Romário

Camisa 11 de Romário na Copa de 90. Coleção de Paulo Gini.
Camisa 11 de Romário na Copa de 90. Coleção de Paulo Gini.
Camisa de Romário na Copa de 90. Coleção de Paulo Gini
Camisa de Romário na Copa de 90. Coleção de Paulo Gini

A camisa 11 na seleção brasileira de uniformes raros que o Paulo Gini convocou a pedido do Fut Pop Clube não poderia ser de mais ninguém. É do baixinho, claro. Embora a Copa de 90 não traga boas lembranças. Romário entrou só na vitória contra a Escócia. A seleção de Lazaroni caiu logo nas oitavas, justo diantes dos hermanos…

LEIA MAIS: Camisas clássicas do Vasco, Fla, Flu e outros 9 times, escolhidas pelo Paulo Gini.

Pelé e o Cosmos

Camisa usada por Pelé no Cosmos. Coleção de Paulo Gini.
Camisa usada por Pelé no Cosmos. Coleção de Paulo Gini.
Camisa usada por Pelé no Cosmos. Coleção de Paulo Gini.
Camisa usada por Pelé no Cosmos. Coleção de Paulo Gini.

O administrador de empresas Paulo Gini, um dos autores do ilustradíssimo livro A História das Camisas dos 12 Maiores Times do Brasil, montou uma seleção brasileira a partir de 11 raridades de sua coleção. Eis uma das camisas usadas por Pelé em seus 3 anos de contrato com o Cosmos (leia texto abaixo). Clássica! E o Paulo ainda tem a camisa usada na despedida do Rei, em outubro de 1977. Amistoso entre Cosmos x Santos, no Giants. Pelé atuou metade do tempo em cada um dos times de sua vida. Vitória dos galáticos de NY por 2×1. Pelé marcou um. Para o Cosmos.

Leia mais:
Camisa do Santos na década de 60 e uniformes de outros 11 grandes times escolhidos pelo Paulo Gini.
Cosmos parte 2 Uma dica de filme em DVD. O Mundo A Seus Pés conta a a Extraordinária História do New York Cosmos – o time de soccer, digo, futebol, da Warner Communications, criado graças à insistência dos fundadores da gravadora Atlantic Records, irmãos Ertegün. É um documentário que conta as origens do time que disputava a North American Soccer League, antes da era Pelé, os recordes seguidos de recordes quando o Rei jogou por lá, e a decadência da liga. Com direito a muita roupa suja lavada em público. Antes dos Florenteam do Real Madrid, o NY Cosmos foi uma galáxia de celebridades da bola. Continuar lendo “Pelé e o Cosmos”

Galáticos dos anos 70: “O Mundo a Seus Pés – A Extraordinária História do New York Cosmos”.

Cosmos parte 2 Uma dica de filme em DVD. O Mundo A Seus Pés conta a a Extraordinária História do New York Cosmos – o time de “soccer”, digo, futebol, da Warner Communications, criado graças à insistência dos fundadores da gravadora Atlantic Records, irmãos Ertegün. É um documentário sobre as origens do time que disputava a North American Soccer League, antes da era Pelé, os recordes seguidos de recordes quando o Rei jogou por lá, e a decadência da liga. Com direito a muita roupa suja lavada em público. Antes do “Florenteam” do Real Madrid, o NY Cosmos foi uma galáxia de celebridades da bola. Continuar lendo “Galáticos dos anos 70: “O Mundo a Seus Pés – A Extraordinária História do New York Cosmos”.”

Seleção de cabeceira

Fut Pop Clube aproveita a classificação do Brasil para a Copa do Mundo de 2010 para publicar dicas de livros sobre a Seleção, novamente feitas por Domingos D´Angelo, do MemoFut. “Dois livraços”, nas palavras do colecionador.

– “Enciclopédia da Seleção (As Seleções Brasileiras de Futebol – 1914-2002)“, de Ivan Soter, pela editora Folha Seca. 500 páginas. De 45 a 40 reais[é o da bela capa ao lado, cheia de flâmulas].

