Diego Forlán, 10 do Peñarol.

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A nova edição da bela camisa aurinegra do Peñarol já é usada pelo novo 10 carbonero, Diego Forlán.
O atacante que nunca tinha jogado pelo Peñarol realiza assim um sonho da família. O pai, o lateral Pablo Forlán, foi ídolo do Peñarol antes de jogar no São Paulo.

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Pai e filho carboneros: Pablo e Diego Forlán, domingo, no Centenario.

Na apresentação do novo 10 e da nova camisa dos manyas, Diego Forlán já fez um de seus golaços.
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Valeu, Diego Forlán!

Museo del Fútbol, estádio Centenário
Museo del Fútbol, estádio Centenário

A Associação Uruguaia de Futebol divulgou uma nota em que agradece “eternamente” a Diego Forlán, que se aposentou da seleção Celeste “como um dos melhores jogadores da história do futebol uruguaio”. O filho do lateral Pablo Forlán foi o primeiro uruguaio a jogar mais de 100 partidas pela seleção principal. Na real, foram 112 jogos, em 12 anos, com 36 gols. Conquistou a Copa América em 2011 (participou também em 2004 e 2007) e, acima de tudo, brilhou na ótima campanha da Celeste Olímpica no Mundial de 2010. Diego foi considerado o melhor jogador e um dos artilheiros da Copa na África do Sul. Também atuou em 2002 e 2014.

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Bis no Gigante

O Sport Club Internacional, que comemorou 105 anos ontem, está reinaugurando o seu estádio. Neste domingo, o Inter reabre o Beira-Rio reformado contra o Peñarol, exatamente um dos times participantes do torneio de inauguração do estádio, em 1969.

IMAGEM: http://www.internacional.com.br/pagina.php?modulo=2&setor=18&codigo=22689
IMAGEM: http://www.internacional.com.br/pagina.php?modulo=2&setor=18&codigo=22689

Os colorados de Gainete, Valdomiro e Claudiomiro deram de 4×0 nos carboneros. E olha que o Peñarol tinha os saudosos Mazurkiewicz e Pedro Rocha, o lateral Pablo Forlán, o artilheiro Spencer e don Elías Figueroa – que depois seria o capitão do timaço do Internacional de Rubens Minelli no meio dos 70. Foi bicampeão brasileiro. Inclusive marcou o gol do título na grande final do Brasileirão 75 contra um Cruzeiro também muito forte, no mesmo bat-estádio, o Beira-Rio. O chamado ‘gol iluminado’. Com a camisa colorada, Don Elías foi hexacampeão gaúcho, entre 71 e 76.

Álvaro Pereira, #Palito, é o 16º tricolor celeste.

Foto LUIS PIRES Vipcomm
Foto LUIS PIRES | Vipcomm (setembro 2012)

O lateral-esquerdo Álvaro Pereira, o #Palito, é o 16º jogador uruguaio a vestir a camisa do São Paulo Futebol Clube, que ontem completou 84 anos de fundação. A conta é do pessoal que cuida das estatísticas e do arquivo histórico do tricolor do Morumbi. Eis a relação:

Sem dúvida, os quatro que responsáveis por essa identificação, essa mística Tricolor Celeste, que inspiraram o livro do jornalista Luís Augusto Simon, o Menon, e uma coleção de camisas, são o lateral Pablo Forlán, o saudoso meia Pedro Rocha, o volante/zagueiro Darío Pereyra e o zagueiro Diego Lugano – que aconselhou o amigo de seleção uruguaia a jogar no Morumbi para chegar melhor à “Copa das Copas” da Dilma. Continuar lendo “Álvaro Pereira, #Palito, é o 16º tricolor celeste.”

Coleção Deuses da Raça: homenagem a quatro ídolos do tricolor e da Celeste.


Torcedores do São Paulo já são vistos na rua com camisetas da coleção casual Deuses da Raça, em homenagem a quatro ídolos uruguaios que brilharam no clube: pela ordem cronológica, Pablo Forlán, Pedro Rocha, Darío Pereyra e Diego Lugano. As camisas são semelhantes: azul celeste, com uma faixa tricolor. Têm o escudo do clube paulista, a bandeira do país vizinho, o número da camisa e a assinatura do ídolo. O post mostra detalhes da camisa casual em homenagem a  Don Darío Pereyra, que chegou como meio-campo, mas se consagrou mesmo como zagueirão de técnica e raça.

As fotos são de Luiz Pires, da Vipcomm. 

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40 anos do Paulistão de 1970

DIAS Pontes EditoresSérgio, Pablo Forlán, Jurandir, Roberto Dias e Gilberto (ou Tenente); Édson e o canhotinha de ouro Gérson (Nenê disputou alguns jogos, inclusive os 2 últimos); Paulo (Miruca), Terto (Zé Roberto), Toninho Guerreiro e Paraná. É o time-base do São Paulo campeão paulista de 1970, depois de um jejum de 13 anos (o último Paulistão tricolor havia sido em 1957), período que coincide com a construção do Morumbi (inaugurado parcialmente em outubro de 1960, ficou pronto em janeiro de 1970). Curiosamente, o título tão esperado foi confirmado longe do Morumbi,  em Campinas, em 9 de setembro de 1970. São Paulo 2×1 Guarani. No volume II de O Caminho da Bola, série de três livraços que conta a história da Federação Paulista, Rubens Ribeiro escreve que o Paulistão de 70 teve uma fase de classificação com 9 times do interior e o Juventus, que jogaram entre si em turno e returno. Guarani, Ferroviária, Botafogo de Ribeirão, Ponte Preta e São Bento passaram para a fase final, em que entraram os grandes: Santos, Palmeiras, São Paulo, Corinthians e Portuguesa (ordeno de acordo com a classificação final do Paulistão de 1969). Os dez clubes jogaram entre si, de novo em turno e returno. O tricolor foi campeão com uma rodada de antecedência.

Aproveito para republicar parte de um post sobre Roberto Dias e biografia dele, Dias – A Vida do Maior Jogador do São Paulo nos Anos 1960, do jornalista Fábio Matos. Continuar lendo “40 anos do Paulistão de 1970”

35 anos do Paulistão 75

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Waldir Peres, Nelsinho (depois treinador), Paranhos, Arlindo (Samuel jogou as finais) e Gilberto Sorriso; Chicão e Pedro Rocha; Terto, Muricy Ramalho, Serginho Chulapa e Zé Carlos. Foi com esse time-base que o São Paulo treinado pelo argentino José Poy (ex-goleiro/ídolo do tricolor) conquistou o campeonato paulista de 1975. A grande final, há exatamente 35 anos, foi disputada no Morumbi e decidida nas cobranças de pênaltis. Tricolor campeão invicto do primeiro turno, disputado em pontos corridos.  Portuguesa campeã do segundo turno, depois de um hexagonal decisivo com os cinco grandes e o América de São José do Rio Preto (deu pra ter uma ideia do confuso regulamento, dois em um? era assim, naqueles tempos). A Portuguesa de Otto Glória tinha na decisão Zecão (com sua chamativa camisa amarela), Cardoso, Mendes Calegari e Santos; Badeco, Antonio Carlos, DicáEnéas, Tatá e Wilsinho – nada menos do que  7 jogadores do título paulista de 1973, dividido com o Santos, que também foi (mais ou menos) decidido nos pênaltis. Continuar lendo “35 anos do Paulistão 75”