Coleção Deuses da Raça: homenagem a quatro ídolos do tricolor e da Celeste.


Torcedores do São Paulo já são vistos na rua com camisetas da coleção casual Deuses da Raça, em homenagem a quatro ídolos uruguaios que brilharam no clube: pela ordem cronológica, Pablo Forlán, Pedro Rocha, Darío Pereyra e Diego Lugano. As camisas são semelhantes: azul celeste, com uma faixa tricolor. Têm o escudo do clube paulista, a bandeira do país vizinho, o número da camisa e a assinatura do ídolo. O post mostra detalhes da camisa casual em homenagem a  Don Darío Pereyra, que chegou como meio-campo, mas se consagrou mesmo como zagueirão de técnica e raça.

As fotos são de Luiz Pires, da Vipcomm. 

Este slideshow necessita de JavaScript.

Continuar lendo “Coleção Deuses da Raça: homenagem a quatro ídolos do tricolor e da Celeste.”

A Celeste, de vermelho, no Mundial de 1962.


Está no curioso livro “A História das Camisas de Todos os Jogos da Copa do Mundo” (Panda Books), de Paulo Gini e Rodolfo Rodrigues, atualizado até a Copa de 2006. O Uruguai usou uma camisa vermelha (às vezes, é a cor da número 2 da Celeste; atualmente, a camisa reserva é branca) pela primeira vez numa Copa do Mundo na sua estreia no Chile, em 1962. Explica o livro “A História das Camisas de Todos os Jogos da Copa do Mundo” que o uniforme vermelho da Celeste surgiu em 1932, num amistoso contra a rival alviceleste, a Argentina; e que no Sul-Americano de 1935, o Uruguai jogou sempre de vermelho – e levou o que hoje é a Copa América. Continuar lendo “A Celeste, de vermelho, no Mundial de 1962.”

Rolê do blog pelo Museo del Fútbol, no estádio Centenario.

http://www.auf.org.uy/ Asociación Uruguaya de Fútbol
Linda vista aérea do mítico estádio, em foto que está no Museo del Fútbol e no site  da Asociación Uruguaya de Fútbol: http://www.auf.org.uy/
Obra de Carlos Páez Vilaró, no Museo del Fútbol, em Montevidéu

Com este belo mural do artista plástico uruguaio Carlos Páez Vilaró, no Museo del Fútbol do estádio Centenario, Fut Pop Clube começa o passeio pelo cenário da primeira Copa do Mundo, a de 1930 – e seu interessantíssimo museu, inaugurado em 1975. O ingresso não custa caro, não. Cerca de 10 reais. Nós brasileiros podemos pagar na nossa moeda, mesmo. Aliás, leve reais, dólares ou pesos uruguayos de sobra, porque a lojinha do museu é tentadora! O senhor que me recebeu, um “carbonero” (torcedor do Peñarol) foi super simpático, mostrou não só interesse como muito conhecimento sobre o futebol brasileiro. Falou com opinião sobre a seleção de 1982, de Telê, falou do goleiro Leão, Libertadores… Enfim, tem história para contar e muito interesse pelo futebol brasileiro, como outros torcedores uruguaios. Continuar lendo “Rolê do blog pelo Museo del Fútbol, no estádio Centenario.”

El Centenario de Montevideo

O estádio Centenario foi desenhado por  Juan Antonio Scasso e construído a toque de caixa -9 meses- para o primeiro Campeonato Mundial de Futebol. O nome é uma referência aos 100 anos da primeira Constituição uruguaia. Foi inaugurado já em meio à Copa do Mundo, em 18 de julho de 1930, com a vitória da Celeste (então bicampeã olímpica) sobre o Peru por 1×0. Gol de Héctor “Manco” Castro, que também marcaria o quarto gol contra a Argentina, na final da Copa (4×2, de virada).

