A Libertadores verde. A de 1999.

Alex, Evair, Galeano, Cléber, Júnior Baiano, Sérgio e Velloso. FOTO: Fabio Menotti
Alex, Evair, Galeano, Cléber, Júnior Baiano e os goleiros Sérgio e Velloso. FOTO: Fabio Menotti

Uma noite para palmeirense e fã do futebol brasileiro não esquecer. 16 de junho de 1999.  O Palmeiras conquistava sua primeira Libertadores, nos pênaltis, depois de vencer o Deportivo Cáli por 2 a 1, no Palestra Itália. Na semana em que o Palmeiras e seus dois maiores rivais jogam seus destinos em 2009 (e 2010), os esmeraldinos aplaudiram heróis da conquista da América.

Scolari, homenageado da segunda-feira, entre Belluzzo e Luxemburgo. FOTO: Fabio Menotti
Scolari, homenageado da segunda-feira, entre Belluzzo e Luxemburgo. FOTO: Fabio Menotti

Nesta segunda, Felipão recebeu placa. Ontem, Alex, Evair, Galeano, Júnior Baiano, Sérgio e Velloso deram volta olímpica no Palestra Itália, antes do jogo contra o Cruzeiro. Outro dos grandes responsáveis pela Taça de 1999 ainda defende – e como defende – o Palmeiras. E o nome dele são vocês que vão dizer: SÃO Marcos.

Entrevista com Mauro Beting (parte II)

Abaixo, a segunda parte da e-entrevista que  o cronista esportivo Mauro Benting gentilmente concedeu aqui para o Fut Pop Clube.

6 – Fut Pop Clube Dos 10 eleitos para seu livro, algum poderia ter mudado o rumo do Brasil em alguma Copa? Ou quem sabe aquele time da Academia que com a camisa da Seleção goleou uruguaios em 65? Dudu e Ademir não foram pra a Copa de 66…

Mauro Beting – Ademir, certamente, poderia ter qualificado o Brasil-74. Mas não passaria pela Holanda. Em 70, não foi preciso. Em 66, nem ele daria jeito naquela zona. Jair Rosa Pinto fez o que pôde pelo Brasil-50. Oberdan era goleiro do mesmo nível de Barbosa. Julinho fez quase tudo em 54, e só não poderia mais que Garrincha em 1958 e 1962. Dudu estava muito bem em 1966, possivelmente melhor que Denílson – como Servílio era o melhor do time brasileiro e foi inexplicavelmente cortado por Feola.

Em 1965, uma Seleção toda de alviverdes. Valdir Joaquim de Moraes à esquerda. FOTO: Academia de História do Palestra-Palmeiras
Em 1965, uma Seleção toda de alviverdes. Valdir Joaquim de Moraes à esquerda. FOTO: Academia de História do Palestra-Palmeiras

Luís Pereira dificilmente faria melhor que Oscar e Amaral em 1978. Djalma Santos sempre fez tudo. Evair poderia ter feito parte do grupo de 94. Mas não seria titular. Marcos poderia ter sido reserva em 2006. Também não mudaria.

7 – Fut Pop Clube –Agora, dois dos 10 mais do Palmeiras também poderiam entrar num livro sobre os 10 mais da Portuguesa. Tiveram passagens muito boas pela Lusa antes do Palmeiras, não?

Mauro Beting – Certamente. Djalma é quem mais jogou pela Lusa, Julinho deve ter sido o maior craque da Lusa. Luís Pereira também jogou muito, já em fim de carreira, em 1985. O interessante, Lima, é que muitos dos dez poderiam ter feito história em outros rivais. Djalma não foi aceito no Corinthians. Julinho não foi notado no Parque São Jorge. Ademir quase treinou lá, e fez um treino ótimo no Santos. Oberdan só não jogou no Corinthians porque não quis. Marcos foi reserva do sub-20 alvinegro. Evair quase foi para o Timão em 1995, e não passou na peneira do São Paulo, em 1984. Ufa!

8 – Fut Pop Clube – Sempre que você dá entrevistas, lembra da mulher e filhos. Como você administra seu tempo dedicado à família com tanto jogo, trabalho em rádio, TV, coluna de jornal, blog, colaboração em revistas  e ainda como professor de jornalismo?

