Aí, sim! Confirmado: Santos e Barcelona vão decidir o Mundial de Clubes 2011! O jeito é programar o relógio para acordar no domingo a tempo de ver a final esperada, entre os campeões da Libertadores e da Champions League. Abaixo, distintivos antigos dos dois finalistas!


Categoria: Futebol
O dia em que uma “Ferrari” vermelha, branca e preta atropelou o Dream Team
Zetti, Vitor, Adílson, Ronaldão e Ronaldo Luiz; Pintado, Toninho Cerezo (Dinho) e Raí; Cafu, Palhinha e Müller. Torcedor são-paulino, dá saudade de ler a escalação desse time, não dá? Em 13 de dezembro de 1992, o tricolor de Telê Santana, campeão da Libertadores, encarou o Dream Team do Barcelona, campeão europeu.
O Barça era treinado pelo seu polêmico ex-craque, Johan Cruyff. No estádio Nacional de Tóquio, de tantas recordações boas também para flamenguistas e gremistas, o campeão da Europa chegou como favorito. Tinha nomes como o goleiro Zubizarreta, de seleção espanhola, Koeman, Guardiola (o hoje técnico campeão de tudo), a joia dinamarquesa Michael Laudrup e o artilheiro búlgaro Stoichkov.
Que abriu o placar, aos 12 do primeiro tempo.
O camisa 10 do São Paulo, o capitão Raí, aproveitou cruzamento de Müller e fez o gol de empate, até hoje não se sabe bem como nem com que parte do corpo. Vai ser virado pra Lua lá assim em Ribeirão Preto, Morumbi, Paris ou Tóquio, Raí!
A 11 minutos do fim do tempo regulamentar, “olha a falta, o São Paulo vem com jogada ensaiada, olha a chance do tricolor, Raí na batida de falta, capricha garotinho, capricha, rolou pra Cafu, pra Raí pro gol, eee queeee goooolllll”. Raí fez de folha seca o gol do título. E a narração do pai da matéria, Osmar Santos, abre o hino do São Paulo num CD lançado por “Placar”.
Cruyff disse: “se é para ser atropelado, melhor que seja por uma Ferrari”.
Às duas da manhã no horário brasileiro, o São Paulo era campeão mundial pela primeira vez.

Esta taça é tua, Raí. Tua e de Zetti, Vitor, Adílson, Ronaldão, santo Ronaldo Luiz, Pintado, Toninho Cerezo, Dinho, Cafu, Palhinha, Müller, e acima de tudo, de Telê Santana.
Por isso, nada melhor para ilustrar este post do que esta foto do saudoso mestre, com este sorriso campeão, na volta ao Brasil com a taça do mundo, que está na capa do emocionante livro de André Ribeiro, “Fio de Esperança – Biografia de Telê Santana” (agora pela editora Cia dos Livros), altamente recomendado para quem gosta pelo futebol-arte. Continuar lendo “O dia em que uma “Ferrari” vermelha, branca e preta atropelou o Dream Team”
Há 30 anos, o Rio acordou (ou não dormiu) com um grito: Flamengo campeão do mundo
Flâmula do Flamengo, que neste 13 de dezembro comemora (e comemora muito) os 30 anos do título mundial de clubes. Tem é que celebrar mesmo. Vai dizer que o Mundial de Clubes foi inventado em 2000? Ah, tá bom, quer dizer que o Flamengo de Zico, o Grêmio de Renato Gaúcho, o São Paulo de Telê, o Santos de Pelé, o Racing, o Estudiantes, o Nacional, o Ajax, o Bayern de Munique, o Boca Juniors, a Juve, o Manchester United e tantos outros nunca foram campeões do mundo? Então tá bom…
Estádio Nacional de Tóquio, 13/12/1981, meio-dia no Japão, meia-noite no Brasil. O Flamengo, campeão da Libertadores, goleou o Liverpool, já um tricampeão europeu: 3 a 0. Nunes, Adílio e Nunes de novo. Com seu lindo uniforme número 2, o rubro-negro se sagrou campeão mundial. Senha para ninguém dormir no Rio naquela madrugada.
O campeão jogou e venceu com Raul, Leandro, Marinho, Mozer e Júnior; Adílio, Andrade e Zico, Tita, Nunes e Lico. O técnico? Paulo César Carpegiani. Continuar lendo “Há 30 anos, o Rio acordou (ou não dormiu) com um grito: Flamengo campeão do mundo”
O bi mundial do tricolor

Estádio Nacional de Tóquio, 12 de dezembro de 1993. O São Paulo de Telê Santana, bicampeão da Libertadores, atravessou o mundo outra vez para ganhar o bi do Mundial de Clubes (ou da Copa Intercontinental, conforme o gosto do freguês), já sem o capitão Raí, vendido para o PSG. O adversário era um multinacional Milan de Fábio Capello, vice-campeão europeu (o Olympique de Marselha, campeão europeu, estava envolvido em escândalos, e foi punido).
O livro “Saga de uma Paixão”, de Ignácio de Loyola Brandão, ganhou na época uma segunda edição (cuja capa ilustra o post) para contar mais um título.
E foi um jogo maluco maluco, carregado de emoção. Continuar lendo “O bi mundial do tricolor”
35 anos do bi colorado no Brasileirão

