Vai começar o Brasileirão 2013, o oitavo campeonato nacional mais valioso do mundo.

Vai começar o Brasileirão 2013, o oitavo campeonato nacional mais valioso do mundo.

Publicado em 23 de maio de 2013

Arte  LAIS SOBRAL especial para @FutPopClube http://www.flickr.com/photos/lais-sobral/
Arte LAIS SOBRAL especial para @FutPopClube : http://www.flickr.com/photos/lais-sobral/

935 milhões de euiros. A soma do valor de mercado dos jogadores dos 20 clubes da Série A deixa o Brasileirão 2013 atrás das ligas da Rússia e da Turquia, além das badaladas Premier League inglesa (a mais valiosa: 2 bilhões e 944 milhões de euros), da liga espanhola, da série A italiana, da Bundesliga e da Ligue 1 francesa, segundo relatório divulgado esta semana pela Pluri Consultoria. E esse valor de mercado pode diminuir ainda mais com possível venda de jogadores como Neymar, Leandro Damião, Paulinho, talvez Bernard, Ralf ou mesmo Oswaldo, que (por enquanto) aparecem no ranking dos 25 jogadores mais valiosos do Brasileirão 2013, também divulgado pela Pluri Consultoria. Confira dentro do post um Top 10 dos craques do Brasileirão, segundo essa pesquisa, que considera 77 critérios em 18 itens, como idade, qualidade técnica e encantamento, capacidade de definir partidas, experiência, conquistas, convocações, capacidade de retorno de marketing e potencial de valorização.
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São Paulo de vermelho nas quartas do Paulistão (2013)

Atualizado em 29 de abril de 2013482594_369949116459787_826998589_n

“Gosto é gosto” etc… Mas eu particularmente achei uma aberração o uniforme 3 do São Paulo, usado na partida de quartas de final do Campeonato Paulista. Até o escudo manchado de vermelho… Pouca visibilidade para a marca do patrocinador (que deve ter “adorado”) e para os números dos jogadores (os locutores de rádio e TV também devem ter “achado o máximo”)…

FOTO Wander Roberto/VIPCOMM 28/04/2013
FOTO Wander Roberto/VIPCOMM 28/04/2013

Muito mais legal foi a camisa feita pela própria Penalty no final de 2002, que comemorava os 10 anos do bi mundial de clubes (lembrada pelo tricolor Luciano Dias). Ela nunca foi usada em jogos. Era destinada apenas ao torcedor.

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Arte: Paulo Pinto | Publishouse | SaoPauloFC.net | https://www.facebook.com/saopaulofc

O São Paulo e sua fornecedora de material esportivo (a Penalty) decidiram lançar uma camisa vermelha na partida deste domingo contra o Penapolense, pelas quartas de final do Paulistão 2013. Por enquanto, clube e empresa fazem segredo sobre o uniforme que será usado em campo só nesse jogo.

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O Morumbi, todo vermelho.

O objetivo da campanha #VermelhoACorDaRaça, lançada pelo tricolor nas redes sociais, é marcar a presença da cor vermelha… colorada, encarnada… nas cadeiras de todos os setores do Morumbi. E claro, vender camisas… Só me pergunto se os uniformes já não deveriam estar nas lojas… e se um jogo de mata-mata – ou melhor, só mata-  é a ocasião ideal para uma ação desse tipo.
Outra camisa que já poderia estar nas lojas é a azul que o goleiro Rogério Ceni usou, na vitória por 2×0 contra o Atlético Mineiro e que valeu a dramática e suada classificação tricolor para o mata-mata dessa violenta Libertadores. A camisa é linda, diferente mesmo, e o exemplar abaixo está exposto na loja da Penalty no Morumbi.

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“Friedenreich – A Saga de Um Craque nos Primeiros Tempos do Futebol Brasileiro”

(Casa Maior Editorial)
(Casa Maior Editorial)

Para contar a história de um craque de prenome Arthur que não o Zico, mas o neto dos alemães Guilherme Friedenreich e Guilhermina Schroder, filho de Oscar Friedenreich e da mulata Mathilde, o jornalista Luiz Carlos Duarte volta à São Paulo de bondes e maioria de estrangeiros, embora a casa dos Friedenreich em São Paulo tivesse mais catarinenses e paulistas que alemães. Esse Arthur, o Friedenreich ou simplesmente Fried foi o primeiro grande ídolo de massas do nosso futebol.
Em 1914, participou do primeiro jogo da Seleção, contra o Exeter City, no histórico estádios das Laranjeiras. No mesmo ano, com a camisa então branca do Brasil, foi à Argentina e trouxe a primeira taça internacional do futebol penta, a Copa Roca. Em 1919, nas mesmas Laranjeiras, uma conquista ainda maior: o nosso primeiro Sul-Americano. Gol de Fried, na segunda prorrogação contra o Uruguai. Esse gol -que valeu até música, o clássico chorinho “1×0” – merece até desenho no livro de Luiz Carlos Duarte. E está numa lista de 595 gols e 605 jogos, citados um por um, num dos extras do livro “Friedenreich – A Saga de um Craque nos Primeiros Tempos do Futebol Brasileiro” (Casa Maior Editorial). Bela radiografia do começo do futebol em São Paulo e no Brasil.
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Vai começar o Paulistão…