Mauro Beting – Não administro. Amo. Eles sentem, claro. Mas, dentro do possível, coloco no colo, levo pra cabine, pro estúdio, pro treino, pro jogo, pra vida. E, graças a Deus, eles não querem ser jornalistas. Meu pai me levava junto e deu no que não deu. Hahahaha. Mas, de fato, faço tudo por eles, e para eles. Infelizmente, falta apenas mai tempo para curti-los. Mas também, amo o que faço.

NO POST ABAIXO, O FINAL DA ENTREVISTA.

Entrevista com Mauro Beting (final)

Seguimos com o papo via e-mail com o jornalista Mauro Beting. Abaixo, a linha atacante de raça, digo, as três últimas perguntas. Ele fala do pai, Joelmir Beting, de música -brinca de DJ!-e futebol, claro.

9 – Fut Pop Clube – Seu pai trabalhou no jornalismo esportivo antes de mudar para as páginas de economia. O estilo do Joelmir influenciou seu texto?beting

Mauro Beting – Muito. Por DNA, não por cópia. Mas, claro, sem a mesma qualidade. O que é bom é que sempre soube que eu não estava à altura dele. Nunca pretendi chegar perto. Mas, de fato, tem alguma coisa. No início de carreira, até fiz alguns textos que ele assinou. Uma baita honra. E sei que, desde o início, até sempre, as pessoas vão comparar, vão achar que ele me botou nos lugares em que trabalhei… sou tão burro que só fui trabalhar com ele depois de 17 anos de ofício. Ele é o pior nepotista que existe, embora nós façamos há 5 anos o programa mais nepotista da história da TV brasileira: “Beting & Beting” [canal Band Sports].

10 – Fut Pop ClubeVocê escrevia sobre música pop no começo dos anos 90, no jornal FT, do grupo Folha, que depois virou Agora. Que som você gosta de ouvir hoje? Que show te tiraria de casa?

Mauro Beting – Gosto desde música napolitana até rock bem alternativo. radioheadNão pude ir ao Radiohead, mas é um show que me tiraria de casa. Como Oasis[NdaR: site reformulado!]. Como REM. Como Pink Floyd. U2. Travis. Stevie Ray Vaughan (in memorian). Beatles. Kinks. João Gilberto. Tom Jobim. 10.000 Maniacs. Cowboy Junkies. Ih… tanta gente e tanto gênero. Menos breganejo e pagode, tudo eu escuto. Discothèque, blues, chorinho, hinos de clubes e de países. Nos últimos tempos, tenho até brincado de DJ, numa festa do Simoninha de MPB, e de rock lá na Funhouse, em São Paulo. É o meu maior prazer depois do futebol. por mim, tocaria todas as noites, vendo jogos antigos no telão.

11 – Fut Pop Clube -Pra terminar, uma pegadinha. Qual é o maior Palmeiras da história? O da Arrancada Heróica de 1942? O campeão da Copa Rio, em 1951? A primeira Academia que disputava com o Santos de Pelé? A segunda Academia, bicampeã brasileira? O time que saiu da fila em 93/93 e também foi bi brasileiro? O do ataque de 100 gols? Ou o campeão da América? Difícil, hein?

Mauro Beting – o que mais marcou é o de 12 de junho de 1993. Por culpa de tudo que não fizeram desde 18 de agosto de 1976, excetuando 9 de dezembro de 1979 [Nota do blog: ficou curioso? veja que jogo foi esse no Futpédia]. O futebol mais lindo que vi de verde, e dos mais lindos que vi na vida, é o do primeiro semestre de 1996. O que mais prendeu a respiração foi o de 16 de junho de 1999. Mas aquele que vi em 20 de fevereiro de 1974 ser bi brasileiro é uma rima que foi uma seleção do Brasil em 1974. Enfim, todos esses, e muito mais. Pelo futebol, o de 1996, mas durou pouco. Pela bola, fico com a segunda academia. Técnica, tática e física. E tinha Ademir. Tinha Luisão Pereira. Tinha Leivinha. Tinha Leão. Tinha Dudu. Tinha César Maluco. E tinha um moleque de seis anos que curtia o primeiro e último amor além da família. E, entre nós, tem família melhor que a do nosso time?

