Raí e André Plihal lançam “1992 – O Mundo em Três Cores”

O grande ídolo do São Paulo nos anos 90 lançou um livro sobre um ano perfeito para o tricolor. A propósito dos 20 anos da conquista do primeiro mundial de cluves do São Paulo, Raí e o repórter André Plihal escreveam “1992 – O Mundo em Três Cores”. O eterno 10 do Morumbi e o excelente repórter da ESPN contam os detalhes da conquista, fazem um retrato fiel do mestre Telê Santana e a falam da importância de cada jogador, do trabalho em equipe e do clima de respeito dentro do elenco que foi campeão de tudo.

E é bom lembrar que o ponto de vista de Raí era o ponto de vista do capitão, líder e grande craque do time, que levantou três grandes taças em 1992: Libertadores, Mundial e ainda o Paulistão, na volta do Japão, contra um Palmeiras fortalecido pelo leite (e a grana) da Parmalat. Tem ainda a ficha de todos os jogos do ano glorioso pro torcedor tricolor. O livro vem numa caixa especial com um caderno de fotos e um flipbook que mostra os dois gols de Raí contra o Dream Team do Barcelona, na final do Mundial de Clubes de 92, em Tóquio. Dentro do post, veja a capinha e saiba como garantir desde já o seu livro pela internet.

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O rock das torcidas (II): “Seven Nation Army”.

Pacaembu, 7/11/2012: São Paulo 5×0 Universidad de Chile

Eis que uma tradicional melô dos estádios, inspirada pelo riff (frase) de guitarra do rock mais conhecido do White Stripes, “Seven Nation Army”, do quarto álbum da dupla, ressurge com uma provocadora letra de torcedores do São Paulo (“Sou, sou tricolor/ tenho Libertadores/não alugo estádio/sou hexa brasileiro / nunca fui rebaixado…”). Foi cantada no clássico dos tricolores, o 1×1 contra o Fluminense, no Morumbi, com recorde de público do Brasileirão 2012 (54 mil pagantes). Foi cantada no Pacaembu quase lotado (32 mil pagantes) nesta quarta-feira, na goleada do São Paulo contra La U de Chile, pela Copa Sul-Americana. No You Tube, achei registros de 3 anos atrás, por outra torcida tricolor.

É bom lembrar que a melô de “Seven Nation Army” rola nos estádios europes e brasileiros há alguns anos (a música é de 2003). No Brasil, a primeira torcida (ou uma das primeiras) a adaptar o rock para as arquibancadas foi a do Brasil de Pelotas, segundo o radialista Beto Xavier, que pesquisa futebol x música.

“Seven Nation Army” também ganhou adaptações das torcidas do Internacional…

… do Cruzeiro…

Nós somos Cruzeiro. Tricampeão Brasileiro. Nada mais interessa. Nós somos a festa.”

e do Flamengo…

Nós queremos respeito. E comprometimento. Isso aqui não é Vasco  Isso aqui é Flamengo!”

Fut Pop Clube dá a maior força para rock no estádio! O que será que o guitarrista Jack White acha de seu riff ser entoado nos estádios? Ele aprova, saca só aqui.

É dessa galera que vem a nova versão “futbolera” de “Seven Nation Army”

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(500) Jogos com Ele (II): Rogério Ceni no Morumbi.


O goleiro-artilheiro completou neste domingo 500 jogos no estádio do Morumbi.
Se a maioria dos 105 gols de Rogério Ceni foi anotada no estádio do tricolor, algumas das melhores atuações do capitão são-paulino se deram fora de casa. Como a heroica final contra o Liverpool, no Mundial de Clubes 2005, o 2×2 contra o Cruzeiro no Mineirão, pelo Brasileirão 2006 (um pênalti defendido e dois gols marcados), e a partidaça contra o Vasco, na última quarta-feira, em São Januário.

O Canal do São Paulo FC no You Tube publicou um vídeo com os bastidores dessa partida, o que é sempre interessante. A chegada, a mistura dos sons que cada jogador gosta de ouvir, o aquecimento, a cordial confraternização com os adversários e as palavras de Rogério Ceni, que deixam no ar se o ídolo da torcida são-paulina vai pendurar as luvas e as chuteiras ou não no fim da atual temporada: “Se eu for embora, quero que vocês estejam na Libertadores. Se eu estiver aqui, eu quero estar junto com vocês na Libertadores”. A palestra de Ceni está lá pelos 4:10 do vídeo, confira dentro do post: Continuar lendo “(500) Jogos com Ele (II): Rogério Ceni no Morumbi.”

