

O administrador de empresas Paulo Gini, um dos autores do ilustradíssimo livro A História das Camisas dos 12 Maiores Times do Brasil, montou uma seleção brasileira a partir de 11 raridades de sua coleção. Eis uma das camisas usadas por Pelé em seus 3 anos de contrato com o Cosmos (leia texto abaixo). Clássica! E o Paulo ainda tem a camisa usada na despedida do Rei, em outubro de 1977. Amistoso entre Cosmos x Santos, no Giants. Pelé atuou metade do tempo em cada um dos times de sua vida. Vitória dos galáticos de NY por 2×1. Pelé marcou um. Para o Cosmos.
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Camisa do Santos na década de 60 e uniformes de outros 11 grandes times escolhidos pelo Paulo Gini.
Uma dica de filme em DVD. O Mundo A Seus Pés conta a a Extraordinária História do New York Cosmos – o time de soccer, digo, futebol, da Warner Communications, criado graças à insistência dos fundadores da gravadora Atlantic Records, irmãos Ertegün. É um documentário que conta as origens do time que disputava a North American Soccer League, antes da era Pelé, os recordes seguidos de recordes quando o Rei jogou por lá, e a decadência da liga. Com direito a muita roupa suja lavada em público. Antes dos Florenteam do Real Madrid, o NY Cosmos foi uma galáxia de celebridades da bola. Continuar lendo “Pelé e o Cosmos”

Por pouco mais de 15 milhões de reais, o jogador de 24 anos troca a Toca da Raposa pelo Lokomotiv de Moscou. O Cruzeiro fica com apenas um terço da bolada. Das duas uma. Ou o Wagner não se adapta e em 6 meses volta, ou o jovem campeão mineiro em 2006, 08 e 09 arrebenta na Rússia e vai para um time da Europa Ocidental, o que acho mais provável – com esses 15 milhões de reais multiplicados algumas vezes.
é que eu e milhares de roqueiros pisamos num gramado onde Pelé jogou, na sua primeira temporada no Cosmos: o velho Downing Stadium, hoje Icahn Stadium, na Randall´s Island, ilha ao lado de Manhattan. Só me toquei disso ao assistir ao documentário O Mundo a Seus Pés – A Extraordinária História do New York Cosmos. Chegou a ser lançado em DVD pela 
“Crepúsculo de jogo, torcida brasileira… atirou, entroouuu… Ee queee gooooll!” Há meses, fiz um
Hoje faz 51 anos que a Seleção acabou com aquele lance de “complexo de vira-lata” e levantou pela primeira vez a Copa do Mundo. 29 de junho de 1958, estádio Rasunda. Liedholm abriu o placar para a Suécia, mas o Brasil virou com gols de Vavá, Vavá de novo, Pelé, Zagallo – Simonsson diminuiu – e Pelé definiu. Brasil 5×2. Volta olímpica. O capitão Bellini ergueu a Jules Rimet e criou marca registrada. A final, o Mundial, os craques da seleção já mereceram e vão continuar merecendo muitas homenagens em livros, músicas, filmes etc. LEIA SOBRE ISSO AQUI> 