Fut Pop Clube -Valeu, Mauro Beting. Muito obrigado!

A ERA DO RÁDIO esportivo brasileiro

Ouvir emocionantes transmissões de rádio é o jeito de acompanhar uma rodada se você está na estrada. Sempre que isso acontece, lembro dos meus tempos de garoto louquinho for futebol, tentando ouvir rádios de outros estados em AM ou ondas curtas, numa era sem internet, muito menos PPV. Até vi o primeiro gol do Flamengo. Emerson, o sheik. Deu para ver ainda o segundo, também do Emerson. Mandei até torpedo para amigo flamenguista: “dá-lhe Sheik”. Depois, peguei meu caminho e segui ouvindo as rádios Globo-CBN, que no Rio agora transmitem futebol em dobradinha, ou melhor, em três frequências (AM 1220 e 860 Khz e FM 92,5 Mhz). O que eu não esperava era que o excelente locutor Evaldo José narraria QUE LINDOOO! -o grito de gol dele- seis vezes em 34 minutos de jogo. Quatro gols do Sport em 8 minutos. Quem poderia imaginar que o Sport viraria esse jogo? E assim terminou: 4 a 2 pro novo time treinado por Emerson Leão – alguém aí se lembra da blitz são-paulina contra o São Caetano, na continuação do jogo que parou por causa da morte do zagueiro Serginho, lá se vão quase 5 anos? Os sinais de emissoras paulistanas como Pan, Band, Globo, CBN… ainda estava fracos na estrada, mas deu para saber que o Palmeiras ganhou de virada do Vitória no Palestra Itália. Seis e meia da tarde.

Magrão abriu o placar em BH. FOTO: divulgação: VIPCOMM
Magrão abriu o placar em BH. FOTO: divulgação: VIPCOMM

Hora de acompanhar o grande clássico da rodada, entre o Cruzeiro e o líder Internacional, até então 100% no Brasileiro. Pela rádio Gaúcha (impressionante como dá para ouvir a 600 Khz de POA à noite na cidade de S.Paulo!), ouvi o primeiro gol do Inter (Magrão). Também fiquei sabendo que Lauro, goleiro do Inter, e Kléber, esquentado atacante cruzeirense brigaram e foram expulsos (será que vem punição?). Depois, mudei para a Globo-CBN do Rio, onde José Carlos Araújo transmitiu o clássico-vovô. Não sabia que agora a rádio apresenta os hinos cariocas como o do Flu e Bota em versão para guitarra. Demais. No segundo tempo, Wellington Paulista empatou pro Cruzeiro. 1×1.

Wellington Paulista empatou. FOTO: Washington Alves VIPCOMM
Wellington Paulista empatou. FOTO: Washington Alves VIPCOMM

O Colorado não é mais 100%, mas segue invicto e lidera com 2 pontos mais que o Galo! Que goleou o Furacão no clássico atleticano da Baixada: 4×0 (o que custou o emprego de Geninho). Enquanto isso, no Maraca, Fred marcou no finalzinho e deu a vitória pro Flu. Tudo isso -e resgate de mais corpos do voo 447 – fiquei sabendo via AM ou FM. Longa vida ao rádio esportivo brasileiro!

UMA DICA PARA QUEM SE AMARRA EM NARRAÇÃO DE RÁDIO. A SALA DE GOLS DO Museu do Futebol (clique), em São Paulo, TEM UMA PENCA DE ÁUDIOS DE LOCUTORES CLÁSSICOS, COM GRAFISMOS MANEIRÍSSIMOS ANIMANDO AINDA MAIS AS GRANDES JOGADAS DESCRITAS.

Leia também: CURIOSAS CANÇÕES COM NARRAÇÕES DE GOLS.