Canhoteiro

“Em rede” com a Coluna de Música do Fut Pop Clube

Logotipos novos da ‘Coluna de Música’ pela artista plástica Lais Sobral

Dica do site Memória Futebol. Há exatos 80 anos, em 24 de setembro de 1932, nasceu José Ribamar de Oliveira, “um anjo torto / um Canhoteiro / um São José de Ribamar…”. Ídolo do São Paulo Futebol Clube nos anos 50, campeão paulista em 1957, Canhoteiro era considerado  o “Garrincha da ponta-esquerda”. Rápido, habilidoso, goleador, dono de forte chute que explica o apelido – “lá vai a bola bala de canhão / seu pé direito é a bomba que distrai”. “Canhoteiro” é um dos gols de placa da MPB boleira, verdadeiro gol de ouro das músicas sobre futebol, baile de bola de Fagner (que é Fortaleza) e do santista Zeca Baleiro, em linha de passe com Fausto Nilo e Celso Borges, gravada no CD “Raimundo Fagner & Zeca Baleiro” (Indie Records, 2003).  

A bela canção começa com uma “sensacionalíssima” narração de um gol de falta de Canhoteiro contra o XV de Piracicaba, cortesia do locutor esportivo Braga Júnior. Continuar lendo “Canhoteiro”

Demonstração de força do futebol brasileiro


#BemVindoMaestro foi a #hashtag# compartilhada pelo perfil do São Paulo no Twitter, para festejar a contratação mais cara do futebol brasileiro. Paulo Henrique Ganso custou quase 24 milhões de reais. O jornal esportivo argentino “Olé” comentou que isso ratifica a força econômica do futebol brasileiro. O site do “Marca” deu a notícia em sua 1ª página… Vieram Seedorf, Forlán… Imagine se tivéssemos uma liga bem organizada, com estádios cheios, com a interrupção das rodadas toda vez que a Seleção Brasileira desfalcar os clubes da Série A …

R$ 67 bilhões é o PIB do esporte no Brasil, segundo relatório divulgado esta semana pela Pluri Consultoria. Equivale ao PIB da Sérvia, segundo a Pluri. Desse PIB do esporte brasileiro, que cresce em ritmo chinês, o futebol responde por mais da metade (53%).

Ganso, o esperado maestro que o São Paulo precisa, será apresentado às 15h, antes do jogão entre o tricolor paulista e o Cruzeiro. Um “jogo de seis pontos”, e se o São Paulo quer a vitória, é bom deixar o clima de festa só para a torcida, até porque o seu novo camisa 8 ainda não tem condições de jogo.

Para quem pensa ir ao Morumbi, é bom se planejar e sair com antecedência de casa. Com a expectativa da apresentação de Ganso, promoção de ingresso (arquibancada amarela a 10 reais), o estádio deve receber ótimo público. Hoje à tarde teve bastante fila na bilheteria do Morumbi.   Continuar lendo “Demonstração de força do futebol brasileiro”

“20 Jogos Eternos do São Paulo”


Outro lançamento da Maquinária inaugura uma nova coleção da editora: Memória de Torcedor. E o primeiro título é “20 Jogos Eternos do São Paulo“, do jornalista Fábio Matos, autor da excelente biografia de Roberto Dias, herói são-paulino dos anos 60.

A edição contém infográficos dos gols, caricaturas + perfis dos craques das partidas escolhidas, fotos dos times. Fábio Matos autografa seu livro novo em 2 de outubro, na Saraiva do Morumbi Shopping.
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Deuses da Raça

Tricolor de Celeste FOTO Idário Café VIPCOMM

O São Paulo entrou em campo para o clássico contra a Portuguesa neste sábado com Waldir Perez, Pablo Forlán, Darío Pereyra, Diego Lugano, Pedro Rocha
Na verdade, Rogério, Lucas, Luís Fabiano, Jádson e cia entraram em campo com as camisas da linha casual lançadas pela Reebok que homenageiam Waldir, goleiro brasileiro, herói de decisões por pênaltis (Paulistão 75, Brasileirão 77), e os jogadores uruguaios que foram, são e sempre serão ídolos do torcedor são-paulino – a coleção Deuses da Raça. Caramba, alguém passaria vivo por essa defesa virtual formada por Pablo Forlán (paí de Diego Forlán, agora do Inter), Darío e Lugano?

