Diego Forlán, 10 do Peñarol.

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A nova edição da bela camisa aurinegra do Peñarol já é usada pelo novo 10 carbonero, Diego Forlán.
O atacante que nunca tinha jogado pelo Peñarol realiza assim um sonho da família. O pai, o lateral Pablo Forlán, foi ídolo do Peñarol antes de jogar no São Paulo.

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Pai e filho carboneros: Pablo e Diego Forlán, domingo, no Centenario.

Na apresentação do novo 10 e da nova camisa dos manyas, Diego Forlán já fez um de seus golaços.
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Uruguai 2×3 Alemanha

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Interrompo a série Copa de Filmes para falar dessa partidaça que decidiu o 3º lugar do Mundial 2010. Duas viradas, gols bonitos, frangos, emoção até o último minuto, como se caracterizam os jogos da Celeste ultimamente (ultimamente?). E não é que o tal do polvo Paul acertou de novo? Alemanha, terceira colocada – por isso, publico a flâmula, imagem da loja online da federação deles, a Deutscher Fussbal-Bund.  Essa seleção do Joachim Löw – com tantas caras novas -, assim como a Espanha com base nas canteras de Barcelona, especialmente, e Real Madrid, deveriam servir de exemplo para os que comandam o futebol no Brasil – e não me refiro só á Seleção Canarinho. É preciso valorizar as categorias de base. Alemanha ficou pela segunda vez seguida com o 3º lugar diante de um Uruguai que deu gosto de ver nesta Copa. Por isso, tem seu escudo publicado aqui também. Talvez com um goleirinho melhor…

Atualizado no domingo, 19h45: o uruguaio Diego Forlán foi eleito o melhor jogador da Copa. Bola de Ouro merecida demais!

A celeste olímpica contra a mística da amarelinha

UruguaiNossa seleção chega a Montevidéu para desafiar um tradicional rival. CBFA celeste olímpica não terá o zagueiro e xerife Diego Lugano (do Fenerbahce, suspenso). Pouco? Com Lugano em campo, o São Paulo não perdeu para o Corinthians…Mas os donos da casa contam com outro Diego, o goleador Forlán (32 tentos na temporada pelo Atlético de Madrid, Chuteira de Ouro pela segunda vez, como máximo artilheiro da Europa). Do lado brasileiro, a segurança de Júlio César, Daniel Alves, as arrancadas de Kaká e a raça, o oportunismo e o talento do guerreiro Luís Fabiano, que parece ter nascido para marcar gols no Morumbi e ajudar Dunga a se manter na Seleção.

Brasil e Uruguai se enfrentam desde 12 de julho de 1916 (perdemos, 1×2). Ao todo, foram 71 partidas (veja a lista de todos os confrontos no site da CBF). A seleção brasileira venceu 32 vezes – e de amarelinha, só depois de 1950, já que o uniforme branco foi aposentado depois do Maracanazzo. A uruguaia, 20. Empatamos 19 vezes. O Brasil leva tabém larga vantagem no saldo de gols: 123 contra 93. Mas eles ganharam o jogo mais importante. Uma final de Copa do Mundo. E certamente os torcedores uruguaios estenderão no Centenário  faixas com apenas os dígitos 1, 9, 5 e 0. Mas sabem que essa lembrança cala fundo na alma, mesmo daqueles que não eram sequer nascidos em 1950. Hoje, quase todos as páginas e colunas esportivas lembram que desde fevereiro de 1976 a seleção brasileira não ganha no estádio Centenário: 2×1, pela Taça do Atlântico. Gols de Nelinho, Juan Carlos Ocampo e Zico.  E você? Já viu algum Brasil x Uruguai no estádio? Tem lembrança de algum jogo pela TV? Conte aqui, em comentários.