A ‘amarelinha’ do Arsenal

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Hoje o Arsenal apresentou o seu uniforme nº2. Ou melhor, reapresentou. Já que volta e meia o amarelo é adotado no away kit dos gunners da zona norte de Londres. Como explica o novo livro de Rodolfo Rodrigues e Maurício Rito, o Arsenal usou amarelo na final da Copa da Inglaterra (FA Cup) de 1950 e se deu bem: 2×0 sobre o Liverpool, que jogou de vermelho.

A jovem guarda dos gunners, como Walcott e Wilshere, participou do lançamento, diante de um banner gigante no belo Emirates Stadium. Por enquanto, o kit #2 do Arsenal está em pré-venda na loja virtual do clube.
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Roberto Mancini agradece à torcida do Manchester City

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MEN : http://www.manchestereveningnews.co.uk/

Via Sportblog, do ótimo Guardian. O técnico italiano Roberto Mancini, demitido do Manchester City – Madchester?-, mandou publicar um anúncio de página inteira no jornal Manchester Evening News para agradecer aos torcedores citizens.

3 anos inesquecíveis. Vocês estarão sempre no meu coração. Tchau.

Debaixo da foto de Mancini, as 3 copas: a tradicional FA Cup 2010-11, a Community Shield (Supercopa da Inglaterra – a que tem forma de salva) 2012 e a tão desejada Premier League 2011-2012. Continuar lendo “Roberto Mancini agradece à torcida do Manchester City”

David Beckham, fut pop superstar!

Homenagem do Fut Pop Clube ao fut pop superstar inglês David Beckham, que está pendurando as chuteiras. Red Devil de família, depois de passar por Brimsdown Rovers de Londres e divisões de base do Tottenham Hotspur, Becks  assinou contrato com o time de coração. Estreou com 17 anos, em 23 de setembro de 1992, numa partida da copa da liga inglesa. Brighton 1×1 Manchester United. Em dois períodos, antes e depois de um empréstimo ao Preston North End, o camisa 7 foi titular do Man United 356 vezes, entrou outras 38 e marcou 85 gols, segundo o estupendo site Stretford End. O resto é história: seleção inglesa, o Real Madrid mais galático, o Los Angeles Galaxy, o Milan e o PSG, onde ganhou o último título da carreira.

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A era Alex Ferguson

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19 de maio de 2013. Última rodada da Premier League 2012/13. O Manchester United – campeão antecipado – visitará o West Bromwich Albion. Será a última partida oficial de Alex Ferguson como técnico dos Red Devils. Ele decidiu se aposentar.

Pensei muito nessa decisão e não foi nada fácil. É a hora certa (de parar).

Sai por cima. Quando Sir Alex assumiu, em 1986, o Brasil não era nem tetracampeão do mundo e Messi não tinha nascido. E o Liverpool era o maior campeão inglês. 16 x 7 contra o ManUtd. Com Ferguson, o United virou: 20×18.
Dá para imaginar um técnico  comandar um time brasileiro por 27 anos?
O site Stretford End mostra as estatísticas do “manager”. Até 8 de maio, foram 1.498 jogos, 894 vitórias, 337 empates. 267 derrotas.
Títulos? “Apenas” 38.
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Conta outra: Manchester United, campeão inglês.

Coleção @FutPopClube
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Pennant (flâmula) do Manchester United, campeão inglês com 4 rodadas de antecipação, ao derrotar o Aston Villa por 3×0 (hat-trick de Van Persie, artilheiro do campeonato com 24 tentos até agora).
Os Red Devils, comandados por Sir Alex Ferguson, ampliam a vantagem sobre os Reds do Liverpool em número de ligas inglesas: 20 x 18.
Quando Ferguson assumiu o Man Utd, em 1986, o clube tinha 7 títulos nacionais. Ou seja, o “manager” faturou 13 campeonatos da liga inglesa – a sensacional Premier League.

Nova foto de capa do Facebook oficial do Manchester United: http://www.facebook.com/manchesterunited
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Kasabian: Britpop FC

Fut Pop Clube + Coluna de Música

45Sábado ou domingo de rodada do campeonato inglês (a Premier League) é dia de ouvir Kasabian. Como blogou o comentarista Mauro Cesar Pereira, da ESPN, o tema de abertura das transmissões e também dos intervalos da milionária liga inglesa é um som dessa bandaça de Leicester, “Fire”, do álbum “West Ryder Pauper Lunatic Asylum” (infelizmente para colecionadores como eu, o CD “físico” não está em catálogo no Brasil, mas hoje em dia é fácil ouvir na rede…). Confira uma versão ao vivo da chapante “Fire”, melô da Premier League bolada pelos britpopers do Kasabian.

