Ficha de Messi na federação catalã, em 2001, 3 anos antes da estreia na Liga: http://www.fcbarcelona.es/
Estádio Olímpico Lluís Companys, Montjuic, 16 de outubro de 2004. Espanyol 0x1 Barcelona. Aos 35 minutos do segundo tempo, um camisa 30 cabeludinho, cara de menino, entra no lugar do mago Deco. Começava uma era, a do jovem argentino que conquistou a Catalunha, a Europa, o planeta bola e até os fãs brasileiros. Só falta uma Copa.
Se não foi num clássico contra o Real Madrid, a estreia de Messi na liga espanhola foi num dérbi catalão, contra o rival regional do Barça, o RCD Espanyol, no estádio das Olimṕíadas de 1992 – que o Espanyol usou entre a demolição do seu sagrado Sarrià e a inauguração do novo estádio, entre Cornellà e El Prat de Llobregat.
Pena que Brasil x Argentina com Messi de um lado, Neymar do outro (e Kaká no banco) seja em … Pequim!
Pena que o torcedor brasileiro não fique mais feliz quando um jogador do seu time é convocado. E até torça para isso não acontecer. A cada convocação, o torcedor gosta menos da Seleção, já que o campeonato aqui não para. Mais um gol da Alemanha!
River Platee Boca Juniors encomendaram camisetas especiais, com menção ao #SuperClásico de outubro de 2014, no Monumental de Nuñez.
Aliás, há algumas semanas a fornecedora de uniformes do River,a Adidas, lançou a camiseta para este segundo semestre, que faz uma homenagem ao time dos #millonários que ganhou sua segunda Libertadores, em 1996, com três listras nas mangas.
Com um gol de peixinho, de Peixinho (o jogador batizou o gol de mergulho), o São Pauloganhou do Sporting Clube de Portugal por um a zero, no primeiro amistoso da inauguração da primeira parte do estádio do Morumbi, em 2 de outubro de 1960. O São Paulo tinha Poy, o artilheiro Gino Orlando, o ponta Canhoteiro… Sete dias depois, teve um segundo amistoso. O São Paulo enfrentou o Nacional do Uruguai. E fato impensável hoje em dia, teve o reforço de Djalma Santos e Julinho Botelho (emprestados pelo Palmeiras) e Almir Pernambuquinho (emprestado pelo Corinthians!). E quase que Pelé também foi emprestado, segundo o livro comentado neste post aqui. Canhoteiro e Gino Orlando (duas vezes) definiram a vitória do tricolor reforçado contra os #bolsos. 3×0.
Essa história toda é apenas um gancho para propor uma enquete para o torcedor são-paulino.
O Morumbi, que dá os sinais dos seus 54 anos de vida, apesar das recauchutagens, deveria ser demolido e reconstruído? Passar por uma reforma radical? Ou basta ganhar uma cobertura contra a chuva e um estacionamento? Vote na enquete e /ou deixe seu comentário.
A foto – clássica, que acho que não posso reproduzir aqui – é uma das mais antigas lembranças da infância do boleirinho nerd e ruim de bola, de 7 anos, que começou a ler jornais devorando as páginas de esporte. A ponto de decorar, do goleiro ao ponta-esquerda, o time-base dos quatro maiores do futebol paulista, mais a Portuguesa (que naquele tempo brigava sempre pelos títulos estaduais) e o Guarani. A foto da perna quebrada do centroavante Mirandinha, numa partida do São Paulo contra o América, em São José do Rio Preto, é outra que não sai da retina.
O rei, vestido com uma não menos clássica camisa de listas brancas e pretas, está de braços abertos como o Cristo Redentor, e de joelhos se despede do gramado da Vila, de onde saiu para conquistar o planeta bola.
Em dois de outubro de 1974, esse rei, Pelé, se despediu da Vila Belmiro. Aquele Santos 2×0 Ponte Preta (que então usava uma camisa branca e calção preto) foi o último jogo oficial do atleta do século XX pelo Santos, numa partida de Campeonato Paulista, competição que conquistou 10 vezes ou com a camisa branca ou com essa maravilhosa camisa listrada, que hoje eu leio, ainda falta à coleção do Museu Pelé, Santos. Continuar lendo “Um 2 de outubro alvinegro”→
Depois de passar em alguns cinemas, chega à ESPN, quinta-feira, 23/10/14, às 20h), o doc “Democracia em Preto e Branco”, filme da TV Zero já exibido em festivais (É Tudo Verdade. Venceu a Taça CINEfoot de melhor longa 2014 – e no Rio). O documentário conta a história da democracia corintiana, no começo dos 80, em meio ainda a uma ditadura no Brasil, com muito futebol, política e rock and roll. O diretor Pedro Asbeg, que nasceu em Londres e morou muito tempo no Rio, já filmou futebol (Raça Filmes) e finaliza “Geraldinos”.