Atualizado em 22 de abril
Aleluia! Finalmente, depois de 3 meses de (pouco) futebol, vai começar o Campeonato Paulista... Não dá mais… não dá mais para aguentar 19 rodadas para definir apenas em que lugar os grandes vão ficar e quais serão os outros quatro clubes que vão brigar para tentar aprontar uma surpresa. 19 rodadas… Agora, um tropeço e adeus.. Péssimo esse regulamento. Eis os confrontos do mata-mata, perdão, do mata, só, já que as quartas de final são em partidas únicas, com mando do clube de melhor campanha.

  1. São Paulo x Penapolense – Morumbi – domingo, 18h30
  2. Ponte Preta x Corinthians – Campinas – domingo, 16h
  3. Mogi Mirim x Botafogo de Ribeirão Preto – em Mogi – sábado, 18h30
  4. Santos x Palmeiras – Vila Belmiro – sábado, 16h15  Continuar lendo “Vai começar o Paulistão…”

“Sí, se puede!”, versão são-paulina.

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Vi no Futebol Marketing que o São Paulo lançou uma campanha de marketing que ajudará a lotar o Morumbi (até terça-feira, mais de 40 mil ingressos vendidos) no jogo contra o Atlético de Ronaldinho Gaúcho – partida de vida ou morte para o atual campeão da Copa Sul-Americana na Libertadores 2013. Continuar lendo ““Sí, se puede!”, versão são-paulina.”

Muricy 4.0

Arte: LAIS SOBRAL
Arte: LAIS SOBRAL para o @FutPopClube

Muricy Ramalho completa em 2013 quarenta anos de “isso aqui é trabalho, meu filho”, digo, de futebol profissional. Foi em 1973 que o jovem meia cabeludo e rebelde revelado pelo futebol social do São Paulo Futebol Clube estreou no time de cima do tricolor paulista – mais exatamente em 21 de agosto de 1973, num amistoso contra o União Bandeirante, no interior do Paraná, informa Michael Serra, do arquivo histórico do São Paulo e do site SPFCpédia.
Muricy foi campeão paulista de 1975 na belíssima campanha comandada pelo técnico José Poy. Estava no elenco campeão brasileiro de 1977, mas às voltas com contusões, não era titular de Minelli (grande e assumida influência na futura função). Acabou indo pro México, onde foi campeão e ídolo vestindo a camisa do Puebla. Lá mesmo começou a carreira de técnico… De volta ao São Paulo, trabalhou com o mestre Telê Santana treinando o chamado expressinho – campeão da Copa Conmebol 1994. O resto é história.

É o Muricy camisa 8 dos anos 70, cabeludo, que andava de macacão e tamanco (para desapontamento do querido durão José Poy), amigão de Serginho Chulapa, fã do som de Rita Lee e seu Tutti Frutti, o homenageado desta arte – a primeira colaboração para o Fut Pop Clube da artista plástica Lais SobralContinuar lendo “Muricy 4.0”

Um filme sobre a Copa Sul-Americana tricolor para a internet: #ElCampeónVolvió.


O São Paulo lançou na internet, via canal do clube no You Tube, um documentário sobre o título da Sul-Americana 2012, de final polêmica. #ElCampeónVolvió, produzido pela Guru Filmes, traz os melhores momentos e todos os gols da campanha invicta, desde o tento de falta de Rogério Ceni contra o Bahia, em Pituaçu. Há cenas de bastidores, com direito a muitas preleções da comissão técnica, de Rogério e até de Lucas – o furacão da Copa Sul-Americana. Como filme oficial, logicamente não questiona o que aconteceu nos vestiários do Morumbi na final contra o Tigre. “Vamos jogar futebol”, disse Ney Franco antes do jogo decisivo. Não era bem isso que o clube argentino queria, como ficou demonstrado no primeiro e único tempo da final. Destaque para as partidas contra a Universidad de Chile, a festa da torcida que lotou o Morumbi em dezembro e o brilho de Lucas, em sua despedida do país – quase tudo ao som de uma versão estilizada e soturna de “Seven Nation Army”, o rock das torcidas – a versão tricolor foi a trilha sonora da conquista.  Até os jogadores aprenderam a letra (“Sou, sou tricolor…”) Continuar lendo “Um filme sobre a Copa Sul-Americana tricolor para a internet: #ElCampeónVolvió.”

Uma revista eletrônica feita por e para são-paulinos: TMQ (Tricolor + Querido).