VERDE-amarelo contra a Celeste Olímpica

Publicado originalmente em 6/7/2009 e atualizado em 9/8/2015

7 de setembro de 1965. Alviverde de amarelinha. Foto: Academia de História do Palestra-Palmeiras
7 de setembro de 1965. Alviverde de amarelinha. Foto: Academia de História do Palestra-Palmeiras

Está na ficha técnica do jogo Brasil 3×0 Uruguai, em 7/9/65, publicada no livro  sobre a Seleção Brasileira, do Roberto Assaf e Antonio Carlos Napoleão. A Seleção jogou com Valdir Joaquim de Moares (depois Picasso), Djalma Santos, Djalma Dias, Valdemar Carabina (Procópio) e Ferrari; Dudu (Zequinha) e Ademir da Guia; Julinho Botelho (Germano), Servílio, Tupãzinho (Ademar Pantera) e Rinaldo (Dario). Opa! Todos os que entraram jogando (em negrito) eram do Palmeiras em 65!!! Sim, exatamente. O time chamado de Academia do Futebol vestiu a camisa amarelinha num dos amistosos de inauguração do Mineirão. E ganhou da Celeste por 3 a 0, gols de Rinaldo, Tupãzinho e Germano. Até o técnico palmeirense, Filpo Nuñez (que era argentino!), serviu a seleção brasileira no amistoso.

Por causa disso, para comemorar o centenário do Palmeiras (2014), em outubro de 2013 a Adidas lançou uma camisa amarela pro alviverde – com o mote Pátria Amada Palmeiras. Essa camisa voltou a ser usada em 9 de agosto de 2015, na partida contra o Cruzeiro, exatamente no Mineirão.
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Veja o anúncio da camisa na loja oficial do clube. A pré-venda fez um incrível sucesso. Atenção: o anúncio e o preço são de outubro de 2013.

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Anúncio e preço de 2013. http://www.mundopalmeiras.com.br/

Leia também o texto do Memória E.C. sobre a histórica partida.

É Data Fifa. Mas tem rodada. Cheia de clássicos!

O Brasileirão não para nem para jogo da Seleção. A quinta rodada começou bem, com muitos gols. Grêmio 3 a 0 no Náutico, que estava invicto. Showza! No ABC, o Santos marcava … e o Santo André buscava a igualdade… três vezes. 3 a 3. No sábado de Eliminatórias para a Copa 2010, um único jogo pelo Brasileiro. Corinthians x Coritiba, no Pacaembu. Mesmo que Ronaldo não jogue (deve ser poupado por Mano), não estranhe se o Paulo Machado de Carvalho ficar lotado às 9 da noite de um sábado.  No domingo, mais clássicos. Choque rubro-negro no Recife: o Flamengo visita o Leão (Sport) do Leão (o técnico). Na Arena da Baixada, encontro atleticano:  Paranaense e Mineiro. O Furacão deve apresentar Paulo Baier! No Palestra Itália, certamente de uniforme novo, o Palmeiras recebe o Vitória. Confronto que já decidiu Brasileirão (leia sobre a decisão de 1993 e veja os gols de Evair e Edmundo no GloboEsporte.com). O Mineirão deve abrir para um jogaço: Cruzeiro contra o líder Internacional (dupla que decidiu o Brasileirão de 75, Inter 1×0 Cruzeiro, célebre gol iluminado de Figueroa). No jogo das 18h30 no Maraca, o Clássico Vovô, pois Flu e Bota se enfrentam desde 1905! A rodada ainda tem Goiás x Barueri. E em Floripa, às 16h, na casa do Avaí, do técnico Silas (ex-Menudo de Cilinho, no São Paulo) será que o tricolor repete o bom futebol?

“Cadê o Pênalti?”

Skank 7x5 comissão técnica do Palmeiras. Foto: assessoria de imprensa do Palmeiras
Skank 7x5 comissão do Palmeiras. Foto: assessoria de imprensa do Palmeiras

Toda a segunda-feira é a mesma coisa. “Cadê o pênalti/que o juiz não deu?” é o que mais se ouve em debates esportivos e conversas de bar. Principalmente depois de clássicos como o Palmeiras e São Paulo da 3ª rodada. Cadê o Pênalty – assim, com y- foi composta e gravada em 1978 por Jorge Benjor, então Jorge Ben, no disco A Banda do Zé Pretinho (Som Livre). E regravada na estreia do Skank, em 1993. Que acaba de ser relançado em vinil, na série Meu Primeiro Disco. Mais detalhes você encontra no último capítulo do livro do Beto Xavier, “Futebol no País da Música”. Pois bem. O Skank esteve em São Paulo para shows no fim de semana. E aproveitou para bater uma bolinha com a comissão técnica do Palmeiras, reforçada por funcionários, diretores, gerente do departamento de futebol e pelo jornalista Mauro Beting, que fez as vezes de goleiro. O vocalista Samuel Rosa ficou “todo todo” com o convite para jogar bola num dos campos da Academia de Futebol do Palmeiras. “Todos sabem que sou cruzeirense, mas a verdade é que o Palmeiras também foi Palestra Itália, por isso a simpatia. É muito legal participar desse momento“, disse o músico. E o time do Skank ainda venceu por 7 a 5!