Homenagem a Pablo Forlán FOTO Idário Café VIPCOMM

Lembrando que as camisas parte celeste e parte tricolor e a de Waldir Perez só foram usadas na entrada em campo e no aquecimento. Continuar lendo “Deuses da Raça”

Coleção Deuses da Raça: homenagem a quatro ídolos do tricolor e da Celeste.


Torcedores do São Paulo já são vistos na rua com camisetas da coleção casual Deuses da Raça, em homenagem a quatro ídolos uruguaios que brilharam no clube: pela ordem cronológica, Pablo Forlán, Pedro Rocha, Darío Pereyra e Diego Lugano. As camisas são semelhantes: azul celeste, com uma faixa tricolor. Têm o escudo do clube paulista, a bandeira do país vizinho, o número da camisa e a assinatura do ídolo. O post mostra detalhes da camisa casual em homenagem a  Don Darío Pereyra, que chegou como meio-campo, mas se consagrou mesmo como zagueirão de técnica e raça.

As fotos são de Luiz Pires, da Vipcomm. 

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Livro: “Palmeiras x São Paulo – As Histórias do Choque-Rei”


Boa dica do blog do Daniel Perrone: o alviverde Gabriel Lopes Vieira e o tricolor Renato Ferreira de Souza escreveram a quatro mãos o livro sobre um clássico de gigantesca rivalidade do futebol paulista, brasileiro e por que não, mundial: “Palmeiras x São Paulo – As Histórias do Choque-Rei” (editora In House). Inclui fichas de todos os jogos e dois jogadores que atuaram dos dois lados, mais histórias de arquivos pessoas e dos clubes. Destaca os clássicos mais importantes e publica entrevistas com os grandes craques. Prefácio: Mauro Beting.  Continuar lendo “Livro: “Palmeiras x São Paulo – As Histórias do Choque-Rei””

Personagem da Semana: Nelson Rodrigues


Meu personagem da semana poderia ser perfeitamente o bandeirinha Emerson de Carvalho, que não reparou no triplo impedimento no segundo gol do Santos no quentíssimo clássico alvinegro de domingo na Vila Belmiro, fazendo jus ao nome do livro de Celso Unzelte e Odair Cunha: “O Grande Jogo”. Hoje ele foi afastado.

Meu personagem da semana também poderia ser o Atlético Mineiro, melhor do primeiro turno do Brasileirão, a julgar pela bela campanha e pelo histórico do certame, dono de gigantesca chance de botar mais uma estrela dourada nesta flâmula aqui, olha.

Meu personagem da semana poderia ser o meia-atacante Lucas, que depois de ser deixado de lado – ou melhor, no banco – durante quase toda a campanha de prata da seleção olímpica voltou pro São Paulo e comeu a bola na goleada contra a Ponte Preta, no horário do “jogo da balada”, sábado à noite no estádio. Parecia querer dar no campo uma respoata ao técnico Mano Menezes e ao polêmico futuro colega de PSG, o falastrão Ibrahimovic. Tomara que Lucas continue assim, entortando defensores, rumo ao gol, no tricolor, na seleção, no PSG.

Meu personagem da semana era o nome da coluna de Nelson Rodrigues na primeira grande fase da revista “Manchete Esportiva“, sugestão do próprio patrão, Adolpho Bloch, explica Marcos Pedrosa de Souza, no posfácio da sensacional coletânea “O Berro Impresso das Manchetes” (editora Agir).

Meu personagem da semana é Nelson Rodrigues, o cronista da vida como ela é e do sobrenatural de almeida: 100 anos nesta semana. No sábado, dia 25/08/12, o Museu do Futebol de SP promove a palestra “Nelson Rodrigues – O Cronista e A Bola“, a partir de 10h, com o  professor José Carlos Marques, autor do livro “O Futebol em Nelson Rodrigues”. Aqui, um bate-bola do site do Museu com o professor. A entrada da palestra é de graça!