“Manco” Castro, autor do gol inaugural do Centenário, também marcou este, o 4º do Uruguai na final contra a Argentina, em foto exibida no Museo del Fútbol

As tribunas Colombes e Amsterdam fazem referência a esses títulos olímpicos do Uruguai, nos Jogos Olímpicos de Paris, em 1924, e de Amsterdam, em 1928.
O Centenário também abrigou os campeonatos Sul-Americanos de 1942, 1956, 1967 e 1995, já como Copa América. Todos vencidos pela dona da casa, a Celeste.
Também foi a sede do Mundialito , que eles chamam de Copa de Oro. Deu Uruguai, em mais uma final contra o Brasil (já de Telê Santana).
Ainda bem que o Uruguai preserva suas memórias. valoriza conquistas e ídolos. Visitar o Centenario é visitar a história. Voltar no tempo e imaginar como foi a decisão de 1930. De arrepiar. Dentro do post, as fotos do rolê do blog pelo setor chamado Tribuna Olímpica, a que tem acesso os visitantes do museu. Entrei no clima de túnel do tempo e publico as fotos em preto e branco. Espero que você curta, meu caro leitor. Continuar lendo “El Centenario de Montevideo”

#OrgulloCeleste: Uruguai, rei da Copa América

Perdão, Messi, melhor jogador do mundo. Perdão, Brasil, pentacampeão mundial. Hoje a melhor seleção do continente é a do Uruguai, quarto colocado no Mundial 2010 e agora, campeão da Copa América 2011 – de novo ficando na frente dos dois arquirrivais históricos, a Argentina albiceleste e o Brasil canarinho. Raça, muita raça – com os 11 da Celeste não tem bola perdida – e excelente futebol traduzem hoje o futebol charrúa.  Continuar lendo “#OrgulloCeleste: Uruguai, rei da Copa América”

Celeste x Albirroja na final da Copa América!

O Uruguai está na final de uma Copa América depois de 12 anos! A Celeste Olímpica disputou com o Brasil (e perdeu) a final de 1999. A última copa levantada pela Celeste foi a de 1995. Contra a amarelinha.

(Atualizando em 21/07) Na quarta-feira, o Paraguai superou La Vino Tinto (Venezuela) nos pênaltis.A última vez que a Albirroja foi à final: 1979. Faturou.

Uruguai que se cuide com o tal de Justo Villar.

Partidazo!

Foi uma partidaça. 120 minutos de luta, raça, expulsões, emoção, boas jogadas, sim, e decisão nos pênaltis – a cara que o técnico argentino fez quando acabou a prorrogação… O Uruguai, que ficou com 10 em campo cedo, se segurou e também ameaçou, com grandes atuações de Forlán, Suárez, Lugano e, especialmente, Muslera. O jovem goleiro catou até pensamento no tempo normal, na prorrogação e, nos pênaltis, defendeu a cobrança de Tévez. E num 16 de julho como o de 1950, quando silenciou o Maracanã, a Celeste calou o estádio que os argentinos chamam de Cemitério de Elefantes. Terminou em Santa Fé o sonho argentino de ganhar a Copa América 2011 na sua casa. Continuar lendo “Partidazo!”

De almanaque: os apelidos das seleções da Copa América


Com uma ajudinha do “Almanaque do Futebol Sportv”, dos jornalistas Gustavo Poli e Lédio Carmona (editora Casa da Palavra), lá vai uma listinha com os apelidos das seleções que disputam a Copa América 2011. Em geral, determinados pela cor da camisa.

Argentina – Albiceleste

Brasil – Canarinho Continuar lendo “De almanaque: os apelidos das seleções da Copa América”

Verdugo

Publicado em 14 de junho de 2011
Gostaria de aproveitar o começo da decisão da Libertadores 2011 para mencionar um ótimo perfil de um dos maiores artilheiros dessa copa. Pedro Virgílio Rocha Franchetti, o Pedro Rocha, ídolo do Peñarol nos 60, do São Paulo nos 70 e da Celeste Olímpica é o garoto da capa do nº 5 da revista brasileira Football(capinha ao lado). É um pouco difícil achar Football nas bancas (quando encontro na Cultura ou na La Selva, já vou pegando), mas dá para ler o perfil escrito por Moacir Japiassu no site da revista. Continuar lendo “Verdugo”