duvidoso, mas encanta a bola de pé em pé do Barça, o avanço do ataque como uma tsunami. O Milan também jogou muito bem. Quanto ao 3D,  Continuar lendo “Rossoneri 2 x 3 Blaugranas”

30 anos da Libertadores rubro-negra

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Há 30 anos, o Flamengo batia o Cobreloa e conquistava a Libertadores. Nos 21 dias seguintes, mais duas grandes conquistas: o estadual do Rio e o Mundial de Clubes em Tóquio, com um chocolate sobre o Liverpool.
Já falamos aqui dos livros do Dudu Monsanto e da dupla André Rocha e Mauro Beting.
A ola de volumes sobre esse timaço não para por aí. Maurício Neves de Jesus está lançando “1981 – O Prineiro Ano do Resto de Nossas Vidas” pela editora Livros de Futebol.com. É em forma de diário. Com fichas dos jogos e transcrições das narrações de gols. Parece bem legal o formato. A conferir.

Leitura recomendada

Sabe quando você separa um artigo de jornal para ler depois, com calma? Volto ao caderno de esportes do “Estadão” de quarta-feira, 16 de novembro. Guardei a coluna do jornalista Antero Greco para ler mais tarde e valeu muito a pena. É uma educadíssima  resposta a uma crônica (brilhante, como sempre) do cineasta Ugo Giorgetti, diretor dos deliciosos filmes Boleiros, I e II, que fez uma proposta provocadora: por que não mudar de time, já que a gente muda tanto na vida? Ugo Giorgetti levantou a bola e Antero Greco cortou. Antero – que me parece ser um dos mais sensatos e educados cronistas esportivos, sem perder o bom humor, pelo que acompanho há anos na ESPN Brasil – responde que não, e argumenta porque não devemos mudar de time, independentemente se ele está bem ou não, se ganha sempre ou está há anos na fila (leia aqui a crônica de Antero e aqui a do “boleiro” Giorgetti).

Tem muito a ver com as cenas que a gente vê num fim de semana de futebol. Torcedores da Ponte e do Náutico vibrando e se emocionando – rodadas depois dos leões rubro-verdes da Lusa – não com um título, mas com a volta de seus times de coração à elite do futebol brasileiro (tema do post anterior). Tem a ver com o que vi agora há pouco: a torcida do Figueirense cantando e aplaudindo o time, depois de levar uma goleada do Fluminense. É o que motiva a jovem e grená torcida do Juventus da Mooca, há tempos longe da primeira divisão estadual, mas que mobiliza centenas para os jogos como esse que eu vi,na rua Javari, pela Copa Paulista (infelizmente, o Juve foi eliminado em fase posterior). Torcedor que é torcedor compreende tudo isso perfeitamente. Continuar lendo “Leitura recomendada”