River Plate, campeão da segundona, está de volta à primeira.

River Plate é o campeão da Primera B Nacional, na prática a segundona argentina. Os “millionarios” estão de volta à primeira divisão. A flâmula, que eu comprei este ano na loja do clube, recorda um tempo em que o River era chamado de Máquina (saiba mais sobre essa “locomotiva” no post anterior). Vamos ver se depois de passar um ano inteiro no “inferno”, o River retoma o caminho vitorioso, como aconteceu com alguns grandes clubes brasileiros que desceram, logo subiram e cresceram muito. A primeira diferença é que a conquista do título da segundona foi muito mais dramática para o River do que para alguns grandes brasileiros. E nesse drama, um dos personagens de destaque é o Trezeguet, que voltou ao país de origem para defender a camisa do time de coração. Trezegol! Ele fez os 2 da vitória dos da “banda roja” contra o Almirante Brown no Monumental de Nuñez. Bravo!

Dentro do post, capa de uma edição especial da revista “El Gráfico”, de junho/2008, comemorativa do último título de primeira divisão do River, o Clausura 2008.
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“Futebol é Deus” (“Football is God”). Um filme sobre a paixão pelo Boca.

Este é um filme sobre a paixão dos torcedores do Boca Juniors, que tem como subtítulo “em nome do pai, do filho e de Diego Maradona”. É uma produção dinamarquesa dirigida por Ole Bendtzen, que foi exibida no recente festival CINEfoot no Rio e S.Paulo. Ole Bendtzen acompanha um operário fanático por Maradona (Pablo), uma senhora que a gente pode comparar àquelas torcedoras-símbolo, Paula, conhecida por todos no Boca como La Tia. E um jornalista, Hernán, que trabalha para o site do clube ‘xeneize’. A fotografia é excelente. Chegam a arrepiar as tomadas que mostram La Bombonera. E os personagens são muito bons – e por incrível que pareça, o melhor é o que é menos “povão”, Hernán. São hilários seus diálogos no divã do terapeuta.  Também é muito boa a história da lembrancinha de aniversário que La Tia decide comprar para Martín Palermo. Aperto o botão curtir para este filme.

  • Leia também:
  1. Rolê do blog pela Bombonera e pelo Museo de la Pasión Boquense.
  2. Outros filmes do CINEfoot vistos pelo blog.


Um bairro. Um clube de futebol. Uma identidade. “Bichos Criollos”, um filme sobre o Argentinos Juniors.

Cartaz do filme “Bichos Criollos”, sobre o Argentinos Juniors

O bairro é La Paternal, na região central de Buenos Aires. O clube, a Associación Atlética Argentinos Juniors, que revelou o genial Diego Maradona (“Los Cebollitas” era o apelido do time formado pelo treinador Francisco Cornejo) e outros craques como Juan Román Riquelme, Fernando Redondo, Esteban Cambiasso e Juan Pablo Sorín. Foi graças a um comentário de Sorín, durante transmissão de jogo do River Plate, na ESPN Brasil que fiquei sabendo do filme “Bichos Criollos”, um documentário de 75 minutos sobre o Argentinos Juniors, dirigido por Diego Lombardi. Na mesma semana em que dois campeões estaduais do futebol verde e amarelo, os fortes Fluminense e Santos, perderam nos alçapões do Boca e do Vélez, o doc “Bichos Criollos” estreou em dois cinemas de Buenos Aires. O produtor Victor Tujschinaider comentou aqui no Fut Pop Clube que tinha interesse em mostrar o filme aqui no Brasil, em cinemas ou na TV. E a boa nova: “Bichos Criollos” vai passar na mostra competitiva do festival CINEfoot 2013 tanto no Rio (23-28 de maio, no Espaço Itaú de Cinema -Praia de Botafogo e CCJF) como em São Paulo (6-11 de junho, Museu do Futebol e/ou Espaço Itaú de Cinema Augusta).

Ainda vou procurar uma edição da “El Gráfico” que tem reportagem de capa sobre Maradona, no tempo dos “cebollitas”. E atualizo o blog.

Dentro do post, republico o texto anterior, que explica o título “Bichos Criollos”. Também dá para ver o trailer.  Continuar lendo “Um bairro. Um clube de futebol. Uma identidade. “Bichos Criollos”, um filme sobre o Argentinos Juniors.”

“Bichos Criollos”, o documentário sobre os Argentinos Juniors

Este é o trailer do filme “Bichos Criollos”, “el documental de Argentinos Juniors“. O “Tifón” revelou Diego Armando Maradona, que hoje dá nome ao estádio do clube. E “el diez” é um dos entrevistados, ao lado de Sorín, Cambiasso, Redondo etc.


O título da “peli” reúne dois dos apelidos do Argentinos: Bichos (mais recente) e Criollos (do começo do século XX).
O slogan “Un barrio, un club de fútbol, una identidad” dá mais pistas. O filme fala da ligação do clube com o bairro – La Paternal, em Buenos Aires.
“Bichos Criollos” estreia em dois cinemas argentinos na semana de 17 a 23 de maio. Tomara que chegue aqui.


Clube Atlético Boca Juniors, 107 anos

image “Banderín” (flâmula) do Boca Juniors, que completa 107 anos neste 3 de abril de 2012.
Torcedores e jogadores do Boca levam o apelido de “xeneizes”, inscrição que aparece na barra de alguns uniformes. É uma referência aos genoveses que fundaram o clube, no bairro de La Boca, em 1905.
Na era profissional, os “xeneizes” conquistaram 24 títulos argentinos (somando os torneios Apertura, Clausura e os mais antigos, Nacional e Metropolitano). O arquirrival River tem mais títulos argentinos (33). Mas em número de copas internacionais, o Boca dispara. Continuar lendo “Clube Atlético Boca Juniors, 107 anos”

La Bombonera pulsa

Nome oficial: Estádio Alberto J. Armando
Capacidade: 49 mil torcedores
Inauguração: 25 de maio de 1940. Boca 2 x 0 San Lorenzo.

Linhas de ônibus:

10, 20, 22, 24, 25, 29, 33, 39, 46, 53, 54, 64, 70, 74, 86, 93, 102, 129,

130-152-159-168-186
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O blog Fut Pop Clube teve a oportunidade de dar um rolê por um dos estádios mais místicos do mundo, desta vez em dia de jogo. O Boca Juniors – campeão do último certame argentino, o Apertura 2011- recebeu o Olimpo, de Bahía Blanca, na abertura do Clausura.
Há um programa oficial do clube para levar estrangeiros à Bombonera, o Boca Experience, com link no site oficial. Mas embarquei numa tour oferecido num flyer nos hotéis, organizado por “hinchas”(torcedores) – fanáticos, mesmo. Pegam os gringos perto de hotéis, ensinam as músicas da torcida, fazem uma festinha de pizza e cerveja e fornecem os ingressos para uma das arquibancadas atrás dos gols – do outro lado da La 12, a hinchada mais famosa do Boca.

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11 Estrelas

Flâmula (banderín) do Club Estudiantes de La Plata, que no domingo se sagrou campeão argentino pela quinta vez (Torneio Apertura- tem esse nome porque abre a temporada). O próprio distintivo dos Pincharratas lembra uma flâmula. A cada título realmente valioso, o escudo ganha uma estrelinha. Agora são 11: cinco títulos argentinos (Metropolitano 1967 e 1982; Nacional 1983; Apertura 2006 e 2010), quatro Libertadores, um Mundial de Clubes e uma Copa Interamericana. O que aparece na flâmula acima é de 2009. Continuar lendo “11 Estrelas”