Atualizado Flâmula do vencedor do Troféu Osmar Santos 2014
Rodada 17 do Brasileirão 2014. Faltam duas jornadas para terminar o turno e o atual campeão, o Cruzeiro, pode comemorar o título simbólico do primeiro turno (campeão de inverno?) – e o troféu que o diário Lance! oferece ao melhor time da primeira metade do campeonato nacional. Apenas em 2008, 2009 e 2012 o vencedor do Osmar Santos não foi também o campeão brasileiro da temporada. Continuar lendo “E o troféu Osmar Santos vai pro …”→
Poucos dias depois da conquista da Recopa Sul-Americana 2014, terminou o caso de amor entre Ronaldinho Gaúcho e o Atlético Mineiro.
Uma relação que deixou frutos. Campeão mineiro (2003), da Libertadores 2003, da Recopa. 28 gols em 88 jogos.
Amanhã me despeço desse clube e dessa torcida. A história, o respeito e a admiração serão para sempre! Até logo! pic.twitter.com/CN30uDfLil
As livrarias receberam um caminhão de novidades e relançamentos sobre futebol e em especial Copa do Mundo. Tem muito livro bom.
O Sesc Pompeia faz uma exposição multimídia sobre futebol & música (Música de Chuteiras) e no Rio tem um musical (“Samba Futebol Clube”) – vamos falar deles ainda. Estes dias antes da Copa são ótimos tempos para quem gosta de filmes sobre futebol.
Uma excelente notícia é o lançamento em DVD da animação 3D “Um Time Show de Bola” (“Metegol”), filme dirigido por um craque argentino do cinema, Juan José Campanella, a partir de um conto de Fontanarossa, que era maluco por futebol. Bonequinhos de pebolim (totó) ganham vida e saem da mesa de jogo nesse filme pra agradar a família toda.
A gorduchinha também rola redonda nos cinemas.
O goleiro Beto (Lucas Alexandre), em “Meninos de Kichute”
Uma produção brasileira que passou numa edição anterior do festival CINEfoot finalmente entra em circuito em 5 de março. “Meninos de Kichute“, de Luca Amberg. Kichute? A molecada de hoje nem sabe o que é isso, mas esse é um filme com potencial para agradar o público infanto-juvenil e ainda mais os marmanjos que vão se emocionar com as lembranças da infância nos anos 70. Como o kichute, chuteirinha algo tosca que era objeto do desejo de 10 entre 10 boleirinhos dos 70.
E a edição 2014 do CINEfoot – que já terminou no Rio – continua em São Paulo (Espaço Itaú de Cinema e CCSP) e em BH com uma programação espetacular. Pena que se o torcedor/espectador perde uma sessão de um filme em especial dificilmente terá uma segunda chance agora.
Confira a programação dos próximos dias de CINEfoot em SP. Tem filme sobre a Copa de 50, Corinthians, Palmeiras, Boca Juniors, a Holanda de 74 nas lentes do Canal 100 e mais uma chance para ver os imperdíveis “A Copa Perdida / Il Mundial Dimenticato”, “Os Rebeldes do Futebol” e “O Ano em que meus pais saíram de férias”, o favorito do blogueiro. Espaço Itaú de Cinema |Augusta (Rua Augusta, 1.475 e 1.470 – Consolação)
Domingo 01/06
19h – HOMENAGEM: JOGADORES DA COPA DE 1950 & FAMILIARES
GARRA CHARRÚA, ficção de Felipe Bravo (Espanha, 2012)
No meio de uma mudança, no fim de 2013, deixei de blogar alguns assuntos, ou de me deter mais sobre alguns fatos. Por outro lado, o fim da mudança trouxe alguns achados. Por exemplo, o cartãozinho autografado por Pedro Rocha, na loja de esportes que o #Verdugo tinha na esquina das ruas Joaquim Floriano e João Cachoeira, no Itaim Bibi, zona sul de São Paulo.
Coleção @FutPopClube
Ao amigo João, afetuosamente, Pedro Rocha
Segunda metade dos anos 70. Além da Pedro Rocha Sport, o craque celeste do tricolor paulista também tinha o nome numa chuteira – ainda vou achar um anúncio, em alguma revista.
A gente morre um pouco quando perde um ídolo. Lá se vai um pedaço da nossa infância, da nossa adolescência.
Fiquei comovido com o choro convulsivo de um torcedor do Botafogo, no velório de Nilton Santos. Se Pedro Rocha foi considerado por Pelé a certa altura um dos 5 melhores do mundo, o #Enciclopédia é tido como o maior lateral-esquerdo de todos os tempos.
Em 2013, perdemos outros grandes campeões. Gylmar dos Santos Neves, De Sordi, Djalma Santos, além de Nilton. Quase uma defesa inteira da seleção que trouxe a Taça do Mundo em 1958. Continuar lendo “Ídolos, memórias, achados.”→
A Copa do Brasil vai pegar fogo a partir das oitavas de final, que começam em duas semanas. Chamam a atenção os confrontos entre mineiros e cariocas. Poderemos ter clássicos regionais nas quartas e nas semifinais. Foi bom isso de incluir os times da Libertadores.
Luverdense x Corinthians – primeiro jogo em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso; segundo jogo no Pacaembu
Santos x Grêmio – primeiro jogo na Vila; segundo jogo na Arena
Internacional x Salgueiro – primeiro jogo em Novo Hamburgo; volta no Salgueirão
Palmeiras x Atlético Paranaense – ida no Pacaembu; volta no Durival de Brito
Fluminense x Goiás – ida no Maraca, volta no Serra Dourada
Nacional x Vasco – primeiro jogo em Manaus; segundo em São Januca
Botafogo x Atlético Mineiro – ida no Maraca; volta no Horto
Pela terceira vez, o Mineirão recebe a última partida de uma Libertadores – a primeira com o Atlético. O Olimpia sai com uma vantagem de 2×0, ampliada no último minuto da partida de ida, no Defensores del Chaco. O Galo, se não conta com o papo de “caiu no Horto, tá morto”, terá a maioria das quase 65 mil vozes. Quem leva a melhor? O Rey de Copas, que quer a quarta taça, como dizia o imenso mosaico em Assunção? Ou o “Yes, We C.A.M.“da torcida do Clube Atlético Mineiro, que também deve ter mosaico? Veremos, a partir de 22h.