100 anos de Botafogo x Flamengo. 100 anos do estádio de General Severiano.

Imagem: http://www.flickr.com/photos/botafogooficial/
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Primeiro escudo (não-oficial) do Botafogo. FONTE: http://www.bfr.com.br/oclube/simbolos.asp

13 de maio de 1913. Botafogo 1×0 Flamengo. Gol de Mimi Sodré. A primeira partida do campeonato carioca de 1913 foi a primeira do estádio de General Severiano e também o primeiro clássico entre Bota e Fla. O site oficial do Fogão destacou o centenário do clássico e do campo alvinegro, que deixou de ser usado como estádio com a venda para a Vale do Rio Doce, em 1976. O site reproduz também uma sensacional crônica de Mauro Beting, publicada no “Lance!” O Glorioso voltou à sede General Severiano em 1994. Desde 2004, ela abriga o Centro de Treinamento João Saldanha. Tem sala de troféus, loja oficial e complexo social e esportivo. Continuar lendo “100 anos de Botafogo x Flamengo. 100 anos do estádio de General Severiano.”

Um rock pauleira para Seedorf e Botafogo, campeões do Rio em 2013.

Cortesia da Cláudia Alves
Cortesia: Cláudia Alves

Dica do blog Rock´n´Roll Hell. A banda carioca de metal pesado Dorsal Atlântica aproveitou um ensaio durante as gravações do último CD, em 2012, para fazer uma homenagem ao ídolo Seedorf e ao Botafogo. O vídeo do “heavy metal do Seedorf”, com áudio da própria câmera, só foi publicado agora que o Glorioso conquistou o título estadual do Rio em 2013. Para alegria de Carlos Lopes, voz e guitarra da Dorsal Atlântica, autor da música e botafoguense desde criancinha. Desses torcedores que vão a General Severiano esperar o time campeão voltar de Volta Redonda.
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Alvinegros

Alvinegros
Cortesia da Cláudia Alves
Cortesia da Cláudia Alves

Fim de semana alvinegro nas semifinais do Paulistão, na Série A italiana e … no futebol carioca. O Botafogo venceu o Fluminense por 1×0 (Rafael Marques), conquistou a Taça Rio (segundo turno) e o Estadual do Rio 2013, porque tinha faturado a Taça Guanabara. A decisão foi em Volta Redonda, fato inédito em 112 anos de futebol carioca. O grande destaque deste merecido 20º título estadual do Fogão foi o holandês Clarence Seedorf, 37 anos e muita bola ainda pra gastar. O “Nick Fury” na arte dos super-heróis Alvinegros, segundo a arte do departamento de marketing do glorioso.

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Os super-heróis Alvinegros (?): Bolívar/Hulk, Lodeiro/Arqueiro Gavião, Fellype Gabriel/Homem de Ferro, Seedorf/Nick Fury, Jefferson/Capitão América, Dória/Thor. Botafogo.com.br

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Guerreiro

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11 de dezembro de 1983. Fla-Flu decisivo do campeonato carioca. O empate era tudo o que o rubro-negro precisava para eliminar o tricolor no triangular final que também teve o Bangu. Mas aos 45 do segundo tempo, o guerreiro Assis entra pela direita e tira do goleiro Raul. Aquele Fluminense de guerreiros acabaria sendo tricampeão estadual. 1983, 84, 85. E campeão brasileiro em 1984.

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O Fluminense apresentou na terça-feira sua nova camisa nº 2, inspirada no uniforme branco de 1983, usado por Assis no gol que acabou sendo o do título. O “carrasco” Assis, o paraguaio Romerito, craques do atual elenco, dirigentes e torcedores participaram do lançamento, com o slogan “Recordar é Viver”, que está na gola.

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O santo guerreiro do samba-rock

Coluna de Música + Fut Pop Clube
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Este este este este este é/Zé Pretinho/ Zezé…

15219_366848486769850_857745890_nGostaria de aproveitar o dia de São Jorge, o santo guerreiro, padroeiro de tanta gente, de tantos times de futebol, para lembrar de um discão do Jorge Ben Jor, era Jorge Ben mesmo. “A Banda do Zé Pretinho” chegou para animar a festa em 1978 via Som Livre. Está fora de catálogo – meu exemplar é um LP de vinil, recentemente achado numa feirinha de discos em Sampa.
O álbum, que Ben dedica “ao mais Flamengo” e “ao mais anti-Flamengo”, está cheio de referências ao futebol, especialmente no lado A.
“Troca-Troca”, por exemplo, é uma canção sobre as trocas com que o ex-presidente do Fluminense, Francisco Horta, agitava o futebol carioca (“fez voltar ao Rio de Janeiro/a época de ouro da capital do futebol”). E de quebra, reforçava sem gastar nada a Máquina Tricolor na segunda metade dos anos 70.
O clássico “Cadê o Penalty” (aqui respeito a grafia inglesa do encarte) foi regravado pelo Skank, na sua estreia pelo selo Chaos/Sony Music, no começo dos anos 90.

