Atualizado em agosto/2015


Os 131 gols de Rogério Ceni… como foram marcados, em que campeonatos e estádios e as “vítimas”. Continuar lendo “Todos os 131 gols de Rogério Ceni. 14 na história da Copa Libertadores.”
Atualizado em agosto/2015


Os 131 gols de Rogério Ceni… como foram marcados, em que campeonatos e estádios e as “vítimas”. Continuar lendo “Todos os 131 gols de Rogério Ceni. 14 na história da Copa Libertadores.”

Entrou no ar ontem, 21 de outubro, o curioso site Calendário Tricolor. Iniciativa oficial do São Paulo FC na internet. Navegando pelos “campinhos”, o torcedor são-paulino ou o curioso de modo geral pode conhecer efemérides ligadas ao time em todos os dias do ano. Hoje, 22 de outubro, por exemplo, é a data de aniversário do ex-jogador Teodoro, volante campeão brasileiro de 1977. Vale o clique: http://www.calendariotricolor.com.br/

O cara! Ricardo Oliveira voltou de contusão e fez o hat-trick na rodada do fim de semana. Marcou os três gols do São Paulo contra o Prudente. E que golaços! Continuar lendo “3x Ricardo Oliveira”

O Rock in Rio I marcou de vez a entrada do Brasil no circuito de festivais, em 1985. Mas não dá para falar da história dos megashows no país sem lembrar da passagem de Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor pelo Morumbi, em março de 1981. O coro da galera em “Love of My Life” virou parâmetro para a banda. Continuar lendo “Do Queen aos Stones e Sabbath: os shows do Morumbi, roqueiro cinquentão.”
Que a primeira parte do hoje cinquentão Morumbi foi inaugurada com um amistoso entre São Paulo e o Sporting Club de Portugal, em 2 de outubro de 1960, todo são-paulino roxo sabe. Um gol de Peixinho deu a vitória ao tricolor: 1×0. Este Álbum Comemorativo – Inauguração Estádio Cícero Pompeu de Toledo me chamou atenção para outro momento histórico. Uma semana depois da partida inaugural contra o Sporting, o São Paulo enfrentou o Nacional de Montevidéu, em outro amistoso, que também fez parte das comemorações pelo ano zero do Morumbi. Marcaram Canhoteiro e Gino Orlando, duas vezes. São Paulo 3×0. Detalhes nada pequenos: o lateral Djalma Santos, o ponta Julinho Botelho (ambos do Palmeiras) e o atacante Almir Pernambuquinho (então do Corinthians) vestiram a camisa tricolor (literalmente: o São Paulo jogou com o uniforme nº 2 contra o Nacional, que vestiu sua camisa nº 1, branca). Algo praticamente inimaginável hoje em dia: craques de times rivais emprestados para amistoso de inauguração. E mais. Pelé, o 10 do Santos, só não vestiu a camisa do São Paulo no amistoso porque sofreu uma distensão.

Coluna de Música do Fut Pop Clube 28/09/2010
Com o perdão do trocadilho, um biscoito fino da MPB boleira ganhou um relançamento na época da Copa do Mundo 2010. Contra-Ataque – Samba e Futebol, de Carlinhos Vergueiro, saiu em edição digipack pela gravadora Biscoito Fino, com 3 músicas a mais em relação ao CD original, de 1999, independente, “que o jogo é na raça” – como diz a letra de Camisa Molhada –
clássico do corintiano Toquinho e de Carlinhos Vergueiro (tricolor em SP e no RJ) sobre as peladas nos campos de terra, que diz presente nessa aula de samba e futebol. “Fique de olho no apito”… Quem ouvia as transmissões da equipe de Osmar Santos na rádio Globo SP no final dos 70 e 80 deve se lembrar da vinhetinha que anunciava o trio de arbitragem. Contra-Ataque, CD que tinha também Nação Corinthians, muito bonita (costuma ser usada em programas de TV), e músicas sobre Raíe Zico, agora tem ainda Romário, Linhas de Prazer e um samba inédito, Irrestível (parceria de Carlinhos com a filha, Dora Vergueiro, e Afonso Machado). Em Linhas de Prazer, o tricolor Vergueiro escala “linhas plenas de magia” de timaços que marcaram época: Continuar lendo ““Contra-Ataque”, de Carlinhos Vergueiro. Futebol em ritmo de samba.”
Em 9 de junho de 1991, o São Paulo de Telê Santana conquistou um dos seus títulos mais importantes. O Brasileirão de 91, passaporte para a Libertadores, Mundial de Clubes … Abaixo, o post publicado em 2010, depois da pré-estreia do filme “Soberano -Seis Vezes São Paulo”, que conta a saga do hexa tricolor, já disponível em DVD.

