“São” Marcos, camisa 12 eterno do Palmeiras

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Oriente (é o nome da cidade do) rapaz (não tão mais rapaz assim).
Ele está no poster da seleção brasileira pentacampeã do mundo na Copa de 2002, do outro lado do planeta da redondinha.
Ele está no poster do Palmeiras campeão da Libertadores de 1999 e de muitas outros títulos (veja dentro do post).
Breve, terá um busto no novo Palestra.
[530] Jogos com Ele. Por uma só camisa, aquela que tem um “P” no distintivo. Que defendeu até em momentos difíceis, pouco depois do penta, no Japão
Marcos, “São” Marcos para a torcida do Palmeiras, com toda a razão.
Ele defendeu 33 pênaltis.
E mesmo que algumas dessas defesas tenham impedido o Corinthians de alcançar a Libertadores, Marcos recebeu homenagem do arquirrival: “… Fora as rivalidades cotidianas, o Corinthians ressalta que sempre teve esse brilhante atleta como um rival respeitoso, desafiador e muito difícil de ser batido” (veja a íntegra da nota aqui). Demonstração de grandeza. De ambos.

Horas depois, o site do São Paulo publicou uma notícia, com declarações do atacante Luís Fabiano, do vice-presidente de futebol, João Paulo de Jesus Lopes, e de Rogério Ceni:  “O Marcos foi um grande companheiro de Seleção e um grande adversário, de tantos clássicos. Ele sempre foi uma referência nos grandes jogos, eles valiam mais, pois contavam com atletas como ele”, disse o goleiro tricolor (veja a íntegra no site do São Paulo)

Obrigado, Marcos. Por fazer do futebol aquele esporte que nós, torcedores de todas as cores, amamos tanto, independentemente de vitórias ou títulos. E que sem caras como você perde um bocado da graça. Obrigado, “São” Marcos.

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Copa Roca | Superclássico das Américas

Lista (ATUALIZADA EM 22/11/12) dos vencedores da Copa Roca, criada em 1914 – e agora chamada de Superclássico das Américas

80 anos do eterno mestre Telê

Gostaria de lembrar de um documentário e de um livraço sobre o ponta franzino do Fluminense – daí o apelido “Fio de Esperança” – que virou técnico campeão pelo Flu, Galo, Grêmio, São Paulo campeão de tudo entre 1991 e 94. Onde não levantou título, deu show de bola – Palmeiras 1979, Seleção Brasileira da Copa de 1982 e, em menor grau, do Mundial de 1986.
Já saiu em vídeo pela Imovision o documentário Telê Santana – Meio Século de Futebol-Arte, dirigido pelas jornalistas Ana Carla Portella e Danielle Rosa. Tive o prazer de ver uma exibição em cinema do doc, na mostra CineFoot, no ano passado. Depoimentos de montão: Cafu, de quem Telê pegou muito no pé para aprender a cruzar a bola, Roberto Dinamite, Juvenal Juvêncio, Leonardo, Wanderley Luxemburgo, Marcelinho Carioca, Muller, o pupilo Muricy Ramalho,  Palhinha, Raí, Renato Gaúcho, Serginho Chulapa, Sócrates, Zetti, Zico e muitos outros. Confira o site e o Facebook do filme.

A outra dica vai para uma reedição, uma oportuna reedição: Fio de Esperança-Biografia de Telê Santana é o emocionante livro do jornalista André Ribeiro, agora pela editora Cia dos Livros e com nova capa, que você pode ver ao lado. André Ribeiro é o autor de Diamante Negro – Biografia de Leônidas da Silva, também relançado pela Cia dos Livros.  Tem 512 páginas e vale cada 59 reais e 90 centavos.

Outros posts sobre o maior técnico de todos os tempos:
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O dia em que Pelé “disse” bye-bye, Seleção

Maracanã, 18 de julho de 1971. Brasil 2×2 Iugoslávia. A despedida oficial de Pelé da Seleção Brasileira. 180 mil pessoas gritavam “Fica! Fica Fica”. Na autobiografia Pelé – Minha Vida em Imagens, o rei diz: “jamais poderei esquecer o adeus tão carinhoso que recebi daquela multidão”. Continuar lendo “O dia em que Pelé “disse” bye-bye, Seleção”

