Aprendi no livro “Os 11 Maiores Centroavantes do Futebol Brasileiro” – de Milton Leite (locutor do canal campeão), editora Contexto – que o brasileiro Altafini, “o nosso Mazzola”, é o maior artilheiro, recordista de gols, numa só edição da Copa dos Campeões, a atual Champions League. José João Altafini – o Mazzola camisa 18 do Brasil na conquista da Copa do Mundo de 1958 – mudou para o “calcio”, se naturalizou italiano, jogou a Copa de 1962 pela Azzurra… Pois bem. Altafini (como é conhecido na Itália) marcou 14 gols na Copa dos Clubes Campeões da Europa 1962/63. Justamente pelo Milan, contra quem Lionel Messi igualou hoje o recorde. Só Altafini e Messi marcaram 14 gols numa só Copa/Liga dos Campeões.
Bem legal a ideia do evento “Tarde com o Ídolo”, do restaurante COPA, que fica no portão 5 do estádio do Morumbi. Neste domingo em que o São Paulo joga em Mirassol, às 18h30, o COPA convidou o ex-goleiro Waldir Peres para a programação especial, que terá mini-tour pelo estádio, tábua de frios, jogo na TV e brindes. Começa às 16h30 e adultos pagam 60 reais.
“O único goleiro na história do futebol mundial que hipnotizava os cobradores nas horas dos pênaltis”, definiu Conrado Giacomini, tricolor roxo, no livro “Dentre os Grandes, és o Primeiro” (da coleção Camisa 13). Continuar lendo “Domingão do Waldir”→
Wellington, Lucas e Piris comemoram o gol da vitória FOTO Gaspar Nóbrega VIPCOMM
Com Rogério Ceni fora por uns bons meses para se recuperar da cirurgia no ombro, o onze do São Paulo 2012 só tem um jogador do plantel de 2008, ano do último título nacional do tricolor: o volante Wellington, que no Brasileirão 2008 participou de uma partida. Continuar lendo “Um novo São Paulo?”→
25 de janeiro de 1930 foi data de fundação do sucessor futebolístico do vermelho e branco Paulistano e da alvinegra AA das Palmeiras, o São Paulo Futebol Clube. Era o chamado São Paulo da Floresta, com as mesmas cores, camisa e escudo do SPFC refundado em 1935, que considera 25 de janeiro sua data-magna (veja no site do tricolor). Depois de amanhã, o São Paulo lança junto com a Panini o seu Álbum Oficial Histórico. Um álbum de figurinhas para contar a história do tricolor paulista. Continuar lendo “Álbum Oficial Histórico do São Paulo”→
Publiquei no post anterior a galeria de títulos oficiais do Barcelona na Era Guardiola. Já são 13, em 16 disputados. Neste post, gostaria de lembrar do maior responsável por um futebol elogiado por Pep Guardiola: Telê Santana. E olha que aqui vão só os títulos da chamada Era Telê no São Paulo Futebol Clube. Entre 14 de outubro de 1990 (primeiro jogo da segunda e mais conhecida passagem do mestre pelo tricolor do Morumbi) e 27 de janeiro de 1996, foram dez grandes conquistas, fora as taças de torneios amistosos e de verão, alguns tradicionalíssimos, como o Teresa Herrera e o Ramón de Carranza.
GALERIA DOS TÍTULOS DE TELÊ SANTANA NO SÃO PAULO – TORNEIOS OFICIAIS
Publicado em 18 de dezembro de 2011 “Pequena” flâmula do São Paulo Futebol Clube, que neste 18/12/2011 lembra o sexto aniversário do Mundial de Clubes de 2005, conquistado num heroico 1×0 contra o Liverpool de Gerrard e da “armada espanhola” de Rafa Benítez. Magnífica atuação do goleiro artilheiro Rogério Ceni, que no jogo mais importante de sua carreira cheia de recordes fez milagres debaixo das traves. E, como capitão, levantou a taça de campeão do mundo. Para tristeza do inglês Gerrard, cracaço de bola.
Mineiro, camisa 7, entrou para a história do São Paulo, ao marcar o gol do título. Continuar lendo “Seis anos do tri mundial do tricolor”→
Zetti, Vitor, Adílson, Ronaldão e Ronaldo Luiz; Pintado, Toninho Cerezo (Dinho) e Raí; Cafu, Palhinha e Müller. Torcedor são-paulino, dá saudade de ler a escalação desse time, não dá? Em 13 de dezembro de 1992, o tricolor de Telê Santana, campeão da Libertadores, encarou o Dream Team do Barcelona, campeão europeu.
O Barça era treinado pelo seu polêmico ex-craque, Johan Cruyff. No estádio Nacional de Tóquio, de tantas recordações boas também para flamenguistas e gremistas, o campeão da Europa chegou como favorito. Tinha nomes como o goleiro Zubizarreta, de seleção espanhola, Koeman, Guardiola (o hoje técnico campeão de tudo), a joia dinamarquesa Michael Laudrup e o artilheiro búlgaro Stoichkov.
Que abriu o placar, aos 12 do primeiro tempo.
O camisa 10 do São Paulo, o capitão Raí, aproveitou cruzamento de Müller e fez o gol de empate, até hoje não se sabe bem como nem com que parte do corpo. Vai ser virado pra Lua lá assim em Ribeirão Preto, Morumbi, Paris ou Tóquio, Raí!
A 11 minutos do fim do tempo regulamentar, “olha a falta, o São Paulo vem com jogada ensaiada, olha a chance do tricolor, Raí na batida de falta, capricha garotinho, capricha, rolou pra Cafu, pra Raí pro gol, eee queeee goooolllll”. Raí fez de folha seca o gol do título. E a narração do pai da matéria, Osmar Santos, abre o hino do São Paulo num CD lançado por “Placar”.
Cruyff disse: “se é para ser atropelado, melhor que seja por uma Ferrari”.
Às duas da manhã no horário brasileiro, o São Paulo era campeão mundial pela primeira vez.