Gagliardetto (flâmula) da A.S. Roma, time do imperador Adriano (até quando?), do goleiro Júlio Sérgio, do zagueiro Juan, e dos meio-campistas Fábio Simplício e Rodrigo Taddei. Já foram giallorossi Falcão, o Rei de Roma, Toninho Cerezo, Andrade, Renato Gaúcho, Aldair, Cafu. Lima, o atacante Fábio Júnior, Antonio Carlos Zago, Émerson, Mancini… E muito antes, o Dino da Costa, um centroavante ex-Botafogo, que atuou na Roma de 1955 a 60, me informa o livro Bola Fora, do PVC. Continuar lendo “Flâmula: Roma”
Penalidade Máxima
O fim de semana de tantos pênaltis decisivos (Cruzeiro de Porto Alegre eliminando Inter “B” nas quartas da Taça Piratini, com goleiro acertando e goleiro errando; ambas semifinais da Taça Guanabara definidas na marca da cal – Felipe conquistando a massa; Rogério Ceni desperdiçando a chance de se aproximar ainda mais do 100º gol na goleada contra o Bragantino ) lembrou-me de um conto arrepiante do goiano Flávio Carneiro, torcedor do Botafogo, no especial Literatura & Futebol da revista Bravo! (nas bancas). Uma narrativa praticamente cinematográfica, que prende o leitor até o apito final, digo, última linha. Continuar lendo “Penalidade Máxima”
Uma “mãozinha”

Pé quente a nova camisa do Cruzeiro. Estreou com goleada – um chocolate! Ou seria melhor dizer um alfajor? – 5 a 0 em cima do Estudiantes, último campeão argentino, vencedor da Libertadores 2009 justamente em cima do Cruzeiro. Continuar lendo “Uma “mãozinha””
Copa do Brasil !
Um barato o Flamengo de Ronaldinho Gaúcho pegar o Murici (AL) no estádio Rei Pelé, vulgo Trapichão. O São Paulo de Rogério Ceni visitar o Treze no Amigão de Campina. Iape do Maranhão contra o Galo. Comercial (MS) x Vasco. Comercial (PI) x Palmeiras! Ipiranga (RS) x Coxa! Sampaio Corrêa x Sport! Rio Branco (AC) x Furacão! River Plate (SE) x Fogão. Imagine o(s) público(s) da(s) partida(s) entre Corinthians (RN) x Santa Cruz? Faz um agrado nos simpatizantes desses times na região visitada – que só devem aumentar seus fã-clubes por lá. Para alguns, é o nosso torneio mais democrático (tem pelo menos um time de cada estado). Só que a Copa do Brasil poderia ser mais valorizada. Primeiro, se não rolasse nas mesmas datas da Libertadores. Segundo, se tivesse os clubes que disputam a competição continental. Por que Fluminense, Santos, Inter, Cruzeiro, Grêmio e Corinthians não podem disputar a Copa do Brasil? Por que o campeão da Copa do Brasil nunca pode tentar o bi? Ah, faltam datas? Simples. Reforme-se o calendário. Estaduais muito mais curtos, com uma fase de grupos e depois mata-mata. Copa em datas nobres, finais em fins de semana, sem concorrer com Libertadores.
Para variar, deixo aqui a dica do livro cuja capa ilustra o post. “20 Anos da Copa do Brasil – De Kaburé a Cícero Ramalho”, de Alex Escobar e Marcelo Migueres, foi lançado no começo de 2009 pela editora Viana e Mosley, portanto, não inclui as conquistas do Santos (2010) e Corinthians (09).
Os Belenenses e o Estádio do Restelo
Publicado em fevereiro de 2011

Foi neste simpático estádio da foto acima que Ronaldo Fenômeno marcou seu primeiro gol pelo Cruzeiro, numa excursão da Raposa pela Europa. O Cruzeiro foi ao estádio do Restelo enfrentar os Belenenses, donos da casa. E estrela do jovem artilheiro começou a brilhar em gramados internacionais. Agosto de 1993. Primeiro gol do então Ronaldinho, 16 anos!