Agora o Vasco da Gama veste Umbro (a empresa de origem inglesa, que hoje pertence a um grupo americano, forneceu material para a “equipa” cruzmaltina entre 2002 e 2006). A camisa branca estreou em 3/10/2014, em São Januário, contra o Bragantino, pela Série B do Brasileirão. Ambos os uniformes apresentam vários detalhes relacionados à história do Vascão, que certamente vão agradar ao torcedor do Gigante da Colina. Continuar lendo “As novas camisas do Vasco da Gama – taylored by Umbro.”→
Post inspirado pelo Futebol de Campo, blog parceiro, que ainda deu a maior força na divulgação.
Fila pra entrar na Fonte Nova: 37.393 presentes.
A galera do Flamengo em todo o Nordeste foi em excelente número à Arena Fonte Nova. Deu o ar de sua graça rubro-negra em Salvador durante todo o fim de semana.
P… que p…., é a maior torcida do Brasil” – gritavam os flamenguistas, já dentro da Fonte Nova. Clique em qualquer foto da galeria para ver num tamanho maior.
Rubro-negros de Aracaju
Torcida Flaresta, de Floresta (PE), a postos já na véspera do jogo.
Num domingo em que o Flamengo foi campeão mundial de basquete, no campo de futebol deu Bahia, 2×1.
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E nas arquibancadas da belíssima Fonte Nova, a torcida do Bahia deu espetáculo. Bandeiras… Show de tambores, no setor leste e no alto do setor norte. E muita música, com o grito de guerra consagrado pelo hino do esquadrão tricolor.
Bahêa! Bahêa! Bahêa!”
Na torcida do Bahia, vi gente com camisa do Galo no ombro (era o adversário do arquirrival Vitória na rodada), do Sergipe e do Ypiranga, time de coração de Jorge Amado. Clique em qualquer foto da galeria para ver num tamanho maior.
Luis, o Blue Man.
Torcedor do Bahia e do Ypiranga, time de coração do escritor Jorge Amado.
Num dos jogões do campeonato inglês neste fim de semana (#MCIvsCHE), o Manchester City homenageou o cantor Liam Gallagher (Beady Eye, ex-Oasis), que fez aniversário neste domingo. O vocalista é um “citizen” fanático, como o irmão, Noel. Acima, vemos a capa de um suplemento de 16 páginas sobre o Oasis, que saiu no programa oficial da partidaça entre o City e o Chelsea, que terminou empatada (1×1).
Para o colecionador que se interessar, a revista tem o zagueiro Eliaquim Mangala na capa, e a empresa que publica os programas do Manchester City na Inglaterra remete para o exterior. Eis o link da editora: http://www.manchestercityprogrammes.co.uk/index.php.Aqui, o link para comprar esta edição com Mangala e os irmãos Gallagher.
Um dos destaques desta partida foi o incansável Frank Lampard. O ex-ídolo do Chelsea foi negociado com o novo NYCFC, mas joga emprestado até o fim do ano no Man City (um dos sócios do novo time de Nova York). No jogaço de Manchester, o primeiro contra seu ex-clube, Lampard foi saudado até pelos torcedores do Chelsea.
Super Lampard! Super Frank Lampard!“
Como quase sempre acontece nessas ocasiões, marcou um gol. E preferiu não comemorar.
Outro jogaço da rodada da Premier League, foi a histórica virada do Leicester City em cima do rival do City, o Manchester United. O United chegou a fazer 3×1, mas levou a virada: 5×3. Bem verdade que com a marcação de um pênalti pra lá de duvidoso no lance do brasileiro Rafael. Pênaltis…
E o baixista Geezer Butler, do Black Sabbath, um torcedor do Aston Villa, tuitou:
Glad I got up at 5 a.m. to watch the LCFC v MUFC match. Brilliant!!