Napoli x Chelsea

Depois de uma segunda-feira de Carnaval acompanhando três blocos/bandas em 3 lugares distintos do Rio, nada como passar uma tarde “de molho” – e de olho numa partida digna do nome da competição, a Liga dos Campeões. O bravo Napoli conseguiu uma importante vitória na partida de ida contra o rico Chelsea. 3 a 1, de virada, no vibrante Stadio San Paolo – onde a torcida canta até o hino da Champions League. “The Champions”! Continuar lendo “Napoli x Chelsea”

La Bombonera pulsa

Nome oficial: Estádio Alberto J. Armando
Capacidade: 49 mil torcedores
Inauguração: 25 de maio de 1940. Boca 2 x 0 San Lorenzo.

Linhas de ônibus:

10, 20, 22, 24, 25, 29, 33, 39, 46, 53, 54, 64, 70, 74, 86, 93, 102, 129,

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O blog Fut Pop Clube teve a oportunidade de dar um rolê por um dos estádios mais místicos do mundo, desta vez em dia de jogo. O Boca Juniors – campeão do último certame argentino, o Apertura 2011- recebeu o Olimpo, de Bahía Blanca, na abertura do Clausura.
Há um programa oficial do clube para levar estrangeiros à Bombonera, o Boca Experience, com link no site oficial. Mas embarquei numa tour oferecido num flyer nos hotéis, organizado por “hinchas”(torcedores) – fanáticos, mesmo. Pegam os gringos perto de hotéis, ensinam as músicas da torcida, fazem uma festinha de pizza e cerveja e fornecem os ingressos para uma das arquibancadas atrás dos gols – do outro lado da La 12, a hinchada mais famosa do Boca.

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Rolê pelo estádio Luis Franzini | Defensor Sporting Club | Montevidéu, Uruguai

Texto publicado durante a Libertadores 2012

http://www.defensorsporting.com.uy/
http://www.defensorsporting.com.uy/
  • Publicado em 7 de fevereiro de 2012

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Imagine um jogo da Libertadores num estádio pouco maior que o da rua Javari.
O Defensor Sporting Club recebeu na sua “cancha” aqui em Montevideo o sempre perigoso Vélez Sarsfield. E não é que a torcida viola lotou as arquibancadas? Fila pra entrar, e lá dentro, torcedores se espremendo.
Com sua bonita camisa roxa, o Defensor tomou um gol após polêmica marcação do juiz.
No segundo tempo, só deu Vélez. 3 a 0. A torcida visitante cantou o tempo todo. A do Defensor batucou o jogo inteiro e cantou mais quando o jogo estava definido.
Ótima atmosfera.image

Fila pra entrar no estádio, que fica ao lado de um parque de diversões.

As arquibancadas do estádio do Defensor, pintadas de roxo.image

http://www.defensorsporting.com.uy/
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Uma bola. 22 jogadores. 74 mortos. Centenas de feridos. A tragédia de Port Said.

Port Said, 1º de fevereiro de 2012. O banho de sangue durante o jogo entre o Al-Masry e o Al-Ahly pelo campeonato egípcio tomou conta do noticiário esportivo e internacional neste meio de semana.
Os relatos assustam: facas e bombas dentro do estádio, jogadores espancados, corpos nos vestiários, torcedores esmagados.
Os números arrepiam ainda mais: 74 mortos, quase mil feridos. Desta vez, não dá para jogar toda a conta da lamentável tragédia na bestial violência de torcidas fanáticas por futebol. Mas num país em convulsão política e social, esses grupos organizados têm um lado, uma escolha partidária.
E como as autoridades fizeram vista grossa, um estádio de futebol infelizmente acaba sendo um cenário fácil para uma batalha de ódio como a que vimos no Egito. Pelo jeito, um ano depois da revolta na praça Tahir, o Egito ainda longe da paz.

Uma dica de leitura que não fala dos conflitos no Egito, mas têm capítulos sobre o envolvimento de torcidas organizadas na política partidária, atuando como milícias: Continuar lendo “Uma bola. 22 jogadores. 74 mortos. Centenas de feridos. A tragédia de Port Said.”

“Heleno” – 30 de março nos cinemas


O que o Rodrigo Santoro está fazendo num blog de futebol? Para quem ainda não sabe, o eclético ator brasileiro “é” Heleno de Freitas, no esperadíssimo filme “Heleno”, de José Henrique Fonseca. Filme e performance de Santoro no papel do craque de Botafogo, Vasco, Boca etc  foram elogiados nos festivais onde a “pelí” passou. Estreia prevista para 30 de março.

FOTO: ROGERIO FAISSAL
O filme foi inpirado pela biografia do craque que a torcida adversária chamava de “Gilda”: “Nunca Houve um Homem como Heleno”, de Marcos Eduardo Neves (post anterior). Abaixo, imagem do cartaz do filme “Heleno” recentemente divulgada na internet.
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“Nunca Houve Um Homem Como Heleno”

A base do filme “Heleno” foi a biografia escrita pelo jornalista Marcos Eduardo Neves: “Nunca Houve um Homem Como Heleno” (agora pela Jorge Zahar), que descreve muito bem não só a glamourosa, atribulada e curta vida do temperamental craque, como o Rio de Janeiro dos anos 40, então capital federal. Continuar lendo ““Nunca Houve Um Homem Como Heleno””

O clássico do homem que batizava clássicos

O  jornalista Mario Filho foi quem batizou o agora centenário Fla-Flu, o clássico das multidões. É também autor de um clássico da literatura esportiva nacional: “O Negro no Futebol Brasileiro” (editado pela Mauad). Mario Filho acabou virando o nome do estádio que incentivou: o Maracanã. Ótima dica de leitura neste verão, comecinho dos campeonatos estaduais. Exatamente por explicar o início dessa era, na transição do amadorismo para o profissionalismo.

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