A fase de grupos da Champions League começa a pegar fogo e entra na hora de ver quem passa para o mata-mata. Na próxima rodada, em 6 e 7 de novembro, teremos a repetição das partidas desta semana, mas com o mando invertido. É o começo do “returno” dessa fase. Será que o Real Madrid desconta no Borussia Dortmund, no Berbabéu?
O álbum de figurinhas da Liga dos Campeões está chegando às bancas… Olha o cromo do Piqué aí, Shakira!
FOTO : Divulgação
Quantos campeonatos de futebol de botão joguei na infância e adolescência!
Hoje, o botão perde feio pro futebol virtual dos games… Mas não perco uma oportunidade de divulgar pra molecada de hoje o futebol de mesa.
Vi nas lojas de brinquedos uns times de botão com a marca do Neymar. Tem Santos – claro-, Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Flamengo, Vasco, seleções do Brasil, Argentina, Alemanha, Espanha, França, Itália. Em várias embalagens (um time só, dois, quatro, seis ou doze).
O curioso é que todos os times vêm com uma cartela com adesivos do Neymar. Mesmo nos times dos rivais paulistas. Já pensou Neymar no time de botão do corintiano, do palmeirense ou do são-paulino? Repare na imagem abaixo. Continuar lendo “Futebol de botão do Neymar”→
O número zero de “Pelezinho” (veja post anterior) vem encartado no nº 60 de “Saiba Mais: Sobre Pelé | Com a Turma da Mônica“, onde Cascão e Cebolinha aprendem tudo sobre o rei do futebol. A editora Panini Comics está relançado Pelezinho. Primeiro, reedita histórias já publicadas. Numa segunda fase, novos quadrinhos vão para as bancas. Goool!
Atualizado em 20 de agosto de 2012
Por falar no estádio Råsunda, o cartunista Mauricio de Sousa divulgou no seu Twitter pessoal e no Facebook da Turma da Mônica uma homenagem do seu estúdio ao local da final da Copa de 1958. A arte foi criada por Flávio Teixeira de Jesus, roteirista da Mauricio de Sousa Produções, e nela volta a brilhar a estrela do Pelezinho, simpático personagem de saborosas histórias em quadrinhos, que no final dos anos 70, começo dos 80, divertiram boleirinhos como este que vos bloga.
Depois da notícia triste (a demolição do Råsunda), a boa nova: Pelezinho vai voltar aos gramados, digo, às bancas.
Segundo a página da Turma da Mônica no Face, o personagem inspirado na infância do rei do futebol retorna aos gibis pelo time da editora Panini Comics Brasil, e reestreia em plena Bienal do Livro.
Em 1977, pintou na área a revista Pelezinho, que circulou até 1982, pela editora Abril (fonte: site da Mônica), fora dois almanaques especiais das Copas de 1982 e 1986. A Panini Comics já (re)lançou o primeiro título, “Coleção Histórica Pelezinho” – veja a capa.
PaniniComics.com.br
As historinhas e os outros personagens eram inspirados nas memórias da infância de Pelé. Como a japinha Neusinha, a primeira namoradinha real. Você se lembra de outros personagens da HQ? Escreva para o Fut Pop Clube, na página de comentários. Eu começo…
Mais um pedacinho do próximo filme do diretor argentino Juan José Campanella foi revelado. A animação “Metegol” será lançada em 2013, em 3D. Conta a história de “jogador” de pebolim (digo, totó; perdão, Fla-Flu; ou melhor, futbolín; enfim, metegol!!!) que ganha vida.
Capa de “A Bola e o Goleiro”: Jorge Amado para as “categorias de base”, na edição da Companhia das Letrinhas
Nesta sexta-feira, 10 de agosto, o Fut Pop Clube começa a festejar o centenário de nascimento de Jorge Amado com o distintivo do Esporte Clube Ypiranga, de Salvador, o time de coração do escritor baiano. O Ypiranga, herdeiro do Sport Clube Sete de Setembro, foi fundado em 7 de setembro de 1906. “O Mais Querido” é o terceiro time com mais títulos no futebol baiano, atrás apenas do Bahia e do Vitória: o canário aurinegro ganhou 10 campeonatos da primeira divisão estadual, o último em 1951. Sob nova direção, hoje o Ypiranga (de) Amado tenta reencontrar o seu caminho.
Como todo mundo que conhece um pouquinho da vida do escritor sabe, Jorge Amado era comunista. E no futebol, sua predileção eram os times de origem operária. Também era torcedor do Bangu Atlético Clube.
