Discutindo a relação: a Seleção Brasileira e o Morumbi. Veja a lista dos jogos.

10464313_588986841222679_4006644258918849428_nA Seleção Brasileira e o público paulistano parecem viver uma eterna “D.R.” quando se encontram no Morumbi, pelo menos dos anos 70 ou 80 pra cá. Se o gol demora, pode ter certeza, lá vem vaia. Nos últimos anos, goleiros e centroavantes ouviram gritos de “Rogério! Rogério” e “L u í s F a b i a n o !”. Técnicos não foram poupados. Parreira ouviu “Olê, olê, olê, Telê, antes da Copa de 1994″. Mano Menezes ouviu um grito de adeus no feriado de 7 de setembro de 2012, na ‘goleada de um a zero’ sobre a África do Sul.. Por mais de uma vez, o rigoroso público paulistano não perdoou nem um símbolo como a bandeira nacional.
Mas às vezes basta a Seleção marcar um gol para rolar aquele chatinho”eu  / sou brasileiro/  com muito orgulho / com muito amor”.
O certo é que em 28 jogos, desde 1963 (o Morumbi foi inaugurado em 1960 e ampliado em 1970), marcaram gols pela Seleção no estádio nomes como Pelé (bem no dia da despedida do escrete canarinho, em 1971) Pepe, Jairzinho, Leivinha, Roberto Dinamite, Reinaldo, Rivellino, Sócrates, Zico, Tita, Careca, Bebeto, Romário, Rivaldo, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Adriano, Luís Fabiano e, agora, Fred. Ao todo, foram 18 vitórias, 9 empates e apenas uma derrota, na primeira partida.
Vamos à lista! Para este post, contei com a preciosa ajuda de Michael Serra, do arquivo histórico do São Paulo FC, a quem agradeço por mais uma gentileza.

  1. Brasil 2×3 Argentina, Copa Roca, 13/04/1963. Pepe marcou os dois gols da Seleção
  2. Brasil 4×0 Peru, amistoso, 4 de junho de 1966. Duas vezes Lima, Paraná e Pelé.
  3. Brasil 5×0 Chile, amistoso, 22 de março de 1970. Duas vezes Pelé, 2 vezes Roberto Miranda e Gérson.
  4. Brasil 0x0 Bulgária, amistoso, 26/04/1970.
  5. Brasil 1×1 Áustria, amistoso, 11/07/1971. Pelé marcou, num de seus jogos de despedida da Seleção.
  6. Brasil 3×0 Iugoslávia, Minicopa, 02/07/1972. Marcaram Leivinha (duas vezes) e Jairizinho.
  7.  Brasil 2×0 Romênia, amistoso, 17/04¹974. Edu e Leivinha.
  8. Brasil 0x0 Áustria, amistoso, 1º de maio de 1974.
  9. Brasil 1×0 Bulgária, amistoso, 23/01/1977. Roberto Dinamite.
  10. Brasil 2×0 Seleção Paulista, amistoso, 25 de janeiro de 1977 (*). Gil e Palhinha marcaram.
  11. Brasil 1×1 Seleção Paulista, amistoso, 16 de junho de 1977 (*). PC Caju marcou pro Brasil.
  12. Brasil 3×1 Polônia, amistoso, 19/06/1977. Paulo Isidoro, Reinaldo e Rivellino.
  13. Brasil 5×0 Ajax, amistoso, 21/06/1979 (*). Duas vezes Sócrates, 2 vezes Zico, Toninho.
  14.  Brasil 2×0 Bolívia, Copa América, 16/08/1979. Tita e Zico.
  15. Brasil 1×1 Polônia, amistoso, 29/06/1980. Zico.
  16. Brasil 1×1 Tchecoslováquia, amistoso, 03/03/1982. Gol de Zico.
  17. Brasil 0x0 Argentina, amistoso, 17/06/1984.
  18. Brasil 1×1 Bolívia, Eliminatórias 30/06/1985. Gol de Careca.
  19. Brasil 6×0 Venezuela, Eliminatórias, 20/08/1989. Marcaram: Careca (4), Silas e Acosta contra.
  20. Brasil 2×0 Equador, Eliminatórias, 22/08/1993. Bebeto e Dunga.
  21. Brasil 3×2 Equador, Eliminatórias, 26/06/2000. Rivaldo (2 vezes), Antônio Carlos.
  22. Brasil 3×1 Argentina, Eliminatórias, 26/07/2000. Gols: Alex e Vampeta (2).
  23. Brasil 1×0 Colômbia, Eliminatórias, 15/11/2000. Gol: Roque Júnior.
  24. Brasil 1×1 Peru, Eliminatórias, 25/04/2001. Gol do Brasil: Romário.
  25. Brasil 3×1 Bolívia, Eliminatórias, 05/09/2004. Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho e Adriano marcaram para o Brasil.
  26. Brasil 2×1 Uruguai, Eliminatórias, 21/11/2007. Duas vezes Luís Fabiano.
  27. Brasil 1×0 África do Sul, amistoso, no 7 de setembro de 2012. Gol de Hulk.
  28. Brasil 1×0 Sérvia, amistoso – o último antes da Copa, 06/06/2014. Gol: Fred.

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Um livro sobre o Come-Fogo, o clássico de Ribeirão Preto.

