A celeste olímpica contra a mística da amarelinha

UruguaiNossa seleção chega a Montevidéu para desafiar um tradicional rival. CBFA celeste olímpica não terá o zagueiro e xerife Diego Lugano (do Fenerbahce, suspenso). Pouco? Com Lugano em campo, o São Paulo não perdeu para o Corinthians…Mas os donos da casa contam com outro Diego, o goleador Forlán (32 tentos na temporada pelo Atlético de Madrid, Chuteira de Ouro pela segunda vez, como máximo artilheiro da Europa). Do lado brasileiro, a segurança de Júlio César, Daniel Alves, as arrancadas de Kaká e a raça, o oportunismo e o talento do guerreiro Luís Fabiano, que parece ter nascido para marcar gols no Morumbi e ajudar Dunga a se manter na Seleção.

Brasil e Uruguai se enfrentam desde 12 de julho de 1916 (perdemos, 1×2). Ao todo, foram 71 partidas (veja a lista de todos os confrontos no site da CBF). A seleção brasileira venceu 32 vezes – e de amarelinha, só depois de 1950, já que o uniforme branco foi aposentado depois do Maracanazzo. A uruguaia, 20. Empatamos 19 vezes. O Brasil leva tabém larga vantagem no saldo de gols: 123 contra 93. Mas eles ganharam o jogo mais importante. Uma final de Copa do Mundo. E certamente os torcedores uruguaios estenderão no Centenário  faixas com apenas os dígitos 1, 9, 5 e 0. Mas sabem que essa lembrança cala fundo na alma, mesmo daqueles que não eram sequer nascidos em 1950. Hoje, quase todos as páginas e colunas esportivas lembram que desde fevereiro de 1976 a seleção brasileira não ganha no estádio Centenário: 2×1, pela Taça do Atlântico. Gols de Nelinho, Juan Carlos Ocampo e Zico.  E você? Já viu algum Brasil x Uruguai no estádio? Tem lembrança de algum jogo pela TV? Conte aqui, em comentários.

Um comentário sobre “A celeste olímpica contra a mística da amarelinha

  1. P.S.
    Estive no Morumbi no jogo de turno destas Eliminatórias. 21 de novembro de 2007. Ingresso caro, estádio lotado, louco para pegar no pé do Dunga e do Júlio César, que jogou demais e conquistou o público paulista ali. Kaká apagado. Ronaldinho Gaúcho decepcionante, acabou substituído por Josué, que entrou muito bem. Uruguai saiu na frente. Mas o Brasil virou, em muito graças à garra de Luís Fabiano. Para alegria do Morumbi, que pode mais uma vez gritar: L U Í S F A B I A N O!

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