Penalty, penalty, penalty, penalty, penalty/Cadê o penalty/que não deram pra gente/no primeiro tempo…

“Era uma Vez 13 Pontos” narra o destino que um trio de sortudos vai dar para o prêmio da loteria esportiva, fechando um irrepreensível lado a. Continuar lendo “O santo guerreiro do samba-rock”

Viva La Vida! A melô do Coldplay, segundo torcedores do Flamengo e do Botafogo.

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A torcida do Flamengo estreou no clássico deste domingo contra o Botafogo uma versão do lindo hit single do Coldplay, “Viva La Vida”, que deu o nome ao último álbum de estúdio do grupo – “Viva La Vida or Death An All His Friends“.

A versão rubro-negra cantada a plenos pulmões no Engenhão  foi bolada por Leon Gabriel.
Segundo o blog Meio de Campo, panfletos com a letra da “paródia” foram distribuídos antes do clássico no Engenhão. Maior esquema, hein?

O resultado você confere neste vídeo aqui, gravado nas arquibancadas do Engenhão durante o clássico da Taça GB, e legendado – dica do comentarista Mauro Cezar Pereira, da ESPN.

O curioso é que uma torcedora do Fogão também fez sua “cover” para a linda melô do Coldplay.

Desconheço se torcidas estrangeiras cantam “Viva La Vida” nos estádios, digo, arenas da gringa. Mas com um “ôôô” poderoso desses no refrão, não é difícil imaginar que role, sim! Continuar lendo “Viva La Vida! A melô do Coldplay, segundo torcedores do Flamengo e do Botafogo.”

“Hei de Torcer”

Não posso deixar passar batido em 2012 uma “pá” de mini-documentários da produtora Terra Vermelha para a série ESPN Filmes sobre pequenos clubes do futebol carioca: “Hei de Torcer“. Nesse período de festas, tive a oportunidade de ver num dos canais ESPN os seis episódios curtos (15 minutos) na sequência. Bangu, Bonsucesso, Madureira, Olaria, Portuguesa Carioca e São Cristóvão (campeão carioca em 1926; “aqui nasceu o Fenômeno”). E não foi só o Ronaldo que começou nesses importantes clubes para o futebol carioca e brasileiro, não, muito embora o foco  da série seja a atualidade… a dura realidade dos pequenos na era do futebol globalizado. O drama dos torcedores quase solitários dos clubes de subúrbio, em tempos de contratos milionários para poucos times e craques. Continuar lendo ““Hei de Torcer””

Sala de Troféus do Fluminense

Sala de Troféus do Fluminense

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A Sala de Troféus do Fluminense, inaugurada em junho de 2012, tem que ser mesmo motivo de orgulho do tricolor de coração. É um belo memorial à rica história do clube, de suas camisas, de seu simpático estádio, seus ídolos e suas conquistas – como os quatro títulos nacionais de ponta. O blog Fut Pop Clube teve a honra de conhecer a Sala de Troféus na véspera da consagração desse quarto título, o do Brasileirão 2012. Êta blog pé quente, hein? O Sérgio Duarte, torcedor tricolor, um dos produtores e apresentadores do programa Rock Flu, foi o cicerone deste Rolê do Fut Pop Clube. Ao Serginho, muito obrigado. Continuar lendo “Sala de Troféus do Fluminense”

João Sem Medo

Saiu em vídeo o excelente documentário “João Saldanha”, de André Iki Siqueira e Beto Macedo sobre “o comentarista que o Brasil inteiro consagrou”. Na revisão, chamaram minha atenção alguns depoimentos sobre a participações de Saldanha no rádio. José Carlos Araújo conta que João costumava escolher um ou outro “geraldino” na (hoje extinta) geral do Maracanã, para fazer seu comentário no rádio, como que batendo um papo imaginário com os torcedores.
Outro jornalista, Pedro Costa, conta que tinha técnico que fazia substituição com base nos comentários de Saldanha. O DVD tem o selo Coleção Canal Brasil.

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Nelson Rodrigues | O BERRO IMPRESSO DAS MANCHETES. Crônicas Completas da ‘Manchete Esportiva’ 55-59.

“Corria o ano de 1911. Vejam vocês: 1911! O bigode do Kaiser estava, então em plena vigência. Mata Hari, com um seio só, ateava paixões e suicídios; e as mulheres, aqui e alhures, usavam umas ancas imensas e intransportáveis. Aliás, diga-se de passagem: é impossível não ter uma funda nostalgia dos quadris anteriores à Primeira Grande Guerra. Uma menina de 14 anos para atravessar uma porta tinha que se pôr de perfil. Convenhamos: – grande época! grande época!”

Assim começa “O Berro Impresso das Manchetes“. Essa crônica trata do Flamengo, mas é puro Nelson Rodrigues, cujo centenário de nascimento é lembrado hoje, 23 de agosto de 2012, em todas as mídias.

O livraço é uma compilação das clássicas crônicas de Nelson Rodrigues na primeira fase da revista “Manchete Esportiva, da Bloch, entre 1955 e 1959. Foi lançado em 2007 pela editora Agir, com pesquisa de texto e informativo posfácio de Marcos Pedrosa de Souza. Continuar lendo “Nelson Rodrigues | O BERRO IMPRESSO DAS MANCHETES. Crônicas Completas da ‘Manchete Esportiva’ 55-59.”