Come Fogo
O jornalista Igor Ramos lançou ontem, em Ribeirão Preto, um livro sobre um dos clássicos mais tradicionais do interior paulista: “Come-Fogo – Tradição e Rivalidade no Interior do Brasil”.
Quem teve acesso aos livros anteriores de Igor Ramos, sobre o Botafogo e sobre o Comercial, já pode imaginar a qualidade do material.
Parabéns ao autor e aos torcedores da Pantera e do Leão. Viva o Come-Fogo! Continuar lendo “Um livro sobre o Come-Fogo, o clássico de Ribeirão Preto.”

Quadrinhos do Parque (Antarctica): “Alma – A História da Arena Esportiva Mais Antiga do País”

Atualizado em 16/12/12

/www.almaolivro.com/
No sábado, rolou a segunda noite de autógrafos do livro “Alma – A História da Arena Esportiva Mais Antiga do País“, que conta a história do Parque Antarctica em quadrinhos,  assinados por Custódio (texto) e Fernandes (ilustração). Até o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, torcedor alviverde assumido e autor de Palmeiras x Corinthians 1945- O Jogo Vermelho– , apareceu por lá para prestigiar. Quem foi ganhou dedicatória personalizada, com direito a caricatura!

A página abaixo escrita por Custódio e desenhada por Fernandes mostra os grandes goleiros formados no Palmeiras, que acabou de contratar Fernando Prass (ex-Vasco).
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Dentro do post, mais uma página de “Alma”.
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Palmeiras, 96 anos

Na semana em que lamentou a morte do ex-zagueiro Waldemar Carabina, 584 jogos pelo alviverde, o Palmeiras comemora 96 anos de muita história. O Verdão foi fundado em 26 de agosto de 1914, como o Palestra Itália, chegou a ser Palestra de São Paulo antes de se chamar Sociedade Esportiva Palmeiras.

Primeiro símbolo do Palestra Itália, em 1914, segundo o palmeiras.com.br
Distintivo na camisa do Palestra Itália, em 1915, no palmeiras.com.br

No site oficial do Verdão, é possível acompanhar a evolução dos símbolos e distintivos dos uniformes nesses 96 anos de história. A primeira peleja foi disputada em 24 de janeiro de 1915: de camisa verde com gola e punhos brancos, com esse distintivo aí da direita, com as iniciais P.I. no lado esquerdo do peito, o Palestra fez 2×0 em outro time da comunidade italiana, o Savóia, de Votorantim (leia mais). Continuar lendo “Palmeiras, 96 anos”

México 1970

Estamos a praticamente 2 meses do pontapé inicial da Copa do Mundo 2010. Chegou às bancas (na sexta-feira) o primeiro DVD da Coleção Copa do Mundo Fifa 1930-2006, lançada pela Abril. E nada mais tentador do que começar a série do que o mítico Mundial de 70, no México. Brasil tri e com show de bola. “Dream team”, apelida o Dossiê preparado pela Placar que vem junto com o filme (veja a capinha mais à direita; o formatinho é de gibi, as informações são valiosas). E o DVD propriamente dito é o filme oficial da Copa de 70, “The World At Their Feet”  – com todos os seus problemas (excesso de narração em off, ausência de replays, historinha dispensável – menino fanático que viaja ao México escondido da mãe) e vantagens: filmagem muito boa, em película, e a própria Copa de 70. Além do show das feras que o Saldanha preparou e o Zagallo comandou na hora H, teve o que é considerado o melhor jogo da história dos Mundiais: Itália 4×3 Alemanha, na semifinal que apontou a Squadra Azzurra como adversária do Brasil na grande final. Até os uniformes das seleções de 70 parecem os mais maneiros de todos os tempos. Repare como o Tostão jogou bola… é brincadeira o que ele faz no lance contra a Inglaterra que terminou com o gol de Jairzinho, o furação da Copa. E as jogadas de Pelé que não terminaram com a bola no fundo da rede, mas entraram para a coleção de imagens clássicas do esporte mundial.
O primeiro volume da Coleção Copa tem ainda 2 extras: biografias de Ronaldo Fenômeno e Roberto Baggio, mais um Top 10 dos gols de longa distância.
Na semana que vem, sai mais um DVD: o filme da Copa de 2002.
LISTA DOS TRICAMPEÕES E A CAMPANHA DO BRASIL:
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Livro: “Os 11 Maiores Goleiros do Futebol Brasileiro”

Publicado em 18 de março de 2010
Dizem que onde eles jogam não nasce nem grama. Sim, eles jogam com a camisa 1. Um deles foi inscrito com a 3 na Copa do Mundo de 1958. Outro, que costuma ser comparado a santo, atua com a 12, que o consagrou. E um contemporâneo desse santo goleiro, de tanto fazer gols na linha de frente, adotou o número 01 nas costas. Sim, vem aí Os 11 Maiores Goleiros do Futebol Brasileiro. Texto de Luís Augusto Símon, o Menon, repórter da Revista ESPN  que já lançouTricolor Celeste e Nascido para Vencer!. Menon convocou Barbosa, Castilho, Gylmar, Raul, Leão, Taffarel, Zetti, Rogério Ceni, Marcos, Júlio César e Dida. Muito boas as escolhas. Continuar lendo “Livro: “Os 11 Maiores Goleiros do Futebol Brasileiro””