“Gancho” para publicar mais um rolê do Fut Pop Clube: agora pelo belo estádio do Restelo e sede do Clube de Futebol Os Belenenses.
O nome vem do bairro lisboeta onde o clube foi fundado: Belém, o mesmo dos tentadores pastéizinhos. E o estádio – que me lembrou um pouco o velho Palestra Itália, do Palmeiras, antes da demolição, claro, mas com pista de atletismo na mesma cor da do Engenhão – está muito bem localizado, pertíssimo do Mosteiro dos Jerônimos e da Torre de Belém, com vista para o rio Tejo e Ponte 25 de Abril. Saca só as fotos abaixo.

102!
Uma vez Fenômeno
Impressionante a repercussão no Brasil e no mundo da aposentadoria ou “primeira morte” de Ronaldo Fenômeno. Cadernos e mais cadernos especiais no Brasil. Capa do Olé, na Argentina. Destaque na primeira página do importante El País, da Espanha… “Fenômeno de mídia” era o título do post que republico abaixo, sobre um documentário que trata do fenomenal começo de carreira de Ronaldinho, até a Copa América de 1997. Bem que alguém poderia reprisá-lo… Continuar lendo “Uma vez Fenômeno”
Bola na mesa
- Mete Gol é nome de canção do Jorge Ben Jor, feita para a Copa 2006. Metegol é o nome que se dá na Argentina e outros países de língua espanhola para brinquedão que chamamos de pebolim, totó, fla-flu etc. Li que Metegol é o nome do novo filme do “hermano” Juan José Campanella, torcedor do Racing Club de Avellaneda, diretor dos espetaculares O Filho da Noiva e O Segredo dos Seus Olhos (se ainda não viu, leia meu post; e veja o filme. Recomendo!). Será um desenho animado em que os “jogadores” do tradicional 3-4-3 do totó – pebolim, metegol ou seja lá que nome você prefira – ganham vida. Vai ser muito legal isso. Você viu o que o time do Campanella fez na cena do estádio do Huracán, em O Segredo dos Seus Olhos? Então…
- Domingo é dia de futebol de mesa no Pacaembu. Explico melhor: o Museu do Futebol promove o seu I Torneio Aberto de Futebol de Botão. São 3 categorias, para jovens botoneiros de 8 a 16 anos. A regra usada será a paulista (saiba mais no site do Museu). Mas as inscrições terminam amanhã, 12/2. Neste sábado, véspera do Torneio, o Museu vira “centro de treinamento” de futebol de botão. Tudo de graça. Confira o serviço no site oficial e no flyer abaixo.
Em 140 toques de bola
Pitacos soltos sobre campeonatos em São Paulo, Rio de Janeiro, Inglaterra, publicados este fim de semana no meu twitter (@FutPopClube):
- Quatro vira, oito acaba? Não. Quatro vira, 4×4 acaba, Newcastle x Arsenal, jogo maluco da Premier League.
- Clássico é clássico e vice-versa. Vide Brasil x Argentina no sub-20 e o Derby paulista
(podemos acrescentar Chelsea 0x1 Liverpool, bem na estreia de Fernando Torres (ex-Liverpool) no Chelsea.
- Noite dos Botafogos, no Rio e em Ribeirão Preto
(e apesar da tentação, não deu para falar que os Botafogos levaram a melhor sobre os tricolores porque o de Ribeirão também é).
Rivaldo! Rivaldo! Rivaldo!
Gostaria de lembrar de uma noite em que ouvi uma torcida gritar o nome do pernambucano tímido, um raro craque do futebol que não está nem aí para o marketing típico de muitos boleiros. “Rivaldo! Rivaldo! Rivaldo!” Só que diferentemente do coro ouvido ontem à noite no Morumbi, o sotaque era catalão, onde o V tem som de B. Já se passaram quase 10 anos. A imagem acima é da capa do caderno de esportes do diário catalão El Periódico. Na véspera, 17 de junho de 2001, Rivaldo teve uma atuação histórica com a camisa blaugrana do Barça, treinado por Carles Rexach (dá para ver o Puyol na foto, mas o capitão ainda era Guardiola. O time tinha os holandeses Frank de Boer, Cocu, Kluivert, Overmars). Rivaldo fez de falta, fez de fora da área, fez de bicicleta, aos 43 do 2º tempo! Só não fez chover. Final: Rivaldo 3 x 2 Valencia – aliás, manchete de um jornal esportivo no dia seguinte. O hat-trick classificou o Barça para a Champions League. Continuar lendo “Rivaldo! Rivaldo! Rivaldo!”