O público do cinema UCI Jardim Sul mais parecia uma torcida, com uniformes e até bandeiras. O hall foi decorado com cartazes gigantes de 6 escretes campeões brasileiros. A pré-estreia da noite contou com a presença de parte do elenco da película. Raí, Sidney, Jorge Wagner, Alex Silva, Rogério Ceni. O músico Nando Reis, que compôs músicas para o filme, também apareceu – todo feliz. Era noite de lançamento de Soberano – Seis Vezes São Paulo, documentário sobre os títulos brasileiros do tricolor (77/86/91/06/07/08) produzido pela G7 Cinema, com direção de Carlos Nader e Maurício Arruda. Estreou em 17 de setembro de 2010, em cinemas de 10 estados. E esta semana ganha mais uma exibição em tela grande na seleção paulista do CineFoot, no Museu do Futebol.

Se os depoimentos de Minelli (treinador tricampeão brasileiro, em 75 e 76 pelo Inter e 77 pelo São Paulo), Muricy (no elenco de Minelli em 77, técnico vitorioso de 2006 a 2008) e de jogadores como Waldir Perez, Dario Pereyra, Careca, Raí, Rogério Ceni e Hernanes trazem histórias curiosas de bastidores, são as entrevistas com torcedores – escolhidos como personagens – que emocionam mais. Continuar lendo ““Soberano – Seis Vezes Campeão””

No grande clássico tricolor da 17ª rodada do Brasileirão 2010 – Fluminense 2×2 São Paulo, o goleiro-artilheiro Rogério Ceni marcou, de falta, o 90º gol de sua carreira. O primeiro (com bola rolando) no Maracanã! Dá para conferir a lista completa no site do capitão são-paulino: www.rogerioceni.com.br. Clique em carreira e, depois, em lista de gols. Outra lista de feitos do goleiro cresceu: a de pênaltis defendidos (veja SPFCpedia). Continuar lendo “#Rogério Ceni 90 gols:o 1º no Maraca”

Waldir Peres, Nelsinho (depois treinador), Paranhos, Arlindo (Samuel jogou as finais) e Gilberto Sorriso; Chicão e Pedro Rocha; Terto, Muricy Ramalho, Serginho Chulapa e Zé Carlos. Foi com esse time-base que o São Paulo treinado pelo argentino José Poy (ex-goleiro/ídolo do tricolor) conquistou o campeonato paulista de 1975. A grande final, há exatamente 35 anos, foi disputada no Morumbi e decidida nas cobranças de pênaltis. Tricolor campeão invicto do primeiro turno, disputado em pontos corridos. Portuguesa campeã do segundo turno, depois de um hexagonal decisivo com os cinco grandes e o América de São José do Rio Preto (deu pra ter uma ideia do confuso regulamento, dois em um? era assim, naqueles tempos). A Portuguesa de Otto Glória tinha na decisão Zecão (com sua chamativa camisa amarela), Cardoso, Mendes Calegari e Santos; Badeco, Antonio Carlos, Dicá, Enéas, Tatá e Wilsinho – nada menos do que 7 jogadores do título paulista de 1973, dividido com o Santos, que também foi (mais ou menos) decidido nos pênaltis. Continuar lendo “35 anos do Paulistão 75”
Publicado em 12/08/2010 e atualizado em 11/09/2013
Mais detalhes sobre as camisas lançadas pela Penalty em homenagem ao centenário de Leônidas neste post aqui.
Veja lançamentos anteriores dentro do post. Continuar lendo “Camisas Retrô do São Paulo”