“Hooligans”.

hooligansA batalha campal entre torcedores de dois clubes de Londres num mata-mata da Copa da Liga Inglesa em 2009 pareceu um link  para o filme Hooligans (também conhecido como Green Street Hooligans, em DVD da Califórnia Filmes). De bola rolando, essa ficção anglo-americana tem menos de 2 minutos. O foco  é nas torcidas organizadas (“firms”, na Inglaterra), mesmo na hora do gol do West Ham United, da zona leste de Londres. Em especial, de uma torcida do West Ham (Green Street Elite, inventada para o filme, mas certamente não muito diferente das organizadas da vida real) e suas desavenças com facções de seguidores de Birmingham, Manchester United, Tottenham Hotspur e, principalmente, Milwall, que faz o derby do leste de Londres contra o West Ham – na vida real, foi o encontro de 2009 entre West Ham e Milwall que terminou em pancadaria fora do estádio E dentro do gramado. Continuar lendo ““Hooligans”.”

Pelé e o Cosmos

Camisa usada por Pelé no Cosmos. Coleção de Paulo Gini.
Camisa usada por Pelé no Cosmos. Coleção de Paulo Gini.
Camisa usada por Pelé no Cosmos. Coleção de Paulo Gini.
Camisa usada por Pelé no Cosmos. Coleção de Paulo Gini.

O administrador de empresas Paulo Gini, um dos autores do ilustradíssimo livro A História das Camisas dos 12 Maiores Times do Brasil, montou uma seleção brasileira a partir de 11 raridades de sua coleção. Eis uma das camisas usadas por Pelé em seus 3 anos de contrato com o Cosmos (leia texto abaixo). Clássica! E o Paulo ainda tem a camisa usada na despedida do Rei, em outubro de 1977. Amistoso entre Cosmos x Santos, no Giants. Pelé atuou metade do tempo em cada um dos times de sua vida. Vitória dos galáticos de NY por 2×1. Pelé marcou um. Para o Cosmos.

Leia mais:
Camisa do Santos na década de 60 e uniformes de outros 11 grandes times escolhidos pelo Paulo Gini.
Cosmos parte 2 Uma dica de filme em DVD. O Mundo A Seus Pés conta a a Extraordinária História do New York Cosmos – o time de soccer, digo, futebol, da Warner Communications, criado graças à insistência dos fundadores da gravadora Atlantic Records, irmãos Ertegün. É um documentário que conta as origens do time que disputava a North American Soccer League, antes da era Pelé, os recordes seguidos de recordes quando o Rei jogou por lá, e a decadência da liga. Com direito a muita roupa suja lavada em público. Antes dos Florenteam do Real Madrid, o NY Cosmos foi uma galáxia de celebridades da bola. Continuar lendo “Pelé e o Cosmos”

Seis vezes São Paulo

SoberanoPor falar em documentários sobre futebol, saiu no Daniel Perrone e outros blogs tricolores o lançamento da pedra fundamental do filme Soberano – Seis Vezes São Paulo – que vai tratar dos títulos brasileiros de 77, 86, 91, 2006, 07 e 08 pela ótica do torcedor. Na equipe, estão videomaker Carlos Nader, como diretor, Maurício Arruda como roteirista e o ex-titã Nando Reis como diretor musical (será que o nando publicará aquela canção sobre o São Paulo que tocou uma vez no Esporte Espetacular? Tomara!). Atenção, grande nação são-paulina: acorde porque a produção pede para você colaborar com vídeos e depoimentos.

PS atualizando em 23/08/2010.  Soberano estreia nos cinemas em 17 de setembro de 2010. Você pode ver o trailer no SPFCPedia.

Paixão por um time levada à telas. Esse é um mercado que só tende a crescer. Já tem filmes sobre o Flamengo (vários, existe até produtora especializada), Inter, Grêmio, Náutico etc. Bom porque não vai faltar assunto aqui pro blog.

O Casamento de Romeu e Julieta

No Brasil, um primo menos boleiro de “Febre de Bola” seria a comédia romântica “O Casamento de Romeu e Julieta”, dirigida pelo Bruno Barreto (2005).  A história do amor de um corintiano por uma donzela palmeirense que tem uma pai que é uma fera… digo, fanático pelo Palestra, meu. O filme é baseado no livro “Palmeiras, um Caso de Amor”, que o Mario Prata escreveu para a coleção Camisa 13, da editora DBA – Dórea Books and Art.

Continuar lendo “O Casamento de Romeu e Julieta”

Febre de bola | Fever Pitch

Ainda febredebfaltam ficções na hoje extensa literatura sobre futebol. Verdade. Na literatura pop inglesa, há um romance do escritor Nick Hornby –  um apaixonado pelo Arsenal,  grande time de Londres. O livro “Febre de Bola” (Fever Pitch, capa  ao lado direito), daqueles que você lê “de sentada”, acompanha as desventuras (até amorosas) de um torcedor do Arsenal durante os anos que o clube ficou “na fila”, sem títulos importantes. Virou filme, já exibido na TV a cabo. Colin Firth faz o professor, certamente um alterego de Nick Hornby. E depois ganhou versão hollywoodiana (“Amor em Jogo” no Brasil), trocando o futebol pelo beisebol e o Arsenal pelo Boston Red Sox. Drew Barrymore faz a a namoradinha. Torcedores die-hard e suas mulheres vão se identificar com livro e filmes.