O autor de “Jubiabá”, “Capitães da Areia”, “Gabriela, Cravo e Canela”, “Dona Flor e seus Dois Maridos”, “Tieta do Agreste” etc etc etc escreveu um livro sobre futebol destinado ao público infanto-juvenil. É o delicioso “A Bola e o Goleiro”, de 1984, que curti na edição da Companhia das Letrinhas, ilustrada pelo traço colorido de Kiko Farkas. No livro, uma foto feita por Zélia Gattai mostra o escritor Amado ao lado do excelente artista plástico Carybé, no velho estádio da Fonte Nova, em Salvador. Continuar lendo “A Bola e o Goleiro. Jorge Amado e o futebol.”→
Desde que vi o filme de Felipe D´Andrea no CINEfoot 2012, estava louco para fazer um post sobre “Vai Pro Gol” e o futebol de botão. O post anterior foi o estalo.
“Dizem que tem mais de 100.000 botonistas no Brasil.”
Se a estimativa, citada por um dos entrevistados do documentário “Vai Pro Gol“, pode ter um quê de Nelson Rodrigues – já pensou, um Maracanã superlotado de botonistas brasileiros?- o certo é que todo fim de semana muita gente joga futebol de botão, ou futebol de mesa, esporte levado a sério pelos federados. Clubes de futebol como Corinthians, Nacional, Noroeste, Palmeiras e Santos, sociais como Círculo Militar e o Cisplatina FC ou especializados em botão como o Maria Zélia participam dos campeonatos. Fiquei impressionado com as imagens de inúmeras mesas, num campeonato disputado no belo ginásio do Círculo Militar, em São Paulo (frequentei esse clube na minha infância, mas não sabia que tinha um departamento de futebol de mesa tantas vezes campeão…).
O doc de 22 minutos, em HD, tem ritmo, bons ângulos, bom humor e uma bela trilha – sou todo elogios para o chorinho “Bola de Gude, “das meninas do Choro das 3. Não perca a oportunidade de ver “Vai Pro Gol” nos próximos festivais. Tomara que vire um longa, Felipe! Parabéns.
O goleiro Beto (Lucas Alexandre), em “Meninos de Kichute”
(x) Gol de placa
( ) Gol bonito
( ) Bateu na trave
( ) Bola murcha
O espectador do festival CINEfoot recebe na entrada das sessões um cupom com essas opções para marcar em cada um dos filmes da mostra competitiva. E bola pro mato que o jogo é de campeonato e vale a Taça CINEfoot. “Meninos de Kichute”, longa-metragem de Luca Amberg que fechou a rodada dupla da penúltima jornada do festival em São Paulo, ganha fácil a cotação (x) Gol de placa.
O filme inspirado no livro de mesmo nome de Márcio Américo se passa nos anos do “Eu te amo meu Brasil” e parece até feito nos anos 70, de tão cuidada a reconstituição de época. Quem está na faixa dos 40 anos vai se lembrar dos tempos de aulas de Moral e Cívica, álbuns de figurinhas, revistas de mulher pelada, Magiclik, carros Brasília, Kharman Ghia, Dodge Dart, futebol, Canal 100, sonorizado com a versão instrumental de”Na Cadência do Samba (Que Bonito É)”, e claro, a chuteira Kichute do título – e antes que alguém identifique a primeira música do trailer e do filme com o ufanismo do “Brasil gigante”, noto que é possível identificar no papel do pai o Estado violento, repressor e mentiroso. Mesmo para uma criança criada em apartamento como este que vos bloga, é impossível não se identificar com as desventuras desses “guris”. Ótimos diálogos, factíveis, ótimas atuações (especialmente de Werner Schünemann, Vivianne Pasmanter, Arlete Salles e o protagonista Lucas Alexandre, bem dirigido como todo o elenco “juvenil), boa trilha sonora da época, a cargo de Netinho, dos Incríveis. É certamente um dos nossos melhores filmes sobre futebol – e sobre amizade e descobertas. Referências fora do Brasil: “Conta Comigo”, clássica sessão da tarde, e a nostalgia de “Adeus Lênin”.
“Que belo time/que belo esquadrão. Juventus amigo/do meu coração”, canta a torcida Ju-Jovem do clube grená da Mooca, presente na segunda sessão desta noite. Que belo filme, digo eu, sobre o curta “Juventus Rumo a Tóquio”, que assisti na telona pela segunda vez. E mesmo tendo visto outras vezes na internet, sinto o suspense do documentário, mesmo sabendo o resultado. Muito bom!
Ah, sim: o CINEfoot convidou o Divino camisa 10 Ademir da Guia para receber uma placa em homenagem aos 100 anos de nascimento do pai dele, Domingos da Guia, o Divino Mestre. Bacana!
Publicado em 28/09/2011 Fut Pop Clube pediu para um dos autores do livro “Os Distintivos de Futebol Mais Curiosos do Mundo” um Top 10 dos escudinhos mais curiosos do futebol internacional. José Renato Santiago escolheu os seguintes emblemas: