Publicado em 14 de junho de 2011
Uma dica para quem devora tudo sobre o Santos. A Década de Ouro é um livro repleto de dados sobre os anos 60, em que o Santos foi campeão e bicampeão de tudo – em alguns casos, até pentacampeão… Pudera: seu autor, Guilherme Gomez Guarche, é coordenador do Centro de Memória e Estatística do Santos Futebol Clube. Está lá a campanha da Libertadores de 62, decidida contra o Peñarol. Estão no livro de Guilherme Guarche os detalhes da confusa segunda partida da final, na Vila Belmiro. O Santos empatou, o que já lhe daria a taça, deu volta olímpica, no dia seguinte os jornais abriram manchete… mas o juiz botou na súmula que tinha encerrado o jogo por falta de segurança quando o Peñarol vencia por 3×2… Continuar lendo “A Década de Ouro do Peixe”
Categoria: Esporte
Verdugo
Publicado em 14 de junho de 2011
Gostaria de aproveitar o começo da decisão da Libertadores 2011 para mencionar um ótimo perfil de um dos maiores artilheiros dessa copa. Pedro Virgílio Rocha Franchetti, o Pedro Rocha, ídolo do Peñarol nos 60, do São Paulo nos 70 e da Celeste Olímpica é o garoto da capa do nº 5 da revista brasileira Football(capinha ao lado). É um pouco difícil achar Football nas bancas (quando encontro na Cultura ou na La Selva, já vou pegando), mas dá para ler o perfil escrito por Moacir Japiassu no site da revista. Continuar lendo “Verdugo”
Corneta

Entreouvido na arquibancada do Morumbi, no começo da noite deste sábado, da quarta rodada do Brasileirão 2011:
– Tira a mão das cadeiras, Dagoberto!
– Ô Rodrigo “Preso” (referência ao volante Rodrigo Souto)
– Vai, aleijado! (????). Manco!
– Carpegiani, tira o “filho do presidente”!
“Filho do presidente”, entre aspas, mesmo, foi uma referência do folclórico torcedor ao Marlos, autor do gol de desempate. Que como Dagoberto, Rodrigo Souto, “aleijado”, “manco”, mais os jovens Lucas, Casemiro e companhia ajudaram o São Paulo a vencer a quarta seguida, contra um Grêmio mais tímido do que o normal, e manter a ponta no Brasileirão 2011.
A bem da verdade, diga-se que os pouco menos de 15 mil pagantes no Morumbi aplaudiram Marlos quando o jogador foi substituído.
Terceiro uniforme do Cruzeiro

20 anos do tri tricolor no Brasileirão
O São Paulo vinha de 2 vices seguidos em Brasileiros: em 89, diante do Vasco, e em 90, já com mestre Telê Santana como técnico, diante de um arquirrival, o Corinthians. Na terceira final seguida, o tricolor enfim conseguiu seu tri do Brasileirão.”Cadê o pé-frio?”, perguntou Telê, lembra o recém-lançado livro de Orlando Duarte e Mário Vilela, São Paulo FC – o Supercampeão (Companhia Editora Nacional), que tem os detalhes dessa e muitas outras conquistas.
Primeiro jogo no Morumbi contra o Bragantino de Carlos Alberto Parreira: 1×0 magro, gol de Mário Tilico, que era opção no banco.
O segundo jogo, num 9 de junho como hoje, foi em Bragança Paulista, diante de pouco mais de 12 mil pagantes. O 0x0 deu, enfim, o tricampeonato ao São Paulo (que no fim do ano ganharia o Paulista também). A taça das bolinhas erguida pelo capitão Raí foi o passaporte para saltos aindas maiores: a conquista da América e do mundo, com a Libertadores e o Mundial Interclubes, em 1992. E o espetacular time de Telê Santana ainda daria bis, em 1993. Continuar lendo “20 anos do tri tricolor no Brasileirão”
“Gigantes do Futebol Brasileiro”
Um perfil de Ronaldo Fenômeno é um dos “extras” da nova edição de Gigantes do Futebol Brasileiro (editora Civilização Brasileira). Editado pela primeira vez em 1965 com perfis de 13 craques (Friedenreich, Fausto, Domingos da Guia, Leônidas, Tim, Romeu, Zizinho, Heleno de Freitas, Danilo, Nilton Santos, Gérson, Garrincha e Pelé), o livro ganhou agora textos sobre duas ausências da “convocação” de 65: Didi e Ademir Marques de Menezes, mais o citado R9, Romário, Zico, Falcão, Tostão e Rivellino. A essa lista de craques, adiciono os nomes dos dois autores dos ótimos textos: João Máximo e Marcos de Castro. Vale a leitura. Mesmo.
Vascão campeão da Copa do Brasil 2011

Galhardete – ops, flâmula do Vasco da Gama, grande campeão da Copa do Brasil 2011. Primeiro brasileiro classificado para a Libertadores 2012.
Conquista merecida, dramática, supervalorizada pela dificuldade imposta pelo vice, o Coritiba, que venceu a segunda partida da decisão, por 3 a 2. De virada. Mas os gols feitos no Couto Pereira deram a copa ao Vasco.
Parabéns a todos os amigos vascaínos, ao elenco e ao técnico Ricardo Gomes. Continuar lendo “Vascão campeão da Copa do Brasil 2011”
Santos x Peñarol, 49 anos depois

O Santos será tri? O Peñarol será hexa? A grande final da Libertadores 2011, que começa no Centenário dia 15, mereceria Morumbi – até Maracanã, se não estivesse em reforma – mas provavelmente será no simpático Pacaembu, no dia 22, Vai ser uma p… decisão.Como foram senhoras semifinais as partidas entre Cerro x Santos, Vélez x Peñarol. Os carboneros saíram na frente, poderiam ter ampliado, tomaram a virada, poderiam ter tomado o terceiro gol, que seria fatal. Mas “Graaande, Tanque” deve estar pensando o torcedor do Peñarol, agradecendo ao Santiago Silva pelo pênalti batido como tiro de meta.
Algumas curiosidades sobre a grande final: Continuar lendo “Santos x Peñarol, 49 anos depois”
Campeões do CINEFoot 2011
“Apita o árbitro. Abrem-se as cortinas e começa o espetáculo, torcida brasileira. Agueeenta coração”. Assim o saudoso locutor Fiori Gigliotti poderia narrar a abertura da “seleção paulista” do CineFoot, festival de cinema de futebol.
Nesta quinta, 2 de junho, a partir de 19h30, no Museu do Futebol, Pacaembu dois filmes sobre histórias de estádios: “Vivaldão, o Colosso do Norte”, sobre o Vivaldo Lima derrubado para a construção da arena da Copa, em Manaus, e uma pré-estreia de “Primeiro Tempo”, etapa inicial do projeto Palestra Itália.doc (leia post anterior, com trailer).
Nesta sexta, 3/6, na mesma bat-hora, no mesmo bat-museu, o curta “Vila da Torres” e o longa “Soberano – Seis Vezes Campeão” (veja post anterior sobre a pré-estreia, em 2010). Programação completa aqui.
No “crepúsculo de jogo” na parte carioca do festival (no Rio, tem competição), foram anunciados os filmes vencedores. Na categoria longa-metragem, a Taça CineFoot foi para “Copa Vidigal”. Confira o trailer:
O curta-metragem que levou a Taça CineFoot para a Espanha foi “Porque Há Coisas que Nunca São Esquecidas (Porque Hay Cosas que Nunca se Olvidan)”, de Lucas Figueroa. Continuar lendo “Campeões do CINEFoot 2011”
Palmeiras de roupa nova, inspirada na camisa que venceu a Copa Rio de 1951.
Publicado em 1º de junho de 2011

Aí vai a imagem da nova camisa do alviverde. As novidades são a gola V e o distintivo só com o “P”, como o uniforme usado pelo Verdão que venceu a Copa Rio 1951 – que para o clube de Palestra Itália e muitos pesquisadores foi um mundial de clubes.
No lançamento,a presença de um dos heróis de 1951: o goleiro Oberdan Cattani.
O Palmeiras usou esse distintivo com o “P” na camisa entre 1942 e 1959, quando o emblema atual (que já era símbolo institucional desde 1942) ganhou lugar no lado esquerdo do peito. Um pouco confuso? O site do Palmeiras tem a linha do tempo dos distintivos de camisa e símbolos oficiais.
Dentro do post, o novo uniforme nº 2, com referência às cores da bandeira italiana… e dica de um livro recém-lançado sobre a conquista da Copa Rio de 1951.
O comercial do fornecedor de uniformes é criativo e muito bem feito. Saca só.
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