– “Todos os Jogos do Brasil”. De Ivan Soter, André Fontenelle, Mario Levi Schwartz, Dennis Woods e Valmir Storti. Editado pela Abril/Placar. [Seu Domingos avisou que o livro está “meio escondido” e realmente não encontrei na loja Abril na internet – deve estar fora de catálogo].

Domingos D´Angelo cita ainda dois livros recentes.

A 1ª Vez do Brasil– “A Primeira Vez do Brasil – Campeão Mundial de 1958“, de Francisco Michielin, editora Maneco, 2008, 352 páginas. De 42 a 50 reais.

E o outro foi bem falado nos últimos dias:

– “Brasil x Argentina – Histórias do Maior Clássico do Futebol Mundial (1908-2008), do professor Newton César de Oliveira Santos. Editado em 2009 pela Scortecci (capinha ao lado). 616 páginas. 60 reais. Newton César escreveu interessante artigo para o caderno Aliás, do Estadão deste domingo, 6 de setembro: Cenas de uma cordialidade esquecida (leia aqui). No artigo, o professor cita clássicos de 1914, 1939 e até 2005 em que houve troca de gentilezas (que como sabemos, geram gentilezas) e não um festival de pontapés.


Leia ou releia as dicas anteriores:

Biografias de craques!

E mais biografias!

Fabuloso!

Brasil galhardete1, 2, 3… deixa a rima pra lá… O que importa é que o Brasil está na Copa de 2010. Grande atuação que começa lá atrás, com Júlio César. Passa pela zaga, laterais, meio-campo e, especialmente, Kaká  e Luís Fabigol. Apesar do juiz caseiro, amarelando Kaká por reclamação, enquanto o galático era caçado pelos “hermanos” – muy hermanos!

Gigante no Arroyito!

cbfArgentina x Brasil em Rosário, 5/9/09, entrou para história como o jogo em que  o escrete canarinho de Dunga carimbou sua classificação para a Copa do Mundo 2010. 3 a 1. Gols de Luisão e Luís Fabiano. Luís Fabuloso e mais uma vez decisivo – duas vezes decisivo – a segunda logo depois que o foguete de Dátolo deixou o placar num perigoso 2×1.

O Brasil venceu com Júlio César (gigante, outra vez), Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos; Felipe Melo, Gilberto Silva, Elano (Daniel Alves) e Kaká; Robinho (Ramires) e Luís Fabiano (Adriano).

Certamente esse jogo merece entrar para o top 5 recente do derby sul-americano que eu publiquei no espaço de comentários deste post, antes do jogo. Topa votar no seu Top 5 dos confrontos Brasil x Argentina?

Em 1975, deu Brasil. Em Rosário.

selecaoEm agosto de 75, a Argentina recebeu o Brasil no mesmo estádio do derby desta noite,  Gigante de Arroyito. E a seleção brasileira treinada por Oswaldo Brandão venceu os argentinos selecionados por Menotti. Um a zero. Gol do atleticano Danival, informa o livraço Seleção Brasileira, de Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf (editora Mauad;capa ao lado). Brandão convocou uma maioria de jogadores de Atlético e Cruzeiro. Contando substituição, seis jogadores do Galo e quatro da Raposa atuaram em Rosário. Só a dupla de zaga era do futebol paulista.

A seleção mineira, digo, a brasileira, venceu com Raul, Nelinho, Luiz Pereira (ainda no Palmeiras), Amaral (então no Guarani) e Getúlio (na lateral-esquerda!!!);  Wanderley Paiva, Danival e Palhinha; Roberto Batata, Campos e Romeu (depois Reinaldo).

Os hermanos perderam com Gatti, Pavoni, Mário Killer e Rebottaro; Daniel Killer, Gallego e Ardilles (depois Júlio Asad); Boveda, Luque e Kempes.

O Brasil venceu essa batalha, mas a Copa América de 1975 ficou com sabe quem? A seleção peruana, com alguns jogadores que três anos depois tomariam de 6 a 0 da Argentina, na mesma Rosário, no jogo mais comentado da Copa de 78.

Heleno de Freitas, Quarentinha, João Saldanha.