  • Revista TMQ é feita para são-paulinos – por são-paulinos.
  • O projeto Tricolor + Querido começou como um blog, fundado poucos anos atrás por então estudantes de Jornalismo.
  • Agora, saiu o nº 1 da revista eletrônica para iPad, que também pode ser baixada em PDF e lida em qualquer computador. 
  • O pessoal promete uma edição nova na primeira segunda-feira de cada mês. Eis a capa de estreia.
www.tricolormaisquerido.com.br/tmq/
http://www.tricolormaisquerido.com.br/tmq/

Como a capa indica, o grande tema da Revista TMQ nº 1 é a obsessão pela Copa Libertadores, que o tricolor volta a disputar – ou como diz o slogan são-paulino “a Copa é que volta a ser disputada”. Há uma entrevista com Palhinha, artilheiro da Libertadores 1992 /  anti-herói (pra boa parte da torcida) da decisão por pênaltis em 1994; uma das memórias de torcedor é da final de 1974, perdida para o Independiente no 3º jogo (confesso que nunca tinha visto a foto de Waldir Peres com a cabeça enfaixada). Tem um perfil de Lucas (o “garoto vermelho, preto e branco” do título de capa, o furacão da Copa Sul-Americana – não tinha me tocado que Rogério Ceni marcou de falta contra o Bahia o primeiro gol da campanha campeã. E mais: textos sobre Pedro Rocha, Gustavo Matosas (outro uruguaio) e colunas que devem ser fixas sobre os shows realizados no Morumbi e livros sobre o São Paulo.  Continuar lendo “Uma revista eletrônica feita por e para são-paulinos: TMQ (Tricolor + Querido).”

Sampa foot city

WorldStadiums.com

O feriadão que começou com o aniversário da capital paulista é um bom motivo para dar um rolê pelos “cartões postais” do futebol em Sampa.
A começar pelo querido estádio do Pacaembu, setentão que recebeu as últimas duas finais da Libertadores. No Pacaembu, está o bem montado Museu do Futebol, com exposições fixas e temporárias.

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Só fique ligado na agenda do Museu e na tabela dos jogos. Neste domingo, tem Palmeiras x Penapolense.

No maior estádio da cidade, o Morumbi, sábado tem time reserva do São Paulo, com Ganso e Aloísio, contra o Atlético Sorocaba. No domingo, quem ainda não conhece o Memorial do São Paulo pode fazer o Morumbi Tour.

Antes, na manhã de sábado, tem jogo no estádio da rua Comendador Sousa: o Audax (ex-PAEC) tem mandados suas partidas no estádio Nicolau Alayon, do Nacional AC, e às 10h recebe o Rio Claro, pela série A2, a segundona paulista. Acesso principal pela Marquês de São Vicente, bem em frente aos CTs do Palmeiras e do São Paulo.

No domingo também cedinho, a Portuguesa tenta se recuperar do tropeço na estreia: às 10h, enfrenta o Santo André no Canindé.

Não dá para falar em Sampa Foot City sem citar o histórico Rodolfo Crespi, o estádio do Juventus, na rua Javari. O Juve também começou mal a segundona e só volta a atuar em casa na 4ª rodada, no comecinho de março.

Quanto às novas e modernas arenas do Corinthians e do Palmeiras, por enquanto, só espiando as obras. Continuar lendo “Sampa foot city”

“Bola no barbante” e um CD inteiro sobre o São Paulo

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Ê São Paulo! Ê São Paulo! O mais querido da terra bandeirante.
Ê São Paulo! Ê São Paulo! Com o tricolor é bola no barbante.
Entramos em campo confiantes. Nossa defesa joga com valor.
Vão pra frente os avantes. Aumentar o placar do tricolor
Grita a torcida delirante. Com o tricolor é BOLA NO BARBANTE (Oswaldo Molles / Sylvio Mazzuca)

25 de janeiro – aniversário da cidade de São Paulo – é também a data magna do tricolor paulista. Nesse dia, em 1930, boleiros insatisfeitos com o fim do futebol no Club Athletico Paulistano (alvirrubro) e na AA das Palmeiras (alvinegra) fundaram o primeiro São Paulo Futebol Clube, campeão paulista já em 1931. O clube ficou conhecido como  São Paulo da Floresta por causa do estádio que herdou da AA das Palmeiras – a Chácara da Floresta, Zona Norte, que chegou a ser o maior estádio da cidade. O time tinha escudo e uniforme iguais aos do tricolor de hoje (fundado em dezembro de 1935), que se considera “preservador das glórias e tradições do São Paulo Futebol Clube, da Floresta”.

Parte da curta história do São Paulo da Floresta e do tricolor renascido em 1935 está num disco lançado em 2009, de olho nos filhos, sobrinhos e netos dos são-paulinos: o CD ‘Coração de 5 Pontas’. O músico Hélio Ziskind (autor da trilha do Cocoricó, entre outros programas infantis) compôs e gravou o disco, idealizado por Rui Branquinho, desde o final de 2012 o diretor de marketing do São Paulo. É como um disco conceitual, que conta uma história, que lida com bom humor tempos de crise financeira e jejum (“de faquir”), e atinge seus melhores momentos nos refrões e nas recriações de canções, como essa que abre o texto, “Bola no Barbante”, popular na torcida tricolor nos anos 40 (!) e duas versões do hino oficial do São Paulo.
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