Eu me interessei pelo Kasabian de prima, graças ao pique de “Club Foot”, golaço de 2004 do primeiro disco da banda. Música que está na trilha sonora de filmes e games, como o Fifa 13 e o “rival”, PES 5.


Desde o começo, aliás, o Kasabian tabelou com a indústria de jogos eletrônicos. Exemplo: está no Fifa 12 o arrasa-quarteirão”Switchblade Smiles“que liquidifica rock + eletrônica; guitarras, teclados e um baixão à la Peter Hook.

No ano passado, uma ação de marketing reuniu outra música do álbum “Velociraptor!“, a mais suingada “Re-Wired”, uma plataforma de games e um fabricante de material esportivo. Era o Kasabian Football Gaming, em que o vocalista Tom Meighan enfrentou um jogador de futebol (Darren Bent) num game meio eletrônico, meio futebol-bola, mesmo, como diria um amigo. E advinha quem venceu? “Re-Wired” tem toda cara de trilha de game, mesmo. Confira uma versão ao vivo.

O Meighan é carismático e tal, mas o capitão do time é sem dúvida o Sergio Pizzorno. Toca guitarra, teclados, compõe, se arrisca nos vocais, bate o escanteio, corre para cabecear na área – e ainda faz um golaço numa partida beneficente, como mostrou o Mauro Cesar Pereira.
Vale o clique:

Texto do Mauro Cesar Pereira que inspirou este post, cheio de vídeos maneiros, como vinhetas de abertura da liga inglesa (a atual e uma retrô, de 1970!), sons do Kasabian ao vivo e o golaço de Sergio Pizzorno no Soccer Aid. Continuar lendo “Kasabian: Britpop FC”

Uma noite no Emirates Stadium, do Arsenal FC.

Publicado em janeiro de 2013, seção Bola na Tela

Fiquei sabendo de um curta-metragem sobre o atual estádio do Arsenal num post sobre novas arenas esportivas, no The Shin Guardian, site dedicado ao “soccer”, ou seja, aos times e a seleção de futebol dos Estados Unidos. O documentário “A Night at the Emirates” tem cerca de 5 minutos e foi dirigido por Rohan Blair-Mangat, um jovem diretor de comerciais. Curta o doc, abaixo.


Rohan Blair-Mangat filmou “A Night at the Emirates”, em fevereiro de 2010, numa noite de Arsenal x Liverpool. Em sua página no You Tube, o diretor (torcedor do Arsenal) explica que  a inspiração veio do longa-metragem “Zidane – Um Retrato do Século XXI”, que o blog Fut Pop Clube curtiu numa projeção em duas telas, numa mostra de cinema, no MIS, o Museu da Imagem e do Som paulistano, em 2009. Tomara que “A Night at the Emirates” também passe em algum festival no Brasil – tenho certeza que vale a pena ver numa sala de cinema. Continuar lendo “Uma noite no Emirates Stadium, do Arsenal FC.”

A lista dos 100 clubes com maior média de público no mundo (2011) só tem três brasileiros.

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O Borussia Dortmund teve a maior média de público do planeta bola na última temporada completa. 80.552 torcedores, quase 100% de ocupação do Signal Iduna Park (o Westfalenstadion). O bicampeão alemão lidera o ranking dos 100 clubes com maior média de público do mundo em 2011, divulgada pela Pluri Consultoria, com imediata repercussão nos sites de jornais e blogs esportivos. A lista considera os principais campeonatos nacionais.