Nunca-houve-um-homemBiografias sobre os atacantes Heleno de Freitas e Quarentinha e sobre o jornalista e treinador João Saldanha, “o comentarista que o Brasil consagrou”. São novas dicas de Domingos D´Angelo, criador do MemoFut, o Grupo Literatura e Memória do Futebol, e colecionador de livros sobre o esporte (leia texto anterior). “Muito bem escritos e com base em pesquisas muito bem feitas”, diz ele.

Nunca Houve um Homem como Heleno, de Marcos Eduardo Neves, Ediouro, 2006, 327 páginas.João Saldanha

João Saldanha: uma vida em jogo, de André Iki Siqueira, Editora IBEP, 2007, 552 páginas.

QuarentinhaO Artilheiro que não sorria – Quarentinha, o maior goleador da história do Botafogo,deRafael Casé, Livros de Futebol, 2008, 331 páginas.

Curiosamente, as três recentes biografias recomendadas pelo criador do grupo que discute literatura e memória do futebol são de personalidades ligadas à história do Botafogo.

Figurinhas

Edu, reforço colorado. FOTO Lucas Uebel VIPCOMM
Edu, reforço colorado. FOTO Lucas Uebel VIPCOMM

Grande reforço com anos de experiência na Espanha, mas nascido em Jaú. Luís Eduardo Schmidt, o Edu, fazia na quarta-feira apenas sua segunda partida pelo Internacional, mas foi decisivo. Marcou dois dos três gols da vitória colorada sobre o Atlético Mineiro, que valeu ao Inter o título simbólico de “campeão de inverno” (e o troféu Osmar Santos, dado pelo diário Lance! ao vencedor do 1º turno do Brasileirão). Edu começou no XV de Jaú e começou a brilhar no São Paulo, onde participou (e bem) das campanhas vitoriosas nos Paulistões de 98 e 2000. Foi vendido muito jovem para o Celta de Vigo, onde jogou de 2000 a 2004. Depois, atuou no Real Bétis, de Sevilla. Um grande time que tem oscilado entre a elite e segundona da Espanha. No Bétis, Edu foi campeão da Copa do Rey em 2005 e seus gols salvaram o time do rebaixamento em 2006/07. Mas o Bétis voltou a cair – hoje disputa a segunda divisão espanhola. E Edu foi repatriado pelo Inter, atento às boas oportunidades.

O outro personagem da rodada de meio de semana é um zagueiro, o zagueiro artilheiro (27 gols pelo Corinthians). Chicão, nome de jogador valente. Aliás, Chicão e o filho agora corinthiano de um grande santista. Na quarta-feira, antes do Grande Jogo no Pacaembu, meu amigo santista me contou que o filho de 6 anos tinha trocado o São Paulo pelo Corinthians e só queria saber de Chicão, Chicão, Chicão. Foi no pequeno torcedor que pensei quando Chicão fez gol contra, sem querer, diga-se. Foi no pequeno torcedor que pensei quando Chicão virou o clássico, aos 43 minutos do segundo tempo. Dois para o Corinthians de Chicão e agora do menino de 6 anos, um para o Santos do pai dele.

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Thin Lizzy

lizzy front_coverThe Boys are Back in Town”. Mesmo que você não conheça a ótima banda irlandesa Thin Lizzy, é grande a chance de já ter ouvido esse rock, no rádio, em trilhas de filmes, como “Toy Story” (no caso da animação da Pixar/Disney, o clássico do Thin Lizzy foi usado em trailers). É boa também a chance de você ter ouvido sucessos do Thin Lizzy regravados por nomes como Metallica (“Whiskey in the Jar”, presente em “Garage Inc” que teve clip e tudo), Iron Maiden (“Massacre”, lado B do single “Can I Play With Madness”), Smashing Pumpkins (“Dancing with the Moonlight”, lado B do CD single “Disarm”). Como a banda de Phil Lynott acabou em 1983 e poucos discos foram lançados no Brasil, infelizmente o Thin Lizzy não é conhecido como deveria por aqui. E como deveria: junto com o Judas Priest, os irlandeses ajudaram a consolidar o formato de duas guitarras-solo. E como Lynott “lançou” grandes nomes da guitarra! Continuar lendo “Thin Lizzy”