Mais uma pra coleção do Samuel! Foto: assessoria de imprensa do Palmeiras
Mais uma pra coleção do Samuel! Foto: assessoria de imprensa do Palmeiras

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https://futpopclube.wordpress.com/2009/04/16/10-perguntas-para-beto-xavier/

12 é a camisa deles

12 é a camisa de SÃO Marcos e do terceiro goleiro do São Paulo, Denis, os grandes responsáveis pelo 0x0 no choque-rei disputado neste domingo no Palestra Itália. Marcos lidera o Troféu Armando Nogueira, a partir de notas dos comentaristas da Globo, Sportv e GloboEsporte.com.

Foto: Divulgação/VIPCOMM
Denis, camisa 12 tricolor. Foto: Divulgação/VIPCOMM

Já na disputa da Bola de Ouro/Bola de Prata da revista Placar, há cinco goleiros entre os 15 jogadores com melhores médias: Fábio (Cruzeiro, 2º), Renan (Bota, 11º), Victor (Grêmio, 12º), Felipe (Corinthians, 14º) e Bruno (Fla, 15º). Destaque na rodada para a terceira vitória do Internacional, o líder ainda poupando titulares, contra o Goiás. Também estão invictos o Galo, que derrotou o Leão (o da Ilha do Retiro), o Náutico (que virou na Arena da Baixada) e o Santos, que também de virada goleou o Fluminense de Parreira – no 24 de maio que marca 25 anos do gol de Romerito que deu o título brasileiro ao Flu do mesmo técnico, em 1984 (1×0 na 1ª partida da final contra o Vasco, no mesmo Maraca).

Bons clássicos no Brasileirão

Taison infernizou a defesa verde. FOTO: LUCAS UEBEL/VIPCOMM
Taison infernizou a defesa verde. FOTO: LUCAS UEBEL/VIPCOMM

Três clássicos da 2ª rodada foram transmitidos pela TV aberta ou por assinatura para São Paulo. No sábado, Celso Roth, agora técnico do Galo, encarou o ex-clube, Grêmio. Bom jogo, corrido, bem disputado, mas que só teve gols a partir do 30 do segundo tempo. Thiago Feltri, bom ala atleticano, fez 1×0. Herrera, que acabara de entrar, empatou. No finzinho, pênalti polêmico. Diego Tardelli acertou. Galo 2×1. Gostei de ver Júnior, que estava encostado no São Paulo, como um meia, com a camisa 10. Bons passes e… uma finalização desperdiçada. No Beira-Rio, o Inter recebeu o Palmeiras e começou com um mistão. Continuar lendo “Bons clássicos no Brasileirão”

Museu do Futebol II. Anjos barrocos.

museu4Gilmar (ou Taffarel), Djalma Santos (80 anos), Carlos Alberto Torres, Nilton Santos, Roberto Carlos; Falcão, Didi e Zizinho; Garrincha, Pelé e Ronaldo. Ou que tal um meio com Gérson (Zico), Sócrates e Rivellino (Zagallo)? E um ataque com Romário, Tostão e Rivaldo? Esse timaço virtual que  joga na sala Anjos Barrocos, do Museu do Futebol, ainda conta com Ronaldinho Gaúcho, Bebeto, Jairzinho, Julinho Botelho e Vavá.

Outra sala que emociona no percurso do torcedor é a dos gols. Depoimentos de craques da mídia sobre seus lances favoritos. E narrações de clássicos do rádio esportivo brasileiro.  Osmar Santos, o Pai da Matéria, esmerilha num gol de Jorge Mendonça, o “Jojô Beleza”. Mesmo que você não seja palmeirense, não tem como não se arrepiar. Grande Osmar. Grande Jorge Mendonça!

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