Apenas 3 clubes brasileiros aparecem no Top 100:

  • o Santa Cruz, 39ª maior média, com 36.900 torcedores por jogo no Arrudão, durante temporada 2011 da série D do Brasileirão.
  • o Corinthians, 65º do ranking, com 29.400 fiéis por jogo no Pacaembu (série A doBrasileirão 2011)
  • e o Bahia, 100º do ranking, com média de 22.700 tricolores em Pituaçu (série A do Brasileirão 2011)

Abaixo, os 10 clubes mandantes com maiores médias em 2011 (9 europeus e o popular América do México):

  1. Borussia Dortmund, 80.552 espectadores/jogo
  2.  Manchester United, 75.387
  3. Barcelona, 74.582
  4. Real Madrid, 72.316
  5. Bayern Munique, 69.053
  6. Schalke 04, 61.218
  7. Arsenal, 60.000
  8. Stuttgart, 54.359
  9. Club América, 53.570 – média alta, mas apenas 51% de ocupação do imenso estádio Azteca
  10. Hertha Berlin, 53.449

Então, no top 10, temos 5 clubes alemães, 2 ingleses, os dois gigantes da liga espanhola e o América do México. Na lista das 100 maiores médias da Pluri, aparecem 22 clubes alemães, 20 ingleses, 12 espanhóis, 10 mexicanos, seis italianos, cinco holandeses, quatro chineses, três franceses, três portugueses, os três brasileiros, dois escoceses, dois ucranianos, dois americanos, dois japoneses, dois belgas, um canadense e um suíço.

Dentro do post, o top 10 dos clubes do mundo com maior taxa de ocupação dos estádios onde mandam os jogos.
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O Brasileirão fica fora do Top 10 dos campeonatos de maior público no mundo.


O campeonato é bom. Nas rodadas sem clássicos de tradicional rivalidade estadual, o telespectador com acesso ao pay per view tem até dificuldade para escolher que confronto interestadual vai ver. Hoje por exemplo: Flu 2×2 Grêmio, Bahia 0x1 Palmeiras, Inter 2×3 Figueira ou Coritiba 2×1 Náutico? Santos 2×2 Atlético ou Cruzeiro 2×0 Corinthians ou ainda Portuguesa 0x0 Flamengo? Quando a briga não é pelo título ou por vaga na “Liberta”, é para fugir do rebaixamento.

No entanto, o Brasileirão não passa do 13º lugar no ranking dos 20 campeonatos nacionais com maior média de público do mundo, divulgado esta semana pela Pluri Consultoria. Segundo o relatório, que levou em conta a última temporada completa das principais ligas nacionais do planeta bola, a Bundesliga lidera o ranking, com um público total de 13.795.286 torcedores. Média de público por jogo estrondosa: 45.083. Taxa de ocupação dos estádios na primeira divisão alemã alcança acachapantes 93%, superados apenas pela Premier League inglesa (97%).

A Allianz Arena está sempre toda lotada nos jogos do Bayern de Munique
A Allianz Arena está sempre toda lotada nos jogos do Bayern de Munique…
Mas os ingressos que não vão ser usados são recolocados à venda…
… é a chance de ver um jogo do Bayern em casa, na Bundesliga

Segundo o ranking da Pluri Consultoria, os cinco campeonatos com maior público são:

  1. Campeonato Alemão
  2. Campeonato Inglês
  3. Campeonato Espanhol
  4. Campeonato Mexicano
  5. Campeonato Italiano, que caiu bem nas últimas décadas (apenas 51% de ocupação dos estádios)

A Major League Soccer americana, o futebol holandês, o campeonato francês e até as segundonas inglesa e alemã (ambas muito bem organizadas), o campeonato chinês (país mais populoso do planeta, é bom lembrar) e a liga japonesa levam mais gente aos estádios do que o Brasileirão, que em 2011 teve média de 14.897 torcedores por jogo (44% dos lugares nos estádios foram ocupados).

O excelente blog Futebol de Campo citou um dado da mesma Pluri: 7 milhões de ingressos encalharam no Brasileirão 2011 (menos 200 milhões de reais nos cofres dos clubes).

A saída não é mudar a fórmula, claro que não. Deixo claro que sou “pontoscorridos.com.br”, no caso do campeonato mais longo. Mata-mata? Já temos: a Copa do Brasil. A saída é oferecer mais conforto ao torcedor, promover muito mais o espetáculo (que é bom), como os programas tipo sócio-torcedor e acima de tudo, ter um calendário mais racional.

Acredito que a partir da (re)inauguração de estádios populares como Maracanã e Mineirão, que ficarão muito mais modernos, e a entrega das novas arenas do Grêmio e do Corinthians, essa média do Brasileirão vai subir e muito. Mas é preciso se preparar para fazer com que o torcedor vá e volte, sempre. Que os estádios continuem a receber grandes públicos depois que passar o cheiro de novo das cadeiras.

Mas será que o Brasil é mesmo o país do futebol?

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