Ao mestre Telê Santana, com carinho

21 de abril. 5 anos que Telê Santana nos deixou. Gostaria de lembrar de um documentário e de um livro sobre o ponta franzino do Fluminense – daí o apelido “Fio de Esperança” – que virou técnico campeão pelo Flu, Galo, Grêmio, São Paulo campeão de tudo entre 1991 e 94. Onde não levantou título, deu show de bola – Palmeiras 1979, Seleção Brasileira da Copa de 1982 e, em menor grau, do Mundial de 1986.
Está para sair em vídeo pela Imovision o documentário Telê Santana – Meio Século de Futebol-Arte, dirigido pelas jornalistas Ana Carla Portella e Danielle Rosa. Tive o prazer de ver uma exibição em cinema do doc, na mostra CineFoot, no ano passado. Depoimentos de montão: Cafu, de quem Telê pegou muito no pé para aprender a cruzar a bola, Roberto Dinamite, Juvenal Juvêncio, Leonardo, Wanderley Luxemburgo, Marcelinho Carioca, Muller, o pupilo Muricy Ramalho,  Palhinha, Raí, Renato Gaúcho, Serginho Chulapa, Sócrates, Zetti, Zico e muitos outros. Confira o site e o Facebook do filme: Continuar lendo “Ao mestre Telê Santana, com carinho”

Uma vez Fenômeno

Impressionante a repercussão no Brasil e no mundo da aposentadoria ou “primeira morte” de Ronaldo Fenômeno. Cadernos e mais cadernos especiais no Brasil. Capa do Olé, na Argentina. Destaque na primeira página do importante El País, da Espanha… “Fenômeno de mídia” era o título do post que republico abaixo, sobre um documentário que trata do fenomenal começo de carreira de Ronaldinho, até a Copa América de 1997. Bem que alguém poderia reprisá-lo… Continuar lendo “Uma vez Fenômeno”

Carlos Drummond de Andrade, “Quando É Dia de Futebol”

Atualizado em 24 de fevereiro de 2014

“O difícil, o extraordinário, não é fazer mil gols, como Pelé. É fazer um gol como Pelé”.

Carlos Drummond de Andrade, em “Pelé 1.000”, Jornal do Brasil, 28/10/1969

http://www.companhiadasletras.com.br/
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Craques nascidos em outubro  – Garrincha, Pelé e Maradona – são personagens do livro Quando É Dia de Futebol , que reúne poemas, crônicas e até cartas em que o poeta mineiro fala do “esporte bretão” – e agora é relançado pela Companhia das Letras, depois de um tempo fora de catálogo. O livro foi organizado por netos de CDA, Luis Mauricio e Pedro Augusto Graña Drummond. Eles vasculharam os arquivos do avô e bibliotecas para compilar os textos, que revelam um poeta bastante inteirado sobre o dia a dia do futebol. Drummond também era um torcedor apaixonado.
Escolheu o Vasco, porque foi o primeiro grande clube carioca a contratar jogadores negros.  Há textos sobre as Copas de 54, 58, 62, 66 (publicadas no Correio da Manhã). 70, 74, 78, 82 e 86 (publicadas no Jornal do Brasil). Garrincha e Pelé ganham capítulos especiais.  Continuar lendo “Carlos Drummond de Andrade, “Quando É Dia de Futebol””

Museu do Futebol: 2 anos

Na grande área do Museu
Na grande área do Museu

Um passeio no Museu do Futebol (mais de 820 mil visitantes) é um programa muito interessante para torcedores de todas as idades, bandeiras e estados. Já entrou até nos pacotes de turismo cultural por São Paulo.
O museu está acima de clubismos e bairrismos. Um clube da série C tem ficha do mesmo tamanho dos grandes campeões nacionais. Pode ser lembrado de igual para igual na primeira sala, Na Grande Área que lembra visual de bar temático. Destaque para os jogos interativos (motivos de alegria da criançada e muita fila), tributos a Pelé, Garrincha e Copas do Mundo. Confira algumas lembranças de minhas muitas visitas. Continuar lendo “Museu do Futebol: 2 anos”

Os 23 de Mano – sem Neymar.

(Atualizado em 27/9) O técnico Mano Menezes convocou 23 jogadores para a Seleção Brasileira que vai fazer amistosos contra o Irã, em 7 de outubro, nos Emirados Árabes Unidos, e contra Ucrânia, em 11/10, em Derby, na Inglaterra. A maior notícia do dia é que Neymar ficou de fora. Quer saber? Mano está pra lá de certo. E é pro bem do garoto. Jogador de futebol, por melhor que seja, não pode se sentir o dono do mundo, acima da lei etc etc etc. Você concorda? Boas novas: Elias ( jogando muito) e Giuliano.
Os 23 de Mano para outubro:
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