Beira-Rio, 12 de dezembro de 1976. Mais de 84 mil pessoas superlotaram o estádio colorado na finalíssima do Campeonato Brasileiro num domingo de muito calor. O Corinthians vinha em busca de seu primeiro Brasileirão, embalado pela classificação heroica contra a máquina do Flu de Riva no Maracanã lotado – o jogo da “invasão corintiana”. O time treinado por Duque era pura raça. Que o Internacional, em busca do bicampeonato consecutivo, também tinha de sobra. Tinha Falcão em campo. E Minelli no banco. Dario- o Dadá Maravilha-, no primeiro tempo, e Valdomiro, no segundo, marcaram os gols do Inter. Bicampeão brasileiro. Continuar lendo “35 anos do bi colorado no Brasileirão”
“O artilheiro indomável – As incríveis histórias de Serginho Chulapa”
Dica do excelente blog “Literatura na Arquibancada”, do jornalista André Ribeiro, autor das emocionantes biografias de Leônidas da Silva e Telê Santana: está saindo um livro sobre o atacante Serginho Chulapa, “o tamanduá-bandeira do futebol brasileiro” [(C) de copyright: Osmar Santos]
O jornalista Wladimir Miranda escreveu a biografia do centroavante, entitulada “O artilheiro indomável – As incríveis histórias de Serginho Chulapa” (editora Publisher Brasil). A noite de autógrafos é nesta segunda-feira, 12/12, a partir de 19h, no Artilheiros Bar, em São Paulo. Continuar lendo ““O artilheiro indomável – As incríveis histórias de Serginho Chulapa””
Clássicos Madri-Barcelona
Três a um. A virada do Barça no sexto clássico de 2011 contra o Real Madrid impediu a 16ª vitória (11ª na Liga) seguida dos blancos e que o clube do Santiago Bernabéu disparasse no certame. Tem campeonato! Pelo menos entre Real e Barça.
Vitória que foi definida como “aula de futebol” para o técnico Muricy Ramalho, do Santos, “banho”, por cartola do Barça, “outra lição de futebol total”, pelo diário “Sport”, de Barcelona, e “Passeio na Castellana”, pelo diário esportivo “Marca“, que é de Madri… Paseo de la Castellana é o endereço do estádio do Real, o Santiago Bernabéu.
Hoje a liga espanhola tem outro confronto Madri-Catalunha, mais equilibrado provavelmente: o Espanyol recebe o Atlético de Madrid, no seu estádio (confira o rolê do blog por lá).
De que clubes eram estes escudos?
Distintivos antigos (muito antigos) de dois grandes clubes.Tá fácil! Tá na cara! Respostas dentro do post.

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Real Madrid Club de Fútbol | estádio Santiago Bernabéu

Estádio: Santiago Bernabéu
Proprietário: Real Madrid Club de Fútbol
Capacidade: 80.000 espectadores
Ocupação média na temporada 2010/11: 70.295 torcedores (87,9%)
Metrô: linha 10, estação Santiago Bernabéu
A imensa casa do Real Madrid foi inaugurada em 14 de dezembro de 1947, num amistoso contra os Belenenses, de Portugal, vencido pelo anfitrião; Real 3×1. Era conhecido como estádio Chamartín, nome do bairro madrilenho onde está situado, e substitui o Viejo Chamartin, de 1924, que comportava 15 mil fãs e foi sendo ampliado até a capacidade de 25 mil pessoas.
A partir de 1955, o novo estádio passou a levar o nome de Santiago Bernabéu. E quem foi Santiago Bernabéu? Irmão de um dos fundadores do Madrid, jogou no Real como atacante entre 1912 e 1927. Mas se celebrizou mesmo como presidente do clube, de 1943 até a morte, em junho de 1978. Foi campeão de tudo e mais um pouco como real cartola máximo: 16 ligas espanholas, seis copas espanholas, seis Copas dos Campeões (hoje Liga dos Campeões, a Champions League) e um Mundial de Clubes (ou Copa Intercontinental, conforme o gosto do freguês).
O estádio recebeu a final da Eurocopa de 1964, da Copa do Mundo de 1982 e de quatro Copas/Liga dos Campeões da Europa:
- 1957, deu Real
- 1969, deu Milan
- 1980, deu Nottingham e
- 2010, deu Inter.
Na foto acima e na do lado, a fachada da megaloja que tem todo tipo do merchandising do Real Madrid, a Tienda Bernabéu.
Abaixo, republico o Rolê do Fut Pop Clube pelo estádio Santiago Bernabéu e galeria do Real Madrid.
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Ao Mestre Telê – Jogo dos Campeões
É neste sábado! Uma partida beneficente, com renda para o Fundo Social de Solidariedade, e em homenagem ao mestre Telê Santana. É O Jogo dos Campeões, a partir de 14h30, no estádio do Ibirapuera (sim, a volta do futebol ao estádio de atletismo do Ibirapuera, ao lado do ginásio). Zetti, Oscar, Dario Pereyra, Ronaldão, Muller, Careca, Viola, Djalminha e Éder estão confirmados. O ingresso é dado para quem levar alimento não-perecível aos postos de troca (confira na página do Jogo dos Campeões no “Face”). Continuar lendo “Ao Mestre Telê – Jogo dos Campeões”




